
O FalaMamãe vai entrar de férias!
Estou saindo de cena para descansar um pouquinho… Mas com toda essa correria de pré-viagem, enquanto estava arrumando a mala do Paulo Neto, tive a idéia de escrever um post sobre o que não pode faltar na mala de uma criança para viagens longas.
Apesar de já ter falado muito sobre este tema aqui no blog tenho recebido e-mails com muitas mamães me fazendo mil perguntas sobre o que fazer quando o dilema é:
Deixo em casa ou levo para o berçário?
Então vamos lá! Vou tentar resumir:
A mãe cuidando do filho em tempo integral até os 2 anos seria o ideal – isso quem está dizendo são alguns psicólogos e pediatras como a Dra. Jéssica Fogaça, que é psicóloga infantil e comportamental em São Paulo.
Mas será possível? Nem sempre.
Com essa mudança no quadro geral na vida da mulher onde elas precisam voltar a trabalhar aos 6 meses depois do parto os berçários estão cada vez mais capacitados para receber os bebês de poucos meses investindo em equipe bem treinada e preparada para favorecer o desenvolvimento cognitivo da criança. Mas frequentar um berçário, por melhor que ele seja, não acelera e não aumenta o desenvolvimento até os 2 anos.
Uma vovó bem disposta, uma babá treinada ou a mamãe é suficiente para o desenvolvimento nessa idade – completa a psicóloga.
Muitas mulheres mudam até de profissão ou até mesmo abandonam as suas carreiras para criar os filhos em casa. Exemplo disso, a mamãe publicitária Luciana Correa – que também era professora universitária e pesquisadora abandonou sua profissão para cuidar da filha Laura que hoje está com 1 ano e 5 meses.
O mais importante sobre a decisão do que fazer, qual caminho vai escolher é: o casal conversar e decidir juntos qual será a melhor opção de acordo com a vida daquele casal.
E se a mulher resolver não trabalhar mais por conta do filho é preciso muita maturidade para entender que este é um momento. Não adianta abandonar a carreira e ficar chorando ou revoltada em casa. Este tipo atitude fica ruim para a mamãe e o bebê. Essa é uma decisão que deve ser estudada e tomada de coração aberto pelo casal.
Ter a vó como cuidadora é preciso muito diálogo e respeito. O importante é deixar os papéis bem claros – ter a mãe ou a sogra em casa pode interferir na vida do casal. Os conflitos surgem se não ficar muito evidente o papel dessa cuidadora. Porque se a babá faz alguma coisa que desagrada, como é uma relação profissional, é mais fácil falar.
Já a vovó sai na frente disparada no quesito confiança.
O mais importante é a vovó fazer isso de coração e não por obrigação. E claro, se é a vovó quem vai cuidar entenda que ela vai participar ativamente da educação da criança portanto, é preciso de muita disciplina e respeito entre ambas as partes – vovó e pais.
Ficando em casa, a média é de quatro episódios virais ao ano. Com irmão, duplica. No berçário, chega a triplicar – diz uma pesquisa feita pela a Sociedade Brasileira de Pediatria. Então uma coisa é fato: seu filho na escola vai adoecer mais.
Mas nem por isso a mamãe precisa desistir da idéia principalmente se não tiver outra opção.
Se o seu bebê for para uma escola ou berçário, analise todas as opções possíveis e fique muito atenta aos pontos principais:
1) Segurança
2) Higiene
3) Métodos pedagógicos
Cuidados Gerais
Mantenha sempre em dia a carteira de vacinação do seu bebê.
Preste atenção aos sinais que seu filho apresenta tipo: nariz escorrendo, peito chiando, intestino solto.
No berçário
Fique atenta à higiene de brinquedos, espaços e móveis e procure saber de que forma é recebido um bebê que apresenta algum sintoma de virose.
Em casa
Com a babá a avó, incentive a estimulação do bebê. Passear na praça, escutar música, brincar no chão.
Procure sempre seguir a mesma rotina. Isso dá segurança para o seu filho e facilita o cuidado, seja pela babá, vovó ou por você mesma, mamãe.
Bom, meninas!
Essa é uma decisão que requer muita conversa e coração aberto. Algumas de vocês já sabem da minha história e foi por opção minha ficar em casa para cuidar do meu filho Paulo Neto. Não me arrependi hora alguma. Foi fácil? Não. Criar um filho em tempo integral é maravilhoso mas em alguns momentos eu chorava de agonia, ansiedade e sentia falta da minha vida profissional. Hoje estou voltando a ativa e melhor, mudei totalmente a minha carreira. De publicitária para blogueira e agora, apresentadora de TV. Para mim, valeu muito a pena e faria tudo de novo.
Super bjos de Carol Siqueira.

Hoje mesmo recebi um e-mail com essa pergunta e então resolvi escrever um post.
Eu sou um pouco apavorada e detesto ser pega de surpresas e por isso aos 7 meses de gestação a malinha da maternidade do Paulo Neto já estava prontinha.
É claro que pode ter sido um exagero de mãe de primeira viagem mas para uma mãe sem experiência na troca de fraldas as roupinhas que estavam ensacadas me ajudavam demais nas trocas da madrugada. Eu já pegava o conjunto que eu queria e facilitava muito.
Talvez hoje eu não faria isso porque deu muito trabalho mas foi muito gostoso porque foi tudo feito pela minha mãe e uma amiga nossa que é para mim como uma mãe também. Eu via o carinho delas fazendo tudo aquilo… foi muito gostoso!
Para mim, o ditado é certo: o seguro morreu de velho… confiram aqui o que você vai precisar para MALA DA MATERNIDADE PARA O BEBÊ:
• 6 bodies
• 6 calças (culotes)
• 6 camisetinhas
• 1 casaquinho (se for inverno, leve 2 ou 3)
• 2 mantas
• Fraldinhas de boca
• Meias
• Enfeite para a porta do quarto
• Lembrancinha
Atenção: leve todas as roupinhas separadas por saquinhos e sempre certifique se está tudo certo, se não está faltando nada. Luvinhas sempre são bem vindas, independente da estação do ano – bebês sentem mais frio. Fraldas descartáveis RN não podem faltar e nem lencinhos umedecidos. Prefira macacões e calças que cobrem os pés do bebê. Tenha sempre 1 mamadeira e 1 chupeta (não indague, leve!)
Para a MALA DA MATERNIDADE DA MAMÃE não pode faltar:
• 3 pijamas ou camisolas com
abertura na frente
• 1 robe
• 3 sutiãs de amamentação
• 6 calcinhas grandes
• 1 par de chinelos
• Objetos de higiene pessoal (desodorante, xampu, escova de dentes etc.)
• Absorventes (quase fraldas porque o fluxo é bem intenso)
• Uma muda de roupa para voltar para casa (nada de salto, pelo amor de Deus!)
• Os documentos exigidos pela maternidade e pelo convênio médico
• Os telefones de quem você quer avisar
Atenção: bebê-conforto já deve ficar dentro do carro, OK? Não pode sair da maternidade com o bebê no colo mais – é proibido por lei!
Na Primeira Idade além de ter os melhores produtos para o bebê e para a mamãe, tem também um suporte por parte da equipe para ajudar a nova mamãe fazer a sua lista. O ideal é que você leve a sua lista na Primeira Idade e veja com os atendimentos de lá o que está faltando!
Se você não for de Uberlândia, acesse o site da loja e veja como a Primeira Idade é completa e oferece o que há de melhor para o seu bebê. Com entrega para o Brasil todo!
Veja só essas bolsas que você encontra por lá… E ainda tem muito mais!
Bom, meninas!
Por hoje é só e espero que vocês tenham gostado dessas dicas. Até hoje não esqueço da malinha do Paulo Neto e do perfume de suas pequenas roupas que carinhosamente arrumei tudo, com coração apertado de amor e vontade de tê-lo em meus braços.
Fiquem com Deus,
bjos de Carol Siqueira.

Como dizem os antigos o vermelho dá sorte para o bebê na saída da maternidade. Lenda ou não, nós mamães sempre nos prevenimos contra qualquer mal olhado ou azar. Isso diziam as nossas bisavós. E claro que eu não quis provar do contrário e saí com o Paulo Neto bem engraçadinho em meus braços – era uma roupinha de piquê azul da loja Primeira Idade (e nessa época nem imaginava que eu e a Primeira Idade seríamos parceiras algum dia) e um sapatinho vermelho nos pés!
Pensando nisso, estive lá na Primeira Idade fotografando algumas fofurices vermelhas, tanto para as meninas quanto para os meninos.
Como vocês já sabem, a cada vez que vou lá na loja fico encantada com a beleza, o luxo e qualidade de seus produtos. Desde o enxoval, a moda gestante, decoração… atendendo os nossos pequenos até aos 3 aninhos com todos os acessórios das melhores marcas.
E o mais legal disso tudo é que se vocês não forem de Uberlândia, podem também fazer a compra pelo site www.primeiraidade.com.br que eles entregam para o Brasil todo!
Vou mostrar um pouquinho do que tem por lá. E se por aqui vocês já ficaram bem satisfeitas pelo que viram imaginem na loja ou no próprio site mesmo!
Começando pelos detalhes!
Já conheceram esse formato? Pois é! Lá na Primeira Idade tem dessa nova mamadeira e eu fiquei encantada com o design e claro, funcionalidade e qualidade! Elas são super anatômicas, BPA free e ainda oferece uma mamada para o seu bebê de forma natural. Novidade da Primeira Idade!
Para quem é fã de uma boa mamadeira como eu… Aproveitem esses modelos aqui e saibam mais no site www.primeiraidade.com.br disponíveis nas cores azul, rosa e transparente!
Bom, meninas! Hoje a dica é essa e claro, sempre com muito carinho aqui pra vocês.
Super beijos de Carol Siqueira.

Como sempre vou relatar aqui os meus dilemas. E não posso deixar de compartilhar aqui com vocês que às vezes me sinto muito insegura como mãe do Paulo Neto.
Não existe perfeição e estou longe dessa ideia mas o que a gente mais quer é quando os nossos filhos chegarem lá na frente, como homens, possamos nos orgulhar de que pelo menos muitas coisas deram certo.
A fase de 4 anos é bem complicadinha. Sinto que o meu pequeno me testa a todo momento. O meu filho sempre teve a personalidade forte, de verdade mesmo, e isso é desde bebê.
Mas agora, no auge de seus 4 aninhos, achei que aflorou mais. Ele não é muito passivo.
Vejo que a todo momento ele quer me testar até onde vai a minha paciência ou o meu amor. É claro que ele não tem este pensamento lógico ainda e calculado. Mas ele sabe o que me deixa feliz e o que me deixa chateada. A fase também de sempre se achar um super-herói é bem complexa. Porque eles sempre se acham os mais fortes e quem provar essa força a qualquer custo.
Diante disso tudo, às vezes me sinto perdida e graças a minha terapeuta, saio de lá com poucos nós na cabeça. Mais reflexiva e mais tranquila de que estou tentando fazer o certo ou melhor, o mais apropriado.
Mas quando nasce um filho, nasce uma mãe e nasce junto dela, a culpa.
Carregamos uma culpa sempre. Não é questão de tempo: se ficamos muito ou pouco tempo com os nossos filhos. A culpa sempre aparece.
E com a culpa a incerteza de que será que o meu filho me ama mesmo?
Por que será que entre tantas pessoas ele sempre dá um jeitinho de me irritar?
Será amor demais ou pouco demais?
E entre tantas dúvidas, pode ser amor demais. Ele sente tanto amor que muito confia em nesse sentimento que, mesmo falando tudo ou fazendo tudo para me tirar do sério, ele sabe que nunca perderá o meu amor e nem o amor dele por mim.
Ele confia no amor dele por mim. Eu que sinto a incerteza, entre os meus dilemas, medos e anseios… penso até que ele possa nem me amar tanto.
Tudo muito confuso e simples ao mesmo tempo.
Não posso deixar que o medo tome conta de minhas atitudes porque o nosso amor é grande demais. E é tudo baseado neste amor é que vou educar o meu filho, sem medo que ele possa deixar de me amar.
Então mamães, acho que isso tudo é normal. Eu preciso confiar neste amor e não deixar que nada disso atrapalhe a minha trajetória em sua educação, mesmo nas horas em que eu preciso ser mais forte. Que são quase todas as horas do dia.
Um grande abraço a todas,
De Carol Siqueira.