
Amo esse assunto! Casamento depois da chegada de um filho em casa.
E claro, o que mais me motiva escrever aqui são os exemplos que tenho de minhas amigas, pedidos das minhas leitoras… enfim, mamães e mulheres que vivem esses dilemas e querem compartilhar aqui com a gente.
Eu sempre falo para as minhas cunhadas, que ainda não tem filhos, que casamento sem filhos é viver em uma eterna lua de mel. É um vivendo pelo outro. O que muda bastante quando existe uma criança porque ambos vivem por ela.
E hoje às vezes fico até pensando o que eu fazia com o meu tempo em casa sem o Paulo Neto. Engraçado, né?
Acho que já disse aqui mas graças a Deus com o meu casamento foi bem e está sendo tranquilo. É claro que tudo muda mesmo. O tempo que temos um para o outro é muito pouco se comparado antes de termos o nosso pequeno mas depois que o Paulo Neto nasceu, eu sinto mais amor e admiração pelo homem que me casei.
Nem sempre isso acontece, mas com a chegada de um bebê, pode ficar realmente complicado achar o espaço do casal. É preciso muita paciência, dedicação e vontade de seguir junto para fazer a transição da vida a dois para a de uma família sólida e amorosa.
Muitas vezes, infelizmente, com uma criança em casa, o casal se perde e não consegue mais se equilibrar em seus papéis de marido e esposa que foram perdidos através de seus novos papéis de mãe e pai.
A minha outra dica, bem pessoal mesmo, é que nas horas de estresse evitem discussões que podem levar a xingamentos, um magoando o outro com palavras, desrespeito… porque isso, mesmo depois da tempestade, a gente carrega no peito o orgulho ferido. Se estão nervosos, um tem que ceder e se possível sair até de perto.
Afinal, já sabemos que casamento é isso mesmo. Um cedendo pelo outro.
Existem também algumas ciladas que prejudicam o casamento quando um bebê está em casa.
A primeira delas é A SUPER MÃE. Ter um filho empodera a mulher. Afinal, somos nós que passamos pela gestação, parimos. E isso pode nos transformar em autossuficentes. E quando o bebê nasce, nasce uma super mãe que fica 24 horas por conta do bebê. Mas isso vai até quando o cansaço bate forte, porque é bem aí que lembramos que somos humanas e precisamos de ajuda sim. E claro, a melhor pessoa para ajudar é o pai.
A mãe que sente a tal prejudica o seu casamento porque muitas das vezes ela diminui até a participação do pai na vida de seu filho. Afinal, ele é pai e também precisa descobrir as suas maneiras de cuidar de seu filho.
A segunda cilada é A ESPERA DO PAI PERFEITO. Um incrível namorado, um marido exemplar, e como pai…
Pois é meninas, precisamos ter muito cuidado com as exigências e críticas em excesso. Enquanto existir brincadeiras de meninas com as bonecas os homens vão continuar se esquivando das tarefas de cuidados. Dá pra ver que é algo bem natural da vida. Portanto, é muito importante convidar o pai a testemunhar e participar dos cuidados infantis. Mesmo com o Paulo Neto já com 4 aninhos ainda vejo o quanto o meu marido e pai do nosso pequeno ainda está se ajeitando, se enquadrando com esta nova função. Depois do Paulo Neto eu a cada dia estou conhecendo mais o meu marido, tendo algumas surpresas boas e outras em que preciso ajudá-lo para que ele possa melhorar. E assim, o mesmo acontece comigo também.
A terceira cilada é O MARIDO CARENTE. Essa não precisa nem muita explicação e até essa semana mesmo já falamos muito por aqui sobre as viagens a dois. Mas não é preciso viajar para Paris para mimar o marido. Um simples cineminha e um jantarzinho a dois faz toda a diferença. Uma calcinha nova faz também um sucesso! Experimentem para ver! Nessa hora, deixem o filhote com a babá, vovó, uma amiga… sei lá! Mas deixem!
Não é hora de separar!
Os especialistas afirmam que, em geral, com a chegada de um bebê não é o momento ideal para a tomada de uma decisão tão séria quanto o divórcio. A separação nessa fase pode ser precipitada pois é uma fase de fragilidade em que qualquer deslize ganha proporções exageradas, OK?
Bom meninas, espero que vocês gostaram do post e claro, se quiserem comentem por aqui e assim vamos conversando mais sobre o assunto,
Mil beijos pra vocês e uma ótima e abençoada sexta-feira.
Por Carol Siqueira.

Hoje vamos falar sobre a Compulsão Alimentar. Todas nós sabemos que é muito difícil fazer uma reeducação alimentar e para isso, é preciso vencer muitos obstáculos.
Sei também que é bem difícil voltar ao peso ideal depois da gestação e para isso, você precisa não só fazer um regime e sim mudar os seus hábitos alimentares.
E como estou acompanhando a Carol Siqueira com um novo propósito em sua alimentação (ela está fazendo a Detox – uma reeducação livre de glúten, açúcar e leite) e acrescentei em seu plano essas dicas.
Vamos falar sobre alimentação e como vencer a compulsão de comer, comer, comer?
- A diferença do regime para a reeducação alimentar, é que na última, você não exclui alimentos, mas os aprende a comer com responsabilidade. Não exclui nada, porém inclui alimentos saudáveis. Assim, fica muito mais fácil de seguir em frente e conter a ansiedade.
- Mastigue lentamente e saboreie a comida. Deixe os talheres na mesa enquanto come. Preste atenção a sensação de saciedade. Faça sempre a pergunta “Ainda estou com fome?” Caso a resposta seja positiva, coma um pouco mais; porém, se for negativa, encerre a refeição. Coma porque tem fome, e não porque há comida disponível.
- Se sair da dieta, encare o episódio com calma e serenidade. É uma oportunidade para recomeçar e não colocar tudo a perder. Pior que “sair da dieta” é “achar que saiu da dieta”. A culpa, a sensação de fracasso, trazem uma grande ansiedade, e pode levá-lo a comer muito mais. O problema de um bombom a mais é comer à caixa toda, como forma de autopunição.
- Encontre outras formas de prazer que não seja apenas a comida. Vale ler um livro, sair para caminhar em um fim de tarde, fazer exercícios físicos, reunir com amigos, passear.
- Pese apenas uma vez por semana. Pesar diariamente pode fazer com que você fique mais ansioso e frustrado. Lembre-se que o processo de emagrecimento não ocorre do dia para noite. Não tenha pressa.
- Pessoas estressadas são mais ansiosas e tem maior tendência a obesidade. Pratique atividades que te dê prazer e lhe tragam relaxamento.
- Caso sinta impulso de comer, procure outra atividade para fazer, que lhe desvie o foco e atenção da comida.
- Não vá ao supermercado com fome. Coma antes de sair de casa.
- A compulsão alimentar pode ser decorrente de problemas psicológicos não resolvidos, como por exemplo: problemas conjugais, afetivos, depressão, dentre outros. Não exite em procurar ajuda profissional.
- Valorize suas conquistas. Cada meta atingida, cada refeição que você seguiu corretamente são motivos para comemorar e ficar satisfeito consigo mesmo.
- E lembre-se sempre: Você consegue e é capaz. É um ser humano que pode escorregar, mas tem a capacidade de reerguer e mudar a sua história. Acredite em você!
Pois meninas, aqui estão algumas dicas que podem ajudar vocês nesta etapa de reeducação alimentar. E não façam sozinhas! Procurem um profissional para ajudá-las e acompanhá-las em todo o processo.
Anna Raquel Mello
Nutricionista
CRN 9 – 1048-1

Desde que o Paulo Neto estava na minha barriga eu o estimulava com músicas. Músicas tipo cantigas de ninar, músicas clássicas, instrumentais e até temas de novelas valia para deixar o meu momento ainda mais especial com o meu bebê.
Depois que o meu pequeno nasceu, eu amava fazer a shantala para diminuir as cólicas e claro, relaxar meu filhote escutando música.
Logo ele segue crescendo e até hoje o meu pequeno pede música para dormir. Até mesmo no carro, quando saímos da casa de minha mãe já a noite, ele de pijaminha na cadeirinha pede a música para dormir.
E vale tudo: cantigas de ninar, músicas infantis e até músicas gospel.
Portanto, mamães! Além de estimular o carinho, o amor e acalmar a criança, a música potencializa a formação da criança. De cantigas de ninar até canções educativas na escola, a exposição da criança à música é uma das formas mais completas de oferecer estímulos positivos para o seu crescimento. Isso porque a música atua em ambos os hemisférios do cérebro, ativando as funções cognitivas e de comunicação, além da criatividade e afetividade, dando à criança uma maior flexibilidade e capacidade para a resolução de problemas.
Em nossa lista, gostamos muito do CD João, Frida e as Meninas. Uma banda musical de nossa cidade e com leves músicas infantis, adoramos muito escutar!
Pato Fu para crianças também nos emocionam muito! Já as trilhas sonoras mais lindas para você escutar com o seu baby são as dos filmes Amelie Poulin e Juno.
Sinceramente, Juno me faz suspirar com lágrimas nos meus olhos porque escutei muito em minha gravidez!
Fica a dica,
Bjos de Carol Siqueira.

Já falei sobre adoção aqui no blog com duas histórias verdadeiras e emocionantes. A primeira a dar o seu depoimento foi a Jac que me concedeu uma entrevista sobre a chegada do seu filho Daniel. Foram anos de espera e tentativas até que este casal abençoado conseguiram a realizar o grande sonho de serem pais através da adoção.
E depois tive a maravilhosa experiência de acompanhar de perto a chegada de uma princesa que também foi adotada. Hoje ela faz parte de nossas vidas e de nossa família. Foi um momento abençoado para todos nós conhecer essa linda bebê e ver a felicidade deste jovem casal que também aguardava por este momento há anos.
E recentemente foi lançada em Uberlândia a ONG de apoio à adoção Pontes de Amor. O projeto, idealizado pelo casal Sara Vargas e Rodrigo Rangel, tem como objetivo atender a demanda regional de amparo à crianças e adolescentes órfãos e/ou abrigados e famílias adotantes. A intenção é incentivar a adoção tardia (crianças mais velhas), multi racial, de irmãos, portadores de doenças físicas ou mentais, entre outros.
Muitos casais desistem da ideia de adotar uma criança porque normalmente isto implica em uma série de dificuldades, como os processos e o tempo de espera. Desta forma, a ONG “Pontes de Amor” oferece suporte no antes, durante e pós-adoção, para que pessoas com o desejo de tornarem-se pais não desistam deste ato de amor.
“Acreditamos que podemos ser um elo, ou seja, um instrumento eficaz para que muitos pais e crianças realizem seus sonhos”, afirma Rodrigo Rangel.
A ONG ainda oferece acompanhamento terapêutico, psicológico e psicopedagógico às famílias e crianças no pré e pós-adoção, auxiliando as crianças e adolescentes a processarem suas perdas (família biológica, instituição) para que se abram e consigam construir novos vínculos.
De acordo com o último balanço do Cadastro Nacional de Adoção (CNA), do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), divulgado em 31 de agosto deste ano, o número de crianças que precisam de um novo lar chega a 4.856 em todo o Brasil. Em Uberlândia o registro é de certca de 50 crianças e adolescentes aptos para adoção.
Segundo o Promotor de Justiça de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente da Comarca de Uberlândia, Epaminondas da Costa, os interessados em adotar somam mais de 100. No entanto, a maioria prefere crianças com pouca idade. Motivo que, segundo o promotor, dificulta a adoção. “Atualmente, estão à espera de pais nove crianças com idade entre dois e seis anos, 14 crianças entre sete e 12 anos e 24, com idade entre 13 e 16 anos. Além disso, muitas delas são grupos de irmãos, que tem um vínculo familiar forte e não podem ser separadas na hora da adoção”, explica Epaminondas.
Para o promotor, a iniciativa da ONG é positiva e bem vinda porque favorece não apenas as famílias substitutas, como também as crianças e adolescentes e prepara esses candidatos para a adoção. “Não basta apenas a família ter um lar estruturado, físico e emocionalmente. As pessoas precisam estar preparadas para lidar com os desafios que surgem no dia a dia. Adotar não é um ato de caridade, é preciso ter um sentimento verdadeiro de maternidade e paternidade e deve ser exercido com responsabilidade, porque filho não se devolve nunca”, finaliza.
A organização conta com o apoio de 30 voluntários e já é filiada à Associação Nacional dos Grupos de Apoio à Adoção (ANGAAD).
Acessem o blog www.pontesdeamor.blogspot.com.br e conheçam o maravilhoso trabalho dessa ONG.
Se interessou, ligue no telefone (34) 3235.0218.
Um grande abraço e boa sorte nessa linda e abençoada caminhada de amor,
Carol Siqueira.

Quando o assunto é gravidez depois dos 30 a gente já até sabe qual foi a repercurssão do post mais lido na história do FalaMamãe.
É nítido, claro e quase óbvio que as mulheres querem engravidar depois dos 30 porque o mercado de trabalho está aí, exigindo delas cada vez mais. Exigindo tempo, energia, dinheiro para se profissionalizar em cursos e mais uma série de coisas que estamos carecas de saber.
Opa! Vamos lá. Assunto interessante.
Isso só não acontece para a primeira gravidez como também acontece quando o assunto é: engravidar de novo. Eu me encaixo inteiramente neste dilema e por isso, resolvi falar dele aqui.
Ter um filho é bom demais agora, ter mais outro… Talvez dá pra esperar mais, não é?
Mas podemos esperar até quando?
Infelizmente, o reloginho biológico bate forte na cabeça da gente. Já existem muitas pesquisas mundo afora, que com certeza, futuramente, a idade não será mais um fator tão predominante para se ter filhos mas enquanto isso não acontece a notícia é…
Existe sim um prazo de validade.
Para quem já teve uma primeira gravidez a questão de ter outra, geneticamente falando, não é tão preocupante. Se a mulher já conseguiu engravidar uma primeira vez, tudo indica que não há nenhum problema grave que possa comprometer uma segunda gravidez. Tanto é que gravidez e amamentação é um bom sinal de que tudo vai bem e também uma proteção para o corpo da mulher.
Mas para certificar que tudo continua bem é extremamente valioso permanecer na rotina os exames ginecológicos que previnem doenças que atrapalham a concepção como endometriose, ovários policísticos, miomas e etc.
Então, mamães, fiquem de olho na saúde para quem quer engravidar seja pela primeira, segunda ou terceira vez.
A partir dos 35 anos a chance de uma gravidez vai ficando menor. Depois dos 43, uma gestação natural é rara.
Dizem os especialistas que a partir dos 35 anos os óvulos já são considerados velhos e nem mesmo é recomendado o congelamento deles, método que está cada vez mais comum.
Vejam só o que acontece de verdade…
As pílulas anticoncepcionais inibem a ovulação e o remédio ainda não deixa que nenhum célula amadurece, sendo também expelidas. Em cada ciclo, cerca de 1000 óvulos entram em ação mas normalmente, apenas 1 fica pronto para ser fecundado. Isso que eu chamo de milagre da vida, não é? Por isso falo e repito, filho é um presente único de Deus.
Com o passar dos anos, o número de óvulos na reserva diminui e como eles já estão lá desde sempre, sofrem a ação do tempo. Quanto mais velha, menor é qualidade deles e maior é o risco de fetos com problemas e abortos.
O que está usando muito é o congelamento de óvulos, mas como já dito anteriormente, o ideal é fazer isso antes dos 35.
Os especialistas retiram os óvulos saudáveis e os mantém em um banco. O tratamento completo, no Brasil, estima-se entre R$2 mil a R$5 mil reais e mais a taxa anual em cerca de R$1 mil para o banco.
Bom, minhas amigas!
Este post foi inspirado numa matéria da Revista Crescer já deste mês de setembro. Amei, li e reescrevi aqui para vocês.
E aí, já pensaram sobre o assunto?
Eu estou aqui martelando na minha cabecinha até quando posso esperar para ter o meu segundo filho.
Bjos de Carol Siqueira.