Posts com a Tag ‘mãe’
09/01/12

Em homenagem ao meu avô João Barbosa de Siqueira.

Queridas amigas!

Eu já estava mesmo querendo escrever um post dedicado a este assunto quando li no twitter de minha cunhada que ontem ela se surpreendeu quando o meu pequeno de apenas 3 anos, sentado a mesa, muito feliz olhou para todos nós (estava eu, meus sogros, meu marido e pai do Paulo Neto, meus cunhados) e disse:
- Te amo vocês! Minha família!
Ao ver o brilho dos olhos do meu pequeno confesso que naquele momento senti uma alegria e uma vontade de chorar imensa.
Fiquei com este texto aqui na minha cabeça o dia todo mas trabalhei muito e desejei este momento (eu na minha cama às 11 da noite) para falarmos sobre valores. Valores de família, de amor, de respeito e limites.

Acabei de ler um triste depoimento em uma revista de um jornalista que perdeu seu filho de 25 anos e uma netinha de 6 meses em um acidente de carro e o quanto ele nunca esperava isso acontecer na vida dele, apesar de já ter até se acostumado com cenas trágicas devido a sua profissão de jornalista.
Quando li este texto fiquei ainda com mais vontade de falar aqui sobre amar a nossa família acima de todos os ideais, acima de todos os projetos, acima de todos os sonhos. A família sempre precisa estar acima de tudo e de todos.
Quando vejo o amor que o meu filho sente pela minha sogra e pela minha mãe sinto um certo orgulho disso, porque pelo meu amor à elas e admiração consegui passar naturalmente isso a ele.
Falar de valores familiares é bem difícil até porque sei que cada uma de vocês que estão aí do outro lado tem uma história diferente.
Mas se queremos que nossos filhos sejam seres humanos, o amor dentro de casa é o início de uma longa caminhada.

Só amor entre marido e mulher não basta. Precisa ter respeito para que os nossos filhos entendam que respeitar é vital para a sobrevivência.Como queremos ensinar aos nossos filhos que família é mais importante que tudo se não damos os exemplos?

Uma criança não precisa ouvir uma crítica a respeito de seu avô. Deixe ela amar o avô e idealizá-lo do jeito que ela quiser. O avô é uma figura bem marcante para qualquer criança.
Eu mesma me lembro de meu avô paterno João. Quanta fortaleza, sabedoria e inteligência. Quando escrevi meu livro de poesias, ele foi convidado para abrir com um belo texto a primeira página do meu livro (tenho um livro de poesia que se chama Pincéis da Vida e foi lançado quando eu tinha 11 anos) e em seu belo texto, meu querido avô abriu assim:
Minha doce neta Carolina!
Nunca mais me esqueci. Tenho uma profunda admiração por ele mesmo sabendo, aos poucos, crescendo, naturalmente, de seus defeitos. E quando ele partiu foi como se uma grande árvore de galhos fortes e grossos fosse cortada. O que ficou para mim não foram os defeitos, foram as suas qualidades e amor imenso que sinto por ele. Sempre o respeitei pelas suas virtudes e acertos.

Minhas amigas, devemos entender que valores de família se constrói ao longo dos anos. E é amando e respeitando os nossos familiares é que passamos para os nossos filhos. Não tem outra fórmula. Não tem teoria. É sentindo no coração mesmo e nos policiando para que o nosso lado adulto e obscuro não apague as luzes que se acendem quando uma criança enxerga em seus avós, ou em seu pai, seu irmão mais velho.

Mesmo que o tempo mostre aos nossos filhos as diferenças, quando o amor é bem cultivado ele continua perseverante, enraizado. E não espere que a sua família seja perfeita para isso.

Hoje me sinto um ser humano mais feliz e seguro porque acredito no amor em família, acredito em Deus, tenho fé em cada um de meus familiares e isso eu devo à minha mãe, que mesmo em momentos turbulentos da vida (o que todos nós passamos) ela nunca deixou de amar a família em primeiro lugar, acima de tudo. E meu filho já está aprendendo esses valores através do nosso respeito que temos um pelo outro. Não é fácil, sabemos que em família existem as diferenças mas elas não podem ser mais profundas que o amor.

O que você achou deste post? Comente aqui sobre o que você pensa de valores familiares!
Bjos no coração de cada uma de vocês,
Por Carol Siqueira.

03/01/12

Queridas amigas!

Ano começando, novas ideais, novos projetos, coração acelerado… Ai, isso tudo é tão bom né?
Mas quando somos mães muita coisas mudam e muito. Novos projetos dão lugar até novas profissões e visões de mundo.
A maternidade é mais que uma metamorfose ambulante, é uma metamorfose flutuante, que voa mesmo.
Quando nos tornamos mães revemos valores, reconsideramos crenças, repensamos rumos e a questão profissional normalmente é um dos quesitos que mais vêm à tona nessa fase de reflexão pós-parto.
Negocio com a empresa para trabalhar de casa ou viro uma mãe empreendedora? E hoje, graças às novas tecnologias, que permitem que muitas atividades sejam realizadas de qualquer lugar (e viva a internet!), o leque de alternativas se tornou mais amplo para uma faixa considerável da população feminina.

Não sei se quero mais seguir essa carreira! O que fazer agora?

Muitas vezes as mulheres precisam de uma ajuda externa para tomarem uma decisão com segurança. É nessa hora que podem procurar um profissional de coaching, método que nada mais é que uma maneira de organizar as ideias de forma sistematizada, pesar prós e contras, e refletir sobre possíveis caminhos. “Para muitas mães, o período da licença-maternidade é o primeiro em muitos anos que elas têm para olhar para dentro. Trata-se de um processo de autoconhecimento profundo, em que muitas vezes a vontade de mudar de vida aparece com força”, afirma Anna Márcia Gallafrio, coach, educadora perinatal e autora do blog Natural Coaching.

Um passo muito importante nessa fase é buscar apoio, em casa e fora dela, trocando ideias em fóruns de discussão, redes sociais e conhecendo o relato de outras mulheres que já passaram pela situação. Muitas vezes as mulheres optam pelo empreendedorismo, ter o seu próprio negócio ou até mesmo negociar o seu período de trabalho, para acompanhar mais de perto o desenvolvimento do filho e acabam descobrindo um talento adormecido.

Bom, minhas amigas!
Se este for o seu caso, repense a sua situação.
O importante é você acreditar que está buscando o melhor para você e seu filho e viver feliz de acordo com a sua realidade.

Conte aqui pra gente o que você achou deste assunto!
Bjos de Carol Siqueira.

13/12/11

Queridas amigas!

Passei por aqui hoje só para um desabafo: não existe mais babá! Então vai a dica: quem tem, segura!
Eu estava a procura de uma babá para me ajudar agora nas férias do Paulo Neto e assim, ficar mais tranquila pra ir trabalhar mas já até desisti.
Está muito difícil encontrar uma e quando a gente acha, tá mais difícil ainda mantê-la e sentir segurança em deixar os nossos filhos sozinhos com pessoas estranhas.

A babá não é uma pessoa comum e está longe de ser. Ela vive a sua intimidade, participa da sua casa e fica íntima da família.
Como manter uma babá é tão difícil quanto achá-la, porque às vezes é bem cansativo para o casal dividir tanta intimidade com uma pessoa desconhecida quanto para a babá conviver 24 horas em uma casa que não é a dela.

Aqui vai algumas dicas bem práticas que eu mesma separei de acordo com que eu já vivi por aqui!

  • Não se iluda! Elas não querem trabalhar depois do expediente. Se você precisar de vez em quando que a sua babá estenda o horário isso já precisa ser conversado antes de sua contratação senão você vai se frustar.
  • Ela vai participar de tudo. Como eu já disse, é muito importante que vocês tenham muita afinidade porque com certeza, vocês vão trocar algumas confidências de vez em quando e é essencial o elo de amizade e confiança.
  • Sejam amigas mesmo. Eu digo que a babá é a extensão dos braços da mãe, é uma mãe de 4 braços. Nossa, como elas nos ajudam! Às vezes nem dormimos a noite e quando elas chegam, o coração bate mais aliviado. Portanto, se você encontrou uma boa babá, uma pessoa boa mesmo, conserve. Você vai precisar muito pelo menos até o seu bebê fazer 1 aninho.
  • Cuidado em transformar a sua secretária da casa em babá. A babá precisa ser profissional assim as chances de não dar certo são menores. Ela precisa entender de crianças, dos horários e das dificuldades da profissão.
  • É normal você sentir ciúmes e é normal também a babá fazer um carinho no seu filho. Tudo é uma questão de equilíbrio e bom senso de ambas as partes.

Bom, meninas! Uma boa babá hoje vale ouro.
E a minha dica: continue procurando mas em primeiro lugar o coração têm que sentir segurança!

E você, qual é a sua experiência com babá?
Bjos de Carol Siqueira :)

30/11/11

Meu Deus, eu estou tendo muitas dificuldades para tirar a fralda noturna do Paulo Neto.

E o ápice foi quando ele mesmo me disse que não queria usar mais fraldinha e que gostaria de dormir de cueca.
OK. Eu sabia, como todas nós, que isso vai render muitos xixis na cama. Também sei que devemos passar por isso, é normal.
Como disse a minha amiga Mey:
Carol, você está com medo de quê? Dos xixis?

Mas acho que nós mães, somos seres profundamente inexplicáveis, que ao mesmo tempo torcemos pela evolução de nossos filhos e logo nos vimos numa situação de querer congelá-los, dá um pause.
Muito parecido com essa minha situação, uma vez outra amiga me disse que se viu discutindo, brigando com a sua filha caçula, porque a menina não queria mamar mais a mamadeira, ela queria tomar leite no copo e essa minha amiga ficou profundamente magoada com isso. Meu Deus, acabou! A minha caçula quer tomar leite no copo.
As questões da maternidade são realmente muito complexas e vão muito mais além do querer dos nossos filhos. Vai muito mais de nós, enquanto mães.
Nestes dias, tira e põe fralda, eu me peguei lutando com o Paulo Neto às 4 da madruga porque eu queria colocar a fralda e ele não queria tirar a cueca.
Fui dormir, sem a fralda. Porque acho que sou eu que estou usando ela até hoje.

Estou na tentativa e sei que uma hora vai dar certo e vou contando aqui pra vocês mais essa experiência do pesadelo da fralda noturna.
E vocês, já conseguiram passar por isso aí?

Bjos meninas!
Por Carol Siqueira.

22/11/11

Meninas,

Hoje estou tão exausta que os meus pés parecem o dobro de peso de tanto pernear com o meu pequeno no shopping.
Uma tarde totalmente improvisada porque sinceramente, eu não aguento ver o meu pequeno entediado dentro de um apartamento.
Passeamos e curtimos cada beijinho e carinho um pelo outro. Somos cúmplices, amigos e companheiros.
Mas até aí tudo bem, eu estava super tipo mamãe está bem e no controle.
Foi até quando eu fui até uma loja de calçados experimentar um chinelinho (daqueles que prendem atrás) para o meu pequeno.
Ele ficou louco com uma nave espacial que na verdade, é um sofá e foi quase um malabarismo fazê-lo experimentar o tal chinelinho.
Pra compensar toda a trabalheira, o chinelo não ficou bom e eu com quase todo o cofrinho de fora, suando, tentando calçar o tênis nos pequenos pés e ainda sem meias.
Peeeeensa que cena, que maravilha!
No meio do corredor, meu pequeno me disse:
Mãe, meu pé tá doendo! Ai, ai!!!
Olhei para o chão e vi que havia colocado em meu pequeno os pés trocados, parecia mesmo um patinho torto com o tênis todo ao inverso.
Olha, eu dei aquela minha clássica gargalhada, mas o pior: eu não conseguia parar de rir em ver os pés tortinhos!
E foi juntando de gente, as pessoas riam junto e mais uma vez eu, de cofrinho de fora (quase bumbum amostra!) e no meio do shopping.

Que delícia de tarde!
Bjos de Carol Siqueira.



Fechar
E-mail It