04.05
2013

FalaMamãe na TV fala tudo sobre Carreira X Maternidade!

19.10
2012

Ei mamãe, você tem um sonho?


Eu tenho.
O meu recado para vocês nesta sexta-feira linda é que realizem os seus sonhos.
Sonhem e fazem desse desejo, uma ação.
Deus conspira o universo todo a favor desse seu desejo, se vier do seu coração e for puro de verdade. Tenha certeza disso!
Muitas mulheres depois da maternidade mudam os seus rumos, suas carreiras e seu modo de pensar, agir e viver.
Eu estou me tornando cada vez mais exemplo para mim mesma que sonhar é sim, muito possível, realizar.
Pelo meu filho, mudei toda a minha trajetória, foi tudo com muito amor, sem peso no coração. E agora estou começando a ver os frutos brotarem para logo mais, colher.
Portanto, mulheres mamães, façam diferente! Não sigam as regras, não escutem o que é certo e o que é errado. Virem as costas para as críticas.
Mudem tudo, se quiserem, e sigam em frente. Tenham fé e acreditem no poder de um sonho.

Em breve vou poder compartilhar aqui sobre o meu sonho realizado e vocês, minhas leitoras, fazem parte dele.
Obrigada mais uma vez e tenham um final de semana abençoado em família,

Carol Siqueira.

14.09
2012

Na hora de escolher uma escolinha ou berçário veja o que é importante analisar no ponto de vista da educação.

Queridas amigas,

Resolvi escrever sobre este tema mais pela quantidade de amigas que estão vivendo este dilema.
É certo que a maioria das mulheres trabalham o dia todo ou pelo menos meio período. A cada dia que passa vemos também que está ficando mais complicado encontrar boas babás para cuidar dos filhos em casa. O que para mim, com a pessoa certa, é a melhor opção.
Mas quando não tem jeito mesmo, sem babá e sem vovó por perto, a escolha do berçário é quase um sofrimento para os pais. Achar o lugar apropriado, com bons profissionais, um cardápio equilibrado e muito mais que isso: uma boa educação e para bebês, estimulá-los é tão importante quanto beber água.
Todo bebê deve ser estimulado através de brincadeiras, fala, música para melhor desenvolvimento cognitivo e intelectual.

Até os 3 anos de idade.

A formação das principais características da personalidade da criança acontece nos três primeiros anos de vida. “É quando ela começa a aprender sobre o mundo”, diz Elizabeth Pungello, co-autora do estudo. “Nessa fase, o desenvolvimento do cérebro está em pleno vapor. É uma boa oportunidade para os adultos o estimularem de maneira lúdica, divertida, ou seja, contarem histórias adequadas à idade, levarem as crianças ao mercado, dando explicações sobre os itens que compram”, exemplifica.

De acordo com a cientista, essa bagagem permitirá que a criança identifique, quando crescer, as melhores oportunidades para ela. Nos primeiros anos de vida, destaca-se o desenvolvimento da autorregulação de competências. Em outras palavras, o pequeno aprende a focar a atenção em questões importantes, adquire comportamentos de controle e habilidades de comunicação.

Quanto menor a turminha, melhor!

Vale ressaltar que, nos casos estudados, as crianças frequentavam escolas que as reuniam em pequenos grupos. “É melhor procurar instituições de ensino em que os professores sejam responsáveis por um número menor de alunos”, aconselha a pedagoga Rosa Coelho, que trabalhou durante 30 anos nas redes públicas de São Paulo, com características semelhantes às da pesquisa americana. “Turmas muito grandes não permitem que os professores dediquem a devida atenção aos pequenos, desenvolvendo atividades criativas.”, justifica.

O que podemos fazer em casa para melhor estimular as nossas crianças?

Em casa, os pais também podem contribuir para o desenvolvimento, com alguns recursos bem simples mesmo.
Estimule seu filho com brincadeiras instrutivas, converse com ele, dizem os especialistas.  Por fim, nunca empregue aquele linguajar infantilizado para se igualar ao bebê. Fale com ele corretamente, para que ele se habitue à pronúncia da língua.

Ele pode não se lembrar, mas o impacto positivo das brincadeiras, da contação de história e de outros estímulos na infância persistirão por até 30 anos, refletindo em  maior facilidade para construir uma carreira.

Bom, meninas!
Com este post deu para ver claramente que o berçário vai muito além dos cuidados básicos. Afirmo que os cuidados básicos tais como alimentação, banho, respeitar a hora do sono é de extrema importância para a criança e bebê mas nem só de pão vive o homem. O seu bebê precisa ser estimulado. Quanto mais, melhor!
Hoje quem se comunica bem tem grandes chances de se dar melhor na vida profissional. A formação humana até conta mais que a formação intelectual e para isso, você precisa desenvolver com o seu bebê em casa o máximo de brincadeiras que estimulam o seu desenvolvimento aliado há uma boa escola.

Bjos de Carol Siqueira. 

 

18.11
2011

Qual será o maior dilema da maternidade?

Queridas amigas!

Volto a trabalhar? Como vou fazer pós licença maternidade?
Como sempre, este é o maior dilema que as mulheres vivem hoje na atualidade.
Tema como este ganha cada vez mais capas de revistas, fóruns, programas de TV e até mesmo as celebridades já falam disso em revistas de fofocas.
E posso falar a verdade: eita decisão difícil, viu!
Vou falar por experiência própria que difícil mesmo é conseguir um equilíbrio e não se culpar!
Difícil pra quem fica em casa e mais difícil ainda pra quem sai.
E quanto mais você demora pra sair, mais difícil fica você sair!

Eu tive alguns surtos pós licença de voltar rapidamente a trabalhar, queria participar das reuniões da empresa, dos cursos, dava um jeitinho de sempre manter contato, acreditava eu que daria pra levar a minha mesma vidinha de antes. Pura inocência de mãe de primeira viagem! Quando chega a hora mesmo de sair e partir pra trabalhar, sem volta, a lágrima desce e o coração estremece muito. E você se pega neste grande dilema que leva muitas megas empresárias largarem a tão sonhada carreira que há anos foram cultivando com muito empenho.

E até hoje, quando converso com amigas e leio comentários nos blogs que gosto de visitar, não sei o que é certo, o que é errado, o melhor para o bebê ou o melhor para a mamãe… Não existe lado A e lado B.
Mas sou da seguinte linhagem: curti muito o meu pequeno e com toda verdade no coração, não me arrependo mesmo de ter largado tudo pra trás. Porque no meu caso, não teve meio termo, não teve meio período – teve 100% do meu tempo sendo mãe do Paulo Neto.
Acredito que somos jovens e temos muito pela frente e 2 anos ao lado de nossos bebês com certeza, serão os anos mais lindos e abençoados que vamos carregar as mais preciosas lembranças.

Não se martirizem se não puderem ficar (porque acho que lá no fundo toda mamãe gostariam de ficar só mais alguns dias) mas não acomodem-se com os 15 minutos depois do horário, não acomodem-se com os berçários em dois turnos, não acomodem-se com a babá que sempre pode esperar mais um pouco.
Ser mãe exige grandes mudanças e o negócio é você se acostumar com os milhares papéis que agora você vai desempenhar.

Mas acreditem como eu, que seja qual for a decisão, que seja de coração aberto e prontas para as alegrias e dúvidas.
Não estamos em dois times, somos mães. E felizes.

Abraços carinhosos a todas mamães que agora vivem este momento com tanta alegria e sempre gosto de reforçar aqui a minha intensa alegria de ser mãe do meu Paulo Neto. Quando ele me abraça e diz que me ama, naquele momento nem penso em qual foi a minha decisão. Importa que ele é uma criança feliz por se sentir amada e cuidada por mim com tanto carinho sempre.

Carol Siqueira.

25.10
2011

Conversa séria!

Olá Amigas!

Hoje eu fui fazer uma visitinha de rotina no meu querido mestre, meu médico, o qual eu tenho um imenso carinho e orgulho de ser sua paciente e amiga também.
Juntos filosofamos, como ele mesmo disse no final de nossa conversa, antes de falar sobre os meus exames e outros papos médicos.
Falamos sobre a família de hoje, o papel da mulher enquanto mãe e profissional, e o pai, que a cada dia está mais ausente.
O interessante é que os nossos valores e nossa forma de pensar bateu, ou seja, eu e o meu querido médico fomos verdadeiros um com o outro e de uma certa forma, temos a mesma linha de pensamento.

Levantamos que a escola está cada vez sendo mais cobrada às vezes nem pela educação em sentido de alfabetização mas sim, por ensinar os nossos filhos valores de vida que cabe a nós, enquanto família, passar para os nossos pequenos. A mulher, que a cada dia ganha mais espaço e sucesso no mundo profissional, afasta de casa e passa pouco tempo com os filhos, nem mesmo, em algumas vezes, consegue acompanhar a evolução de suas crianças. Isso tudo não é porque ela não quer viver mas porque ela realmente não tem tempo. Simplesmente, não tem tempo.
O pai, que aparece mesmo mais aos finais de semana, exige dos filhos uma postura que nem mesmo ele sabe se é possível o filho conseguir suprir a necessidade do pai.
Por isso, crianças são levadas cada vez mais cedo para as escolas, ainda bebês saem de suas casas para dormir de fraldinhas no berço sendo embalados por mulheres que não conhecem.
Aqui, não estou dramatizando, estou sendo apenas realista. Se está certo ou não, cabe a família decidir. Essa é a nova geração de pais, mães e filhos e dentro dessa grande evolução marcada por grandes mudanças na estrutura familiar, nossas crianças se ajeitam e as coisas fluem aparentemente normal.

Para encerrar a minha conversa com o meu médico, ele me disse duas coisas que ele não fez e que gostaria de voltar ao tempo para fazer.
A primeira é dar a velha e tão julgada palmada no bumbum , ele nunca experimentou essa técnica mas hoje se arrepende. E a segunda dica (entendi assim!) é que se ele pudesse voltar ao tempo, ele teria mais um filho e não ficaria apenas com 1.

Conversa séria assim eu não poderia de registrar aqui no FalaMamãe. E vocês, o que acham disso tudo?
Bjos de Carol Siqueira.

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