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22/03/12

Lindas amigas,

Estava folheando a Revista Pais&Filhos (amor eterno!) e li sobre o Baby Blues, o que significa Tristeza Materna.
Além de ter ficado assustada com alta porcentagem das mulheres que sentem esse tipo de tristeza (80% das mulheres sofrem com isso!) lembrei também dos vários casos e comentários de amigas minhas que sentiram essa tristeza. É tipo um abafamento no peito, a sensação de estar fora de si aliada ao cansaço extremo com a chegada de um recém-nascido em casa.

De todos os relatos, todas as mães se sentem culpadas por sentirem isso tanto no momento da chegada do bebê quanto depois dessa fase. As mamães se sentem muito culpadas e preocupadas com o impacto que essa tristeza pode ter causado para o seu bebê.
A Tristeza Pós-Maternidade não é uma depressão pós-parto porque ela passa de acordo em que a mãe vai se acostumando com a nova rotina e o cansaço físico é um grande aliado desse mal.

Dentro disso tudo pensei aqui em alguns pontos que podem ajudar as futuras mamães a se prevenirem contra o Baby Blues e que muitas das vezes atrapalha um momento tão esperado. Apesar de ser hormonal, vem devido a queda drástica de hormônios segundo a revista Pais&Filhos, acho que algumas dicas reais podem ajudar e muito!

  • Saiba claramente de um graaande detalhe: sua vida irá mudar muito depois da chegada do bebê. Não alimente esperanças que você irá dormir noites inteiras nos primeiros dias com o bebê em casa porque mesmo se ele dormir, você terá que acordá-lo para amamentá-lo porque é vital para ele o seu leite!

  • Nos primeiros dias o meu conselho é: esqueça afazeres domésticos! Se você não tem uma empregada, contrate uma diarista, dê um jeito nisso mas com certeza, você não terá tempo e nem ânimo para estes tipos de serviços. Não se culpe se você não der conta de fazer aquele lindo café da manhã para o maridão ou se não tiver tempo para ir a uma padaria. Tudo isso é normal e com o tempo, naturalmente, as coisas vão voltando aos eixos.

  • A prioridade é o seu bebê. Coloque isso na sua cabeça: a grande prioridade agora é você cuidar full time, 100% do seu tempo, carinho, dedicação para o seu tão esperado filhinho! Se você tiver isso muito claro, tudo será secundário mesmo!

  • Se você é mãe de primeira viagem, com certeza ABSOLUTA você irá precisar de um apoio de alguém em alguns momentos. É normal você se sentir perdida, fazer perguntas idiotas, ter pensamentos mirabolantes… afinal, eles não vem com bula! Portanto, abuse da sua mãe, sogra, amiga ou vizinha que já é mãe para ajudá-la sempre que for preciso.

  • Não se assuste se na maioria do seu tempo ou o dia todo, pelo menos no primeiro mês, a sua roupa preferida ser um pijaminha bem confortável!

  • Não se fruste se não conseguir amamentar! Eu comecei a cair nessa quando o Paulo Neto nasceu porque a minha história com a amamentação não foi das melhores! É claro que tentei mas tive que escutar do pediatra do meu filho a seguinte frase para desencanar: Você não será menos mãe por não ter conseguido amamentá-lo. Bola pra frente porque o seu filho está chorando de fome!

  • Que barriga é essa? A barriga pós-parto é tão grande quase a da gravidez. Portanto, não se assuste! É também normal continuar com a barriguinha mesmo depois do nascimento e nem pense em fazer dietas nesses primeiros meses de vida do seu filho. Lembre-se: você precisa de energia e para isso, uma boa alimentação é essencial!

Se você sentir essa tristeza e ela persistir, desabafe e não sinta vergonha por isso! Procurar ajuda é sempre o melhor remédio!

Bom, minhas amigas! Essas são as minhas dicas, pessoais mesmo!
Acho que se isso tiver muito claro na cabecinha de todas as mamães podem ajudar e muito esse grande momento na vida de toda mulher.
Não desanime! A maternidade é a maior benção que você ganhou de Deus. Ore bastante! Peça a Deus discernimento, sabedoria e se a tristeza bater, peça a Ele que alivie isso do seu coração.
E prepara-se para viver os melhores e mais felizes momentos de sua vida!

Bjos de Carol Siqueira.

19/03/12

Queridas amigas!

Amanhã faz 15 dias que recebi essa notícia ao chegar na escola. Mas só agora tive a coragem de relatar aqui pra vocês.
Era pouco mais de 5 da tarde e tinha acabado de acontecer.
Achei mesmo estranho quando cheguei na porta da sua salinha e não vi o meu pequeno com os outros amiguinhos. E quando a coordenadora veio, com um semblante meio tristinho, meu coração já disparou ou quase parou. Gelei.
Mamãe, seu filhote acabou de cair!
Da porta da sala até onde ele estava, com menos de 5 passos, parecia ser uma eternidade. E lá estava ele, no colinho da professora, aos prantos e com um corte perto da sobrancelha.
E quando ele me viu, caiu ainda mais em choro. Eu olhei para o meu pequeno e o meu único pensamento era: Meu Deus, meu filho machucou e eu não estava por perto!
Enquanto todos tentavam me explicar como havia acontecido, eu ouvia vozes, mas não compreendia nada. Liguei para o marido e logo marcamos de encontrar em um hospital.
Ele que estava em meio de uma apresentação, pediu desculpas e deixou tudo e todos.
O que pensar nessa hora?
Não sei. Em Deus. Por quê tinha acontecido aquilo e o quanto somos imunes aos acontecimentos. O quanto somos frágeis.

Quando somos mães assinamos um contrato: ser muito feliz ou nunca mais ser. Não tem volta.

O amor é demais. Sufoca, dói, arde, esquenta e dá calafrios. Tudo isso em poucos segundos.
Mas a grande lição que tirei disso tudo é que sendo super protetora, não tem jeito para os tombos da vida.
Que eu esteja sempre firme para momentos destes, mesmo orando todos os dias para que não aconteça nunca mais ou tão cedo.
Ver o meu pequeno chorar de dor foi pra mim a pior sensação de toda a minha vida.
Mas agora está tudo bem. Só existe mesmo uma marquinha que com certeza, o tempo irá apaga-la pra sempre. Alguns pontinhos e muito chororô. Da mãe também.

Somos pequenos. Devemos amar e falar desse amor com os nossos filhos. Devemos orar por eles todas as noites. E viver cada momento com muita intensidade, muito amor. E confiar em Deus, entregar os nossos filhos em Suas Mãos.

E vocês, já passaram por isso?
Bjos :)

06/12/11

Amigas do meu coração!

Me desculpem pela demora aqui no blog mas essa semana estou meio sofridinha com as minhas alergias alimentares e estou passando por uma bateria de exames.
Juro que ainda vou relatar aqui pra vocês sobre esse meu probleminha até mesmo por um alerta sobre a alimentação de nossos filhos porque devido a essa fase bem difícil, andei repensando toda a alimentação da minha família e principalmente, a do Paulo Neto que é também bastante alérgico. Bom, mas depois eu conto!

A personagem principal tentando fazer um bolo para impressionar as mãestrengas! Zero com os dotes culinários mas ela é demais!

Agora vai aqui uma dica de um bom filme para todas as mamães – Não sei Como Ela Consegue!

Está nos cinemas e eu já esperava por ele, portanto já fui ver e indico. E o tema do filme cai justamente no maior dilema das mulheres modernas – como trabalhar muuuuito no que gosta sem deixar os filhos de lado?
A personagem principal estrelado por Sarah Jessica Parker (que tem todo um estilo chique de executiva bem sucedida) é uma workaholic e está prestes a ganhar a oportunidade que sempre sonhou na sua carreira mas para isso, a família ficaria para segundo plano.
Não posso negar que ela têm um super-marido tipo super-homem que literalmente cria os dois filhos do casal sozinho e é super compreensivo, mas mesmo assim a personagem vive intensas emoções para dar conta de tudo.

O melhor deste filme são as Mãestrengas – aquelas que ficam por conta da casa mas são estressadas e parecem ser invejosas da linda e executiva super mãe! Adorei!
Agora, será que ela dá conta de tudo mesmo?
Ao meu ver, ela deixa a desejar. Mas não deixa de ser uma mulher que corre atrás dos seus sonhos e ambições. E mesmo neste rebolation todo, se esforça para ser feliz ao lado de seus filhos que nunca deixaram de ser tudo de mais importante para ela.

Vou parar por aqui mas vale a dica e assistam que têm ainda muitas aventuras no ar!
Bjos de Carol Siqueira.

22/11/11

Meu Deus, pareço mesmo é uma grande (não muuuito grande, né?) barata tonta para acudir o meu filhote que me chama a toda hora.

Perguntas daqui, saltos ornamentais do sofá, cambalhotas ao ar livre e muitas conversas sérias (por parte dele!) que me questiona o TEMPO TODO!
Só que com isso tudo, essas renovações diárias, o que estou mais curtindo é vê-lo cada dia mais carinhoso e tentando compartilhar comigo tudo o que vê, o que sente, o que come, o que brinca e logo vem a todo instante:
Mamãe, vem aqui só um pouquinho!
É isso mesmo, mamãe?
Mamãe, vem ver!
Mamãe, me ajuda?
Mamãe, o cocô tá saindo, corre! (essa é a mais original entre todas, acreditem!)

Tudo ele quer ouvir a minha opinião e eu, me derreto cada dia mais com esse pequeno grande homem que Deus colocou na minha vida. Às vezes até me sinto muito cansada por tentar explicar tudo que é novo pra ele , mas nunca deixo as perguntas ao vento.
Não existe aqui, no nosso pequeno apartamento, ninguém perfeito! Não existe mãe perfeita, nem filho sem defeitos, nem marido super-homem.
Existe aqui uma família sempre em busca de Deus e que mesmo nos caminhos até meio turbulentos, nos amamos acima de tudo e ao Senhor que nos fortalece e abençoa os nossos passos.

E vocês, se apaixonam com o quê de seus filhos?
Bjinhos de Carol Siqueira.

28/09/11

Meninas!

Tudo bem que a maternidade tem os seus lados obscuros, né? Vamos assumir!
E o meu pequeno, ultimamente anda soltando umas… que olha!!!  A gente esquece tudo o que lê nessa vida! Não tem teoria praticável nesse mundo para combater uma birra acompanhada de uma frase dessas.
E a gente fica naquela carona de tacho (ou melhor, de bobona mesmo!) sem saber o que fazer, o coração dispara de nervoso. Ai, que vontade de bater em você, menino! Só umas palmadas pra você aprender!
Normalmente isso acontece quando ele não quer tomar banho de jeito nenhum e quase a força eu coloco ele na banheira. Ele me fala essa e com cara de bravo!
Eu até entendo o lado dele porque é horrível mesmo fazer coisas que não queremos mas nem tudo na vida fazemos o que queremos sempre.
Mais tarde eu espero o marido e conto tudo pra ele e ansiosa esperando uma luz no fim do túnel até porque ele é a pessoa mais indicada para me ajudar a resolver esses dilemas e naquela tranquilidade, o marido olha pra mim e só escuta… e de vez em quando solta um: Noooossa!

Ser mãe é mesmo um dilema. É não saber agir quando precisa agir rápido.
É quase chorar na frente daquela carinha de anjo e que sempre te pega despreparada.
É tremer de raiva e de amor ao mesmo tempo. É  fazer todos os exames cardiológicos em uma só vez.
É amar demais, errar demais, chorar demais, sorrir demais, sufocar demais… Tudo na maternidade é demais, transborda!

Agora o que fazer nessas horas?! Ainda não sei mesmo! Eu fico aqui tentando do meu jeito e vamos ver no que vai dar!

E vocês?
Bjos de Carol Siqueira.



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