Quem me acompanha pelo Instagram já viu como anda a nossa rotina aqui em casa desde domingo a noite…
Meu pequeno com aqueles olhinhos de gripe, febre, tosse e espirro.
Logo ontem cedinho já corri com ele no pediatra e assustei em ver a quantidade de carros no estacionamento da clínica do pediatra do meu pequeno. Para se ter uma idéia eu cheguei lá era mais ou menos às 8h30 e saí quase 11h00.
E o pediatra do meu filhote me disse que nunca, em todos os seus anos de profissão, recomendou tanto anti-gripal.
O problema é que dependendo da gripe, a criança fica muito desanimada, sem energia e se não corrermos a tempo tudo pode piorar e inflamar uma garganta ou até a secreção ficar no pulmão (esse é o medo de todas as mães quando os filhos tossem).
E fiquem atentas porque estamos chegando em climas que propiciam as viroses, para as gripes o melhor remédio é a prevenção. Portanto, é muito importante vacinar os nossos filhos contra a gripe comum e contra a Influenza.
Bom, meninas!
Bjos pra vocês e espero que por aí esteja tudo bem.
Por Carol Siqueira.

Neste final de semana meu pequeno não passou muito bem. Sentia enjôos, vômitos e diárreia. Mas graças a Deus não teve febre o que é um sinal de que não era infecção.
O primeiro pensamento que vem na cabeça é virose. Até hoje, com quase 5 anos, o meu filho nunca passou mal de estômago e com diarréias.
Mas depois fui analisar o que ele tinha comido de sexta-feira a noite para cá… A minha ficha caiu que tem muitas coisas erradas na alimentação do Paulo Neto.
Eu sempre fui muito liberal no quesito alimentação. Não gosto de privá-lo dos sabores da infância como um suco de caixinha, chocolate e o péssimo e velho fasts foods.
O que me deixa tranquila, de verdade, é que o meu filhote gosta mesmo é de arroz, carne e feijão. Agora estou tentando melhorar nas verduras e frutas e até que estou tendo bom resultado.
Mas hoje numa conversa com o pediatra do meu filho, ficamos quase 2 horas falando sobre alimentação, pude perceber claramente dos venenos que estou dando ao meu filho – isso mesmo! – venenos.
E hoje, o Dr.Aziz me fez 2 perguntas muito simples, que até já sabemos as respostas mas é preciso perguntar quantas vezes for preciso para a gente poder assimilar melhor a realidade:
Por que será que hoje as pessoas, e em até jovens, andam infelizmente tendo mais casos de câncer?
Por que será que você não consegue marcar uma consulta mais com um bom médico gastro ao menos que você espera até quase 6 meses?
Eu tenho Doença de Crohn, que é uma doença auto-imune no intestino e para que eu consiga viver bem preciso de uma alimentação mais natural possível.
Portanto, hoje dei um basta nas porcarias absurdas que damos aos nossos filhos (estou falando por mim, nem toda mãe é igual) sendo que eu própria já tenho problemas sérios gastro-intestinal.
- Suco de Caixinha – veneno nota 1000!
Já sabemos que neles tem excesso excessíssimo de açúcar, corantes e muitas bobagens industrializadas para dar aquele sabor que encanta tanto as crianças.
Agora suco aqui em casa só se for da fruta ou da polpa.
- Fast-foods - veneno nota 1000000….
Não sou hipócrita para dizer que o meu filho não vá comer de vez em quando, mas vou saltar o máximo que puder. De meses em meses, talvez. Ele vai sentir falta porque um sanduíche com batatinhas é sinônimo de diversão. Mas em casa, vou driblar essa emoção. Já já conto aqui!
- Pão Bisnaguinha – o mínimo possível!
Substituir pelo pão de batata ou pelo pão de forma. Urgente!
- Leite de soja por leite de vaca – graças a Deus agora o meu pequeno já pode leite de vaca com baixo teor de lactose.
Confesso que ao ver o meu filho desde 1 aninho e meio tomar uma mamadeira inteira daquele leite engrossado que não é leite coisa nenhuma me dava uma certa tristeza.
Mas tive que fazer isso porque quando ele era pequeno, a intolerância a lactose apareceu e tivemos que substituir com urgência. Hoje ele não sente nenhum mais desconforto quando come ou até toma o leite de vaca e com isso, o seu pediatra liberou o leite de vaca com baixo teor de lactose. Vocês não imaginam a minha alegria quando eu vou ao supermercado e levo para a casa as caixas de leite para o meu filho. Não que eu seja contra a soja mas também não morria de amores por ela porque acho que os seus produtos são muito industrializados.
- Carne de Hambúrguer – riscar do mapa!
Não fazemos muito aqui em casa, quase nunca! Mas agora será nunca mesmo.
Vou substituir pela a carne moída de açougue e minha mãe vai me ensinar a fazer os bifes parecidos com carne de hambúrquer.
- Macarrão instantâneo – a fase acabou.
Quando o meu pequeno era menorzinho e ele lá não tinha muito apetite (acho que já contei aqui que ele tinha refluxo e a intolerância a lactose) eu fazia esses macarrões para ele quando estava mesmo sem querer comer nada ou quando tinha uma gripe.
Agora já passo longe dessas prateleiras no supermercado e ele nem sente falta.
Mas muitos detalhes, muitos mesmo, que eu já até sabia mas não queria acordar, hoje em nossa consulta com o nosso querido pediatra Dr.Aziz (que também foi o meu pediatra desde que nasci e que me conhece como a palma da sua mão) me alertou com o safanão tipo:
O que você vai querer para o seu filho alimentando ele assim?
Bom, meninas…
Espero que gostem deste post e por mais que já estamos careca de saber vamos mesmo abrir os olhos porque a comidinha feita em casa não tem comparação para uma criança que está se desenvolvendo em todos os sentidos.
E vocês? O que fazem em casa para equilibrar essas praticidades mas que prejudicam a saúde de nossos filhos?
Super beijos de Carol Siqueira.

Inspirada na matéria super completa da revista Crescer deste mês sobre a alimentação com o tema de capa – Tudo o que seu filho precisa mesmo comer – confesso que fiquei um pouco agoniada com a alimentação do meu pequeno.
Até os 2 anos, era tudo perfeito. A sopinha era feita com todos os legumes e verduras, muito variada, com carne, beterraba, inhame… Cozida na panela de ferro. E eu ficava tão orgulhosa de vê-lo comer toda essa variedade.
Hoje ele não consegue sair do arroz + feijão + carne. Só!
O Paulo Neto sempre foi bom de garfo, gosta de comer mesmo e confesso que até fico preocupada caso ele comece ficar gordinho. Mas as verduras e legumes estão cada vez mais distantes do seu pratinho.
Já tentei fazê-lo comer separado. Misturado. E nada.
Sei da importância que tem cada alimento e fico pensando no que eu poderia fazer para ajuda-lo.
A questão do exemplo é muito forte. Às vezes exagero na alface e vou até pegando as folhinhas com a mão, vendo tudo isso, ele se aventura e pega também. Mas isso é raridade.
Fiquei bem aliviada em saber que a carne e a banana é bom para proteger as células, segundo a Revista Crescer, porque ele é muito fã de uma carninha (como ele mesmo diz) e também de banana.
O leite é outro item que estou super feliz porque o meu filhote só mamava leite de soja até este ano, por causa de sua intolerância a lactose, mas com ele crescendo tudo isso foi passando e hoje ele bebe o leite com baixo teor de lactose e come todos os derivados, tudo acompanhado pelo seu pediatra. Então, o leite para crescer forte já está dentro!
Mas onde ficam as cenouras, a alface, a beterraba, o milho e tudo mais, que além de deixar o seu prato colorido, faz bem para a sua saúde, crescimento?
Vejam só isso:
Pesquisas mostram que 50% das crianças entre 1 e 5 anos são classificadas pelos pais como picky eaters – “comedores seletivos” – excluem determinados grupos de alimentos (como verduras, legumes ou peixe, por exemplo), pulam refeições ou comem muito pouco. E todos têm algo em comum: uma mãe à beira de um ataque de nervos.
E a refeiçãose torna um campo de batalha natural para a criança e também é a primeira oportunidade de experimentar independência – analisa o nutrólogo e pediatra da Universidade Federal de São Paulo, Mauro Fisberg.
Eu já sofri muito quando o Paulo Neto se recusava a comer, antes de seus 2 anos. Ou então, queria só brincar com a comida. Eu chegava a tremer e até mesmo chorava.
O almoço ou a janta se aproximava eu já ia ficando ansiosa. E quanto mais ansiosa ficava, piorava a situação. Quando eu estava tranquila, meu pequeno parecia sentir isso e tudo corria bem. Ele comia mais e sem stress.
Pode até ser coincidência, mas comigo sempre foi assim. Se eu estava bem e segura, ele comia mais.
Mas quando ele não queria comer mesmo e eu sempre recorria ao pediatra ele me dizia da seguinte forma:
Você conhece alguma criança que já morreu de fome em frente a um prato de comida? Eu não.
Se não quer comer, de jeito nenhum, é porque não está com fome.
- Não devemos permitir lanchinhos próximos das refeições;
- Não forçar a criança comer beterraba a ponto do almoço virar uma guerra;
- Precisamos entender que mesmo apresentando todas as verduras e legumes, nossos filhos não precisam e nem devem gostar de todas elas;
- Para crianças maiores, a partir dos 4 anos, precisamos tentar na base da conversa mesmo, fazê-los entender porque é bom comer cenoura, por exemplo. E até estimular a criatividade com histórias, super-heróis;
- Apresentar uma verdura e legume por dia da semana. Assim a gente vai percebendo o que realmente os nossos filhos não gostam mesmo e o que eles vão se abrindo mais;
- A hora da refeição deve ser um momento neutro. Não é hora de opressão, de despejar as tensões. Que seja apenas o momento da alimentação;
- Se o seu filho perceber que é bem neste momento em que ele consegue dominar a situação e deixá-la muito nervosa, ele vai dominar mesmo!

Segundo o médico nutrólogo, a recusa em se alimentar deve ser investigada quando afeta o estado nutricional da criança. A causa pode ser orgânica ou emocional. Mas a maioria é comportamental, ou seja, é preciso corrigir o comportamento da criança e da família.
Eu resolvi escrever este post para deixar bem claro para as mamães com crianças até 3 anos que é normal rejeitarem a comida porque elas ficam mais seletivas e como o próprio médico diz, já é uma prova de independência.
E também quero que todas vocês saibam que a fase de 4 anos, que é a idade do meu pequeno aqui, a dificuldade modifica um pouquinho: a luta não é para comer, mas o quê comer. A luta é para variar, principalmente quando o assunto for verduras e legumes.
Bom, queridas! São dicas bem práticas mesmo, que lendo daqui e dali, fui pensando no meu caso e vendo qual é a melhor forma de fazer aqui em casa. Vou continuar tentando e cada fase, a sua dificuldade.
Que tenhamos sempre muita sabedoria com os nossos filhos para que não sejamos criadoras de traumas.
Este post foi inspirado pela revista Crescer e pesquisas foram feitas no site da Globo.com.
Super bjos para todas vocês e que Deus esteja presente em nossas vidas durante essa semana e para sempre,
Carol Siqueira.

O FalaMamãe vai entrar de férias!
Estou saindo de cena para descansar um pouquinho… Mas com toda essa correria de pré-viagem, enquanto estava arrumando a mala do Paulo Neto, tive a idéia de escrever um post sobre o que não pode faltar na mala de uma criança para viagens longas.
Apesar de já ter falado muito sobre este tema aqui no blog tenho recebido e-mails com muitas mamães me fazendo mil perguntas sobre o que fazer quando o dilema é:
Deixo em casa ou levo para o berçário?
Então vamos lá! Vou tentar resumir:
A mãe cuidando do filho em tempo integral até os 2 anos seria o ideal – isso quem está dizendo são alguns psicólogos e pediatras como a Dra. Jéssica Fogaça, que é psicóloga infantil e comportamental em São Paulo.
Mas será possível? Nem sempre.
Com essa mudança no quadro geral na vida da mulher onde elas precisam voltar a trabalhar aos 6 meses depois do parto os berçários estão cada vez mais capacitados para receber os bebês de poucos meses investindo em equipe bem treinada e preparada para favorecer o desenvolvimento cognitivo da criança. Mas frequentar um berçário, por melhor que ele seja, não acelera e não aumenta o desenvolvimento até os 2 anos.
Uma vovó bem disposta, uma babá treinada ou a mamãe é suficiente para o desenvolvimento nessa idade – completa a psicóloga.
Muitas mulheres mudam até de profissão ou até mesmo abandonam as suas carreiras para criar os filhos em casa. Exemplo disso, a mamãe publicitária Luciana Correa – que também era professora universitária e pesquisadora abandonou sua profissão para cuidar da filha Laura que hoje está com 1 ano e 5 meses.
O mais importante sobre a decisão do que fazer, qual caminho vai escolher é: o casal conversar e decidir juntos qual será a melhor opção de acordo com a vida daquele casal.
E se a mulher resolver não trabalhar mais por conta do filho é preciso muita maturidade para entender que este é um momento. Não adianta abandonar a carreira e ficar chorando ou revoltada em casa. Este tipo atitude fica ruim para a mamãe e o bebê. Essa é uma decisão que deve ser estudada e tomada de coração aberto pelo casal.
Ter a vó como cuidadora é preciso muito diálogo e respeito. O importante é deixar os papéis bem claros – ter a mãe ou a sogra em casa pode interferir na vida do casal. Os conflitos surgem se não ficar muito evidente o papel dessa cuidadora. Porque se a babá faz alguma coisa que desagrada, como é uma relação profissional, é mais fácil falar.
Já a vovó sai na frente disparada no quesito confiança.
O mais importante é a vovó fazer isso de coração e não por obrigação. E claro, se é a vovó quem vai cuidar entenda que ela vai participar ativamente da educação da criança portanto, é preciso de muita disciplina e respeito entre ambas as partes – vovó e pais.
Ficando em casa, a média é de quatro episódios virais ao ano. Com irmão, duplica. No berçário, chega a triplicar – diz uma pesquisa feita pela a Sociedade Brasileira de Pediatria. Então uma coisa é fato: seu filho na escola vai adoecer mais.
Mas nem por isso a mamãe precisa desistir da idéia principalmente se não tiver outra opção.
Se o seu bebê for para uma escola ou berçário, analise todas as opções possíveis e fique muito atenta aos pontos principais:
1) Segurança
2) Higiene
3) Métodos pedagógicos
Cuidados Gerais
Mantenha sempre em dia a carteira de vacinação do seu bebê.
Preste atenção aos sinais que seu filho apresenta tipo: nariz escorrendo, peito chiando, intestino solto.
No berçário
Fique atenta à higiene de brinquedos, espaços e móveis e procure saber de que forma é recebido um bebê que apresenta algum sintoma de virose.
Em casa
Com a babá a avó, incentive a estimulação do bebê. Passear na praça, escutar música, brincar no chão.
Procure sempre seguir a mesma rotina. Isso dá segurança para o seu filho e facilita o cuidado, seja pela babá, vovó ou por você mesma, mamãe.
Bom, meninas!
Essa é uma decisão que requer muita conversa e coração aberto. Algumas de vocês já sabem da minha história e foi por opção minha ficar em casa para cuidar do meu filho Paulo Neto. Não me arrependi hora alguma. Foi fácil? Não. Criar um filho em tempo integral é maravilhoso mas em alguns momentos eu chorava de agonia, ansiedade e sentia falta da minha vida profissional. Hoje estou voltando a ativa e melhor, mudei totalmente a minha carreira. De publicitária para blogueira e agora, apresentadora de TV. Para mim, valeu muito a pena e faria tudo de novo.
Super bjos de Carol Siqueira.