
Vocês devem ter notado que eu andei meio sumidinha por aqui, né?
Mas é que eu estou tão cansada, mas tão cansada que quando paro um pouquinho eu tento tirar um cochilo porque a noite está sendo literalmente uma criança.
Meu pequeno está meio doentinho, garganta infeccionada e febres altas. Quem dorme assim?
Mas agora, mudança de estação, já podemos preparar para as famosas gripes e resfriados.
Já vejam com os pediatras as vacinas, chequem se estão todas em dia (principalmente as crianças que estão na escola), dêem uma reforçada nos suquinhos de laranjas com acerola, esfriou um pouquinho meia no pé… sem dar bobeira mesmo!
Graças a Deus, aqui em casa, o meu pequeno demora ficar doentinho mas quando fica… ai, é difícil mesmo!
Eu estou totalmente sem energia, sem graça e muito acabada porque além de cuidar deles parece que a gente puxa todo aquele sofrimento, né?
E aproveitando o assunto vamos falar sobre o que devemos fazer para evitar aquela gripe que tanto incomoda os nossos filhos?
Bom, minhas amigas!
Logo teremos muitas novidades no Fala, Doutor com a psicóloga Carol Moreira e a nutricionista Anna Raquel e também LÁ EM CASA TODO DIA TÊM com uma amiga blogueira, mães de dois filhos lindos (uma menina e um menino) e a super mamãe vai contar pra gente como é rotina destes 3 Mosqueteiros!
Deixa as coisas melhorarem por aqui que logo o FalaMamãe terá uma novidade por dia!
Bjos de Carol Siqueira.

Estamos aqui em Riviera e hoje mesmo estamos partindo para São Paulo. Vamos ficar na grande capital até o próximo final de semana.
Mas quando chegamos aqui na praia, no terceiro dia o Paulo Neto amanheceu com uma tossinha persistente até que um resfriado bobinho virou um febrão acompanhado de mal estar e falta de apetite.
Fui medicando com os remédinhos básicos mas tivemos que levá-lo ao médico aqui mesmo. Graças a Deus não foi nada grave, seu pulmão estava limpinho, não foi nada alérgico e a sua garganta estava apenas irritada.
Com muito carinho e paciência o Paulo Neto melhorou, voltou o seu apetite e já está pulando de alegria e fazendo muitas travessuras por aqui. Mas agora vou ficar ainda mais atenta a todas estas recomendações e fica a dica pra vocês quando forem viajar com as crianças.
Gostou deste post? Você tem mais uma dica? Deixe a sua experiência aqui!
Bjos de Carol Siqueira.

Já estamos no mês do Natal. Mês de festas, de férias, alegria e muita animação. Não é?
Agora se o seu mês de Dezembro todo ano vira um tormento devido as compras, viagens, ceia e muito mais… O FalaMamãe vai dar algumas dicas para tornar todo este processo mais prazeroso.
Você está grávida e precisa enfrentar as lojas lotadas de gente?
Está com o seu pequeno no colo e ainda precisa comprar presentes para a família toda e ainda fazer as malas?
Vamos falar sobre o mês mais esperado do ano?

Hoje aconteceu um episódio que pareceu um verdadeiro milagre e quase nem acreditei quando estava presenciando aquela cena.
Desde que o Paulo Neto nasceu visitar o pediatra sempre foi motivo de desespero e pânico.
Ele chorava tanto que às vezes até chegava vomitar, perder o fôlego e todo pavor que vocês possam imaginar. Para vocês terem uma noção eu quase nunca fui ao pediatra sozinha, só eu e meu pequeno, porque ele sempre chorou tanto que no final do exame quase era impossível de conversar com o pediatra e sempre tinha que ter alguém para poder acalmá-lo e daí sim, escutar o diagnóstico.
Eu sempre tive um amor imenso e muita admiração pelo pediatra do Paulo Neto, aquele que acolheu o meu filho desde o dia do seu nascimento. Isso porque ele foi meu pediatra também. Mas um dia, pelo destino, precisei levar o meu pequeno em outro médico e nos afastamos muito do nosso grande amigo.
E quando menos se espera, num domingo, véspera de feriado, o Paulo Neto praticamente desacordado de tante febre, tentei falar com vários médicos e nada. O meu coração pediu e eu liguei para o nosso querido doutor, aquele que me conhece desde quando eu tinha a idade do meu filho. E graças a Deus ele nos atendeu e como um milagre, ao anoitecer do mesmo dia, o Paulo Neto já estava se alimentando.
Minhas amigas, o pediatra não é uma pessoa comum na vida de uma família. Nunca será mais um, será a pessoa certa em que você terá que confiar plenamente em todas as palavras que ele disser. Respeito e admiro todos os pediatras que tivemos contato, mas o nosso amigo é do meu coração. Eu confio nele e agradeço a Deus por tê-lo em nossas vidas sempre.

Hoje vamos falar de CHORO e de BIRRA. Qual é a mãe que às vezes não se confunde e nem sabe mais os motivos pelos quais seu filho chora? Mas na verdade ele chora mesmo ou faz birra o tempo todo? O que os nossos avós pensavam e agiam na época deles e o que se recomenda hoje?