
Hoje vamos estar falando de um assunto muito sério e que devemos tomar bastante cuidado quando chegar neste momento - A HORA DE TIRAR AS FRALDAS E COMO FAZER ISSO COM TRANQUILIDADE.
É normal que a criança se recuse ao ir para o peniquinho até acostumar-se com a idéia, mas vamos começar explicando desde o início.
Não adianta se apressar para tirar as fraldas do seu bebê. Não precisa ir seguindo modelo de ninguém – o seu filho tem suas particularidades e compará-lo a outras crianças é sofrimento para você e para ele também.
Como diz a pediatra Noemia Goldraich, do Hospital de Clínicas de Porto Alegre – “Respeitar o ritmo da criança é o mais importante.”
As crianças apresentam variações no controle do xixi e cocô, que depende de maturidade física e também psicológica.
Após os 2 aninhos e o processo pode durar até três meses ou às vezes até mais. Já o controle noturno demora mais um pouquinho – ocorre de 6 meses a 1 ano após o diurno.
Mas lembrem-se: o seu filho não é igual a ninguém. Por isso, vá com calma. Caso a retirada das fraldas for precoce ou traumática, as conseqüências são sérias, tais como incontinência urinária, prisão de ventre e até infecções.
Outro ponto fundamental é o acordo entre pais e escola. A retirada das fraldas não tem pausa para o fim de semana. A criança deve ser orientada da mesma forma para não se confundir.
O ideal é que a criança já saiba andar, falar, sentar-se por cinco minutos, tirar a roupa e compreender ordens.
Olha lá, mamães! Nada de bronca se o seu filho que já deixou as fraldas fizer xixi na cama ou na roupa. Os acidentes normais podem acontecer até aos 5 e 6 anos de idade. Às vezes ele bebeu muito líquido ou se concentrou demais numa brincadeira e acabou se esquecendo. Se virar motivo de briga, o seu filho pode associar a retirada da fralda como um castigo e isso não é nada bom. Em vez de brigar, é melhor buscar a causa do retrocesso, pois o seu filho pode estar só querendo chamar atenção.
Quando li o seu comentário percebi o seu desespero. Em primeiro lugar, fique tranquila. Não mostre ansiedade para o seu filho, haja normalmente com os acontecimentos da situação. Não forçe e nem brigue. Explique e faça disso tudo uma rotina. Pode ter certeza que ele vai se acostumar. Eu, por exemplo, tive muuuuita dificuldade em escovar os dentinhos do Paulo Neto e fazer desta higiene uma rotina. Por mais que às vezes eu queria brigar ou escovar à força, se ele se recusava muito eu deixava para a próxima vez. E deu certo. Hoje ele escova sozinho, do jeitinho dele e depois naturalmente eu escovo para finalizar. E digo assim: vamos escutar o barulhinho escovando os seus dentões. Ele ama, abre um sorriso e dali em diante é festa com a escova, pasta dental e muitas risadas.
Bjos de Carol Siqueira.