
Hoje mesmo eu estava pesquisando alguns assuntos relacionados sobre as avós de hoje e encontrei uma pergunta que me fez parar e ler todo um capítulo:
As avós é mãe com açúcar? ou,
Avós é duas vezes mães?
O marido que envelhece, a perda dos atrativos sexuais (claro que não era como antes!) e o afastamento dos filhos – essas experiências deixam vazios e sentimentos amorosos à deriva em busca de novos objetos.
O neto então se oferece com um objeto privilegiado para ocupar esse espaço. O vazio deixado pelo casamento dos filhos e o sentimento de desvalorização dos idosos podem ser compensados pela chegada do neto, prazerosa ilusão da presença de ausentes.
A relação com ele remete a um passado que retorna e traz ao mesmo tempo a possibilidade de reviver experiências antigas e de reconciliar-se com as atuais.
Dentre as variadas descobertas positivas que a maturidade oferece, talvez essa seja a experiência mais rica, pois mobiliza também emoções intensas e inéditas.
A Avó é mãe com açúcar é uma frase tão repetida que nos levam a acreditar que essa seria, em relação a maternidade, uma experiência de segunda mão.
E também não é verdade que as avós só ficam com o melhor da festa e não se preocupam com problemas sérios, que seriam da responsabilidade da mãe.
Esse trecho foi tirado do livro – O Livro dos Avós – de Lidia R.Aratangy e Leonardo Posternak.
Eu achei tudo muito sútil e acho que nós, mães atualizadas, devemos acima de tudo respeitar as avós. Os cuidados e o amor que elas tem pelos nossos filhos devem sobrepor qualquer diferença. E os autores mostram claramente aqui, nessa pequena passagem, que as avós não são mães de segunda mão. São mães e avós, sofrem pelos netos e pelos filhos. Se preocupam com os netos e com os filhos.
E digo mais: quem não aceita a ajuda de uma avó que se disponibiliza para cuidar do neto, sai perdendo e muito!
Grande abraços de Carol Siqueira.
Ontem até falei no meu Instagram – que é @falamamae – da minha paixão por cuidar da minha casa.
Eu cresci vendo a minha mãe e meu pai cuidando da nossa casa, reinventando, redecorando, mudando os móveis de lugar, pintando e peguei o gosto de cuidar assim da minha também. É genético!
E isso se intensificou depois da chegada do Paulo Neto porque adaptar uma casa, que é pequena, moderna onde só morava um casal de publicitários (eu e meu esposo) que só chegava em casa a noite depois de um dia de trabalho para um apartamento gostoso, que dê liberdade para uma criança brincar e ter o seu espaço no seu mundo sempre foi muito desafiador para mim.
E eu sempre vou evoluindo de acordo com a idade do meu pequeno. As coisas vão mudando porque ele também está se transformando.
Quando ele era bebê havia mais brinquedos espalhados pela casa, tapetes anti-escorregantes, um quarto só para os brinquedos e hoje já me preocupo com uma mesinha para as tarefinhas de casa, mais gavetas e porta trecos, onde ficar os livros… e daí vai. Somos aqui em casa uma metamorfose ambulante.
Mas o que eu nunca deixei é que o meu pequeno não tenha liberdade dentro de casa. O armários de bolachas já fica ao seu alcance (é claro que ele sempre me pergunta se pode comer), os garfos e facas ficavam dentro de uma vasilha grande lacrada e hoje já voltei todos eles para uma gaveta porque o Paulo Neto já tem 4 anos e sabe dos perigos, todos os seus DVDs estão guardados dentro de uma caixa onde ele mesmo pode pegar e escolher o filme, fora a Apple TV que temos no quarto dele e que ele amaaaaa devido a variedades de desenhos…
E eu comprovei que a organização faz bem para todos os seres humanos, até mesmo para os pequeninos, quando a professora me contou que nos primeiros dias de aula o meu filhote chegou na sala, escolheu um lugar para sentar nas mesinhas e perguntou a professora se aquele poderia ser o seu lugar, eu percebi que ele gosta de ser organizado respeitando também o espaço dos outros. Isso é bom!
O importante é a criança entender que tem o seu lugar mas sem também abafar as extrapulias que toda infância tem que ter!
Onde tem criança, tem cheiro de criança. Tem cor. Tem bagunça gostosa…
E quando os nossos filhos crescerem, a vida vai se tornar mais séria e organizada. Vamos sentir falta desse descontrole maravilhoso que é viver e morar com crianças,
Cada fase tem a sua cor e acredito que essa é a fase de nossas vidas viver no meio de um turbilhão de cores, tintas, giz de cera, brinquedos. E quero mais. Com outros filhos que Deus ainda há de me presentear,
Super bjos de Carol Siqueira.
Enquanto eu estou a caminho da escola, para ir buscar o meu pequeno, ligo o som do meu carro e vou escutando as minhas músicas preferidas.
Ali passa um filme na minha cabeça, desde antes o Paulo Neto nascer, desde a minha infância, na casa dos meus pais, meus amigos de adolescência.
Todas as minhas lutas, minhas conquistas, nos meus momentos fracos, de lágrimas… E até de dor.
E vejo que tudo passou. Tudo.
E já me sinto tão afortunada naquele momento, sinto a presença de Deus em meu coração tão fortemente, é tão real o sopro Dele em minha vida.
Em nossas vidas.
Ele me deu um filho maravilhoso e isso já é uma glória.
E quando eu penso nas dificuldades que eu vivi com a Doença de Crohn e os meus medos do futuro já penso o quanto já valeu a pena em tudo na minha vida.
O quanto me sinto acariciada por Deus.
A fé não me abandona nunca e nem eu abandono ela. E mesmo às vezes pedindo perdão pelas minhas falhas, porque sou ser humano, sinto o quanto já aprendi com esses erros. E vou aprender mais porque nunca estamos prontos.
E nessa caminhada que se chama vida estou amando mais as pessoas que passam por mim. E cada vez mais confiando no tempo.
Só o tempo cura tudo. O tempo é o dono da verdade, do amor que permanece.
Este é o meu recado de hoje, minhas amigas!
Vida de mãe não é fácil, é cansativo, exaustivo mas somos sim, abençoadas por Deus porque temos vidas em nossas mãos. Vamos fazer o nosso trabalho do melhor jeito possível. Sigam o coração. Na maternidade, ele não tem erro.
O mundo precisa de MÃES. E mães significam amor.
Abraços de Carol Siqueira.

Que bate-papo legal foi esse lá no Instagram – @falamamae – sobre viajar com ou sem os nossos pimpolhos! E quero agradecer demais a todas mamães que compartilharam do fundo do coração o que pensam e o que sentem.
Mas diante disso tudo que falamos… um coisa é fato: existe uma vida sem filhos e outra, com filhos.
Se não levarmos os filhos para a viagem, saímos sem um pedaço da gente. Coração dolorido.
Se levarmos, tudo sai de maneira diferente do que planejamos e se o intuito é descansar… esqueçam!
Mas então vocês me perguntam: o que fazer?
Redescobrir novas formas de aproveitar a vida, cada um de seu jeito, cada casal no seu ritmo mas nunca esqueçam que existe uma outra vida bem diferente comparada antes de ter filhos.
Mas é nessa aventura, nessas deliciosas experiências complicadas é que fazem da nossa vida de mãe ser gostosa assim. Doce, colorida, movimentada e calorosa. Cheirosa e cheia de contratempos.
Arrumem formas de se divertirem, novas formas, porque agora mudou mesmo! Pra sempre…
Levando ou não os filhos, nossa cabeça, coração e corpo estarão interligados nessas pequenas criaturas que fazem da nossa vida virar de cabeça pra baixo.
Quando o Paulo Neto nasceu a minha ficha e do maridão demorou a cair. A gente queria ainda sair para as baladas, continuar no mesmo ritmo… Santa inocência e abençoada maturidade. Não que hoje não podemos. Mas muitas das vezes nem queremos mais.
Hoje redescobrimos formas de nos divertir a 3. E quando dá, a 2!
E posso falar bem a verdade? Por aqui tá cada dia melhor.
Façam o que o coração mandar! Porque o que vale na vida é ser feliz.
Super bjs de Carol Siqueira.
Amigas leitoras,
Parece meio doido isso que vou falar agora… Mas como aqui é o meu lugar de falar sobre a minha vida de mãe, vou desabafar!
Ontem, quando deitei com o meu filhote, já passava da meia noite e já tínhamos brincado muito… Fui observar ele dormir, sentir aquele cheirinho que só nós, mamães, conseguimos farejar…
Pensei: será que amanhã, bem lá na frente, eu vou conseguir suportar a saudade desse tempo de agora, tão maravilhoso?!
De vê-lo dormindo na minha cama, com as curvinhas perfeitas do seu rosto, com seu pijaminha inocente, colorido… Ai, quanta saudade sentirei disso, meu Deus!
A cada minuto que passo com o meu filho mais quero ficar junto dele. Mais acho graça das gracinhas, do jeitinho de falar, de descobrir o mundo, de brincar…
Nessas férias, estou curtindo o meu pequeno cada dia que ficamos juntos, inventando histórias, brincadeiras, lanchinhos, passeios e a cada momento desse eu vejo a criança linda que ele é e está se tornando todos os dias!
Seja em casa, no shopping, na casa da vovó… não importa! Sempre damos um jeitinho de nos divertir e por ele, ando até me aventurando na cozinha.
Por isso minhas amigas, o meu recado de hoje é esse!
Essa fase vai passar e não tenha medo de colocá-lo em sua cama para dormir juntinhos, não tenha medo de dar muito amor e carinho para o seu filho.
Não tenha medo de ser feliz amando o seu filho todos os dias, enchendo ele de mimos e muito amor!
Pois é disso que as crianças de hoje precisam. De mães, amigas, companheiras, colegas de brincadeiras e claro, respeitando-os e educando-os.
Eu não seria feliz se fosse diferente.
Bjos amigas e fiquem com Deus :)
Por Carol Siqueira.