
A hora da refeição é sagrada, assim dizem; mas em muitas casas a realidade é bem diferente. O caos toma conta do lugar: É criança chorando de um lado e os pais estressados do outro. O que fazer para mudar esta situação?
Continue lendo e veja o que você pode fazer, somente em 3 passos, na hora de alimentar o seu filhote sem gerar traumas.

Sou Carol Moreira, psicóloga e colunista aqui do FalaMamãe.
Há muito tempo eu quero falar com vocês sobre medos e ansiedade na infância. Acho que, se pudermos nos lembrar de nossos próprios tempos de criança, poderemos ver que muitos de nós sofremos bastante com isso.
Então é normal? Claro que é.
Mas se é sofrimento, precisa de cuidado!
Vamos conversar sobre como podemos ajudar nossas crianças a esse respeito?

Como já disse anteriormente, estou lendo apaixonadÃssima o livro Limite sem traumas de Tania Zagury. O que está mais me fascinando é a clareza e objetividade que ela trata o assunto.
E podemos errar sim e muito. Por isso busco através de pessoas que valem a pena ler, como essa autora, meios para me ajudar na difÃcil tarefa de tornar o meu filho um cidadão o qual vou me orgulhar.
Mas entre tudo que estou lendo e aprendendo, não vou ficar aqui postando as palavras da autora até porque quero muito que todas vocês lêem esta grande obra para pais de HOJE.
O que vou falar aqui são as entrelinhas. A minha visão e opinião sobre o assunto.
Construir um ser humano mais humano, com atitudes que levam para uma vida mais tranquila, em paz e mais feliz é papel fundamental dos pais. Ela deixa muito claro da nossa total responsabilidade que temos com a educação de nossos filhos e que NUNCA devemos terceirizar para a escola ou babá, ou a avó. Somos nós, PAIS, que ensinamos e temos a OBRIGAÇÃO de seguir em passos firmes ao lado de nossos filhos, orientá-los e torná-los gente que vale a pena neste mundo tão frio, sem temor e sem fé.
Isso tudo é real. Dados do livro.
Agora vamos pensar juntas – os limites são extremamentes necessários. São cansativos, exaustivos e até mesmo parece que vamos desistir no meio do caminho quando tudo parece ser tão difÃcil. Mas será que é desistindo aqui, mais uma vez ali, que não vamos tornar os nossos filhos um destes casos?
A criança não pode ter o medo de errar e sim, a consciência do erro. Ela precisa compreender e é através de exercÃcios diários que vamos ensinar aos nossos filhos o que deve e o que não deve.
Bater faz com que a criança oculte o errado, aprenda que a agressão fÃsica é uma forma de resolver aquilo que não a agrada e desconfia daqueles que ela deveria mais confiar: os pais.
Confesso que muitas vezes, inúmeras vezes, tive vontade de dar uma palmada no bumbum do pequeno mas eu me conheço: vou me arrepender e fraquejar. Vou voltar a atrás e isso será muito pior!
Falar SIM sempre que possÃvel e dizer NÃO sempre que necessário não é tão fácil quanto parece mas é uma linha para se pensar e levar para uma vida toda.
E quando falar não, explicar o motivo deste não. E a maior recompensa para a criança quando ela acertar é a presença dos pais. Deixe o presente, um lanche preferido num restaurante legal ou o DVD que ele tanto espera muito para de vez em quando. A recompensa maior é darmos amor, carinho, um abraço verdadeiro e um sorriso muito, mais muito sincero.
Bom, minhas amigas!
Este livro está sendo talvez o mais importante de todos que eu já li até agora nesta minha vida de mãe, que busca sempre o melhor, que erra, que chora, que persisti, que desisti, que ama demais e erra demais por amar muito. Mas vou sempre tentar fazer nem sempre o melhor, mas talvez o mais correto.
O Paulo Neto está quase nos seus 3 aninhos e ele já tem uma certa consciência, não completa, sobre alguns conceitos e valores e é agora, na sua formação como pessoa que entro mais do que nunca em ação. Tenho receio, sinto medo, sempre procuro pensar nos acertos dos meus pais (o que também nos leva a pensar nos erros), nos meus também  e procuro a Deus para que Ele me oriente e me guie em meus instintos. Afinal, estou só começando.
E aÃ, você gostou do que leu? Fale o que você acha?
Bjos de Carol Siqueira.

Enfim… estou iniciando o desfralde do meu pequeno. Agora ele já aceita pôr as cuequinhas, fazer xixi no peniquinho e ainda se divertir com tudo isso.
A cada nova etapa com os nossos pequenos aprendemos muito mais com eles do que ensinamos. E desta vez aprendi que cada criança tem o seu tempo, a sua hora e o seu momento. Sem traumas e sem choro.
A maioria dos amiguinhos do meu filho já estão sem fraldas mas mesmo assim eu me contive e nunca insisti nada com ele a ponto de deixá-lo chorando, desesperado.
Até que um dia, brincando, eu coloquei a cuequinha no ursinho e ele achou o máximo e logo quis também entrar na dança.

Bom, meninas! Por enquanto é só. Estou indo com calma e sem pressa! Mas digo a todas vocês – o desfralde não é facil. Exige muito mais da nossa disciplina do que a deles. E toda a famÃlia precisa ir junto neste momento, é um movimento contra a fralda.
Outra dica que quero dar aqui: NÃO USEM PENICOS. Já comprem aquela adaptação para o vaso sanitário e já comecem no vaso mesmo. Hoje mesmo vou esconder o penico e já vou levá-lo para o vaso. Não gostei do penico e mesmo lavando toda hora, dá um cheirinho ruim no banheiro.
Bjos de Carol Siqueira.

Já tem um tempinho que não apareço por aqui. Mas é que esta semana foi bem diferente e corrida mas hoje eu quero relatar pra vocês uma nova experiência que estou vivendo com o meu pequeno.
Toda vez que vamos brincar seja aqui dentro de casa ou no parquinho o Paulo Neto fala pra mim assim:
Mamãe, olha o bicho! Olha lá! O bicho tá aqui.
Juro que quando ele veio me falando isso fiquei em dúvida se dava asas à sua imaginação ou se cortava o assunto e as esperanças do meu pequeno que não existe bicho nenhum.  E até fiquei com medo do bicho.
Que bicho bobo somos nós.. mães, né?!