
O período da gravidez é o único da nossa vida que temos orgulho de nossa barriga e queremos mesmo, é que ela cresça. Não é?
Mas tomem cuidado com os exageros porque não vale comer por 2. Eu mesma fui uma que tive um aumento de peso acima da normalidade e por mais que não tive nenhum problema com pressão ou outros fatores relacioandos ao exagero, a DICA de hoje é: saiba que quando o bebê nascer tudo vai ficar. A barriga, o peso excessivo e a dificuldade de voltar ao seu corpo de antes.
Como você já deve saber o ideal é engordar entre 10 a 12 quilos e você deve fracionar a sua refeição em 7X ao dia ou seja, para não sentir muita fome e também não comer muito durante 1 refeição.
Segue aqui uma lista do que NÃO pode faltar na sua dieta de jeito nenhum. Resultado: por dentro, seu corpo ficará tinindo e, por fora, lindo como nunca. Um último toque: não deixe de fazer um pré-natal completo, com um especialista. Isso é a garantia da saúde de vocês dois!
• Ácido fólico
Atua na formação do tubo neural do bebê. Fontes: miúdos, verduras verde-escuras (brócolis, espinafre e couve), feijão-branco e legumes.
• Cálcio
Importante para a formação dos ossos do bebê e ajuda na manutenção da estrutura óssea da grávida. Fontes: leite, iogurte, cottage, ricota, couve, semente de girassol, semente de linhaça, gergelim, iogurte desnatado.
• Vitamina D
Auxilia o aproveitamento do cálcio pelo organismo. Fontes: leite, fígado, atum, salmão, sardinha.
• Ferro
Previne anemia. Fontes: carnes vermelhas, miúdos, fígado, verduras verde-escuras, gema de ovo, frutas secas.
• Vitamina C
Auxilia a absorção do ferro. Fontes: frutas cítricas (laranja, limão, acerola, maracujá) e vegetais folhosos.
• Líquidos
Fundamental para o funcionamento adequado do organismo. Beba de 2 a 3 litros por dia, principalmente de água.
• Fibras
Evita que o intestino fique mais lento, o que ocorre com freqüência com as gestantes. Fontes: alimentos integrais (arroz, massa, pão, cereais), verduras e legumes crus e frutas com casca e bagaço.
Aproveite o barrigão. E acredite: esta é a sua fase mais linda!
Bjos de Carol Siqueira.
Olá Minhas Amigas!
Eu vivo me perguntando se a alimentação do Paulo Neto está equilibrada, se estou alimentando-o de maneira correta e se ele está se desenvolvendo bem. Acho que todas nós, mães temos dúvidas com relação ao cardápio de nossos filhos. E sábado, dia 19, o Paulo Neto já está completando 1 ano e 7 meses e estava pesquisando mais sobre este assunto para poder aprimorar a alimentação dele e com isso, achei um tesouro: uma cartilha chamada Dez Passos para uma Alimentação Saudável – Guia Alimentar para Crianças Menores de 2 Anos. Escrita em linguagem simples e acessível, descreve as principais dúvidas dos pais acerca da nutrição dos pequenos e recomenda atitudes amparadas em diretrizes internacionais, como as da Organização Mundial de Saúde. Ao ler, resumi as principais informações e agora você pode conferir aqui no blog do Paulo Neto.
1) Dar somente leite até os seis meses, sem oferecer água, chás ou qualquer outro alimento. O leite materno tem todas as vitaminas, a quantidade de água exata para o bebê e a mãe que amamenta deve ingerir no mínimo 2 litros de água por dia.
2) A partir dos 6 meses oferecer de forma lenta e gradual outros alimentos, mantendo o leite materno até os 2 anos de idade ou mais. No início a quantidade de alimento que a criança ingere é pequena, pois ela está acostumando ainda com a sua nova rotina alimentar. E a mãe deve oferecer o peito sempre após as essas refeições e é muito importante que a criança beba água entre as refeições.
3) A partir dos 6 meses, dar alimentos complementares 3 vezes ao dia se a criança receber o leite materno. E 5 vezes ao dia, se a criança já estiver desmamada. E é muito importante lembrar que a partir do momento que a criança começa ingerir outros alimentos a absorção de ferro do leite materno reduz drasticamente por isso, é essencial a introdução de carnes e vísceras em seu cardápio, mesmo se for ingerida em pequenas quantidades. Dependendo do caso, o pediatra acrescenta o ferro em forma de frasco.
4) A alimentação complementar deve ser oferecida sem rigidez de horários, respeitando sempre a vontade da criança. As crianças precisam ser estimuladas a comer e nunca forçadas. Se ela estiver ainda mamando ofereça as refeições – no meio da manhã, no almoço e a no meio da tarde. Caso ela já estiver desmamada acrescente mais 2 refeições – no início da manhã e no início da noite.
5) A alimentação complementar deve ser espessa desde o início e oferecida de colher. Começar com consistência pastosa (papas/purê) e gradativamente aumentar a consistência até chegar a mesma alimentação da família. Sopas e comidas ralas não oferecem energia suficientes para a criança. A partir dos 8 meses a criança deve ingerir os mesmos alimentos preparados para a família desde que sejam amassados, desfiados ou cortados em pequenos pedaços. Cuidado para a criança não engasgar pois ela ainda está aprendendo a mastigar!
6) Oferecer a criança diferentes alimentos ao dia. Uma alimentação variada é a alimentação colorida. Ofereça alimentos novos gradualmente, apenas 1 alimento novo por refeição. E para melhor absorção do ferro ofereça na mesma refeição frutas ricas em vitaminas C: laranja, limão, acerola, caju e goiaba. Coloque separadamente os alimentos no prato para que a criança possa conhecer o seu gosto e cor por vez.
7) Estimular o consumo de fruta, verduras e legumes nas refeições.
8) Evitar açucar, café, enlatados, frituras balas, refrigerantes, salgadinhos e outros guloseimas nos primeiros anos de vida. E usar o sal com moderação. A absorção deste tipo de alimento pode irritar a criança devido a sua mucosa gástrica ser ainda muito sensível e ainda dificultar a absorção de nutrientes de outros alimentos.
9) Cuidar da higiene no preparo e manuseio dos alimentos; garantir o armazenamento e a conservação adequados. Lavar bem as mãos, usar e oferecer somente água filtrada para a criança, manter o alimento em local fresco e sem contatos com insetos e outros animais, conservar bem as frutas, legumes e verduras. Tudo isso impede a infecção diarréica que ainda é a maior causa de morte entre crianças pequenas. Nunca ofereça resto de uma refeição e o adulto responsável por fazer e oferecer deverá lavar muito bem as mãos com água e sabão.
10) Estimular a criança doente a se alimentar oferecendo a sua alimentação habitual e alimentos preferidos, respeitando a sua aceitação. Quando a criança está doente os primeiros sintomas aparecerem e os últimos a desaparecerem é: falta de apetite e febre. Por isso ofereça pouca quantidade e deixe a criança ingerir o quanto ela quiser, não forçe os horários. O importante é que ela se alimente da forma que ela necessitar.
Bom, gente! Por agora é só.
Hoje tem mais post pra vcs! Me acompanhem :)