
Hoje este post é pra vocês. Ontem mesmo quando estava deitada a tarde, o Paulo Neto estava dormindo e aproveitei para relaxar lembrei do meu tempo de grávida. Às vezes eu sentia as minhas pernas pesadas, os meus pés inchados e nos domingos, como sempre gostei de fazer, já programava a minha semana e a minha roupa para ir trabalhar na segunda-feira. Nossa, roupa para grávida ir trabalhar e ficar bem à vontade, não é fácil, não!
Lembrei também que eu tinha colocado várias caixas debaixo da minha mesa para poder apoiar os meus pés e assim , no fim do dia eles já não ficavam tão inchados.
E você? Está se cuidando? Leiam aqui algumas dicas básicas mas que podem fazer muita diferença na hora de trabalhar e vejam os modelitos que separei para vocês se inspirarem para o verão.

O meu amor e querido companheiro Paulo Jr estava 10 dias fora de casa a negócios. Nossa, 10 dias que pareceram uma eternidade!
Como sentimos falta, eu e o Paulo Neto dormimos juntos todas as noites e por ele, fiquei forte e me surpreendi. Levei os dias normalmente para o meu pequeno não sentir tanto mas a alegria dele quando falava com o pai pelo telefone era realmente de encher os olhos de lágrimas e várias vezes elas insistiram e escorreram…
Mas o meu propósito com este post é sempre dar as minhas dicas de mãe e esposa. Se o seu filho for muito grudinho com o paizão e o paizão precisar ficar dias fora de casa siga aqui algumas preciosas dicas:
Bjos minhas amigas! Até amanhã.
Por Carol Siqueira.

Ontem foi um marco para mim, senti uma alegria imensa e no final do dia uma paz e uma realização tomou conta.
Fiz briefing, passei para a dupla (e o melhor que o briefing é também de um projeto nosso!) e quase sem parar, todas as minhas tardes de agora em diante serão assim. Estamos trabalhando duro mas com muita felicidade em um projeto que é nosso, meu e do meu querido esposo. E quando voltamos para a casa, a noitinha, éramos do nosso pequeno. Só querÃamos brincar com ele, tomar banho juntos e aproveitar cada segundinho juntos.
Me sinto realizada porque sei que estou voltando no momento ideal para mim e para o Paulo Neto, sem neuras e sem culpas. Me sinto imensamente feliz e para comprovar isso tudo, ontem mesmo li uma matéria muito interessante na revista Época (a qual assinamos) sobre uma nova pesquisa que diz que a mãe deve voltar a trabalhar sem culpa e mães que trabalham são mais realizadas e felizes. Mas o estudo não só comprovou isso que parece óbvio, têm mais surpresas por aà revelada. Continuem lendo e vamos nos surpreender juntas…

Ser pai hoje é ser Pai. O tempo anda acumulando o trabalho, a responsabilidade anda sendo mais cobrada, a tecnologia que ao mesmo tempo facilita a vida facilita também a distância… o pai de antes com o jornal na cara não tem nada ver com o que vemos agora e ele dribla tudo isso somente pela vontade de fazer cada dia mais e melhor pelos seus filhos.
O que mais me fascina é ver o pediatra cheio deles, que trocam seus filhos, dão mamadeiras, medem a febre, perguntam, analisam, pesquisam e mais do que isso, acompanham como um fiel companheiro e pai as suas esposas e filhos.
Mas todos eles andam tirando tudo de letra e mais do que isso, andam redescobrindo o seu papel como homens.
Mas quando chega um bebê, as coisas mudam e muito. Leiam mais sobre esta fascinante transformação na vida do jovem menino que amadureceu.

Mãe Macaco
Carrega seu macaquinho onde ela for. Seja trabalhando, seja divertindo. Ela sempre dá um jeitinho de levar o seu filho.
Engraçado! Tudo que eu leio e pesquiso, eu encontro o mesmo assunto – Você precisa ficar mais tempo com o seu filho!
Como as coisas mudam, né? Antes as mulheres eram cobradas e se cobravam para ter uma independência financeira e se saltavam no mercado de trabalho como soldados na guerra. E venceram esta guerra, graças a Deus.
Agora a cobrança está remando em águas contrárias – a mulher precisa estar mais dentro de casa e se voltar para os seus filhos e marido. OK?
Hoje nos encontramos em meio termo – precisamos sair para trabalhar mas precisamos ficar mais tempo com os nossos filhos.
Quando leio tudo isso fico pensando em minha vida e em minhas amigas que já são mães – todas estão numa selva de dúvidas tentando acertar ou melhor, errar menos. E conheço vários tipos de mães, todas são maravilhosas como podem ser e buscam dentro de seus limites exercerem o papel mais sagrado e talvez o mais sublime de uma mulher – ser mãe.
Mas entre as minhas pesquisas encontrei alguns dados muito interessantes.
Segunda uma pesquisa realizada na Universidade de Maryland em 1965 as mães passavam 10 horas semanais cuidando exclusivamente das crianças, 32 horas realizando tarefas domésticas e apenas 8 horas com trabalho remunerado. Em 2000, as mulheres trabalham bem mais – 23 horas semanais. O tempo com as crianças por incrÃvel que pareça aumentou para 13 horas por semana. Como conseguiram este milagre?
Diminuindo o tempo no tanque e no fogão que encolheu para 19 horas semanais. E as mães que trabalham assistem menos TV e dormem pouco para ficar mais tempo com as crianças.
Ufa! É muito exercÃcio para uma pessoa só, não acham? Mas todos estes dados acima publicados na revista Pais&Filhos deste mês me fez refletir muito sobre este assunto que assombra mães de todas as espécies.
Somente cada mãe sabe o seu desejo, os seus limites, o seu jeito de amar e dedicar aos seus filhos. A receita do meu bolo pode ser maravilhosa para mim mas talvez para você não vai dar tanto certo assim. Culpa? Todas nós , lá no fundinho, temos sim. Mas a culpa não pode se transformar em SIM para tudo – pais fisicamente ausentes costumam ser mais permissivos isto é, emocionalmente ausentes.
Minhas amigas,
Sejam felizes do jeito que vocês são. Acreditem no que estão fazendo. Claro que todas nós devemos buscar novos caminhos, a melhorar sempre, ler bastante, trocar idéias com outras mães, acompanhar aqui o FalaMamãe e etc… Mas de uma coisa eu tenho certeza : façam do jeito que o coração mandar, sigam as suas vontades e desejos, tentem acertar sempre mesmo que um acerto vem atrás de inúmeros erros mas o que vale a pena é viver em paz e com tranquilidade. De nada adianta trabalhar demais ou se enterrar dentro de casa se o seu filho perceber que você é uma pessoa infeliz e amargurada. A felicidade é o caminho.
A Mãe Onça
Sempre alerta, com as garras afiadas. Sempre perto, cuidando e ensinando cada passo para um dia poder soltar.
A Mãe Formiga
Trabalhadeira, anda pra lá e pra cá o dia todo. E ainda cuida muito bem da sua casa e dos seus filhotes. Mas morre de canseira e sabe que um dia não vai dar conta de tudo.
A Mãe Pássaro
De vez em quando aparece, dá o alimento e sai voando livremente.
A Mãe Bicho-preguiça
Dorme o dia todo, a babá cuida, a avó cuida, a escola cuida e a vizinha também cuida. É muito cansada apesar de não fazer nada o dia inteiro. Sempre está indisposta e de quebra está sempre gripada ou com dor nas costas.
A Mãe Perua
Essa não precisa nem falar. A própria espécie explica. Fica o dia todo se arrumando, vai ao salão todos os dias, ao shopping, a academia, na drenagem, na massagem e o tempinho que sobra – brinca com o seu filhinho que te espera lindo e cheiroso depois de um gostoso banho dado pela sua babá – é lógico!
A Mãe Galinha de Pinto
Chocadeira por nascença. Dona de uma famÃlia grande, cheio de filhos e todos em volta. É controladora, mandona, assume tudo e manda no maridão também – super mãe. Assume até os coleguinhas de seus filhos como filhos e toda tarde tem lanche pra turma.
A Mãe Cobra
É aquela que parece ser boazinha na frente dos outros mas quando chega em casa a cobra vai fumar!
Bom, meninas por enquanto é só! Acompanhem o FalaMamãe e fiquem por dentro de tudo.
Bjos de Carol Siqueira.