
Nem todo mundo sabe, mas crianças bem pequenas podem ter depressão.
Crianças que acabaram de sair das fraldas podem apresentar esse transtorno de humor, que, como nos adultos, podem causar muito sofrimento.
Os sintomas de depressão na infância podem não ser parecidos com os de adultos, o que dificulta muito o diagnóstico correto e a tomada de atitude para ajudar a criança em sofrimento. Ao invés de triste, a criança pode ficar irritada, muito preocupada ou agressiva. Pode ficar muito inquieta, gritar muito, ter crises de choro sem razão ou, em outros casos, ficar apática e sem energia. Pode reclamar dores físicas frequentemente, mudar seu comportamento e passar a apresentar dificuldades cognitivas (de raciocínio). A tristeza também pode estar presente.
As causas da depressão na infância são variadas, a hereditariedade e fatores de personalidade contam muito, mas as principais causas são ambientais, ou sejam, vivências estressantes, crises familiares ou problemas na escola, como bullying.
O fato é que a criança em depressão precisa muito de ajuda e a família tem que estar atenta, pois a criança não consegue comunicar o que sente com facilidade. Caso acredite que a criança está em depressão, é importante que a família procure um bom psicólogo. A psicoterapia é muito importante nesses casos e o resultado costuma ser tão positivo que dispensa o tratamento medicamentoso. Um bom tratamento psicológico envolverá toda a família e escola em mudanças que deverão ajudar a criança a vencer o transtorno.
Você acha que o seu filho pode estar sofrendo de depressão? Comente aqui e vamos compartilhar as nossas experiências. E qualquer dúvida, estou à disposição!
Um abraço bem forte de,
Carolina Moreira / Psicóloga e Mestre pela UFU – Universidade Federal de Uberlândia
(034) 91148925

Vocês devem ter notado que eu andei meio sumidinha por aqui, né?
Mas é que eu estou tão cansada, mas tão cansada que quando paro um pouquinho eu tento tirar um cochilo porque a noite está sendo literalmente uma criança.
Meu pequeno está meio doentinho, garganta infeccionada e febres altas. Quem dorme assim?
Mas agora, mudança de estação, já podemos preparar para as famosas gripes e resfriados.
Já vejam com os pediatras as vacinas, chequem se estão todas em dia (principalmente as crianças que estão na escola), dêem uma reforçada nos suquinhos de laranjas com acerola, esfriou um pouquinho meia no pé… sem dar bobeira mesmo!
Graças a Deus, aqui em casa, o meu pequeno demora ficar doentinho mas quando fica… ai, é difícil mesmo!
Eu estou totalmente sem energia, sem graça e muito acabada porque além de cuidar deles parece que a gente puxa todo aquele sofrimento, né?
E aproveitando o assunto vamos falar sobre o que devemos fazer para evitar aquela gripe que tanto incomoda os nossos filhos?
Bom, minhas amigas!
Logo teremos muitas novidades no Fala, Doutor com a psicóloga Carol Moreira e a nutricionista Anna Raquel e também LÁ EM CASA TODO DIA TÊM com uma amiga blogueira, mães de dois filhos lindos (uma menina e um menino) e a super mamãe vai contar pra gente como é rotina destes 3 Mosqueteiros!
Deixa as coisas melhorarem por aqui que logo o FalaMamãe terá uma novidade por dia!
Bjos de Carol Siqueira.

Engraçado! Ontem fui abordada várias vezes por mulheres me agradecendo pelas mensagens que posto no blog e na minha coluna da Revista Cult. E até mesmo estava jantando num restaurante e fui lavar as mãos com o meu pequeno no banheiro. Até que entrou uma moça e falou:
Peraí! Estou reconhecendo este menininho… Você não é a Carol, do blog? Do FalaMamãe?!
Meu Deus, tremi as pernas! Quando fazemos as coisas por amor não imaginamos a proporção, o tamanho e o rumo que tudo vai tomando. Dali eu estava com uma leitora do FalaMamãe, ela me disse que já comentou várias vezes no blog, que ainda não era mãe mas que gostava muito deste espaço. Fiquei imensamente feliz e grata a Deus por todas as minhas leitoras e amigas que sempre me apoiaram, mesmo aquelas que não conheço pessoalmente.
E enquanto estava pintando o meu cabelo, ontem também, fui abordada por um olhar triste, expressão abatida, sem brilho nos olhos que me disse assim:
Ô FalaMamãe, você podia escrever sobre depressão pós-parto!
Então ela parou perto de mim e foi me contando tudo que estava sentindo, ela desabafou completamente. Que ama demais o seu filhinho de apenas 6 meses mas que está doente. Que sente uma tristeza sem fim, está tomando remédios, que não sente vontade de fazer nada mas que a depressão pós-parto dela é um pouquinho diferente dos outros casos – ela sente vontade de estar o tempo todo com o seu bebê e somente ela fazer as coisas com ele e por ele, e ninguém mais.
Falar sobre depressão pós-parto é muito delicado porque a depressão tem várias causas e reações, cada uma do seu jeito. É uma particularidade de cada mulher e às vezes ela aparece logo após o parto ou até depois de um ano após o nascimento do bebê.
Sentir uma tristeza pela vida que você não tem mais por um bom tempo, pelas mudanças em todos os sentidos na vida da mulher, por não se sentir tão mais bonita, dona da sua vida, pela liberdade que parece escapar pelos seus dedos é normal.
Tudo muda sim. Mas o que precisamos entender é que há um propósito muito maior que todas estas mudanças – que existe uma vida ali, tão sua quanto a sua vida, que depende do seu amor e carinho. Que todas estas mudanças são temporárias porque o filho cresce e a vida vai tomando novos e maravilhosos rumos. E tudo começa a se encaixar como num brinquedo muito colorido de Lego e você todos os dias começa a entender a grandiosidade e plenitude mais linda e pura que é ser mãe.
Os dias mudam, mas para melhor.
Nada volta a ser exatamente como era antes mas você nem vai querer isso também.
A depressão é um mal em silêncio e ela começa com uma leve tristeza, que persiste no outro dia, e vai ficando mais forte, vai tomando conta das suas ações e dos seus pensamentos, vai tirando a vontade de fazer as coisas mais simples do dia e que um simples ato de tomar banho vai se tornando uma árdua tarefa.
O primeiro passo é que você fale com alguém tudo o que está sentindo, seja com o seu marido, sua mãe ou a melhor amiga. Alguém precisa saber e você precisa se abrir.
Se a tristeza persiste, procure ajuda profissional mas não deixe a ponto de você rejeitar o seu bebê porque tudo o que ele mais precisa é de você. Existem excelentes profissionais e tratamentos maravilhosos para cada caso.
Procure fazer o que gosta e tirar um tempo para você. Isso não é impossível. O fato de ter um bebê não quer dizer que você precisa se anular, anular a vida e das coisas que você gosta. Se cuidar, caminhar, ir ao cabelereiro e o simples ato de encontrar com as amigas vai fazer toda a diferença.
Ter amigas que já são mães irão te ajudar e muito porque você vai estar convivendo e conversando por quem já passou ou está vivendo as mesmas experiências que você.
E o principal de tudo isso é que você busque apoio em Deus, ter uma religião que você frequente com um clima totalmente diferente, pessoas que gostam de você pelo que você é, amigos de fé e a busca por Deus através de Suas Palavras é a base de tudo. O que seria de mim, Carol, sem a minha turma da fé e Deus em minha vida?
E a essa querida leitora que sente esta tristeza eu mando um recado - que você continue se tratando mas você precisa entender que a felicidade de ser mãe precisa ser maior que todos os seus outros sentimentos. Só depende de você para entender que a vida será muito melhor, você precisa acreditar nesta verdade e plantar esta semente no seu coração.
Bom, minhas amigas! Que Deus nos abençoe muito e aqui finalizo este post de final de semana com uma parte do Salmo 91:
Caiam mil ao seu lado e dez mil à sua direita, a você nada atingirá…
Bjos de Carol Siqueira.

Estamos aqui em Riviera e hoje mesmo estamos partindo para São Paulo. Vamos ficar na grande capital até o próximo final de semana.
Mas quando chegamos aqui na praia, no terceiro dia o Paulo Neto amanheceu com uma tossinha persistente até que um resfriado bobinho virou um febrão acompanhado de mal estar e falta de apetite.
Fui medicando com os remédinhos básicos mas tivemos que levá-lo ao médico aqui mesmo. Graças a Deus não foi nada grave, seu pulmão estava limpinho, não foi nada alérgico e a sua garganta estava apenas irritada.
Com muito carinho e paciência o Paulo Neto melhorou, voltou o seu apetite e já está pulando de alegria e fazendo muitas travessuras por aqui. Mas agora vou ficar ainda mais atenta a todas estas recomendações e fica a dica pra vocês quando forem viajar com as crianças.
Gostou deste post? Você tem mais uma dica? Deixe a sua experiência aqui!
Bjos de Carol Siqueira.

Já estamos no mês do Natal. Mês de festas, de férias, alegria e muita animação. Não é?
Agora se o seu mês de Dezembro todo ano vira um tormento devido as compras, viagens, ceia e muito mais… O FalaMamãe vai dar algumas dicas para tornar todo este processo mais prazeroso.
Você está grávida e precisa enfrentar as lojas lotadas de gente?
Está com o seu pequeno no colo e ainda precisa comprar presentes para a família toda e ainda fazer as malas?
Vamos falar sobre o mês mais esperado do ano?