
Hoje já pulei da cama louca de saudades de postar aqui no blog mas é que na semana passada foi tão corrida devido a nossa pequena e inesquecÃvel viagem para São Paulo, à 3: eu, meu maridão e nosso pequeno Paulo Neto!
QuerÃamos exatamente isso! Um momendo de descanso, de paz e muitas risadas gostosas sem compromisso com nada, com horários, esquecer do mundo e curtir muito a nossa cria, dormir juntos, comer muitas guloseimas e passear na grande São Paulo, nossa cidade preferida, com o nosso filhote. Fomos a uma igreja linda no centro de Moema aos shopping. Abrimos o nosso leque de passeio para mostrar o melhor de Sampa para o nosso pequeno!
InesquecÃvel é a palavra mais certa para estes dias que passamos só nós 3!
Fomos ao Disney Ice, um mega espetáculo no gelo com todos os personagens da Disney! Lindo, maravilhoso, padrão Disney e sempre muito emocionante! O Paulo Neto ficou enlouquecido!
Lá soltamos o filhote e deixamos ele rolar na terra, na grama, brincar com a meninada e ainda curtir um show de um artista de rua e ainda se aventurou a participar de uma prova: e melhor, ainda ganhou!!! Fiquei com olhos cheios de água de tanta alegria em ver o meu pequeno tão feliz e ir embora, tão sujinho de terra e tão feliz com tudo aquilo que ele estava vivendo.
Mais uma vez reforço aqui que criança quer mesmo é estar ao lado dos pais, brincar e curtir com os pais! O meu pequeno já acordava cantando e tudo era motivo de melodia – ele cantava assim: Agora vou tomar banho com o papai!
Enfrentamos um frio de 10 graus para menos e nesta semana vou dar super dicas do que NÃO pode faltar na mala dos pequenos quando for viajar neste frio congelante e os melhores acessórios que também não podem ficar NUNCA pra trás!
Acompanhem o FalaMamãe que esta semana vou compensar todo o meu atraso da semana passada com muitas novidades, ótimos posts no FalaDoutor e muitas dicas práticas que irão ajudar todas vocês a viver bem em famÃlia!

Bjinhos de Carol Siqueira.

Sou Carol Moreira, psicóloga e colunista aqui do FalaMamãe.
Há muito tempo eu quero falar com vocês sobre medos e ansiedade na infância. Acho que, se pudermos nos lembrar de nossos próprios tempos de criança, poderemos ver que muitos de nós sofremos bastante com isso.
Então é normal? Claro que é.
Mas se é sofrimento, precisa de cuidado!
Vamos conversar sobre como podemos ajudar nossas crianças a esse respeito?

É com uma imensa tristeza no peito, uma dor inexplicável só de pensar nessas mães que perderam os seus filhos numa tragédia tão grande como a que aconteceu no Rio de Janeiro, que escrevo este post de hoje.
Ontem a noite fui me interar do assunto, até nem sei se deveria ter feito isso. Fico repassando todas aquelas cenas na minha cabeça, daquelas crianças correndo para fora da escola feridas e me fragilizo de tal forma que perco as minhas energias.
Crianças correndo para fora da escola. Meu Deus, que mundo é esse?
A escola sempre foi sinônimo de proteção para as crianças e tranquilidade para os pais.
E logo vem a minha cabeça, o meu filho. Tremo mais ainda quando penso no meu pequeno que vai crescer e sair para o mundo, viver. Como serão as pessoas que ele vai encontrar por a� O que posso fazer, meu Pai, para protegê-lo de todo este mal, deste mundo cruel, frio, sangrento?!
Eu temo o dia em que ele irá sair de perto de mim. E não reclamo mais, mesmo estando muito cansada, ele está sempre perto de mim, do primeiro beijo do dia até o último, eu sou a abençoada todos os dias com o seu cheiro e a sua doçura, com a sua voz que faz pular de emoção o meu coração de mãe.
E mais uma vez penso nessas mães que hoje estão chorando pela uma perda irreparável, pela perda total da alegria de viver, da esperança de que o dia de amanhã sempre poderá ser melhor que o dia de hoje… essas mães perderam tudo o que tinham.
Mas é certo que devemos mesmo é amar os nossos filhos, aproveitar cada minuto de vida que temos ao lado destes seres que vem para mudar as nossas vidas para muito melhor, com eles aprendemos muito mais do que ensinamos. E se hoje ou amanhã talvez for o último dia de nossas vidas ao lado de quem mais amamos podemos levar em nossas almas muitos momentos de puro amor, de muita alegria e plena felicidade… Intensa!
Tive uma amiga que perdeu a sua linda bebê com apenas 1 aninho de idade e quando fui visitá-la a única coisa que ela me disse, chorando e acariciando a sua menininha que estava tão linda mas que já havia morado lá com o Papai-do-céu, ela me disse muito fraca, quase sem voz, sem brilho nos olhos:
Aproveite cada segundo ao lado de seu filho. Cuida dele!
Nunca mais esqueci do que ela me disse naquele dia, fui embora chorando e quando cheguei na minha casa, vi o Paulo Neto dormindo no berço. Agradeci a Deus por tudo. Então, pra que perder tempo com coisas bobas se Deus nos deu a oportunidade de ter os nossos filhos para viver uma vida bem melhor. É a chance de fazer tudo diferente. De fazer sempre o melhor e viver feliz com apenas um sorriso de uma boquinha cheia de dentinhos de leite.
Meu filho querido, meu amor, minha razão total de vida… eu te amo profundamente e agradeço a Deus todos os dias por estarmos sempre juntos.
De sua mãe,
Carol Siqueira.

Nem todo mundo sabe, mas crianças bem pequenas podem ter depressão.
Crianças que acabaram de sair das fraldas podem apresentar esse transtorno de humor, que, como nos adultos, podem causar muito sofrimento.
Os sintomas de depressão na infância podem não ser parecidos com os de adultos, o que dificulta muito o diagnóstico correto e a tomada de atitude para ajudar a criança em sofrimento. Ao invés de triste, a criança pode ficar irritada, muito preocupada ou agressiva. Pode ficar muito inquieta, gritar muito, ter crises de choro sem razão ou, em outros casos, ficar apática e sem energia. Pode reclamar dores fÃsicas frequentemente, mudar seu comportamento e passar a apresentar dificuldades cognitivas (de raciocÃnio). A tristeza também pode estar presente.
As causas da depressão na infância são variadas, a hereditariedade e fatores de personalidade contam muito, mas as principais causas são ambientais, ou sejam, vivências estressantes, crises familiares ou problemas na escola, como bullying.
O fato é que a criança em depressão precisa muito de ajuda e a famÃlia tem que estar atenta, pois a criança não consegue comunicar o que sente com facilidade. Caso acredite que a criança está em depressão, é importante que a famÃlia procure um bom psicólogo. A psicoterapia é muito importante nesses casos e o resultado costuma ser tão positivo que dispensa o tratamento medicamentoso. Um bom tratamento psicológico envolverá toda a famÃlia e escola em mudanças que deverão ajudar a criança a vencer o transtorno.
Você acha que o seu filho pode estar sofrendo de depressão? Comente aqui e vamos compartilhar as nossas experiências. E qualquer dúvida, estou à disposição!
Um abraço bem forte de,
Carolina Moreira / Psicóloga e Mestre pela UFU – Universidade Federal de Uberlândia
(034) 91148925

Como já disse anteriormente, estou lendo apaixonadÃssima o livro Limite sem traumas de Tania Zagury. O que está mais me fascinando é a clareza e objetividade que ela trata o assunto.
E podemos errar sim e muito. Por isso busco através de pessoas que valem a pena ler, como essa autora, meios para me ajudar na difÃcil tarefa de tornar o meu filho um cidadão o qual vou me orgulhar.
Mas entre tudo que estou lendo e aprendendo, não vou ficar aqui postando as palavras da autora até porque quero muito que todas vocês lêem esta grande obra para pais de HOJE.
O que vou falar aqui são as entrelinhas. A minha visão e opinião sobre o assunto.
Construir um ser humano mais humano, com atitudes que levam para uma vida mais tranquila, em paz e mais feliz é papel fundamental dos pais. Ela deixa muito claro da nossa total responsabilidade que temos com a educação de nossos filhos e que NUNCA devemos terceirizar para a escola ou babá, ou a avó. Somos nós, PAIS, que ensinamos e temos a OBRIGAÇÃO de seguir em passos firmes ao lado de nossos filhos, orientá-los e torná-los gente que vale a pena neste mundo tão frio, sem temor e sem fé.
Isso tudo é real. Dados do livro.
Agora vamos pensar juntas – os limites são extremamentes necessários. São cansativos, exaustivos e até mesmo parece que vamos desistir no meio do caminho quando tudo parece ser tão difÃcil. Mas será que é desistindo aqui, mais uma vez ali, que não vamos tornar os nossos filhos um destes casos?
A criança não pode ter o medo de errar e sim, a consciência do erro. Ela precisa compreender e é através de exercÃcios diários que vamos ensinar aos nossos filhos o que deve e o que não deve.
Bater faz com que a criança oculte o errado, aprenda que a agressão fÃsica é uma forma de resolver aquilo que não a agrada e desconfia daqueles que ela deveria mais confiar: os pais.
Confesso que muitas vezes, inúmeras vezes, tive vontade de dar uma palmada no bumbum do pequeno mas eu me conheço: vou me arrepender e fraquejar. Vou voltar a atrás e isso será muito pior!
Falar SIM sempre que possÃvel e dizer NÃO sempre que necessário não é tão fácil quanto parece mas é uma linha para se pensar e levar para uma vida toda.
E quando falar não, explicar o motivo deste não. E a maior recompensa para a criança quando ela acertar é a presença dos pais. Deixe o presente, um lanche preferido num restaurante legal ou o DVD que ele tanto espera muito para de vez em quando. A recompensa maior é darmos amor, carinho, um abraço verdadeiro e um sorriso muito, mais muito sincero.
Bom, minhas amigas!
Este livro está sendo talvez o mais importante de todos que eu já li até agora nesta minha vida de mãe, que busca sempre o melhor, que erra, que chora, que persisti, que desisti, que ama demais e erra demais por amar muito. Mas vou sempre tentar fazer nem sempre o melhor, mas talvez o mais correto.
O Paulo Neto está quase nos seus 3 aninhos e ele já tem uma certa consciência, não completa, sobre alguns conceitos e valores e é agora, na sua formação como pessoa que entro mais do que nunca em ação. Tenho receio, sinto medo, sempre procuro pensar nos acertos dos meus pais (o que também nos leva a pensar nos erros), nos meus também  e procuro a Deus para que Ele me oriente e me guie em meus instintos. Afinal, estou só começando.
E aÃ, você gostou do que leu? Fale o que você acha?
Bjos de Carol Siqueira.