
Hoje eu estava pensando no que eu iria escrever no blog. Apesar de folhear algumas revistas, dar uma viajada nos sites e blogs eu sempre volto para o que eu quero falar, no que estou vivendo neste momento.
E de alguns dias pra cá, desde em que me ausentei do twitter, estou realmente voltada para a minha famÃlia, para mim mesma e meu filho. Fico o tempo todo conversando com Deus nos pensamentos e com isso, estou descobrindo o que realmente me faz feliz.
E ontem quando eu estava conversando com a minha mãe eu afirmei com muita certeza que quero ter outro filho. Eu ainda tinha algumas dúvidas se queria ter outro bebê quando pensava nas noites super mal dormidas (porque o meu pequeno me deu um trabalhinho meio exagerado), tive também uma alergia pós-parto e demorei muito para perder meus 25 quilinhos e apesar do marido trabalhar muuuuito e quase ele não fica em casa, eu tenho muita vontade de ter outro filho.
Quero ter outro bebê para cuidar. Quero ver o rostinho do Paulo Neto quando ele for conhecer o seu irmãozinho, saber cuidar dele, entender na realidade que amor de irmão é o mais forte e o que permanece para o resto da vida.
Quero a casa cheia de alegria e mais brinquedos espalhados, quero carregar carrinho, moisés, bolsas e todos os mil pertences que um bebê precisa tudo outra vez.
Quero ter uma outra barriga enorme e me preparar com mais maturidade para ser uma mãe de segunda viagem. Quero preparar o enxoval com todas aquelas roupinhas minúsculas, colocar as luvinhas nas mãos tão pequenas, cobrir aqueles pés tão frágeis do frio.
Quero sentir aquela ansiedade e a felicidade do dia do nascimento porque é muito pouco sentir aquela alegria só uma vez na vida.
Quero viver em famÃlia e ensinar para os meus filhos que a vida é maravilhosa quando acreditamos e confiamos em Deus.
Quero conhecer o meu outro filho, como ele vai ser na personalidade e que carinha ele vai ter… vai parecer com quem?
Será menino ou menina?
Por Carol Siqueira.

Ultimamente tenho recebido muitos e-mails com pedidos para dar dica aqui sobre como começar a fazer o enxoval para o bebê que está chegando.
E para a alegria das minhas leitoras, segue toda a lista de enxoval que eu comprei para o Paulo Neto. Na época eu pegava todas as listas das lojas e fui conversando com mamães, vovós, vendedoras e amigas e fiz a minha própria lista. Segui exatamente as quantidades e deu super certo. Vamos lá?

Todo mundo fica impressionado com a quantidade de coisas que eu carrego na bolsa do Paulo Neto.
Se tá frio, eu sempre levo uma roupa mais quentinha e vice-versa.
Eu nunca confio no tempo e nunca levo só o básico, roupas calculadas. Sempre gosto de levar a mais e vou dizer uma coisa pra vocês: nunca fui pega de surpresa, nunca faltou um bico limpo e uma fralda. Se levo excessos são eles que já me salvaram muitas vezes!
Vejam só o que não pode faltar nunca:
Vai sempre duas: uma de água e uma de suco! Esses copinhos da Avent são excelentes. Também gosto da linha MAM.
É exatamente essa que estou usando agora. E ela vai bem cheia de leite. Já preparada com um pouquinho de Nescau.
É melhor dar uma bolachinha dessas do que se arriscar comprando alguma coisa na rua ou em lanchonetes. Essa é a preferida do Paulo Neto.
Exatamente o dia em que esqueci de colocar na bolsa foi o dia em que mais precisei. Igual Hipoglós não tem mesmo!
Melhor a chupeta do que o dedo, não é?! Nunca levo uma, sempre carrego mais 2 na bolsa fora a que ele está usando na boquinha. Use o guardador de chupetas para deixá-las sempre limpinhas. E prefira as anatômicas, as da NUK são as melhores.
Uma mãe sem lencinhos umedecidos não é ninguém neste mundo. E este é o melhor!
Nunca saia de casa sem um termômetro e o que temos aqui em casa é bem parecido com este, o de ouvido mesmo são os melhores para as crianças e mais fáceis de usá-lo em qualquer hora e lugar.
Tem quem gosta e tem quem não gosta. Parece que em meninas não é muita aconselhável usar o talquinho mas eu sempre fui adepta ao talco desde que o Paulo Neto nasceu. E tem que ser este aqui!
A Novalgina nunca me deixou na mão e eu gosto mesmo é de usar a margosa! O feito é pá-bum! Sempre carreguei na bolsa, mesmo quando o Paulo Neto não está doente.
Pampers Total Confort. Simplesmente a melhor de todas (não estou fazendo propaganda pra ninguém, estou indicando aqui o que mais gosto e confio para o meu filho). Leve sempre na bolsa e leve muitas.
Tá calor e o sapatinho apertou? Tem que ser uma havaianinha nos pezinhos mesmo… São lindinhas e fresquinhas, o Paulo Neto têm vários modelos (masculinos, é claro!) e sempre coloco um parzinho na bolsa.
Bom, meninas!
Fora estes itens nunca deixei de carregar:
- Roupinhas fresquinhas e mais quentinhas, juntas. Independente do tempo.
- Fralda de boca nunca pode faltar na bolsa.
- Fralda grandes também, maiores que a de boca, porque sempre amarro a chupeta do Paulo Neto nelas.
- E o brinquedinho preferido da época, porque eles trocam toda semana.
Minhas amigas,
Espero ter ajudado as mamães de primeira viagem e quem tiver mais uma opção que carrega na bolsa, fale aqui pra gente.
Bjos de Carol Siqueira.
Ilustração do livro: Cocô no trono.Eu não tinha imaginado como seria difÃcil esta transição das fraldas para a cueca ou melhor, fazer o xixi e o cocô na privadinha.
Já li de tudo, já pesquisei, já perguntei para outras mães… mas quando chega a fase você fica insegura até de começar.
Eu sei que cada criança é de um jeito e que não se pode comparar mesmo quando estão na mesma idade, mas um dia desses encontrei uma amiga que morava aqui no condomÃnio em uma festinha e ela têm o VinÃcius que é exatamente a mesma idade do Paulo Neto e ele já faz cocô e xixi na privadinha.
Perguntei a ela como ela havia conseguido e ela me disse que era bastante simples:
Compre várias cuequinhas e tirei a fralda. Prepara-se que ele vai fazer xixi na cueca mas aos poucos você vai ensinando a ele para avisá-la quando for fazer xixi e cocô e quando você ver, ele já está falando e você leva-o no banheiro.
Pareceu tão simples pra ela mas para mim não tá sendo, não. Quero relatar aqui sobre o meu dilema da retirada das fraldas. Vamos falar sobre isso?

Há um monstro que assombra todas as mamães deste mundo: o fantasma da Hora de tirar as fraldas.
Quando a criança completa 2 aninhos, este fantasma começa a nos assombrar e nunca sabemos qual é a hora certa, como começar, o que devemos fazer, quais são os processos e outros muitos fatores. Pensando nisso tudo comecei a pesquisar pra valer sobre este assunto. Conversei seriamente com o pediatra do Paulo Neto, com algumas amigas que estão na mesma fase e que já passaram por isso, fui aos livros e internet…
Eis aqui um post objetivo que vai ajudá-la nesta situação, sem neura e stress.