09.05
2013

O presente mais importante para esse Dia das Mães é com certeza, o mais simples: seu amor! Assistam esse vídeo e emocionem-se.

Queridas leitoras,

Quando eu assisti este filme pela primeira vez, eu estava dentro do meu carro na porta da escola do meu filho… Confesso que as minhas lágrimas rolaram e me enchi mais ainda de amor.
E o mais importante é a gente entender que dia das mães é todos dias e que não devemos esperar o dia certo para dizer a elas o quanto as amamos.

O amor de mãe é sublime e talvez a forma mais clara, mais próxima do amor de Deus por nós. Por esse amor que vem de graça sem nos cobrar em nada, sem preconceito algum, sem crença, sem cor… Amor forte que nos nutre. Isso é amor de mãe.
E quando eu estava assistindo esse maravilhoso filme em homenagem às mães feito pela Algar Telecom eu pensei em minha mãe na hora.
Quem conhece a minha mãe sabe do que estou falando…
Toda semana a salada de frutas que ela faz para mim tem um sabor especial, as mil ligações por dia só para perguntar se está tudo bem, durante a semana toda ela programa os nossos almoços nos finais de semana. E se eu passo por lá bem rapidinho antes de buscar o Paulo Neto na escola, ela faz um lanchinho para ele comer dentro do carro porque - ele sai da escola com muuuuuuita fome! - diz ela toda vez pra mim.
O amor de mãe transcende os limites humanos. O amor de mãe é infinito e grande demais para ser medido aqui por palavras. E quem é mãe sabe exatamente o que estou falando.

O amor de mãe cura e faz milagres e eu sou prova viva disso.
Por isso, minhas amigas a minha dica principal para esse Dia das Mães é que façamos como a Algar Telecom fez neste filme. Antes de pensarmos no presente vamos dizer as nossas mães tudo que está dentro do peito, vamos declarar para as nossas mães o nosso profundo amor e admiração que sentimos por elas.
Fica a minha dica do maior e melhor presente do mundo que podemos dar a elas: nossa gratidão.

Assistam e se emocionem também. E se inspirem!

23.04
2013

Você é uma mãe feliz?

Queridas leitoras,

Ontem enquanto estávamos gravando o FalaMamãe na TV sobre o dilema Maternidade X Carreira eu pude perceber que cada mulher vive a maternidade de um jeitinho bem singular e por mais que existem muitas fontes para as pesquisas, ler é sempre bom mas é muito importante  respeitar-se e entender que existem várias maneiras de viver a maternidade e se sentir feliz.
Seja mãe de 1 ou de 2. Ou de 3 filhos.
Seja trabalhando em casa, ou ficando por conta dos filhos ou trabalhando o dia todo.
Seja com todas as dificuldades quando se tem um bebê recém-nascido em casa ou uma criança no auge de seus 5 anos, fazendo todas as travessuras.
O importante é ser feliz. É saber fazer as escolhas de acordo com o coração e mesmo, que pensando no futuro e em como vou estar daqui há 20 anos, o importante é ser feliz agora. Hoje.

Lendo uma reportagem da autora do livro - Projeto da Felicidade, de Gretchen Rubin e mãe de 2 filhas - ela escreveu sobre a felicidade relacionada a maternidade.
Eu acho sensato dizer aqui que a maternidade exigem muito esforços, muitos mesmo… talvez alguns que nem saibamos que vamos ter como abrir mão de projetos, passeios e até amigos que não são mais em comum depois da chegada dos filhos.
Mas uma dica essencial que a autora nos deu é que para sermos mais felizes é dormir o suficiente. E a outra dica é tentar fazer com que as manhãs sejam mais calmas e alegres e ela mesma só conseguiu fazer isso quando ela começou a dormir mais cedo e acordar mais cedo, antes que as suas filhas levantassem da cama, e assim ela conseguiu ter mais tempo para ela.
Uma outra dica que achei maravilhosa e eu quero colocar em prática é: cantar pela manhã.
Um dia que começa bem, existe uma grande chance de terminar bem também. E mesmo quando tudo parecer ter começado mal a dica da autora é respire e tente não gritar.

Vejam aqui 8 segredos da vida adulta por Gretchen Rubin:

1) Não há problema em pedir ajuda.
2) A maioria das decisões não requer tanta reflexão.
3) Fazendo um pouco cada dia é possível realizar muita coisa.
4) A felicidade não faz você se sentir feliz o tempo todo.
5) As pessoas não notam tanto os seus erros quanto você pensa.
6) Se você não está falhando, não está se esforçando o bastante.
7) Não deixe o perfeito ser inimigo do bom.
8) Faça o seu melhor e procure não gritar com os filhos.

Já na minha visão, bem pessoal mesmo, o que me deixa mais feliz nessa vida é poder exercer o meu papel de mãe com todos os cuidados que o meu filho necessita. Sou uma mãe que se sente feliz por poder viver o simples ato de me deitar no meio da tarde com o meu filho, quando ele não vai a escola, para fazê-lo dormir.
Me sinto feliz quando dou banho no meu pequeno e ali a gente conversa. Sou feliz quando brinco com o meu filho.
E todos os momentos em que me senti mais feliz na minha vida foram os mais simples possíveis.
Já passei tardes com o meu filho e esposo, dentro de casa mesmo, e ali já fomos imensamente felizes. E somos felizes assim.

O mais importante é sermos verdadeiras com os nossos desejos e sonhos. Mães felizes, filhos mais ainda. Essa é a minha dica de hoje!
Por Carol Siqueira. 

 

 

 

 

 

18.03
2013

Que a nossa semana comece assim: sendo abençoada por Deus em todos os nossos passos!

Na sua casa deixe a bíblia aberta. Eu sempre deixo a minha aberta no Salmo 91.  

 

Queridas amigas,

Não pude começar a semana diferente.
Estava em meu quarto, fazendo as minhas orações para fechar o meu domingo, com a bíblia aberta em meu colo li em vários lugares, como mensagens enviadas por Ele, que devemos ser orientadoras e mensageiras das palavras de Cristo. Nós mulheres devemos levar para as nossas famílias, amigas e em todos os canais de comunicação que tivermos alcance a palavra e os ensinamentos de Jesus a todos que estiverem por perto.
Quando fui lendo tudo isso, já entendi o que eu deveria fazer. Era mais de meia noite, abri o meu computador e comecei a escrever tudo isso que vocês estão lendo agora.
Não posso deixar passar os chamados de Deus em nossas vidas e sinto que neste blog, o FalaMamãe, é muito mais que ensinar a trocar a fralda ou tirar a chupeta…
Sinto que neste cantinho nosso tão especial é também o lugar de trocarmos as nossas experiências com Deus.
E nas minhas orações, Ele me falou que a fé é mais que acreditar, é seguir. Seguir o Caminho e saber esperar o Momento Dele.
Portanto, minhas queridas amigas, vamos começar essa semana diferente. Vamos levar mais Deus para as nossas casas, pedir as Suas Bençãos para os nossos filhos, que Ele nos purifique com muita saúde espiritual, mental e física.
Que o Senhor Jesus possa nos afastar de todo e qualquer mal humano e espiritual. Que Ele tome conta de nossos trabalhos, de nossas vidas e nos enche de Teu Amor e Milagres.
Que Ele abençoe os nossos filhos, nossos maridos e toda a nossa família. Que Ele seja a nossa sombra e proteção.
Viver a maternidade não é tão fácil. Tem dias que parece que estamos vivendo em provas e sabe qual é a verdade? Estamos sempre em provas sim.
Precisamos ser as defensoras espirituais de nossos filhos. Somos guerreiras de Deus e guardiãs de nossas crianças.

Vejam só o que eu anotei no meu caderninho de estudos de minhas leituras bíblicas e que resolvi compartilhar com vocês – O que eu devo fazer para ajudar a minha família?

- Reservar um tempo para falar de Deus com o meu filho
- Escutar mais louvores e assistir DVDs infantis bíblicos
- Abençoar a água e o alimento
- Falar da bíblia para o meu filho
- Pedir ao marido para que ele também fale mais de Deus para o nosso filho
- Ir trabalhar e abençoar o nosso local de trabalho e as nossas finanças
- Fazer o Salmo 91 todos os dias.

Um semana cheia de bençãos, saúde a paz para todas vocês, minhas amigas!
Que Deus e Nossa Senhora estejam sempre com as nossas famílias e em cada passo que dermos,

Super bjos de Carol Siqueira. 

 

13.03
2013

Na nossa casa é assim…

 

Queridas amigas,

Ontem até falei no meu Instagram – que é @falamamae – da minha paixão por cuidar da minha casa.
Eu cresci vendo a minha mãe e meu pai cuidando da nossa casa, reinventando, redecorando, mudando os móveis de lugar, pintando e peguei o gosto de cuidar assim da minha também. É genético!

O nosso apartamento é pequeno mas o amor que temos por ele é grande demais.

E isso se intensificou depois da chegada do Paulo Neto porque adaptar uma casa, que é pequena, moderna onde só morava um casal de publicitários (eu e meu esposo) que só chegava em casa a noite depois de um dia de trabalho para um apartamento gostoso, que dê liberdade para uma criança brincar e ter o seu espaço no seu mundo sempre foi muito desafiador para mim.
E eu sempre vou evoluindo de acordo com a idade do meu pequeno. As coisas vão mudando porque ele também está se transformando.
Quando ele era bebê havia mais brinquedos espalhados pela casa, tapetes anti-escorregantes, um quarto só para os brinquedos e hoje já me preocupo com uma mesinha para as tarefinhas de casa, mais gavetas e porta trecos, onde ficar os livros… e daí vai. Somos aqui em casa uma metamorfose ambulante.
Mas o que eu nunca deixei é que o meu pequeno não tenha liberdade dentro de casa. O armários de bolachas já fica ao seu alcance (é claro que ele sempre me pergunta se pode comer), os garfos e facas ficavam dentro de uma vasilha grande lacrada e hoje já voltei todos eles para uma gaveta porque o Paulo Neto já tem 4 anos e sabe dos perigos, todos os seus DVDs estão guardados dentro de uma caixa onde ele mesmo pode pegar e escolher o filme, fora a Apple TV que temos no quarto dele e que ele amaaaaa devido a variedades de desenhos…

 

Se cada um tem o seu canto. Esse é o meu preferido! Ao lado da minha cama fica a minha barrigudinha baiana e os meus livros.

E eu comprovei que a organização faz bem para todos os seres humanos, até mesmo para os pequeninos, quando a professora me contou que nos primeiros dias de aula o meu filhote chegou na sala, escolheu um lugar para sentar nas mesinhas e perguntou a professora se aquele poderia ser o seu lugar, eu percebi que ele gosta de ser organizado respeitando também o espaço dos outros. Isso é bom!
O importante é a criança entender que tem o seu lugar mas sem também abafar as extrapulias que toda infância tem que ter!

 

Na nossa geladeira tem a programação dos lanches por dia da escola e uma foto linda de meu pequeno que ganhei de presente da minha amiga e fotógrafa Laila Moxon.

 

O arquiteto Marko Brajovic falou assim para a revista Pais&Filhos Casa:

Existem 2 tipos de pais: os que acham que a criança não pode invadir a casa e fazem um cantinho para ela, isolado; e os que aproveitam a presença da criança para refazer alguns pedaços da casa e integrá-la.
Na minha opinião, é preciso deixar a criança conquistar os próprios espaços na casa para se sentir parte dela. Eu e minha mulher aproveitamos a chegada da nossa filha, Zoe, de três anos para observar os cantinhos que ela mais gostava de ficar. A partir daí fomos adicionando coisas para estimulá-la a ficar nestes lugares. Na sala, por exemplo, embaixo da rede é onde ela gosta de brincar de comidinha. Tem lá um fogão, mesinha e panelinhas…  
Com relação a bagunça… o que a gente chama de bagunça, ela chama de brincar! Mas organizamos um pouco isso colocando uns nichos onde ela possa guardar as coisas dela. É claro que o dia em que ela está muito cansada, vai dormir e deixa tudo espalhado. Daí a casa fica mesmo meio infantilizada, no sentido bom da palavra.

 

Na cozinha tem um mix de coisas: o potinho da Vó Laura, bisa do Paulo Neto, com rosquinhas de polvilho que ela faz pra mim sem glúten. O cofrinho do Paulo Neto do Museu da Criança de Boston e lá guardamos moedinhas para depois abrir e comprar brinquedinhos. E lembrancinhas que trouxemos da Disney. E lá atrás tem um potinho com fita dourada, com sal grosso – presente da minha mãe contra mal olhado! Engraçado, né?!

Onde tem criança, tem cheiro de criança. Tem cor. Tem bagunça gostosa…
E quando os nossos filhos crescerem, a vida vai se tornar mais séria e organizada. Vamos sentir falta desse descontrole maravilhoso que é viver e morar com crianças,

No quarto do Paulo Neto tem desenho espalhado pra todo lado. Aqui eu deixo fazer o que ele quer, colar com adesivos… Acho tão gostoso olhar para esses rabisquinhos lindos!

Cada fase tem a sua cor e acredito que essa é a fase de nossas vidas viver no meio de um turbilhão de cores, tintas, giz de cera, brinquedos. E quero mais. Com outros filhos que Deus ainda há de me presentear,

Super bjos de Carol Siqueira.

28.02
2013

O mundo precisa de Mães.

 

Queridas amigas,

Enquanto eu estou a caminho da escola, para ir buscar o meu pequeno, ligo o som do meu carro e vou escutando as minhas músicas preferidas.
Ali passa um filme na minha cabeça, desde antes o Paulo Neto nascer, desde a minha infância, na casa dos meus pais, meus amigos de adolescência.
Todas as minhas lutas, minhas conquistas, nos meus momentos fracos, de lágrimas… E até de dor.
E vejo que tudo passou. Tudo.
E já me sinto tão afortunada naquele momento, sinto a presença de Deus em meu coração tão fortemente, é tão real o sopro Dele em minha vida.
Em nossas vidas.
Ele me deu um filho maravilhoso e isso já é uma glória.
E quando eu penso nas dificuldades que eu vivi com a Doença de Crohn e os meus medos do futuro já penso o quanto já valeu a pena em tudo na minha vida.
O quanto me sinto acariciada por Deus.
A fé não me abandona nunca e nem eu abandono ela. E mesmo às vezes pedindo perdão pelas minhas falhas, porque sou ser humano, sinto o quanto já aprendi com esses erros. E vou aprender mais porque nunca estamos prontos.
E nessa caminhada que se chama vida estou amando mais as pessoas que passam por mim. E cada vez mais confiando no tempo.
Só o tempo cura tudo. O tempo é o dono da verdade, do amor que permanece.

O tempo é um mestre invisível, que não queremos às vezes enxerga-lo, mas ele está ali. Dono de tudo.
E tudo vem no tempo certo. No tempo de Deus.
Quem acredita em Deus, tem a certeza de que Ele é o caminho e se souber esperar, orando e vigiando… Terá tudo, no tempo certo.

Este é o meu recado de hoje, minhas amigas!
Vida de mãe não é fácil, é cansativo, exaustivo mas somos sim, abençoadas por Deus porque temos vidas em nossas mãos. Vamos fazer o nosso trabalho do melhor jeito possível. Sigam o coração. Na maternidade, ele não tem erro.
O mundo precisa de MÃES. E mães significam amor.

Abraços de Carol Siqueira. 

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