Não pude começar a semana diferente.
Estava em meu quarto, fazendo as minhas orações para fechar o meu domingo, com a bíblia aberta em meu colo li em vários lugares, como mensagens enviadas por Ele, que devemos ser orientadoras e mensageiras das palavras de Cristo. Nós mulheres devemos levar para as nossas famílias, amigas e em todos os canais de comunicação que tivermos alcance a palavra e os ensinamentos de Jesus a todos que estiverem por perto.
Quando fui lendo tudo isso, já entendi o que eu deveria fazer. Era mais de meia noite, abri o meu computador e comecei a escrever tudo isso que vocês estão lendo agora.
Não posso deixar passar os chamados de Deus em nossas vidas e sinto que neste blog, o FalaMamãe, é muito mais que ensinar a trocar a fralda ou tirar a chupeta…
Sinto que neste cantinho nosso tão especial é também o lugar de trocarmos as nossas experiências com Deus.
E nas minhas orações, Ele me falou que a fé é mais que acreditar, é seguir. Seguir o Caminho e saber esperar o Momento Dele.
Portanto, minhas queridas amigas, vamos começar essa semana diferente. Vamos levar mais Deus para as nossas casas, pedir as Suas Bençãos para os nossos filhos, que Ele nos purifique com muita saúde espiritual, mental e física.
Que o Senhor Jesus possa nos afastar de todo e qualquer mal humano e espiritual. Que Ele tome conta de nossos trabalhos, de nossas vidas e nos enche de Teu Amor e Milagres.
Que Ele abençoe os nossos filhos, nossos maridos e toda a nossa família. Que Ele seja a nossa sombra e proteção.
Viver a maternidade não é tão fácil. Tem dias que parece que estamos vivendo em provas e sabe qual é a verdade? Estamos sempre em provas sim.
Precisamos ser as defensoras espirituais de nossos filhos. Somos guerreiras de Deus e guardiãs de nossas crianças.
Vejam só o que eu anotei no meu caderninho de estudos de minhas leituras bíblicas e que resolvi compartilhar com vocês – O que eu devo fazer para ajudar a minha família?
- Reservar um tempo para falar de Deus com o meu filho
- Escutar mais louvores e assistir DVDs infantis bíblicos
- Abençoar a água e o alimento
- Falar da bíblia para o meu filho
- Pedir ao marido para que ele também fale mais de Deus para o nosso filho
- Ir trabalhar e abençoar o nosso local de trabalho e as nossas finanças
- Fazer o Salmo 91 todos os dias.
Um semana cheia de bençãos, saúde a paz para todas vocês, minhas amigas!
Que Deus e Nossa Senhora estejam sempre com as nossas famílias e em cada passo que dermos,
Super bjos de Carol Siqueira.
Não sei se na casa de vocês é assim… Mas eu já muito reclamei, meio tagarela, no ouvido do meu marido sobre que eu queria mais que ele fizesse, participasse!
Coitados desses homens, viu?!
Tudo que eles fazem tentando ajudar e agradar, parece que não está bom!
Principalmente quando estamos na fase do recém-nascido. Somos muito abelhas-rainha. E quando os homens acham que estão acertando… lá vamos nós de novo reclamar que a fralda está apertada demais, que a água do banho está muito quente e a mamadeira está fria. E daí vai.
Mas a notícia boa, mamães, é que os filhos crescem e os pais começam entrar em cena pra valer.
Quando eu olho pra trás eu vejo o quanto já fui chata, muita chata mesmo, sem necessidade com o maridão aqui.
Ele sempre me acompanhava nas rotinas da madrugada, o Paulo Neto tinha refluxo e a rodada de remédios começava às 6 da manhã e lá estava ele, de um jeitinho só dele, cuidando de tudo: dos horários, dando cada um dos remédios, paciente, tranquilo!
E nessas novas atividades, como a aula de música e no karatê, o papai coruja está 100% presente e fica até me regulando para que eu não fique poupando muito o nosso menino com mimos de mãe com comentários tipo: Deixa ele correr! Ele tem que aprender a se defender!
E claro, eu me calo e sei que isso é bom para o Paulo Neto.
E isso faz falta, mamães! E faz muito bem para os nossos filhos o molejo masculino de cuidar de nossos pequenos, sem ficar muito de lacinhos e horários.
O Paulo Neto está com quase 4 anos e o pai está cada vez mais em cena, conversando, educando e apresentando para o nosso filho o mundo de uma forma bem diferente comparado a um olhar de mãe.
A evolução do pai acontece e continua cada vez mais. Não se preocupem que ele vai entrar em ação!
Super bjos pra vocês e um maravilhoso e abençoado final de semana,
Por Carol Siqueira.
Enquanto eu estou a caminho da escola, para ir buscar o meu pequeno, ligo o som do meu carro e vou escutando as minhas músicas preferidas.
Ali passa um filme na minha cabeça, desde antes o Paulo Neto nascer, desde a minha infância, na casa dos meus pais, meus amigos de adolescência.
Todas as minhas lutas, minhas conquistas, nos meus momentos fracos, de lágrimas… E até de dor.
E vejo que tudo passou. Tudo.
E já me sinto tão afortunada naquele momento, sinto a presença de Deus em meu coração tão fortemente, é tão real o sopro Dele em minha vida.
Em nossas vidas.
Ele me deu um filho maravilhoso e isso já é uma glória.
E quando eu penso nas dificuldades que eu vivi com a Doença de Crohn e os meus medos do futuro já penso o quanto já valeu a pena em tudo na minha vida.
O quanto me sinto acariciada por Deus.
A fé não me abandona nunca e nem eu abandono ela. E mesmo às vezes pedindo perdão pelas minhas falhas, porque sou ser humano, sinto o quanto já aprendi com esses erros. E vou aprender mais porque nunca estamos prontos.
E nessa caminhada que se chama vida estou amando mais as pessoas que passam por mim. E cada vez mais confiando no tempo.
Só o tempo cura tudo. O tempo é o dono da verdade, do amor que permanece.
Este é o meu recado de hoje, minhas amigas!
Vida de mãe não é fácil, é cansativo, exaustivo mas somos sim, abençoadas por Deus porque temos vidas em nossas mãos. Vamos fazer o nosso trabalho do melhor jeito possível. Sigam o coração. Na maternidade, ele não tem erro.
O mundo precisa de MÃES. E mães significam amor.
Abraços de Carol Siqueira.

Esses dias pra trás, enquanto conversávamos sobre o futuro e ter outro bebê, eu e meu esposo estávamos relembrando o quanto sofremos com as noites mal dormidas. O quanto era difícil ter de acordar 3 a 4 vezes na noite e começar a rotina de dar a mamadeira, trocar a fralda, fazê-lo dormir e ficar ainda mais meia hora na vigia devido ao refluxo.
O quanto era difícil sair para almoçar e nunca conseguíamos mais comer juntos, nem mesmo bater um papo de 10 minutos em um restaurante, porque enquanto um almoçava ou jantava o outro ficava acudindo – a palavra é essa mesma – acudindo o bebê.
Era sábado, domingo, Páscoa ou Natal… As horas eram sempre as mesmas para acordar. Pontualmente 6 da manhã, lá estava nós, em frente a TV com o pequeno de olhinhos bem abertos. Aos domingos era sempre mais difícil tolerar o silêncio, enquanto todos dormiam, lá estava nós, já lavando a terceira mamadeira do dia que já havia começado sem mesmo o sol nascer.
Hoje as dificuldades continuam. Bem diferentes mas talvez até mais difíceis.
Quando você começa no treinamento intensivo da educação de falar mil vezes por minuto a mesma coisa, tentando todas as técnicas possíveis de abaixar e conversar olhando nos olhos ou a opção também de nem olhar pra trás e deixar rolar de birra no chão ou até mesmo ameaçar umas chineladas…
E nesse progresso meio louco, alucinante, me lembro do nosso querido pediatra Dr.Aziz, que sem cortar meias palavras, muito verdadeiramente olhando em nossos olhos cansados e cheios de olheiras, entrando em seu consultório, nos disse:
Vocês estão achando o quê? Que ter filhos é igual brincar de boneca? Que você põe pra dormir na hora que quer? Esquece!
A cada dia que passa entendo mais e mais o que o nosso mestre pediatra nos disse naquele dia. Com um bebê tão pequeno nos braços, zero de experiência mas muito amor pra dar.
E quem não participa, cuida, respeita, educa… pode até ser pai ou mãe mas não está vivendo a maternidade completa, docemente amarga mas inesquecível em cada momento vivido. E hoje fecho este post com uma senhora reflexão tirada de um trecho do livro A Sociedade dos Filhos Orfãos de Sergio Sinay.
Fica a dica de que ser mãe ou ser pai vai muito mais além do tempo de qualidade, que os poucos minutos programados com os nossos filhos não saem tão perfeitos porque maternidade não combina com perfeição. Se tiver tudo muito certinho ou quietinho demais pode começar a desconfiar que algo está errado.
E são por todas as lágrimas que caem de alegria ou desespero é que fazem valer a pena todos os segundos ao lado de nossos filhos. Momentos tão mágicos onde se aprende ensinando que fazem de nós adultos, ficarem abobados de tanta felicidade.
Grande bjos de Carol Siqueira.
Seja bebê ou criança, quanto mais cedo o hábito da leitura prevalecer na sua casa melhor será para o seu filho.
Estou escrevendo este post a pedido das minhas leitoras e eu acho que até já falei por aqui da importância de ler para os nossos filhos.
O momento da leitura, mãe e filho, cria um vínculo de muito carinho e troca de informações.
Quando estou contando uma história para o Paulo Neto eu começo a entender melhor como está a visão de mundo na cabecinha dele, o que ele pensa sobre o bem e o mal, sobre as pessoas, sobre a natureza. E claro, vou ajudando ele melhorar tudo isso construnindo junto com ele novas ideias e trocando experiências.
Acontece que ler um livro para uma criança não é apenas ler as palavrinhas que estão lá. É muito mais que isso. Paramos várias vezes porque ele me pergunta, eu respondo e às vezes até criamos outro final.
Essa é a minha opinião pessoal sobre a leitura mas sem dúvida nenhuma, o hábito de ler para a sua criança só trará benefícios. Ela se torna mais criativa, com capacidade criar fatos e solucionar problemas.
Bom, fica aqui minhas dicas e leiam para os seus pequenos. Eu sei que no final da noite sempre estamos cansadas mas a carinha de felicidades deles quando estamos lendo pega tudo…
Bjos minhas queridas,
Por Carol Siqueira.