
Ontem enquanto estávamos gravando o FalaMamãe na TV sobre o dilema Maternidade X Carreira eu pude perceber que cada mulher vive a maternidade de um jeitinho bem singular e por mais que existem muitas fontes para as pesquisas, ler é sempre bom mas é muito importante respeitar-se e entender que existem várias maneiras de viver a maternidade e se sentir feliz.
Seja mãe de 1 ou de 2. Ou de 3 filhos.
Seja trabalhando em casa, ou ficando por conta dos filhos ou trabalhando o dia todo.
Seja com todas as dificuldades quando se tem um bebê recém-nascido em casa ou uma criança no auge de seus 5 anos, fazendo todas as travessuras.
O importante é ser feliz. É saber fazer as escolhas de acordo com o coração e mesmo, que pensando no futuro e em como vou estar daqui há 20 anos, o importante é ser feliz agora. Hoje.
Lendo uma reportagem da autora do livro - Projeto da Felicidade, de Gretchen Rubin e mãe de 2 filhas - ela escreveu sobre a felicidade relacionada a maternidade.
Eu acho sensato dizer aqui que a maternidade exigem muito esforços, muitos mesmo… talvez alguns que nem saibamos que vamos ter como abrir mão de projetos, passeios e até amigos que não são mais em comum depois da chegada dos filhos.
Mas uma dica essencial que a autora nos deu é que para sermos mais felizes é dormir o suficiente. E a outra dica é tentar fazer com que as manhãs sejam mais calmas e alegres e ela mesma só conseguiu fazer isso quando ela começou a dormir mais cedo e acordar mais cedo, antes que as suas filhas levantassem da cama, e assim ela conseguiu ter mais tempo para ela.
Uma outra dica que achei maravilhosa e eu quero colocar em prática é: cantar pela manhã.
Um dia que começa bem, existe uma grande chance de terminar bem também. E mesmo quando tudo parecer ter começado mal a dica da autora é respire e tente não gritar.
1) Não há problema em pedir ajuda.
2) A maioria das decisões não requer tanta reflexão.
3) Fazendo um pouco cada dia é possível realizar muita coisa.
4) A felicidade não faz você se sentir feliz o tempo todo.
5) As pessoas não notam tanto os seus erros quanto você pensa.
6) Se você não está falhando, não está se esforçando o bastante.
7) Não deixe o perfeito ser inimigo do bom.
8) Faça o seu melhor e procure não gritar com os filhos.
Já na minha visão, bem pessoal mesmo, o que me deixa mais feliz nessa vida é poder exercer o meu papel de mãe com todos os cuidados que o meu filho necessita. Sou uma mãe que se sente feliz por poder viver o simples ato de me deitar no meio da tarde com o meu filho, quando ele não vai a escola, para fazê-lo dormir.
Me sinto feliz quando dou banho no meu pequeno e ali a gente conversa. Sou feliz quando brinco com o meu filho.
E todos os momentos em que me senti mais feliz na minha vida foram os mais simples possíveis.
Já passei tardes com o meu filho e esposo, dentro de casa mesmo, e ali já fomos imensamente felizes. E somos felizes assim.
O mais importante é sermos verdadeiras com os nossos desejos e sonhos. Mães felizes, filhos mais ainda. Essa é a minha dica de hoje!
Por Carol Siqueira.

Não adianta! Todo final de ano ficamos mais sensíveis, emotivos. Eis uma palavrinha mágica que mexe com os nossos sonhos e lembranças: Natal!
O Natal sempre foi para mim uma data muito especial! A ceia que a minha mãe faz é inesquecível e claro, todos da nossa família de mãos dadas agradecendo pelo ano que se passou!
Mas desde que descobri a minha gravidez o Natal se acendeu lá em casa.
Ainda grávida aos 6 meses fiz questão de montar a nossa primeira árvore de Natal e encher a nossa casa de luzes, papais-noéis e outros apetrechos natalinos. É como se o Natal tivesse nascendo para uma nova fase em nossas vidas. O que aconteceu mesmo, de fato!
Agora com o nosso pequeno aqui, crescendo e entendendo cada vez mais das coisas, o Natal vem ganhando cada vez mais novos sentidos – aquele Natal com cheirinho de brinquedo novo, fantasias, muita imaginação e histórias lindas do bom velhinho e claro, o aniversário do menino Jesus.
E com um tom mais inocente do mundo o meu pequeno olha pra mim e pergunta:
Será que o Papai-Noel vai lá em casa, mãe?
E atento a minha resposta eu semeio a fantasia e dou asas a sua imaginação:
Vai, claro! Ele vai essa semana, mas você vai estar dormindo. Quando acordar, o seu presente vai estar na árvore mas pode abrir só no dia do Natal!
Agora me falem… Quer melhor experiência do que essa?
Ser mãe é maravilhoso demais e são nesses momentos deliciosos é que podemos criar uma nova geração, cheia de luz e criatividade. É deixar essas crianças sonharem alto!
Fazer com que elas acreditem na magia do Natal e deixarem que elas sejam felizes.
E o Natal é uma porta aberta que incendeia as nossas almas para o que é bom.
Deixe fluir!
Bjos de Carol Siqueira.
Tem aroma mais gostoso que cheirinho de filho?
Com certeza não!
E hoje foi um daqueles dias mega super corrido, desde a hora que acordamos até agora a noite, eu e meu pequeno só nos desgrudamos um pouquinho quando ele foi tomar banho com o papai para encerrar o dia.
Ele não foi a escola porque tinha o retorno no pediatra e eu, tinha muitas coisas pra resolver e então levei o meu filhote pra onde fui.
E sabe do que eu mais gosto disso? Aproxima a gente!
Mesmo muito cansada no final do dia e ainda ter que ler os meus e-mails, escrever aqui no blog… Eu me sinto a mãe mais realizada e feliz deste mundo!
E hoje fizemos até um lanchinho no carro e além do meu pequeno se divertir muito, ganhei vários beijinhos e até dicas tipo:
Mamãe, você já precisa cortar o seu cabelo né?!
Meu homenzinho já sabe das coisas e finalizei o dia seguindo bem a dica do meu filhote. Fui ao cabeleireiro enquanto meu baixinho tirava uma sonequinha na casa da vovó, super cansadinho.
Mas meninas, a maior finalidade deste post é falar aqui pra vocês que quanto mais filho, melhor.
Momentos bem simples como passamos hoje, com tarefas do dia a dia, descubro cada novidades em meu filho.
Vejo o quanto ele está falando melhor, com mais palavras em seu vocabulário.
Participo mais de seus conflitos e tento ajudá-lo.
Temos mais tempo para conversarmos e claro, sempre orientando o meu pequeno em tudo.
Hoje foi um dia atípico porque ele não foi a escola mas logo ele estará de férias e vou querer muito ficar, sempre que puder, bem pertinho dele.
Bjos de Carol Siqueira.
Finalzinho de domingo. Reflexão.
O filme do dia me passa na cabeça quando olho para o meu filho adormecendo ao meu lado.
Seu cheiro e seu jeitinho angelical. Tudo perfeito.
Ao vê-lo assim, tão sereno me passou pela a cabeça uma pergunta:
O que fiz hoje para fazer o meu filho ainda mais feliz?
O tempo está passando e com ele a inocência. Daqui a pouco não terei ele ao me lado para adormecermos juntos.
O meu coração já palpita de saudade do tempo que estou vivendo agora. E tudo que eu mais quero é fazer o meu filho feliz.
Ele precisa brincar mais. Será?
Será que estou dando a atenção a tudo que ele me pergunta? Dando o carinho de que ele precisa?
Ser mãe é viver com isso. Sempre com aquela vontade de fazer melhor, sempre.
Quanto amor a gente sente, né?
Amanhã é segunda-feira e temos novidades da nutricionista Anna Raquel por aqui,
Bjos queridas e que Deus continue nos abençoando sempre.
Por Carol Siqueira.

Lendo aqui, assistindo ali e pesquisando muito sobre o assunto (porque eu gosto mesmo!) descobri que fazemos tanto esforço para deixarmos os nossos filhos felizes sendo o que eles precisam de muito menos do que imaginamos.
Eles não precisam de brinquedos de última geração, nem de viagens mirabolantes (porque às vezes eles nem assimilam a diferença de um lugar para o outro, dependendo da idade) e nem mesmo se entupir de atividades fora a escola para sentir aquela felicidade gostosa e sincera que só uma criança é capaz de sentir e nos transmitir.
Você agora, lendo este post, deve estar neste momento assim:
Tá, Carol! Eu já sei disso… Qual é a novidade?
Não tem nenhuma novidade mesmo… mas é que nós, adultos, IN-SIS-TI-MOS em achar que o quê nos deixa felizes deixam nossos filhos felizes também. É errado pensar assim.
Uma criança tem duas, somente 2 necessidades básicas a serem obedecidas por nós enquanto pais, para inspirarem uma infância mais feliz para os nossos filhos:
Dentro destes dois tópicos tão básicos e que parecem serem tão simples, infelizmente muitos pais pulam muitas vezes tentando buscar o melhor para os seus filhos.
É brincando que a criança aprende sozinha enfrentar os seus conflitos e outras inúmeras questões sobre a vida. E é dormindo que a criança assimila tudo isso, guarda em seu cérebro todas essas experiências.
Em falar em cérebro, brincar significa também estimular. É lógico que devemos deixar eles brincarem do jeito que quiserem, com outras crianças, mas é muito importante também dar estímulo para os nossos filhos.
Eu estava assistindo um programa na History Channel e fiquei encantada em saber profundamente como funciona o cérebro de uma criança até 3 anos e descobri que a idade ideal para receber estímulos é agora – de 0 a 3! Vejam só que fascinante!
Recentes pesquisas científicas demonstram que as experiências dos 3 primeiros anos de vida têm uma força ímpar no desenvolvimento do cérebro humano. Proteção, conversa e canto, leitura com nossas crianças menores ajudam-nas a adquirir habilidades para aprender e se desenvolver. Pesquisas tantas vezes provam o que já sabemos. O cérebro se forma na relação da criança com o ambiente, e isso ocorre principalmente até os 10 anos, e de maneira mais acentuada até os 3.
Crianças que têm pouco estímulo nesta fase inicial da vida deixam de formar certos circuitos neuronais. E isto compromete a capacidade de aprender a falar, ler, cantar, tocar instrumentos, dançar, dominar outros idiomas, tudo. Conforme foi falado no programa, criança que são mais estimuladas precocemente com brincadeiras mais pedagógicas foram em sua maioria adultos com Q.I.s mais elevados e resolvem as suas questões emocionais mais facilmente. Legal, né?
E aí, gostaram deste post? O que você acha disso tudo?
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Super beijo de Carol Siqueira.