
Neste mês de abril continuamos falando sobre A Mulher e o Câncer – Conscientizando e Replicando, lembrando que a informação correta é fonte importante para a manutenção da saúde.
Vamos falar sobre mitos e verdades sobre HPV e Câncer de Colo com informações relevantes para vocês entenderem melhor sobre este assunto e claro, a prevenção é sempre o melhor remédio para tudo.
O câncer de colo uterino é o segundo tipo de câncer mais frequente nas mulheres brasileiras, acometendo cerca de 17.000 casos novos por ano. Acontece a partir dos 20 anos com pico de incidência máxima por volta dos 50 – 60 anos. É um problema de saúde pública, uma vez que possui elevadas taxas de prevenção e cura desde que o diagnóstico precoce e o tratamento sejam feitos de maneira adequada. É uma doença bastante comum nos países pobres e em desenvolvimento, incluindo o nosso país, onde políticas de rastreamento ainda são ineficazes.
Antes de se transformar em maligno, o tumor passa por uma fase de pré-malignidade, denominada NIC (neoplasia intraepitelial cervical), que pode ser classificada em graus I, II, III e IV de acordo com a gravidade do caso. Esse processo pode levar vários anos, daí a importância de se procurar o ginecologista regularmente, a intervenção precoce é capaz de prevenir o desenvolvimento das lesões pré-cancerosas.
Apesar de ser considerada uma condição necessária, a infecção pelo HPV por si só não representa uma causa suficiente para o surgimento dessa neoplasia. Outros fatores ligados à imunidade, à genética e ao comportamento sexual parecem influenciar os mecanismos ainda incertos que determinam a regressão ou a persistência da infecção e também a progressão para lesões precursoras ou câncer.
O tabagismo eleva o risco para o desenvolvimento do câncer do colo do útero. Esse risco é proporcional ao número de cigarros fumados por dia e aumenta sobretudo quando o ato de fumar é iniciado em idade precoce. Existem hoje 13 tipos de HPV reconhecidos como cancerígenos, sendo os mais comuns o HPV16 e o HPV18.
As pesquisas comprovam que 50% a 80% das mulheres sexualmente ativas serão infectadas por um ou mais tipos de HPV em algum momento de suas vidas. Porém, a maioria das infecções é transitória, sendo combatida espontaneamente pelo sistema imune, principalmente entre as mulheres mais jovens. Qualquer pessoa infectada com HPV desenvolve anticorpos (que poderão ser detectados no organismo), mas nem sempre estes são suficientemente competentes para eliminar os vírus.
As verrugas genitais encontradas no ânus, no pênis, na vulva ou em qualquer área da pele podem ser diagnosticadas pelos exames urológico (pênis), ginecológico (vulva) e dermatológico (pele). Já o diagnóstico das lesões precursoras do câncer do colo do útero, produzidas pelo HPV, é feito através do exame citopatológico (exame preventivo de Papanicolaou). O diagnóstico é confirmado através de exames laboratoriais de diagnóstico molecular, como o teste de captura híbrida e o PCR.
A ocorrência de HPV durante a gravidez não implica necessariamente em má formação fetal, nem impede o parto vaginal (parto normal). A via de parto (normal ou cesariana) deverá ser determinada pelo médico após análise individual de cada caso.
Embora estudos mostrem que a infecção pelo papilomavírus é muito comum, somente uma pequena fração (entre 3% a 10%) das mulheres infectadas com um tipo de HPV com alto risco de câncer desenvolverá câncer do colo do útero.
A vacina contra o HPV é uma promissora ferramenta para o combate a esse câncer. Apesar disso, as vacinas disponíveis hoje não conferem imunidade contra todos os tipos de HPV. Estão disponíveis no Brasil as vacinas quadrivalente (HPV 6,11,16 e 18) e bivalente (HPV 16 e 18) contra o câncer do colo do útero, indicadas para mulheres com idade de 9 a 26 anos.
*Não existe idade mínima para as meninas receberem as vacinas disponíveis contra a infecção pelo HPV, apesar de a orientação ser ministrá-la a partir dos 9 anos de idade, por três doses, antes da iniciação sexual. Não deixe de vacinar as meninas! O SUS estuda a liberação das vacinas para a rede pública de saúde.
* Toda mulher precisa estar consciente de que o exame de Papanicolaou realizado periodicamente representa uma estratégia de rastreamento do câncer de colo uterino que pode salvar vidas.
* Não se esqueça: o uso da camisinha em todas as relações sexuais é um cuidado indispensável contra a infecção não só pelo HPV, mas também por outros agentes de doenças sexualmente transmissíveis.
A estratégia de rastreamento recomendada pelo Ministério da Saúde é o exame citopatológico (Papanicolaou) prioritariamente em mulheres de 25 a 64 anos. Entretanto tal exame pode ser realizado a partir do início das atividades sexuais até por volta dos 75 anos. As mulheres que não possuem mais útero também necessitam de avaliação.
Fonte: INCA
Faça a sua parte! Visite regularmente o seu ginecologista e não fique com nenhuma dúvida sobre uma questão tão importante! Até nosso próximo post sobre os tumores de ovário e endométrio. Continuem mandando perguntas e sugestões por aqui.
Grande abraço!

Neste final de semana meu pequeno não passou muito bem. Sentia enjôos, vômitos e diárreia. Mas graças a Deus não teve febre o que é um sinal de que não era infecção.
O primeiro pensamento que vem na cabeça é virose. Até hoje, com quase 5 anos, o meu filho nunca passou mal de estômago e com diarréias.
Mas depois fui analisar o que ele tinha comido de sexta-feira a noite para cá… A minha ficha caiu que tem muitas coisas erradas na alimentação do Paulo Neto.
Eu sempre fui muito liberal no quesito alimentação. Não gosto de privá-lo dos sabores da infância como um suco de caixinha, chocolate e o péssimo e velho fasts foods.
O que me deixa tranquila, de verdade, é que o meu filhote gosta mesmo é de arroz, carne e feijão. Agora estou tentando melhorar nas verduras e frutas e até que estou tendo bom resultado.
Mas hoje numa conversa com o pediatra do meu filho, ficamos quase 2 horas falando sobre alimentação, pude perceber claramente dos venenos que estou dando ao meu filho – isso mesmo! – venenos.
E hoje, o Dr.Aziz me fez 2 perguntas muito simples, que até já sabemos as respostas mas é preciso perguntar quantas vezes for preciso para a gente poder assimilar melhor a realidade:
Por que será que hoje as pessoas, e em até jovens, andam infelizmente tendo mais casos de câncer?
Por que será que você não consegue marcar uma consulta mais com um bom médico gastro ao menos que você espera até quase 6 meses?
Eu tenho Doença de Crohn, que é uma doença auto-imune no intestino e para que eu consiga viver bem preciso de uma alimentação mais natural possível.
Portanto, hoje dei um basta nas porcarias absurdas que damos aos nossos filhos (estou falando por mim, nem toda mãe é igual) sendo que eu própria já tenho problemas sérios gastro-intestinal.
- Suco de Caixinha – veneno nota 1000!
Já sabemos que neles tem excesso excessíssimo de açúcar, corantes e muitas bobagens industrializadas para dar aquele sabor que encanta tanto as crianças.
Agora suco aqui em casa só se for da fruta ou da polpa.
- Fast-foods - veneno nota 1000000….
Não sou hipócrita para dizer que o meu filho não vá comer de vez em quando, mas vou saltar o máximo que puder. De meses em meses, talvez. Ele vai sentir falta porque um sanduíche com batatinhas é sinônimo de diversão. Mas em casa, vou driblar essa emoção. Já já conto aqui!
- Pão Bisnaguinha – o mínimo possível!
Substituir pelo pão de batata ou pelo pão de forma. Urgente!
- Leite de soja por leite de vaca – graças a Deus agora o meu pequeno já pode leite de vaca com baixo teor de lactose.
Confesso que ao ver o meu filho desde 1 aninho e meio tomar uma mamadeira inteira daquele leite engrossado que não é leite coisa nenhuma me dava uma certa tristeza.
Mas tive que fazer isso porque quando ele era pequeno, a intolerância a lactose apareceu e tivemos que substituir com urgência. Hoje ele não sente nenhum mais desconforto quando come ou até toma o leite de vaca e com isso, o seu pediatra liberou o leite de vaca com baixo teor de lactose. Vocês não imaginam a minha alegria quando eu vou ao supermercado e levo para a casa as caixas de leite para o meu filho. Não que eu seja contra a soja mas também não morria de amores por ela porque acho que os seus produtos são muito industrializados.
- Carne de Hambúrguer – riscar do mapa!
Não fazemos muito aqui em casa, quase nunca! Mas agora será nunca mesmo.
Vou substituir pela a carne moída de açougue e minha mãe vai me ensinar a fazer os bifes parecidos com carne de hambúrquer.
- Macarrão instantâneo – a fase acabou.
Quando o meu pequeno era menorzinho e ele lá não tinha muito apetite (acho que já contei aqui que ele tinha refluxo e a intolerância a lactose) eu fazia esses macarrões para ele quando estava mesmo sem querer comer nada ou quando tinha uma gripe.
Agora já passo longe dessas prateleiras no supermercado e ele nem sente falta.
Mas muitos detalhes, muitos mesmo, que eu já até sabia mas não queria acordar, hoje em nossa consulta com o nosso querido pediatra Dr.Aziz (que também foi o meu pediatra desde que nasci e que me conhece como a palma da sua mão) me alertou com o safanão tipo:
O que você vai querer para o seu filho alimentando ele assim?
Bom, meninas…
Espero que gostem deste post e por mais que já estamos careca de saber vamos mesmo abrir os olhos porque a comidinha feita em casa não tem comparação para uma criança que está se desenvolvendo em todos os sentidos.
E vocês? O que fazem em casa para equilibrar essas praticidades mas que prejudicam a saúde de nossos filhos?
Super beijos de Carol Siqueira.

Sou o Dr. Juliano Rodrigues da Cunha, cirurgião oncológico e mastologista e pai da Júlia, de quase 2 aninhos.
No mês em que comemoramos o Dia Internacional das Mulheres vamos iniciar uma série de posts sobre os principais tipos de câncer que acometem a saúde feminina. Os temas são muito amplos, a intenção é “conversarmos” de maneira mais simples para que todas vocês sejam multiplicadoras dessas informações que podem ajudar a salvar vidas.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer – INCA são esperados para 2013 cerca de 260.640 novos casos de câncer nas mulheres, onde os tipos mais frequentes são os de mama, colo uterino, cólon e reto (intestino), tireóide e pulmão.
É indiscutível os avanços que as mulheres tem conseguido nas mais diversas esferas (profissionais, políticas, econômicas, familiar) e não podemos deixar de exigir que os cuidados com a saúde feminina acompanhem estes avanços. O diagnóstico de câncer é um indesejado por todos mas tem se tornando cada vez mais frequente, uma vez que o aumento da longevidade e o maior acesso às melhorias tecnológicas facilitam o diagnóstico.
Se pensarmos nos tipos de neoplasias malignas (câncer) mais frequentes no sexo feminino é essencial alertarmos sobre o câncer de mama, o de colo uterino, o de endométrio (corpo uterino) e o de ovário.
• É o principal tipo de câncer que acomete as mulheres.
• Tem sua maior incidência por volta dos 50 anos de idade, mas pode acometer as mulheres jovens e as idosas.
• Os fatores de risco mais relevantes são: o histórico familiar, a menarca precoce (começo da menstruação muito cedo), a menopausa tardia, o uso de anticoncepcionais, a idade da primeira gestação mais tardia (depois dos 30 anos), a terapia de reposição hormonal, a alta densidade do parênquima mamário (mamas densas), dentre outros.
• É fundamental reforçar que não podemos associar o surgimento do câncer de mama à uma causa única, mas sim a uma somatória de fatores que levaram à reprodução desordenada das células mamárias.
• Os casos diagnosticados inicialmente possuem taxas de cura próximas à 98%.
• O diagnóstico precoce possibilita maiores chances de cura e tratamentos com menos efeitos colaterais.
• A mamografia, a ultrassonografia e a ressonância nuclear magnética são os principais exames capazes de auxiliar no diagnóstico das lesões mamárias e devem sempre ser interpretados pelo especialista. Nunca jogue fora suas mamografias e exames antigos pois eles servem para compararmos com os exames atuais!
• A partir dos 40 anos toda mulher deve fazer sua avaliação com o mastologista, ou antes desta idade se for percebida alguma alteração nas mamas.
• O tratamento do câncer de mama deve ser feito de forma individualizado, através de modalidades complementares (cirurgia, quimioterapia, radioterapia). Nunca se baseie no tratamento de outra paciente! Esclareça todas as dúvidas com a equipe médica que assumiu o caso. Evite o “Dr. Google”!
• Em meio à dúvida sobre o sucesso do tratamento, a perda do cabelo e a possibilidade da perda da mama são os principais “medos” da paciente.
• É possível fazermos cirurgias reparadoras – oncoplásticas com resultados estéticos bastante satisfatórios, mantendo a segurança oncológica do tratamento.
• Todo o tratamento deve ser acompanhado, se possível, por uma equipe multidisciplinar: enfermeiro, psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta.
A divulgação das informações é nosso objetivo para aumentar o diagnóstico precoce e as taxas de cura de uma patologia tão frequente e que requer tantos cuidados. Faça a sua parte!
Fiquem à vontade para enviarem perguntas e sugestões.
No próximo post falaremos sobre o Câncer de Colo Uterino e o HPV – Mitos e Verdades.
Dr. Juliano Rodrigues da Cunha atende:
COT – 3291-3500 / Dermac – 3215-0008
contato@drjulianocunha.com.br
Grande abraço!

Mais um post desabafo, hein?!
Vou contar aqui pra vocês que eu, Carol Siqueira, nunca fui muito adepta a exercícios físicos. Nunca.
Começo, depois não vou, não dou prioridade e com isso, nunca não estou no peso que eu gostaria de estar.
E até acho que a tendência para atividade física pode ser genético mesmo. Minha família é muito tranquila com relação a isso e o que é ruim: sedentária!
Como nunca vi a minha mãe se cuidando, indo para a academia eu não aprendi a gostar.
Tá… Mas preciso remar contra a maré!
No final do ano passado eu estava em um ritmo muito bom, fazendo atividade física com o personal trainner 3 vezes na semana. Mas quando chegou as festas de fim de ano e fui viajando sem parar, perdi o ritmo total.
- Qualquer coisa que eu como parece estufar na minha barriga, me sinto gorda com um copo de água,
- Me sinto inchada, principalmente os pés, no final do dia,
- Transpirar faz bem para a alma. Mais que para o corpo! Quando eu não transpiro, por atividade física mesmo, parece que estou custando a andar. Leeeeenta em tudo!
Essa vida sedentária não é para mim mais! Não combina com o meu estilo de vida e nem é isso que eu quero passar para o meu filho que já está no karatê 3 vezes por semana.
Sei também que quem é mãe, principalmente com bebês com menos de 1 aninho, é muito difícil tirar este tempo e ter ânimo também.
- Corra ou ande. Este exercício é o mais completo entre todos, principalmente para quem não tem muito tempo. Seja na esteira ou na rua.
- 30 minutos diários vão fazer toda a diferença.
- iPod na mão. Boas músicas são tudo na hora de fazer exercício.
- Entender que a atividade física faz mais bem para a alma, para o bem estar emocional tanto quanto faz bem para o corpo. Quem faz exercício físico, se sente mais feliz e isso já foi provado por inúmeras pesquisas.
- Pega leve na alimentação e reduza a quantidade de farinha branca e açúcar. A barriga ficará menos inchada e quanto menos incahada você se sentir, mais empolgada você irá ficar!
Meninas, precisamos entender que exercícios físicos funciona como um ciclo. Um processo evolutivo e não vamos conseguir resultado nenhum do dia para a noite.
Eu não quero e nem pretendo ser uma miss fitness, de corpo escultural. Quero me sentir mais magra e de bem comigo mesma. Só! Isso é tão fácil.
Só de fazer algo, seja um esporte ou uma caminha diária, a gente já se sente melhor e mais leve só pelo pensamento que estamos nos cuidando. A sensação de que estamos preocupadas com a nossa saúde e estamos fazendo algo para isso já nos dá uma felicidade enorme.
Quem está comigo nessa?
Bjos de Carol Siqueira.
Verão. Férias. Cuidados com a saúde nunca é demais, sobretudo se você pretende aproveitar ao máximo os dias ensolarados na praia ou na piscina, perder a cor branca do escritório e aproveitar ao máximo com a família é um desejo da maioria das pessoas, entretanto, algumas dicas são essenciais para curtir as férias e proteger a pele:
- A pele é o maior órgão do nosso corpo e exerce funções importantes à nossa saúde, sendo uma barreira à penetração de microorganismos e outros agentes. Em muitas vezes, é o nosso primeiro mecanismo de defesa.
- O sol é o principal responsável pelo envelhecimento da pele e pelo surgimento do câncer. O câncer de pele é o câncer mais comum no mundo! Sendo em sua maioria evitável!
- Se você gosta de sol o horário mais apropriado para a exposição solar é sempre antes das 10 horas da manhã e após as 16 horas, período em que a intensidade dos raios ultravioletas (UV) são menos nocivos à pele.
- Evite exposições prolongadas e repetidas ao sol. As queimaduras solares acumuladas ao longo da vida predispõem ao câncer da pele. Cerca de 70% dos cânceres da pele ocorrem na face, proteja-a sempre. Não se esqueça de proteger os lábios e as orelhas.
- Estimule as crianças e os adolescentes a se protegerem do sol. Este é um hábito que deve ser formado desde cedo. Cerca de 80% da exposição solar acumulada durante a vida ocorre até os 20 anos de idade, sendo muito importante a proteção nesta época da vida.
- Para os adultos: Utilize SEMPRE um protetor solar, independente da marca que melhor se adapte ao seu tipo de pele (e bolso). Dê preferência aos que possuem fator protetor solar (FPS) igual ou maior que 30. Quanto maior o FPS maior será a proteção. A região da face deve ganhar um FPS maior.
- Reaplique o filtro solar a cada 2 horas ou sempre que perceber a pele desprotegida (entrada e saída da água, utilização de toalhas, transpiração excessiva). Não se esqueça das orelhas, das mãos, nuca e pés.
- O bronzeamento ocorre gradativamente, após os primeiros dias de exposição. A pele leva 48 a 72 horas para produzir e liberar a melanina, pigmento que dá cor à pele. Portanto, não adianta querer se bronzear em um só dia. Ficar muito ao sol só vai aumentar as chances de queimaduras e de danos irreversíveis para a pele.
- Se for passear utilize chapéu, procure os lugares de sombra e muito cuidado com as áreas doloridas. Não se esqueça do boné, de camisetas e roupas leves quando estiver caminhando pela praia.
- A ingestão de sucos, água de coco, água deve sempre ser estimulada para manter a nossa hidratação e a saúde de todo o corpo. Os dias quentes são responsáveis pelo aumento da nossa transpiração e os riscos de desidratação são maiores. Abuse dos líquidos refrescantes!
- A hidratação da pele após a praia é fundamental para reequilibrar os danos causados durante o período de lazer. Use com abundância seu creme hidratante, e não se esqueça que as crianças também devem receber esse cuidado!
Aproveite bem o seu verão e não descuide dos cuidados com a pele.
Você e as crianças podem ter a cor do verão mas com segurança!
Até nossa próxima conversa,
Dr. Juliano Rodrigues da Cunha
COT – 3291-3500 / Dermac – 3215-0008
contato@drjulianocunha.com.br