02.04
2013

O que é Autismo? Assista este vídeo e se emocione com a história de Theo.

02.04
2013

Como vou saber se o meu filho é autista?

Queridas amigas,

Hoje é dia Mundial de Conscientização do Autismo. 
E por isso, nessa data, monumentos como Cristo Redentor (RJ), o Teatro Amazonas (AM), a Basílica de Nossa Senhora de Aparecida (SP) e a Ponte Estaiada (SP) – se iluminam de azul, cor oficial do evento – assim como outros símbolos mundiais como o Empire State Building (EUA) e a Opera House (AUS).
Mas afinal, o que é Autismo e como diagnosticar.
Sempre achei muito confuso entender como é o perfil de um autista e já fiquei sabendo de algumas crianças, filhos de amigas, que foram diagnosticadas com Autismo.

São através dos sintomas é que se descobre sobre o Autismo. Mas afinal, quais são esses sintomas?

Segundo o Dr.Drauzio Varella, o autismo acomete pessoas de todas as classes sociais e etnias, mais os meninos do que as meninas. Os sintomas podem aparecer nos primeiros meses de vida, mas dificilmente são identificados precocemente.

O mais comum é os sinais ficarem evidentes antes de a criança completar três anos.

De acordo com o quadro clínico, eles podem ser divididos em 3 grupos:

1) ausência completa de qualquer contato interpessoal, incapacidade de aprender a falar, incidência de movimentos estereotipados e repetitivos, deficiência mental;

2) o portador é voltado para si mesmo, não estabelece contato visual com as pessoas nem com o ambiente; consegue falar, mas não usa a fala como ferramenta de comunicação (chega a repetir frases inteiras fora do contexto) e tem comprometimento da compreensão;

3) domínio da linguagem, inteligência normal ou até superior, menor dificuldade de interação social que permite aos portadores levar vida próxima do normal.

Os estudos iniciais consideravam o transtorno resultado de dinâmica familiar problemática e de condições de ordem psicológica alteradas, hipótese que se mostrou improcedente. A tendência atual é admitir a existência de múltiplas causas para o autismo, entre eles, fatores genéticos e biológicos.

Na adolescência e vida adulta, as manifestações do autismo dependem de como as pessoas conseguiram aprender as regras sociais e desenvolver comportamentos que favoreceram sua adaptação e auto-suficiência.

Como tratar o Autismo?

Até o momento, autismo é um distúrbio crônico, mas que conta com esquemas de tratamento que devem ser introduzidos tão logo seja feito o diagnóstico e aplicados por equipe multidisciplinar. Não existe tratamento padrão que possa ser utilizado. Cada paciente exige acompanhamento individual, de acordo com suas necessidades e deficiências. Alguns podem beneficiar-se com o uso de medicamentos, especialmente quando existem co-morbidades associadas.

O que fazer quando se tem uma criança autista em casa?

- Ter em casa uma pessoa com formas graves de autismo pode representar um fator de desequilíbrio para toda a família. Por isso, todos os envolvidos precisam de atendimento e orientação especializados;

- É fundamental descobrir um meio ou técnica, não importam quais, que possibilitem estabelecer algum tipo de comunicação com o autista;

- Autistas têm dificuldade de lidar com mudanças, por menores que sejam; por isso é importante manter o seu mundo organizado e dentro da rotina;

- Apesar de a tendência atual ser a inclusão de alunos com deficiência em escolas regulares, as limitações que o distúrbio provoca devem ser respeitadas. Há casos em que o melhor é procurar uma instituição que ofereça atendimento mais individualizado;

- Autistas de bom rendimento podem apresentar desempenho em determinadas áreas do conhecimento com características de genialidade.

Bom meninas, acho que por aqui já deu para a gente entender melhor sobre o Autismo e o que fazer caso ela aparecer dentro de casa,
A minha dica é que todas as mães pesquisem muito sobre o assunto e antes de um diagnóstico final, pesquisem e escutem várias opiniões médicas.

No Dia Mundial do Autismo, eu – Carol Siqueira – desejo a todas mães que agora enfrentam esse desafio que tenham fé em Deus e que leiam muito sobre o assunto.
Se informem, leiam e vão atrás dos melhores tratamentos que puderem mas com certeza, para a criança autista o melhor mesmo é o amor, apoio e segurança por parte da família e de todos que estão com essa criança no dia a dia.

Grande abraços a todas vocês.

 

 

 

 

07.08
2012

Quais são os sintomas para diagnosticar uma criança com depressão? O que fazer se realmente for depressão? Sou Carol Moreira, psicóloga e hoje vamos falar sobre criança com depressão.

Queridas leitoras do FalaMamãe,

Certa vez uma mãe com depressão recorrente, procurou o psicólogo encaminhada pelo psiquiatra de seu filho de 7 anos.
O psiquiatra diagnosticara o menino com depressão, receitara forte medicação à criança e encaminhara-o para psicoterapia. A mãe estava desolada.
Contou ao psicólogo que seu filho sofria bullying desde os 4 anos e que no ano anterior ele sofrera um trauma grave.
Prosseguindo com a investigação, o psicólogo descobriu que o que a mãe chamava de bullying era, na verdade uma interpretação dela mesma de preconceito (elaborada demais para uma criança perceber) e que o filho não tinha apresentado sofrimento sobre o fato; descobriu que o “trauma” era apenas uma suposição da mãe até então; e que o psiquiatra havia feito o diagnóstico em 10 minutos.
De fato a criança se apresentava nervosa, insone, com choro frequente e muito irritado, mas será que aquele diagnóstico era correto?
Será que havia necessidade de medicar?
Será que o problema principal não era o ambiente familiar estressante de brigas constantes de pais insatisfeitos um com o outro?
Será que aquela família não precisava de ajuda como um todo, ao invés de engessar o menino num dignóstico e medicá-lo até sabe-se lá quando?

Aliás, gostaria de abrir um parênteses: a medicalização da vida, ou o uso exagerado de medicamentos psicoativos desde a infância tem sido relacionado ao uso de drogas ilícitas e dependência química na adolescência e vida adulta, de acordo com pesquisas recentes.

Quando devemos cuidar de uma família e quando devemos colocar a “culpa” numa depressão endógena?
Quando medicar uma criança passa a ser necessário? Tudo isso é tão delicado! A depressão infantil existe e pode ter raízes na neuroquímica, genética, ambiente social, trauma ou em tudo isso ao mesmo tempo. Pode ter diversos sintomas diferentes dos adultos, como alta irritabilidade, nervosismo.
Medicamentos são um avanço e podem ser necessários! Mas na minha opinião, na vida, antidepressivos sozinhos não resolvem e muitas vezes os melhores remédios são o amor, carinho, perdão, alegria e a segurança de um lar acolhedor e sem violência de diversos tipos. O que acham?

Mas o que realmente os pais devem fazer caso desconfiem que seu filho está mesmo com depressão?

Primeiro, não devem diagnosticar seus filhos. Mas devem procurar um bom profissional para fazê-lo, caso desconfiem que seu filho não está com uma saúde mental adequada e que o problema vem se prolongando há alguns meses.

Quais são esses sintomas de depressão infantil?

Os sintomas de depressão na infância podem não ser parecidos com os de adultos, o que dificulta muito o diagnóstico correto e a tomada de atitude para ajudar a criança em sofrimento. Ao invés de triste, a criança pode ficar irritada, muito preocupada ou agressiva. Pode ficar muito inquieta, gritar muito, ter crises de choro sem razão ou, em outros casos, ficar apática e sem energia. Pode reclamar dores físicas frequentemente, mudar seu comportamento e passar a apresentar dificuldades cognitivas (de raciocínio). A tristeza também pode estar presente.
Se perceberem que sintomas como esses estão agudos e duradouros, é hora de procurar um profissional para avaliar.

Como saber se o profissional fez o diagnóstico correto?

Para saber se a avaliação profissional foi adequada, verifique se o diagnóstico foi baseado em uma entrevista detalhada, observação clínica e que não foi feito em pouco tempo. O ideal é que seja uma avaliação longitudinal não precipitada. Se não sentir que foi bem feita, procure outro profissional e peça uma segunda opinião. Nesses casos, todo cuidado é necessário e, mais importante do que rotular a criança com um diagnóstico, é cuidar de sua saúde.

Bom, queridas leitoras do FalaMamãe,
Estou à disposição para dúvidas,

Sou Carol Moreira, colunista do FalaMamãe, 
Psicóloga Clínica e Mestre pela UFU
Com treinamento em depressão e ansiedade pelo Beck Institute (EUA) e pelo Oxford Cognitive Therapy Centre. 

 

25.01
2012

Mamãe também se cuida, tá?

 


Hello Meninas!

A dias estou programando para escrever este post!
A gente sabe mais do que ninguém como é difícil se cuidar depois que viramos mães. Existem mulheres que são mais espertas para isso, malham ao amanhecer do dia e sempre dá um jeitinho. Mas tem um outro time (a maioria!) que quase não conseguem adaptar o tempo a favor da beleza.
O que não podemos esquecer é que mesmo depois de mães somos ainda mulheres. Os primeiros 3 meses do bebê em casa é realmente muito cansativo e talvez nem mesmo pensamos em beleza. Mas passado este período se você não se organizar e tirar um tempinho para se cuidar, acontece que nos acomodamos e quando percebemos passaram-se anos sem ir para uma academia, ter uma rotina saudável de beleza com direito a salão, umas massagens e tudo mais que uma mulher gosta e merece fazer.

 

Então vamos as dicas!

  • Nos primeiros meses, tire o pijama! Quando levantar da cama, lave o rosto, escove os dentes e coloque outra roupa. Não caia na armadilha de passar o dia todo se arrastando pela casa de pijama.

Crie uma rotina básica para se cuidar com os produtos em casa. Como?

  • Continue passando os seus cosméticos noturnos.
  • Use a maquiagem a seu favor para ajudá-la a disfarçar o cansaço. Um corretivo para olheiras e um lápis debaixo dos olhos apenas fazem toda a diferença!
  • Na hora do banho, use um creme mais poderoso no cabelo no lugar do condicionador. Assim você consegue hidratar o seu cabelo sem perder tempo extra da sua rotina comum.
  • Se você estava fazendo drenagem antes de ganhar o bebê (o que é ótimo para controlar o inchaço!) continue depois que o bebê nascer. A dica é: faça a drenagem em casa, escolha profissionais que atendem em casa. Só assim você irá conseguir manter a massagem e a manicure na sua rotina! Facilita bastante.

E o principal!

  • Se estiver amamentando cuide bem da sua alimentação e beba muita água! E agradeça os deuses por você estar amamentando porque terá mais facilidade em perder os quilinhos extras da gravidez.
  • Assim que o seu médico obstetra liberar não acostume: VÁ PARA A ACADEMIA! Isso meninas, é muito sério! Se você não organizar desde o início na sua rotina a academia, você vai acostumar e a barriguinha vai ficando mais difícil de perder. Tá valendo uma caminhada na esteira somente por 30 minutos diários e se puder, deixe o bebê com a vovó, com a babá e vá malhar na academia mesmo. Vai fazer muito bem! Você sai fora um pouquinho da rotina de casa e convive com outras mulheres, outros assuntos.
  • Tenha em casa os seus aliados de beleza: bons shampus, maquiagem, cosméticos.

Veja aqui os meus aliados!

Shampu e máscara anti-queda da Kérastase. Depois do parto é normal o cabelo cair um pouquinho e o uso de bons produtos ajuda bastante! O óleo da Moroccanoil é divino porque ajuda a manter um cabelo bonito não deixando ficar com aquele aspecto de cabelo amassado, amanhecido.

Uma boa maquiagem é indispensável para qualquer mãe. Esse pó é bronzeador e ajuda muito para dar aquela coradinha no rosto. O lápis para os olhos sempre dá um acabamento e um glamour a mais. A base é tudo para disfarçar o cansaço e um batom rosa é para alegrar o cansaço!

Esse corretivo da Mary Kay para as olheiras é o melhor de todos e olha que já experimentei vários, inúmeros outros corretivos e esse sempre carrego na minha bolsa. Não vivo sem ele de jeito nenhum! Esse protetor solar da Shiseido é maravilhoso e ainda faz o papel da base: ele é fininho, não gruda! A base da Mary Kay é também maravilhosa, principalmente para o dia porque ela é super leve!

Deu pra perceber que eu gosto dessa marca, né?! Pois é! O Creme Revitalizador para os olhos funciona quando passado todos os dias e melhora bastante as olheiras e o aspecto de olhar cansado. Esse de bolinhas é para ajudar a prevenir as ruguinhas e é um anti-oxidante poderoso (usado todos os dias ele melhora a pele e deixa ela mais clara e lisinha) e o do meio é um anti-idade para os olhos.

Na hora de malhar!


Eu sou uma prova VIVA que detestava fazer esteira ou bicicleta. Sinceridade, era me matar! Mas depois que passei usar o meu iPod para os exercícios físicos é como se eu estivesse fazendo uma terapia! É um tempo que tenho só pra mim. Seleciono as músicas que eu gosto e juro que nem vejo o tempo passar. Passe lá na iDream – Revenda Autorizada Apple no Center Shopping – e escolha o seu iPod e o modelo que você mais gostar. Acesse o site da iDream Revenda Autorizada Apple e conheça melhor o iPod e suas funcionalidades!

Outra super dica é: durma! Sempre que puder, vá para a cama dormir! Melhora o humor.
Bom, meninas! Alguém tem mais alguma dica aí para compartilhar aqui com a gente?

Super beijo de Carol Siqueira.

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