Viver a entrega em Deus com certeza é o caminho, é a luz.
A cada dia que passa eu vou aprendendo com as pessoas, com os livros, trechos, experiências e fé que Deus está no controle de tudo e de todas as coisas.
Viver em mente significa sofrer. Não é fácil desprover da mente mas sentir o abraço de nossos filhos e entender que é eterno é a razão de toda a emoção, é a minha emoção mais pura e verdadeira.
Estou agora sim entendendo partes e vou sentindo Deus conversar aos pés do meu ouvido. Estou canalizando tudo o que me falam, tudo que eu falo e sim, vou misturando a poção. Meus prazeres estão ficando cada dia mais nÃtidos, é como você limpar um espelho esfumaçado pelo vapor, e quando vou enxugando as beiradas, vejo perfeitamente o que me deixa tão completa e feliz.
É só uma reflexão de domingo. Dia de famÃlia e descanso.
Bjos de Carol Siqueira.

Mais um dia venho aqui compartilhar as minhas ideias de mãe.
Se tem uma pessoa que é apaixonada por crianças, mães, maternidade, mamadeiras, chupetas, fraldas, brinquedos, escolas e tudo que envolve o assunto Mães&Filhos essa pessoa sou eu.
Todas nós sabemos, quem tem filhos, que vida de mãe é paulera mesmo! Tem dia que me sinto tão cansada que me vejo até voar dentro da nave imaginária do Paulo Neto.
Mas quando aperto a campainha e já escuto ele chegando esbaforido perto da porta falando: É a mamãe, a mamãe chegou!
Olha… eu fico louca com esse menininho que tanto eu cheiro, aperto, beijo e dou uns tapinhas no bumbum quando é muuuuuito preciso!
Vida de mãe é ver que o tempo não passa, ele voa até porque nem tempo pra olhar no relógio você tem.
E mesmo com aquela dor de cabeça de um dia bem cheio você encontra forças sobrenaturais (de Deus mesmo!) para sentar no chão e brincar de faz de conta ou ler um livro e ter a capacidade de fazer uns 10 personagens diferentes, um com cada voz!
É encontrar bom humor mesmo quando o seu filhote está te dobrando pra não ir pra cama e você consegue dormir antes que ele (lógico!) e logo, vem pedindo bem baixinho: Mamãe, eu quero mamá!
É levantar com um cheirinho bom de eterno bebê, é comer com o pequeno no colo pedindo arroz com feijão, é ir pra cozinha fazer um magnÃfico miojo à s 10 da noite, é vibrar com o cocô que cai na privada (ufa! sem fraldas!) mas mesmo assim, olhar para as fraldas e morrer em pensar que ele está crescendo.
É assistir Charlie e Lola mais ou menos umas 20 vezes ao dia, responder perguntas tipo: Mãe, quem está fazendo o viaduto?
E você ainda ter que explicar que é o prefeito e o que o prefeito faz.
É você chegar na escolinha e logo vem ele, suadinho, pulando no seu colo com aquela carinha mais feliz e cansado e você, ir pra casa mais feliz ainda.
Fico ainda mais feliz quando vejo as minhas amigas sentindo e vivendo tudo aquilo que tento falar aqui, sempre. E ver o mesmo brilho nos olhos de cada uma delas com os seus babys no colo.
E ainda no final do dia você corresponde toda aquela alegria com: Meu, filho! A mamãe te ama!
E ele te surpreende: Mamãe, eu te amo mais!
Conta aqui pra gente de tudo isso que você vive também e da sua experiência, comente!
Por Carol Siqueira.

Ter apenas um filho tem sido a opção de um número cada vez maior de mães e pais. Quais seriam os cuidados e os pontos a serem considerados quando se decide ter um filho único?
Aqui é Carol Moreira, psicóloga, e vamos continuar respondendo perguntas comuns sobre filhos únicos. Vamos lá?
Só notÃcias boas por aqui! Primeiro até queria pedir desculpas por tanto tempo não postar mas é que estou finalmente de volta em minha casa. O meu apartamento estava em total reforma por 2 meses e agora, finalmente em casa! De uma semana pra cá a minha vida foi organizar, limpar, carregar mas o resultado foi melhor do que eu esperava!
Tá tudo tão lindo, branquinho e a minha cozinha está um sonho!
O gostoso de ser mãe é que revivemos com os nossos filhos os momentos mais felizes de nossa vida e de nossa infância. Eu me lembro do Natal e o quanto esta festa demorava chegar. Mas mesmo assim, eu e meu irmão esperava o saco de brinquedos que meu pai sempre nos dava. Cada um ganhava um saco de brinquedos mesmo e isso era a maior felicidade que qualquer criança imaginava viver e ainda os primos de longe chegavam e todos ganhavam presentes também. Nossa, como era bom!
O mais importante disso tudo é cultivar a imaginação da criança e deixar que a infância tenha cada vez mais brilho, mais graça e sonhos. Eu esforço todos os dias para o meu filho ser imensamente feliz agora, enquanto ele é criança, para que na fase adulta ele seja um homem mais confiante de que realmente teve uma infância maravilhosa e saiba fazer o mesmo com os seus filhos. Meus futuros netos!
A decoração ficou tão linda que os nossos olhos saltaram com tanto brilho e delicadeza. A árvore da vovó Ida é toda no azul em homenagem ao seu único neto, Paulo Neto. E eu fico muito feliz com todo este carinho e amor da nossa famÃlia toda!
Bjos, amigas! Fiquem com Deus e aproveitem o feriadinho com a famÃlia.
Por Carol Siqueira.

Hoje eu fui fazer uma visitinha de rotina no meu querido mestre, meu médico, o qual eu tenho um imenso carinho e orgulho de ser sua paciente e amiga também.
Juntos filosofamos, como ele mesmo disse no final de nossa conversa, antes de falar sobre os meus exames e outros papos médicos.
Falamos sobre a famÃlia de hoje, o papel da mulher enquanto mãe e profissional, e o pai, que a cada dia está mais ausente.
O interessante é que os nossos valores e nossa forma de pensar bateu, ou seja, eu e o meu querido médico fomos verdadeiros um com o outro e de uma certa forma, temos a mesma linha de pensamento.
Levantamos que a escola está cada vez sendo mais cobrada à s vezes nem pela educação em sentido de alfabetização mas sim, por ensinar os nossos filhos valores de vida que cabe a nós, enquanto famÃlia, passar para os nossos pequenos. A mulher, que a cada dia ganha mais espaço e sucesso no mundo profissional, afasta de casa e passa pouco tempo com os filhos, nem mesmo, em algumas vezes, consegue acompanhar a evolução de suas crianças. Isso tudo não é porque ela não quer viver mas porque ela realmente não tem tempo. Simplesmente, não tem tempo.
O pai, que aparece mesmo mais aos finais de semana, exige dos filhos uma postura que nem mesmo ele sabe se é possÃvel o filho conseguir suprir a necessidade do pai.
Por isso, crianças são levadas cada vez mais cedo para as escolas, ainda bebês saem de suas casas para dormir de fraldinhas no berço sendo embalados por mulheres que não conhecem.
Aqui, não estou dramatizando, estou sendo apenas realista. Se está certo ou não, cabe a famÃlia decidir. Essa é a nova geração de pais, mães e filhos e dentro dessa grande evolução marcada por grandes mudanças na estrutura familiar, nossas crianças se ajeitam e as coisas fluem aparentemente normal.
Conversa séria assim eu não poderia de registrar aqui no FalaMamãe. E vocês, o que acham disso tudo?
Bjos de Carol Siqueira.