
Hoje fui visitar a escola do meu pequeno. Como eu já conhecia o lugar, o papo com a coordenadora durou 2 horas e meia.
Eu, o pai e a coordenadora falamos de vários assuntos e eu tive ainda mais a certeza que fiz uma boa escolha.
Depois que conversamos sobre a alimentação, o perfil do meu pequeno, detalhes, recados da escola para os pais e metodologia fomos dar uma volta e conhecer o novo espaço que foi projetado especialmente para as crianças do ensino infantil.
Uma casa linda, com varandas, de janelas grandes de madeira e até com um projeto de um fogão à lenha. As paredes das salas movimentam para a interação entre as crianças. A Fazendinha, nome da casa, com certeza será um lugar encantado que o meu filho irá guardar para sempre na memória a sua linda infância. E eu, emocionada fiquei parada olhando para aquela linda casa que têm aroma da natureza, Do jeitinho que eu sempre sonhei para o meu pequeno.
É certo entender que a escola irá marcar a vida de nossos filhos por ser o local onde eles vão passar a maior parte do tempo e será o ambiente em que se consolidam os valores da família. Ao conversar com a coordenadora, estávamos falando que antigamente íamos para a escola aos 6 anos de idade, direto para o ensino fundamental e não tínhamos muitas dificuldades para aprender porque vivíamos uma infância rica de experiências.
Infelizmente, hoje as crianças estão mais aprisionadas, limitadas em algumas experiências que são importantes para a infância e é bem neste espaço que hoje a escola precisa preencher.
A escola de hoje precisa saber que BRINCAR é necessário para o processo de alfabetização. E ao mesmo tempo, precisamos compreender que alguns valores como Ética e Cidadania são aprendidas na escola porém, SOMOS NÓS, OS PAIS que devemos EDUCÁ-LOS.
Agora vamos aguardar e com certeza, a alegria de nossos filhos ao frequentar a escola e o bom desempenho escolar serão os melhores indícios de que foram feitas boas escolhas. E como já falei muito: a adaptação primeiro precisa vir dos pais senão, não vai!
Bjinhos de uma mãe muito empolgada com a fase pré-escolar do filho,
Carol Siqueira.

Há dias que quero compartilhar aqui com vocês um assunto que não é brincadeira nenhuma, é assunto sério!
Eu li uma super reportagem sobre a importância do resgate das brincadeiras do nosso tempo de criança e descobri fatos importantes!
Eu mesma me incomodo muito quando o Paulo Neto não está brincando, eu sei que às vezes pelo cansaço nós, mamães, criamos artimanhas para os nossos pequenos ficarem grudados na TV (é um alívio para quem passou um dia bem estressante!) mas me preocupa muito quando meu pequeno não quer brincar ou desce para brincar e volta meio sem graça, faltando aquela vontade de descobrir coisas novas e logo já me pede pra colocar um DVD.
A brincadeira é a forma mais pura e mais intensa para aprender, descobrir e lidar com questões do dia a dia e até mesmo com os medos, anseios.
Horas à frente do videogame e computador são uma realidade. O exagero tem se mostrado extremamente prejudicial ao desenvolvimento cognitivo e afetivo infantil. E aí que os pais devem entrar em cena e apresentar novas brincadeiras, aquelas que já fizeram a nossa alegria da nossa infância.
O negócio é sair de frente da TV e ir brincar lá fora. Se os pais moram em condomínio de casas, melhor ainda.
Para os que não possuem esse espaço, o jeito é ficar sócio de algum clube e deixar a meninada se esbaldar porque infância tem que ter gostinho de suor.

As crianças brasileiras não brincam o bastante. Esse é o cenário revelado pelo maior e mais minucioso levantamento já feito no Brasil sobre o hábito de brincar de meninos e meninas entre 6 a 12 anos. A pesquisa, de 2007, conduzida pelo Instituto Ipsos, aponta que 39% das crianças pesquisadas dedicam pouco tempo aos jogos e a brincadeira tende ser sempre a mesma. O resultado é preocupante porque dedicar pouco tempo aos jogos pode comprometer o desenvolvimento infantil. O brincar é a maneira que a criança encontra de ludicamente aprender, resolver e elaborar seus traumas, dores e outros sentimentos que são aflorados.
Encher as crianças de atividades extraclasse é outro grande erro dos pais, extremamente preocupados com o futuro profissional dos filhos. A criança de hoje tem aglomerado maior quantidade de saberes, mas com menor qualidade, à medida que estimulam o saber ou o treino em determinada atividade e deixa para trás o tempo livre para brincar. Além disso, o tempo que resta, os pais quase nunca brincam com os filhos, perdendo a grande oportunidade de fortalecimento do vínculo.
Isso eu falo por pura experiência própria. Meu pequeno têm apenas 3 anos e ele precisa ser estimulado por um adulto, quando está sozinho, para brincar e descobrir novas experiências. Quando ele desce e não está na minha companhia, ele volta rapidinho e pronto! Brincou, andou um pouco de bicicleta e tá bom! Mas não é bem assim quando ele está comigo porque o que eu quero mesmo é que ele se divirta, eu sinto um imenso prazer em ver o meu filho feliz. Criança precisa ser feliz e não tem outro jeito melhor quando os pais brincam e estimulam com alegria as brincadeiras de seus filhos. Não tem ninguém melhor do que os próprios pais: nem babá, nem a escola, nem a professora, ninguém!
O mais indicado é que os pais separem pelo menos 1 hora por dia para os seus filhos ou seja, cada pai precisa criar um momento para se dedicar integralmente ao filho. E também muito importante é que a família se divirta juntos pelo menos 1 dia voltado somente para aqueles momentos de lazer.

Meu filho é único, por enquanto! E eu fico bem preocupada quando ele está só brincando com adultos porque nós, adultos, por mais que nos esforçamos não temos aquela linda imaginação e criatividade das crianças, onde tudo resolve, onde eles encontram solução pra tudo. Por isso me esforço para o meu filho encontrar com os seus priminhos no final de semana e dos amiguinhos aqui do condomínio.
Meu filho tem uma amiguinha que ele ama mesmo, é a Ana Clara, filha da minha amiga Natália. Ela é tão importante pra ele que mesmo quando eles não estão brincando juntos ele sempre consegue inseri-la nas brincadeiras através de alguma bonequinha ou até com os próprios dedinhos.
Hoje as escolas estão se voltando mais para as brincadeiras como uma grande forma de aprendizagem. Não estou falando aqui de metodologia mas estou chamando a atenção que brincar na escola é muito importante. Às vezes os pais reclamam que pagam caro numa escola para o seu filho brincar mas mal eles sabem que a brincadeira quando bem aplicada é a forma mais completa que a criança encontra para assimilar as questões.
Bom, meninas!
O negócio é brincar muito com os nossos pequenos e aproveitar cada minuto para revivermos a nossa infância ao lado deles, OK?
Gostaram deste post? O que vocês acham dessa situação que estamos vivendo com os nossos filhos?
Comentem!
Bjos de Carol Siqueira.

Hoje eu fui fazer uma visitinha de rotina no meu querido mestre, meu médico, o qual eu tenho um imenso carinho e orgulho de ser sua paciente e amiga também.
Juntos filosofamos, como ele mesmo disse no final de nossa conversa, antes de falar sobre os meus exames e outros papos médicos.
Falamos sobre a família de hoje, o papel da mulher enquanto mãe e profissional, e o pai, que a cada dia está mais ausente.
O interessante é que os nossos valores e nossa forma de pensar bateu, ou seja, eu e o meu querido médico fomos verdadeiros um com o outro e de uma certa forma, temos a mesma linha de pensamento.
Levantamos que a escola está cada vez sendo mais cobrada às vezes nem pela educação em sentido de alfabetização mas sim, por ensinar os nossos filhos valores de vida que cabe a nós, enquanto família, passar para os nossos pequenos. A mulher, que a cada dia ganha mais espaço e sucesso no mundo profissional, afasta de casa e passa pouco tempo com os filhos, nem mesmo, em algumas vezes, consegue acompanhar a evolução de suas crianças. Isso tudo não é porque ela não quer viver mas porque ela realmente não tem tempo. Simplesmente, não tem tempo.
O pai, que aparece mesmo mais aos finais de semana, exige dos filhos uma postura que nem mesmo ele sabe se é possível o filho conseguir suprir a necessidade do pai.
Por isso, crianças são levadas cada vez mais cedo para as escolas, ainda bebês saem de suas casas para dormir de fraldinhas no berço sendo embalados por mulheres que não conhecem.
Aqui, não estou dramatizando, estou sendo apenas realista. Se está certo ou não, cabe a família decidir. Essa é a nova geração de pais, mães e filhos e dentro dessa grande evolução marcada por grandes mudanças na estrutura familiar, nossas crianças se ajeitam e as coisas fluem aparentemente normal.
Conversa séria assim eu não poderia de registrar aqui no FalaMamãe. E vocês, o que acham disso tudo?
Bjos de Carol Siqueira.
Mãe sempre, sempre, sempre se coloca a prova TODA HORA. E a todas situações eu penso: será que estou fazendo o meu melhor?
Será que eu poderia ter dado mais atenção?
Mais carinho?
Eu deveria ter brincado mais?
Será que eu realmente estou me preocupando com a alimentação do meu filho?
Será que estou educando da forma mais legal?
Nossa! Como é difícil minimizar as nossas dúvidas, nossos questionamentos e cobranças que nós mesmas criamos. Isso, minhas amigas… é totalmente independente se trabalhamos em casa ou no escritório.
E hoje resolvi escrever este post porque estou aqui sentada no balcão da minha loja e sei que daqui a pouco as lojas de brinquedos vão estar lotadas de mães desesperadas por um brinquedo bem interessante para os seus filhos até porque amanhã é dia das crianças e eu me lembro até hoje dos inesquecíveis presentes que eu e meu irmão ganhava nesta data tão feliz. Daqui a pouco eu vou ser mais uma mãe desesperada atrás de mais um brinquedo colorido, cheio de sons e surpresas que encantam qualquer criança.
Mas o que não podemos esquecer é que devemos aproveitar esse feriado para curtir com os nossos filhos momentos que dinheiro nenhum trará para eles a não ser lembranças muito gostosas e inesquecíveis.
Vamos curtir com eles cada pedacinho do dia, vamos nos doar por inteiras e nos entregar ao desejo de fazer os nossos filhos felizes.
Seja em casa, no parque, no campo ou no shopping… não importa o lugar mas sim o amor imenso que sentimos por eles e que devemos demonstrar de todas as formas possíveis.
Feliz Dia das Crianças a todas as crianças maravilhosas que enchem os nossos dias de amor e esperança. Que Deus e Nossa Senhora Aparecida, nossa Mãe Maria, esteja sempre cobrindo os nossos filhos amados a cada dia que o sol brilha.
Por Carol Siqueira.
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Meu filho está crescendo e apesar das pessoas falarem que cada dia ele se parece mais comigo, eu vejo o meu amor Paulo Jr em todos os detalhes no Paulo Neto.
Para mim, o sorriso do meu pequeno é igual o do papai. O jeitinho de pegar no volante, quando está brincando de dirigir, é igual o papai.
As escolhas das roupas, adora meia e tênis mesmo num sol escaldante, alucinado com a tecnologia, as perninhas… o jeitinho que ele me olha, como lembra o papai.
Não sei se é amor demais que tenho pelo seu papai mas consigo notar todas as semelhanças, mesmo que elas sejam evidentes só para mim, que conheço tão bem todos os dois. Pai e filho cada dia se parecem mais.
E pra falar a verdade, quero muito mesmo que o Paulo Neto seja bem parecido com o seu pai. Nunca conheci um homem tão simples, companheiro e fiel quanto o meu.
Mesmo em seu silêncio, eu consigo ouvir o que ele está querendo dizer para mim e ele quase não fala mesmo. Observador ao extremo, ele prefere pensar muito antes de falar qualquer coisa.
Não preocupa com a vida dos outros, ele quer mesmo é ficar com a família, trabalhar e sempre que possível assistir o jogo do São Paulo.
Paulo Jr para mim é muito mais que um amante, que um amor, que um pai, que um filho. Ele é tudo. Sem ele, nada disso aqui existiria. Ele é o meu norte, meu sol e o brilho da minha vida.
Às vezes, no dia a dia, cada um cuidando de um lado, eu em casa com o nosso filho e ele trabalhando, parece que estamos vivendo em mundos diferentes mas basta um olhar para unir tudo novamente.
Amor assim é algo sobrenatural que nem mesmo, com as palavras mais intensas, eu não conseguiria descrevê-lo.
Meu querido amor Paulo Jr,
Nós te amamos muito. Que você seja sempre assim, tão nosso. Tão meu.
Só meu.
De sua e sempre Carol Siqueira e o nosso lindo garoto Paulo Neto.