19.05
2013

19 de Maio. Hoje o dia é dele!

 

O tema da festa desse ano é de Super-Heróis.

Queridas amigas,

Há 5 anos atrás lá estava eu com ele tão pequeno e frágil no meu colo. Ele nascia e com ele, nascia também uma mãe.
Com ele, nasceu uma nova vida para mim.
Uma vida verdadeira de muito amor e cheia de aventuras. Dificuldades? Claro que sim. Muitas.

Mas entre todas as novas experiências que apareceram nessa linda trajetória, coleciono gargalhadas, momentos de carinho e amor tão intenso que só Deus pôde me proporcionar me entregando essa benção e essa dádiva que é ser mãe de um menino. Meu menino. Meu filho Paulo Neto.

Ele que revolucionou os meus sentimentos, a minha forma de viver e encarar a vida. Por ele, tento ser melhor a cada dia, entre acertos e erros, vou me fazendo e refazendo a cada instante.
A maternidade foi e sempre será um marco em minha vida. Ela despertou uma nova pessoa, valorizou o que eu tinha de bom e assim, nasceu uma nova pessoa.
Mudei a minha profissão, escrevi sem parar durante esses 5 anos naquela sede de compartilhar, de aprender, de aperfeiçoar e conhecer. Nasceu o blog, a blogueira, a apresentadora de TV, uma filha e esposa melhor… E acima de tudo, Deus mais presente em todos os meus momentos enquanto mãe.

Hoje me sinto plena e pronta para mais metamorfoses porque a única certeza que temos da vida é que ela muda constantemente. Essa é a verdade.

Obrigada, Senhor, pela a saúde do meu filho e por tudo que o Senhor tem nos abençoado nesses 5 anos.
Parabéns meu filho e que venham muitos e muitos anos pela frente. Amo você além da minha compreensão!

Carol Siqueira.

15.05
2013

A avó é mãe com açúcar?

Queridas amigas,

Hoje mesmo eu estava pesquisando alguns assuntos relacionados sobre as avós de hoje e encontrei uma pergunta que me fez parar e ler todo um capítulo:
As avós é mãe com açúcar? ou,
Avós é duas vezes mães?

O marido que envelhece, a perda dos atrativos sexuais (claro que não era como antes!) e o afastamento dos filhos – essas experiências deixam vazios e sentimentos amorosos à deriva em busca de novos objetos.
O neto então se oferece com um objeto privilegiado para ocupar esse espaço. O vazio deixado pelo casamento dos filhos e o sentimento de desvalorização dos idosos podem ser compensados pela chegada do neto, prazerosa ilusão da presença de ausentes.
A relação com ele remete a um passado que retorna e traz ao mesmo tempo a possibilidade de reviver experiências antigas e de reconciliar-se com as atuais.
Dentre as variadas descobertas positivas que a maturidade oferece, talvez essa seja a experiência mais rica, pois mobiliza também emoções intensas e inéditas.

Ser avó está longe de ser uma repetição, em tom pastel, da vivência da maternidade.

A Avó é mãe com açúcar é uma frase tão repetida que nos levam a acreditar que essa seria, em relação a maternidade, uma experiência de segunda mão.
E também não é verdade que as avós só ficam com o melhor da festa e não se preocupam com problemas sérios, que seriam da responsabilidade da mãe.

Quando o bebê chora, basta entregar para a mãe! Conversa fiada. Avó não é uma mãe de segunda categoria, mãe café com leite. Quem pensa assim, esquece que há nesse enredo mais de uma mãe, mais de uma filha: as angústias da minha filha ecoam em mim com a mesma força com que o choro do bebê ressoa nela. De fato, as avós sofrem em dobro, pois sofrem pelo o choro do bebê e pela angústia da filha.

Esse trecho foi tirado do livro – O Livro dos Avós – de Lidia R.Aratangy e Leonardo Posternak.
Eu achei tudo muito sútil e acho que nós, mães atualizadas, devemos acima de tudo respeitar as avós. Os cuidados e o amor que elas tem pelos nossos filhos devem sobrepor qualquer diferença. E os autores mostram claramente aqui, nessa pequena passagem, que as avós não são mães de segunda mão. São mães e avós, sofrem pelos netos e pelos filhos. Se preocupam com os netos e com os filhos.
E digo mais: quem não aceita a ajuda de uma avó que se disponibiliza para cuidar do neto, sai perdendo e muito!

Grande abraços de Carol Siqueira. 

14.05
2013

Dar limites é…

Queridas amigas,

Tenho pensado muito sobre educação. Não a da escola.
Mas a educação que vem de criação, de berço.
É normal às vezes sentirmos tão inseguras porque as nossas crianças nos testam o tempo todo.
No meu caso, com o Paulo Neto é assim: ele me pede muito uma coisa e quando eu falo – Tá bom! A mamãe deixa. Logo em seguida ele me pergunta: Mas por que você deixou?
Ele mesmo quer saber o que ele fez de certo ou de errado e testar a minha autoridade.
Juro que às vezes acho que vou surtar. Essa é a palavra: surto total.
A fase das birras de bebê – aquelas de se jogar no chão – já passou por aqui. Agora o teste é de inteligência, de conversar e explicar. Muita explicação mesmo.
E para falar  sobre limites em crianças, ninguém melhor que Tania Zagury em seu livro Limites sem traumas. Esse é o meu livro de cabeceira, onde leio e releio sempre que eu necessito, virou um livro de consulta para mim.

E vejam só que fantástico o que ela fala sobre o que é dar limites para uma criança:
- Ensinar que os direitos são iguais para todos.
- Ensinar que existem outras pessoas no mundo.
- Fazer a criança compreender que seus direitos acabam onde começam os direitos dos outros.
- Dizer sim sempre que possível e não sempre que necessário.
- Só dizer não aos filhos quando houver uma razão concreta.
- Mostrar que muitas coisas podem ser feitas e outras não podem ser feitas.
- Fazer a criança ver o mundo com uma conotação social (con-viver) e não apenas psicológica (o meu desejo e o meu prazer são as únicas coisas que contam).
- Ensinar a tolerar pequenas frustações no presente para que no futuro, os problemas da vida possam ser superados com equilíbrio e maturidade (a criança que hoje aprendeu a esperar sua vez de ser servida à mesa amanhã não considerará um insulto pessoal esperar a vez na fila do cinema ou aguardar três ou quatro dias até que um chefe dê um parecer sobre sua promoção).
- Desenvolver a capacidade de adiar a satisfação.
- Saber discernir entre o que é uma necessidade dos filhos e o que é apenas desejo.

E é muito importante compreender que direito à privacidade não significa falta de cuidado, descaso, falta de acompanhamento e supervisão às atividades e atitudes dos filhos, dentro e fora de casa.

Portanto, minhas amigas! Dar limite é acima de tudo, dar exemplo e amor.
Bjos de Carol Siqueira.

 

 

 

23.04
2013

Você é uma mãe feliz?

Queridas leitoras,

Ontem enquanto estávamos gravando o FalaMamãe na TV sobre o dilema Maternidade X Carreira eu pude perceber que cada mulher vive a maternidade de um jeitinho bem singular e por mais que existem muitas fontes para as pesquisas, ler é sempre bom mas é muito importante  respeitar-se e entender que existem várias maneiras de viver a maternidade e se sentir feliz.
Seja mãe de 1 ou de 2. Ou de 3 filhos.
Seja trabalhando em casa, ou ficando por conta dos filhos ou trabalhando o dia todo.
Seja com todas as dificuldades quando se tem um bebê recém-nascido em casa ou uma criança no auge de seus 5 anos, fazendo todas as travessuras.
O importante é ser feliz. É saber fazer as escolhas de acordo com o coração e mesmo, que pensando no futuro e em como vou estar daqui há 20 anos, o importante é ser feliz agora. Hoje.

Lendo uma reportagem da autora do livro - Projeto da Felicidade, de Gretchen Rubin e mãe de 2 filhas - ela escreveu sobre a felicidade relacionada a maternidade.
Eu acho sensato dizer aqui que a maternidade exigem muito esforços, muitos mesmo… talvez alguns que nem saibamos que vamos ter como abrir mão de projetos, passeios e até amigos que não são mais em comum depois da chegada dos filhos.
Mas uma dica essencial que a autora nos deu é que para sermos mais felizes é dormir o suficiente. E a outra dica é tentar fazer com que as manhãs sejam mais calmas e alegres e ela mesma só conseguiu fazer isso quando ela começou a dormir mais cedo e acordar mais cedo, antes que as suas filhas levantassem da cama, e assim ela conseguiu ter mais tempo para ela.
Uma outra dica que achei maravilhosa e eu quero colocar em prática é: cantar pela manhã.
Um dia que começa bem, existe uma grande chance de terminar bem também. E mesmo quando tudo parecer ter começado mal a dica da autora é respire e tente não gritar.

Vejam aqui 8 segredos da vida adulta por Gretchen Rubin:

1) Não há problema em pedir ajuda.
2) A maioria das decisões não requer tanta reflexão.
3) Fazendo um pouco cada dia é possível realizar muita coisa.
4) A felicidade não faz você se sentir feliz o tempo todo.
5) As pessoas não notam tanto os seus erros quanto você pensa.
6) Se você não está falhando, não está se esforçando o bastante.
7) Não deixe o perfeito ser inimigo do bom.
8) Faça o seu melhor e procure não gritar com os filhos.

Já na minha visão, bem pessoal mesmo, o que me deixa mais feliz nessa vida é poder exercer o meu papel de mãe com todos os cuidados que o meu filho necessita. Sou uma mãe que se sente feliz por poder viver o simples ato de me deitar no meio da tarde com o meu filho, quando ele não vai a escola, para fazê-lo dormir.
Me sinto feliz quando dou banho no meu pequeno e ali a gente conversa. Sou feliz quando brinco com o meu filho.
E todos os momentos em que me senti mais feliz na minha vida foram os mais simples possíveis.
Já passei tardes com o meu filho e esposo, dentro de casa mesmo, e ali já fomos imensamente felizes. E somos felizes assim.

O mais importante é sermos verdadeiras com os nossos desejos e sonhos. Mães felizes, filhos mais ainda. Essa é a minha dica de hoje!
Por Carol Siqueira. 

 

 

 

 

 

10.04
2013

E quando as mentirinhas começam?

Queridas amigas,

Quem tem criança em casa sabe que de vez em quando as crianças soltam umas mentirinhas. Mas a gente sabe também que devemos orientá-los a não mentir.
O Paulo Neto sempre quer colocar o nosso cachorrinho Woody em confusão e creio que é ciúmes mesmo. Esses dias atrás ele correu para o meu quarto falando:
- Mamãe, o Woody fez xixi no meio da sala!

Cheguei na sala e não tinha xixi nenhum. Daí eu fui explicar para o meu pequeno que não pode mentir… E ele me perguntou o que era mentir, eu disse a ele que era inventar histórias que não são verdades, que não aconteceram.
Isso tudo parece bem confuso para a cabecinha de uma criança mas o que não podemos deixar nunca é de explicar e corrigir.

As crianças mais novas, segundo a revista Crescer, mentem mais porque confundem fantasia com realidade e já as mais velhas já perceberam que faltar com a verdade pode, em alguns casos, evitar certos problemas.

A instrução é sempre o melhor caminho. Não devemos perder a paciência ou ficarmos muito bravos quando essas mentirinhas acontecem mas precisamos explicar aos nossos filhos que mentira é sempre muito feio, por menor que ela seja.
Eu gosto de levar pelo lado lúdico e adoro falar do nariz grande do Pinocchio e quando o Paulo Neto vem com essas mentirinhas, eu sempre falo – Olha o nariz crescendo!
Ele mais que depressa coloca a mãozinha na boca e já me pede desculpas!

Vocês já assistiram o filme Pinocchio da Disney com os pequenos?
Fica a dica de hoje…
Por Carol Siqueira. 

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