28.02
2013

Culpa não! Feliz.

Queridas amigas,

Passei aqui rapidinho só mesmo pra relatar as minhas delícias em que eu vivo com o meu pequeno…
Ontem foi um dia muito corrido, pouco vi o meu pequeno, fiquei no estúdio gravando das 14h00 às 18h00 e depois tive outro compromisso a noite e então, só cheguei em casa às 9. Cheguei seca no meu filhote!
Maridão cuidou direitinho. Ele já tinha jantado, estava de pijama e banho tomado! Mas os olhinhos estavam pequenos de sono.
Então mais que depressa eu já o peguei e coloquei na minha cama e ainda tivemos um momento bem gostoso juntos: a nossa leiturinha noturna!

Estou muito tranquila com relação à culpa. Verdadeiramente, não sinto nenhuma culpa por me dividir entre o trabalho e o meu pequeno.
Estou feliz, fazendo o que sempre sonhei (ou melhor, não sonhei tão alto assim não) e aprendendo com pessoas, compartilhando novas experiências e acima de tudo, trabalhando no que eu mais amo viver.

Tenho horários muito flexíveis e hoje de manhã fiquei brincando com o meu pequeno o tempo todo, nós 2, de pijamas até agora.
Esse foi um recadinho para as mamães que às vezes se sentem culpadas por não terem o tempo desejado com os seus filhos mas o que precisamos pesar é que fazendo o que ama, essa alegria é transmitida para os nossos filhos.
O que eu não gostaria de viver é que se fosse todos os dia assim,  ficar das 8 às 8 fora de casa e mal ver o meu filho. Isso eu não aguentaria mesmo!
Mas eu só tenho mesmo que agradecer a Deus por essas oportunidades em minha vida e pedir a Ele que continue nos abençoando sempre.

Ontem entrevistei para o programa Adaptação na Escola que vai ao ar neste sábado, dia 2/03, às 13h00 no Canal da Gente:
A Denise Bortoletto (de camisa amarela) que é psicopedagoga. E as mamães Thassyane e Paula Franqueiro. Elas contaram tudo como foi o processo de adaptação de suas crianças e como elas lidaram com essa fase.

Para o o Programa Adoção, que vai ao ar no sábado do dia 9/03, Canal da Gente às 13h00:
A mamãe que adotou um lindo menino, a Meire Dulce e o jovem Anderson Rosa que foi adotado 2 vezes. Emocionante entrevista! E para fechar, falei com a Aline Maia, advogada especialista em Direitos da Família e ela explicou passo a passo da adoção.

E agora, vou correndo porque tenho ainda que dar um banhozinho no meu pequeno e arrumá-lo porque daqui a pouco tem escola e lá vou eu, trabalhar, escrever e falar. Falar muito sobre maternidade, as suas aventuras, culpas e outros dilemas.

Fica um bjo de Carol Siqueira. 

 

28.12
2012

E quando as caixas são mais divertidas que os seus próprios brinquedos?

Nessa casa eu fui criada. Eu era tão pequena, chegamos aqui quando eu tinha exatamente a idade do meu pequeno: 4 aninhos.
Todos os meus sonhos de infância foram realizados nessa grande casa branca, abençoada e que hoje faz a alegria do meu filho.

Queridas amigas,

Hoje foi um dia tão gostoso que merece até um post!
Com um calor de derreter tive a idéia de passar o dia na casa da minha mammy. Para quem mora em apartamento as coisas ficam bem mais simples. É só fechar e pronto! Tudo continua limpo e organizado!
E com isso, eu sempre levo a Naná com a gente. Porque enquanto eu tomo sol, a Naná diverte com o meu pequeno e minha mãe garante até novos brinquedos.
Mas tudo ali, bem pertinho de mim.
É tão gostoso porque neste dia tão divertido, eu não olho no relógio, não me preocupo com nada.
Na casa da minha mãe tem um ateliêzinho, com máquina de costura, tintas e tudo mais. E lá ficam também alguns dos brinquedos do Paulo Neto (porque eles já tomaram os quartos). Lá eles inventam de tudo! Até nave especial já saiu de lá e minha mãe tem uma facilidade para essas coisas, idéias e tudo se transforma em diversão.

 


Mas hoje eles foram longe demais e o meu pequeno delirou. Minha mãe pegou caixas de papelões dos presentes de Natal e fez um caminhão.
Pensa num menino feliz que deixou todos os brinquedos de lado e ficou a tarde toda brincando com o seu caminhãozinho de papel. Que na verdade parece mesmo uma furrequinha.
Mas o segredo de tanta alegria e entusiasmo é que ele ajudou durante toda a produção do seu mais novo brinquedo. A magia de criar e produzir, se transformar é com certeza, o maior divertimento que uma criança pode ter.
Hoje eu vi de perto que nada, nenhum brinquedo brilhante e barulhento tomaria o lugar de sua furrequinha linda feita com tanto carinho pelas mãos de uma vó muito criativa e um netinho muito feliz.

 

 

E aí, o que você acha de brincar assim também com os seus pequenos nessas férias?
Bjos de Carol Siqueira.

26.11
2012

Pois é assim que sou a mãe mais feliz deste mundo!

O vínculo não se constrói com grandes momentos. Pois são nos mais simples é que ganhamos as melhores lembranças.

Queridas amigas,

Tem aroma mais gostoso que cheirinho de filho?
Com certeza não!
E hoje foi um daqueles dias mega super corrido, desde a hora que acordamos até agora a noite, eu e meu pequeno só nos desgrudamos um pouquinho quando ele foi tomar banho com o papai para encerrar o dia.
Ele não foi a escola porque tinha o retorno no pediatra e eu, tinha muitas coisas pra resolver e então levei o meu filhote pra onde fui.
E sabe do que eu mais gosto disso? Aproxima a gente!
Mesmo muito cansada no final do dia e ainda ter que ler os meus e-mails, escrever aqui no blog… Eu me sinto a mãe mais realizada e feliz deste mundo!
E hoje fizemos até um lanchinho no carro e além do meu pequeno se divertir muito, ganhei vários beijinhos e até dicas tipo:
Mamãe, você já precisa cortar o seu cabelo né?!

Meu homenzinho já sabe das coisas e finalizei o dia seguindo bem a dica do meu filhote. Fui ao cabeleireiro enquanto meu baixinho tirava uma sonequinha na casa da vovó, super cansadinho.

Mas meninas, a maior finalidade deste post é falar aqui pra vocês que quanto mais filho, melhor.
Momentos bem simples como passamos hoje, com tarefas do dia a dia, descubro cada novidades em meu filho.
Vejo o quanto ele está falando melhor, com mais palavras em seu vocabulário.
Participo mais de seus conflitos e tento ajudá-lo.
Temos mais tempo para conversarmos e claro, sempre orientando o meu pequeno em tudo.
Hoje foi um dia atípico porque ele não foi a escola mas logo ele estará de férias e vou querer muito ficar, sempre que puder, bem pertinho dele.

Bom, começo a minha semana assim. Aproveitando cada segundinho com o meu pequeno e divertindo com a minha rotina. Tudo bem normal mas muito feliz.
Porque a felicidade não precisa de lugar. Ela vive dentro da gente e precisa de muito pouco para ser vivida.
Então, minhas amigas, sejam felizes do jeito mais simples de viver. Assim que é bom!

Bjos de Carol Siqueira. 

 

08.11
2012

Nuvens.

Amadas leitoras,

Enquanto estávamos, eu e meu pequeno, no trajeto para a escola. Nós dois dentro do carro, houve um momento de silêncio.
Eu até me virei para trás rapidamente para certificar se estava tudo bem e vi o meu pequeno contemplar o céu.
Foi então que ele me disse que as nuvens pareciam algodão doce. Eu disse que pareciam mesmo.
Meu pequeno disse que havia visto um nariz… Ficamos rindo juntos!
Foi então que eu falei sobre as maravilhas e obras de Deus. De todas as Suas Criações.
Falei do Sol e da sua importância para as plantas.
Falei da chuva. E falei da nossa fé.
Disse ao meu filho que é maravilhoso caminhar na vida quando temos Fé em Deus.
Falei com muita certeza no meu coração. Disse ao meu filho que eu sempre tive muita fé, mas muita mesmo!
E ainda reforcei que viver com Fé é maravilhoso!

Tenha fé, meu filho! Tudo que tiver que pedir e agradecer, agradeça e peça a Deus! Em tudo!
A mamãe conversa sempre com o papai do céu. Sempre. A gente não consegue vê-lo mas Ele nos escuta.

Foi quando o meu pequeno, de apenas 4 anos, me disse assim:
Mamãe, eu sinto o papai do céu quando bate o meu coração!

Tive que conter as minhas lágrimas porque já aproximávamos da escola.

Muitas mães já me perguntaram como estou criando o meu filho na fé.
E digo isso pra vocês agora.
Quando temos Deus fortemente enraizado em nosso coração, tudo que sai de nossa boca são palavras de amor e fé.
Eu não espero me deitar para conversar com Deus. Eu não espero ir a igreja para me encontrar Com Ele.
Eu converso a cada minuto com Deus. Eu Sinto a Sua Presença em todo instante.
E nisso, eu falo de Deus a todo momento com o meu filho.
O quanto Ele é bom e o quanto somos mais felizes quando acreditamos Nele. Mas quando eu falo, eu passo a certeza de que a vida vale muito mais a pena quando temos fé.
O meu filho sempre presta atenção quando eu falo de Deus pra ele. Porque ele consegue ver a minha empolgação, a minha adoração pelo Nosso Senhor.

Portanto, minhas queridas leitoras,
Não esperem o domingo da missa, a oração da noite,
Falem de Deus sempre com seus filhos, puxem o assunto e mostrem as suas crianças que Deus está em todos os lugares, que Ele nunca nos abandona.
É claro, que tenho minhas recaídas, sou um ser humano. Mas mesmo nas dificuldades, peço coragem ao meu Pai.
Que Ele sempre me dê discernimento, esperança e que Ele me conforte em tudo aquilo que não posso alcançar.

Por Carol Siqueira.

02.10
2012

Peraí, mamãe!

Queridas amigas,

Há tempos eu estava querendo escrever este post. E claro, no Mês das Crianças, um mês muito especial aqui no FalaMamãe preciso contar isso pra vocês!
Como somos seres ansiosos, né? A cada dia que passa nos cobramos mais, em tudo.
Já mal colocamos os pés no chão ao levantar, de manhãzinha e já começamos naquela correria. Às vezes me sinto igual ao Butt, o nosso ratinho de estimação. Quando colocamos o Butt na bolinha transparente para ele dar uma voltinha, ele sai correndo desesperado, sem rumo, de lá pra cá… Corre, corre e na maioria das vezes, sem sair do lugar.
E pensando nisso tudo… Minha cabeça vira mesmo um cata-vento, girando, girando…
O Butt me fez amarrar as pontas do que eu já sabia mas não percebia.
O tempo das crianças não é o nosso mesmo tempo, adultos, afobados… vivemos correndo com comida na boca.
De uns dias pra cá venho percebendo muita agressividade no Paulo Neto. Uma criança de apenas 4 anos estava estressado. Essa é a palavra: stress!
Não que eu esteja justificando os seus ataques de birras, sei que isso é da idade também e temos que podar mesmo, cortar essa… Mas o meu filho parecia mesmo estar estressado.

Vejam os indícios, na real, que aconteceu aqui em casa:
- Comportamento muito agressivo. Principalmente comigo. A criança sempre quer te falar alguma coisa e ela fica às vezes deste jeito mesmo. Agressiva porque nem ela sabe o que está acontecendo mas ela está é cansada.
- Ficando mais doente. Toda semana eu estou no pediatra com o meu pequeno. De uns tempos pra cá o Paulo Neto anda tomando até antibiótico, quase semana sim e semana não.
- Com o sono agitado a noite e cheguei até escutar ele ranger os dentes. Conversando a noite, sentando na cama dormindo… até que eu vá ao quarto e o acalmo.

Peraí!
Instinto de mãe aflora na hora. Lá vou eu mais uma vez recorrer a minha fé em Deus e pedir a Ele que sempre me ajude, me guie.
Dei um STOP em tudo! Até na escola, afinal o meu filho tem apenas 4 anos, ele está no maternal.
Por ordem de seu pediatra e ordem cumprida, não voltar a escola até que ele melhore de verdade. Sem febre e sem tosse. O mesmo com a natação.

E o mais importante disso tudo: o relógio dele é do Homem-Aranha, de plástico e que mal marca as horas. Não é igual o meu, as coisas não funcionam assim.

Eu estava me esquecendo, mais uma vez tentando o melhor para ele, do básico: de brincar e dormir.
Tem 10 dias que o Paulo Neto está em casa somente brincando, comendo e dormindo as suas 2 horinhas sagradas durante a tarde.
Estou muito feliz por ter seguido os meus instintos maternos e ter escutado o meu coração.

E falo pra vocês, infância boa mesmo foi a nossa em que íamos para a escola no auge de nossos 5 anos e até essa idade a única coisa em que fazíamos era brincar. Tanto é que as escolas tentam resgatar algumas de nossas brincadeiras onde ficávamos a tarde toda, sem pressa, de pés descalços, comendo lanchinho da mamãe! Afinal, é brincando que se aprende! 

Está comprovadíssimo: criança não fica nervosa a toa!
Super bjos de Carol Siqueira. 

 

 

 

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