
Eu tenho.
O meu recado para vocês nesta sexta-feira linda é que realizem os seus sonhos.
Sonhem e fazem desse desejo, uma ação.
Deus conspira o universo todo a favor desse seu desejo, se vier do seu coração e for puro de verdade. Tenha certeza disso!
Muitas mulheres depois da maternidade mudam os seus rumos, suas carreiras e seu modo de pensar, agir e viver.
Eu estou me tornando cada vez mais exemplo para mim mesma que sonhar é sim, muito possível, realizar.
Pelo meu filho, mudei toda a minha trajetória, foi tudo com muito amor, sem peso no coração. E agora estou começando a ver os frutos brotarem para logo mais, colher.
Portanto, mulheres mamães, façam diferente! Não sigam as regras, não escutem o que é certo e o que é errado. Virem as costas para as críticas.
Mudem tudo, se quiserem, e sigam em frente. Tenham fé e acreditem no poder de um sonho.
Carol Siqueira.

Certa vez uma mãe com depressão recorrente, procurou o psicólogo encaminhada pelo psiquiatra de seu filho de 7 anos.
O psiquiatra diagnosticara o menino com depressão, receitara forte medicação à criança e encaminhara-o para psicoterapia. A mãe estava desolada.
Contou ao psicólogo que seu filho sofria bullying desde os 4 anos e que no ano anterior ele sofrera um trauma grave.
Prosseguindo com a investigação, o psicólogo descobriu que o que a mãe chamava de bullying era, na verdade uma interpretação dela mesma de preconceito (elaborada demais para uma criança perceber) e que o filho não tinha apresentado sofrimento sobre o fato; descobriu que o “trauma” era apenas uma suposição da mãe até então; e que o psiquiatra havia feito o diagnóstico em 10 minutos.
De fato a criança se apresentava nervosa, insone, com choro frequente e muito irritado, mas será que aquele diagnóstico era correto?
Será que havia necessidade de medicar?
Será que o problema principal não era o ambiente familiar estressante de brigas constantes de pais insatisfeitos um com o outro?
Será que aquela família não precisava de ajuda como um todo, ao invés de engessar o menino num dignóstico e medicá-lo até sabe-se lá quando?
Quando devemos cuidar de uma família e quando devemos colocar a “culpa” numa depressão endógena?
Quando medicar uma criança passa a ser necessário? Tudo isso é tão delicado! A depressão infantil existe e pode ter raízes na neuroquímica, genética, ambiente social, trauma ou em tudo isso ao mesmo tempo. Pode ter diversos sintomas diferentes dos adultos, como alta irritabilidade, nervosismo.
Medicamentos são um avanço e podem ser necessários! Mas na minha opinião, na vida, antidepressivos sozinhos não resolvem e muitas vezes os melhores remédios são o amor, carinho, perdão, alegria e a segurança de um lar acolhedor e sem violência de diversos tipos. O que acham?
Primeiro, não devem diagnosticar seus filhos. Mas devem procurar um bom profissional para fazê-lo, caso desconfiem que seu filho não está com uma saúde mental adequada e que o problema vem se prolongando há alguns meses.
Os sintomas de depressão na infância podem não ser parecidos com os de adultos, o que dificulta muito o diagnóstico correto e a tomada de atitude para ajudar a criança em sofrimento. Ao invés de triste, a criança pode ficar irritada, muito preocupada ou agressiva. Pode ficar muito inquieta, gritar muito, ter crises de choro sem razão ou, em outros casos, ficar apática e sem energia. Pode reclamar dores físicas frequentemente, mudar seu comportamento e passar a apresentar dificuldades cognitivas (de raciocínio). A tristeza também pode estar presente.
Se perceberem que sintomas como esses estão agudos e duradouros, é hora de procurar um profissional para avaliar.
Para saber se a avaliação profissional foi adequada, verifique se o diagnóstico foi baseado em uma entrevista detalhada, observação clínica e que não foi feito em pouco tempo. O ideal é que seja uma avaliação longitudinal não precipitada. Se não sentir que foi bem feita, procure outro profissional e peça uma segunda opinião. Nesses casos, todo cuidado é necessário e, mais importante do que rotular a criança com um diagnóstico, é cuidar de sua saúde.
Bom, queridas leitoras do FalaMamãe,
Estou à disposição para dúvidas,
Sou Carol Moreira, colunista do FalaMamãe,
Psicóloga Clínica e Mestre pela UFU
Com treinamento em depressão e ansiedade pelo Beck Institute (EUA) e pelo Oxford Cognitive Therapy Centre.

Nós, mães, já percebemos os dias em que nossos filhos estão mais felizes.
Aqui em casa o Paulo Neto sempre fica mais feliz quando fazemos uma bagunça na cama só nós 3 ou quando ele está na casa das avós… Quando está no meio dos primos brincando.
Claro, são esses acontecimentos bem simples que faz o meu filho ainda mais feliz. A alegria dele é saltitante!
Mas a minha percepção agora bateu certinho com uma recente pesquisa feita pela o DataFolha a pedido da Sociedade Brasileira de Pediatria com 1.525 crianças entre 4 a 10 anos, em 131 municípios.
Até então não existia uma investigação sobre esses sentimentos que se mostraram universais, independente da região.
Segundo a pesquisa,
Em primeiro lugar, ficar perto dos pais, dos irmãos e gostosa surpresa é ficar perto dos avós. Que gracinha!
É isso que deixa 87% das crianças brasileiras mais felize também porque eles estão crescendo a cada dia mais ao lado dos avós! Achei isso o máximo!
E também 87% das crianças se sentem mais felizes quando estão ao lado da MÃE e 78% ao lado do PAI. Ou seja, a família precisa estar junta, unida no amor e carinho às crianças.
A presença que falamos aqui não é só a física. Não fique CULPADA por estar trabalhando muito, OK? É claro que ficar ao lado dos filhos é realmente muito bom e importante para a relação. Mas saber onde ele está, conversar, brincar quando puderem faz o filho sentir essa conexão com a família. E mesmo quando os pais trabalham muito já vale para a criança se sentir mais segura e feliz.
Bom, meninas! Disso tudo que li e postei um pouco aqui pra vocês acredito que a base de toda relação entre mães-filhos-pais é mesmo o carinho e apoio, isso independente da fase em que estão.
Leiam também O que faz uma criança feliz?
Os olhos da mãe são o espelho para o mundo quando eles ainda são bebês.
Fonte: Revista Época
O que vocês acham dessa pesquisa?
Grande bjo de Carol Siqueira.

Me desculpem pela demora aqui no blog mas essa semana estou meio sofridinha com as minhas alergias alimentares e estou passando por uma bateria de exames.
Juro que ainda vou relatar aqui pra vocês sobre esse meu probleminha até mesmo por um alerta sobre a alimentação de nossos filhos porque devido a essa fase bem difícil, andei repensando toda a alimentação da minha família e principalmente, a do Paulo Neto que é também bastante alérgico. Bom, mas depois eu conto!
A personagem principal tentando fazer um bolo para impressionar as mãestrengas! Zero com os dotes culinários mas ela é demais!Está nos cinemas e eu já esperava por ele, portanto já fui ver e indico. E o tema do filme cai justamente no maior dilema das mulheres modernas – como trabalhar muuuuito no que gosta sem deixar os filhos de lado?
A personagem principal estrelado por Sarah Jessica Parker (que tem todo um estilo chique de executiva bem sucedida) é uma workaholic e está prestes a ganhar a oportunidade que sempre sonhou na sua carreira mas para isso, a família ficaria para segundo plano.
Não posso negar que ela têm um super-marido tipo super-homem que literalmente cria os dois filhos do casal sozinho e é super compreensivo, mas mesmo assim a personagem vive intensas emoções para dar conta de tudo.
O melhor deste filme são as Mãestrengas – aquelas que ficam por conta da casa mas são estressadas e parecem ser invejosas da linda e executiva super mãe! Adorei!
Agora, será que ela dá conta de tudo mesmo?
Ao meu ver, ela deixa a desejar. Mas não deixa de ser uma mulher que corre atrás dos seus sonhos e ambições. E mesmo neste rebolation todo, se esforça para ser feliz ao lado de seus filhos que nunca deixaram de ser tudo de mais importante para ela.
Vou parar por aqui mas vale a dica e assistam que têm ainda muitas aventuras no ar!
Bjos de Carol Siqueira.

Volto a trabalhar? Como vou fazer pós licença maternidade?
Como sempre, este é o maior dilema que as mulheres vivem hoje na atualidade.
Tema como este ganha cada vez mais capas de revistas, fóruns, programas de TV e até mesmo as celebridades já falam disso em revistas de fofocas.
E posso falar a verdade: eita decisão difícil, viu!
Vou falar por experiência própria que difícil mesmo é conseguir um equilíbrio e não se culpar!
Difícil pra quem fica em casa e mais difícil ainda pra quem sai.
E quanto mais você demora pra sair, mais difícil fica você sair!
E até hoje, quando converso com amigas e leio comentários nos blogs que gosto de visitar, não sei o que é certo, o que é errado, o melhor para o bebê ou o melhor para a mamãe… Não existe lado A e lado B.
Mas sou da seguinte linhagem: curti muito o meu pequeno e com toda verdade no coração, não me arrependo mesmo de ter largado tudo pra trás. Porque no meu caso, não teve meio termo, não teve meio período – teve 100% do meu tempo sendo mãe do Paulo Neto.
Acredito que somos jovens e temos muito pela frente e 2 anos ao lado de nossos bebês com certeza, serão os anos mais lindos e abençoados que vamos carregar as mais preciosas lembranças.
Abraços carinhosos a todas mamães que agora vivem este momento com tanta alegria e sempre gosto de reforçar aqui a minha intensa alegria de ser mãe do meu Paulo Neto. Quando ele me abraça e diz que me ama, naquele momento nem penso em qual foi a minha decisão. Importa que ele é uma criança feliz por se sentir amada e cuidada por mim com tanto carinho sempre.
Carol Siqueira.