Há 5 anos atrás lá estava eu com ele tão pequeno e frágil no meu colo. Ele nascia e com ele, nascia também uma mãe.
Com ele, nasceu uma nova vida para mim.
Uma vida verdadeira de muito amor e cheia de aventuras. Dificuldades? Claro que sim. Muitas.
Ele que revolucionou os meus sentimentos, a minha forma de viver e encarar a vida. Por ele, tento ser melhor a cada dia, entre acertos e erros, vou me fazendo e refazendo a cada instante.
A maternidade foi e sempre será um marco em minha vida. Ela despertou uma nova pessoa, valorizou o que eu tinha de bom e assim, nasceu uma nova pessoa.
Mudei a minha profissão, escrevi sem parar durante esses 5 anos naquela sede de compartilhar, de aprender, de aperfeiçoar e conhecer. Nasceu o blog, a blogueira, a apresentadora de TV, uma filha e esposa melhor… E acima de tudo, Deus mais presente em todos os meus momento enquanto mãe.
Carol Siqueira.

Ontem enquanto estávamos gravando o FalaMamãe na TV sobre o dilema Maternidade X Carreira eu pude perceber que cada mulher vive a maternidade de um jeitinho bem singular e por mais que existem muitas fontes para as pesquisas, ler é sempre bom mas é muito importante respeitar-se e entender que existem várias maneiras de viver a maternidade e se sentir feliz.
Seja mãe de 1 ou de 2. Ou de 3 filhos.
Seja trabalhando em casa, ou ficando por conta dos filhos ou trabalhando o dia todo.
Seja com todas as dificuldades quando se tem um bebê recém-nascido em casa ou uma criança no auge de seus 5 anos, fazendo todas as travessuras.
O importante é ser feliz. É saber fazer as escolhas de acordo com o coração e mesmo, que pensando no futuro e em como vou estar daqui há 20 anos, o importante é ser feliz agora. Hoje.
Lendo uma reportagem da autora do livro - Projeto da Felicidade, de Gretchen Rubin e mãe de 2 filhas - ela escreveu sobre a felicidade relacionada a maternidade.
Eu acho sensato dizer aqui que a maternidade exigem muito esforços, muitos mesmo… talvez alguns que nem saibamos que vamos ter como abrir mão de projetos, passeios e até amigos que não são mais em comum depois da chegada dos filhos.
Mas uma dica essencial que a autora nos deu é que para sermos mais felizes é dormir o suficiente. E a outra dica é tentar fazer com que as manhãs sejam mais calmas e alegres e ela mesma só conseguiu fazer isso quando ela começou a dormir mais cedo e acordar mais cedo, antes que as suas filhas levantassem da cama, e assim ela conseguiu ter mais tempo para ela.
Uma outra dica que achei maravilhosa e eu quero colocar em prática é: cantar pela manhã.
Um dia que começa bem, existe uma grande chance de terminar bem também. E mesmo quando tudo parecer ter começado mal a dica da autora é respire e tente não gritar.
1) Não há problema em pedir ajuda.
2) A maioria das decisões não requer tanta reflexão.
3) Fazendo um pouco cada dia é possível realizar muita coisa.
4) A felicidade não faz você se sentir feliz o tempo todo.
5) As pessoas não notam tanto os seus erros quanto você pensa.
6) Se você não está falhando, não está se esforçando o bastante.
7) Não deixe o perfeito ser inimigo do bom.
8) Faça o seu melhor e procure não gritar com os filhos.
Já na minha visão, bem pessoal mesmo, o que me deixa mais feliz nessa vida é poder exercer o meu papel de mãe com todos os cuidados que o meu filho necessita. Sou uma mãe que se sente feliz por poder viver o simples ato de me deitar no meio da tarde com o meu filho, quando ele não vai a escola, para fazê-lo dormir.
Me sinto feliz quando dou banho no meu pequeno e ali a gente conversa. Sou feliz quando brinco com o meu filho.
E todos os momentos em que me senti mais feliz na minha vida foram os mais simples possíveis.
Já passei tardes com o meu filho e esposo, dentro de casa mesmo, e ali já fomos imensamente felizes. E somos felizes assim.
O mais importante é sermos verdadeiras com os nossos desejos e sonhos. Mães felizes, filhos mais ainda. Essa é a minha dica de hoje!
Por Carol Siqueira.

Lendo essa reportagem da revista Crescer – Crie seu filho para levantar voo – eu pensei muito o que estamos fazendo aqui em casa para ajudar o Paulo Neto a chegar lá…
Mas o lá é onde? O que significa pra você, mamãe, o sucesso?
É claro que nós, enquanto pais, sonhamos com filhos bem sucedidos, talvez sendo médicos ou advogados, publicitários (quem sabe… rsrsrsr), arquitetos… e daí vai inúmeras profissões que sonhamos para eles.
Mas estive então fazendo essa pergunta para mim mesma. Qual é o tipo de sucesso que quero para o meu filho, Paulo Neto? E o que estou fazendo para ajudá-lo?
Bom então vamos lá…
Sucesso para mim significa ser feliz. A felicidade não é algo que você possui durante 24 horas mas acredito que a gente aprende a ser feliz. E para a pessoa que é feliz, de natureza, mesmo ela tendo obstáculos e desafios, desilusões… essa pessoa consegue sair do estado de desânimo e tristeza mais rápido.
Sucesso significa ter fé em Deus. Acreditar em Algo mesmo que não conseguimos enxergar, mas sentir verdadeiramente essa força no coração. A pessoa que já carrega dentro de si essa fé já pode-se considerar uma pessoa de sucesso.
Sucesso significa ser amado e amar. Aprender que ser humilde é muito mais que ser simples. A humildade vem do coração e ela ensina a gente a enxergar o próximo com mais amor e respeito.
Ter sucesso na vida é muito mais que ter dinheiro, posses e terras. Porque para a pessoa que é feliz e consegue fazer o que ama essas coisas vem em segundo plano mesmo.
Sucesso é ter uma família e como já disse aqui no blog várias vezes, não existe a família perfeita, mas só de existir a família com todas as suas origens já é o caminho em direção ao sucesso porque ter um lugar para sorrir ou chorar com pessoas que te amam sem nenhum interesse, é algo que não se mede com moedas.
Por isso, minhas amigas! Sucesso é algo que não se conta, não é matemática… mas se sente e ela vem através dos valores mais simples da vida.
Acho estou ensinando o meu filho buscar o seu sucesso através do meu amor, das minhas crenças e da minha fé.
Para a autora do livro – Filhos Bem Sucedidos – Andrea Ramal – que eu acabei de adquirir e já estou louca para ler, ela deixa bem claro que os pais não devem reduzir a educação simplesmente ao básico. É preciso ir além.
Levar o filho a uma exposição de artes, matriculá-lo em uma escola de música, incentivar a prática de um esporte para que passe a ter uma informação integral com mais qualidade de vida e provavelmente mais longe das drogas. Não só a cabeça mas também o corpo e coração.
Então, minhas amigas! Façam essa reflexão também: boa parte do caminho que queremos que os nossos filhos trilhem é construída e instruída por nós.
O que fazer para o seu filho chegar lá? Só você sabe.
Bom final de semana e que Deus nos abençoe sempre,
Carol Siqueira.
Passei por aqui rapidinho mesmo só para contar para vocês, que se estão ainda com os seus bebês menores que 5 anos, esperem para ver o que acontece quando essas lindas e abençoadas criaturinhas de Deus vão se aproximando dos 5 aninhos.
Meu pequeno enche a mãozinha com os seus 5 dedinhos em Maio mas eu já estou encantada com as mudanças que ele já está apresentando.
Tipo o quê?
Vou listar aqui algumas dessas delícias:
Tudo o que a gente explica, ele entende. E quando ele não entende, ele pede: Mamãe, me explica!
Quando ele compartilha com a gente, tudo bem explicadinho, os acontecimentos da escola ficamos ainda mais apaixonados por ele.
Nosso pequeno está ficando ainda mais companheiro meu e do papai, para tudo. Para os cinemas, para todos os tipos de programas e até mesmo o seu interesse pela nossa crença e nossa fé me deixa muito orgulhosa e emocionada!
Ele está aprendendo a se alimentar. Bastou o seu pediatra dizer que quem não come verduras e frutas fica mais baixinho… Ele agora nos pede a alface.
Os esportes vieram com tudo. A aula de música também e a sua paixão pelos os instrumentos nos deixam muito empolgados.
Ele entende o que é glúten e me corrige se vou comer um pão. Isso é verdade mesmo! Meu filho me ama muito e já cuida de mim…
Bom, meninas! Eu teria aqui milhões de alegrias para compartilhar com vocês e todas bem pessoais.
Mas o que eu quero deixar aqui é o seguinte: o melhor ainda está por vir. Aguardem!
E claro, depois vou abordar essa fase de 5 aninhos com uma visão mais técnica do assunto.
Super bjos de Carol Siqueira.