14.09
2012

Na hora de escolher uma escolinha ou berçário veja o que é importante analisar no ponto de vista da educação.

Queridas amigas,

Resolvi escrever sobre este tema mais pela quantidade de amigas que estão vivendo este dilema.
É certo que a maioria das mulheres trabalham o dia todo ou pelo menos meio período. A cada dia que passa vemos também que está ficando mais complicado encontrar boas babás para cuidar dos filhos em casa. O que para mim, com a pessoa certa, é a melhor opção.
Mas quando não tem jeito mesmo, sem babá e sem vovó por perto, a escolha do berçário é quase um sofrimento para os pais. Achar o lugar apropriado, com bons profissionais, um cardápio equilibrado e muito mais que isso: uma boa educação e para bebês, estimulá-los é tão importante quanto beber água.
Todo bebê deve ser estimulado através de brincadeiras, fala, música para melhor desenvolvimento cognitivo e intelectual.

Até os 3 anos de idade.

A formação das principais características da personalidade da criança acontece nos três primeiros anos de vida. “É quando ela começa a aprender sobre o mundo”, diz Elizabeth Pungello, co-autora do estudo. “Nessa fase, o desenvolvimento do cérebro está em pleno vapor. É uma boa oportunidade para os adultos o estimularem de maneira lúdica, divertida, ou seja, contarem histórias adequadas à idade, levarem as crianças ao mercado, dando explicações sobre os itens que compram”, exemplifica.

De acordo com a cientista, essa bagagem permitirá que a criança identifique, quando crescer, as melhores oportunidades para ela. Nos primeiros anos de vida, destaca-se o desenvolvimento da autorregulação de competências. Em outras palavras, o pequeno aprende a focar a atenção em questões importantes, adquire comportamentos de controle e habilidades de comunicação.

Quanto menor a turminha, melhor!

Vale ressaltar que, nos casos estudados, as crianças frequentavam escolas que as reuniam em pequenos grupos. “É melhor procurar instituições de ensino em que os professores sejam responsáveis por um número menor de alunos”, aconselha a pedagoga Rosa Coelho, que trabalhou durante 30 anos nas redes públicas de São Paulo, com características semelhantes às da pesquisa americana. “Turmas muito grandes não permitem que os professores dediquem a devida atenção aos pequenos, desenvolvendo atividades criativas.”, justifica.

O que podemos fazer em casa para melhor estimular as nossas crianças?

Em casa, os pais também podem contribuir para o desenvolvimento, com alguns recursos bem simples mesmo.
Estimule seu filho com brincadeiras instrutivas, converse com ele, dizem os especialistas.  Por fim, nunca empregue aquele linguajar infantilizado para se igualar ao bebê. Fale com ele corretamente, para que ele se habitue à pronúncia da língua.

Ele pode não se lembrar, mas o impacto positivo das brincadeiras, da contação de história e de outros estímulos na infância persistirão por até 30 anos, refletindo em  maior facilidade para construir uma carreira.

Bom, meninas!
Com este post deu para ver claramente que o berçário vai muito além dos cuidados básicos. Afirmo que os cuidados básicos tais como alimentação, banho, respeitar a hora do sono é de extrema importância para a criança e bebê mas nem só de pão vive o homem. O seu bebê precisa ser estimulado. Quanto mais, melhor!
Hoje quem se comunica bem tem grandes chances de se dar melhor na vida profissional. A formação humana até conta mais que a formação intelectual e para isso, você precisa desenvolver com o seu bebê em casa o máximo de brincadeiras que estimulam o seu desenvolvimento aliado há uma boa escola.

Bjos de Carol Siqueira. 

 

31.01
2012

Os 5 passos mais importantes na escolha do berçário e escola para o seu filho.

Queridas amigas!

Gosto de escrever aqui o que me pedem e o que vivo na minha vida de mãe.
Já recebi muitos e-mails me pedindo algumas dicas quando o assunto se trata sobre a escolha da escola ou berçário para os pequenos.
É normal que toda mãe fica super-ultra-mega apreensiva com este lugar estranho, com pessoas estranhas onde você vai deixar o seu filho a maior parte do tempo.
OK? Será que acertei!!! Coração de mãe pula de ansiedade e não adianta negar, lágrimas vão rolar na hora de deixá-lo pela primeira vez.

Por isso que você precisa se sentir segura e feliz com a sua escolha. Mesmo que você chore ou sinta aquela dorzinha no peito mas você PRECISA ACREDITAR NESSA ESCOLHA!

Vamos lá aos 5 passos mais importantes para você escolher um bom lugar para o seu filho!

1) Antes de sair de casa entenda que…

O perfil da escola/berçário precisa ser compatível com os valores da família. Se você é uma mãe mais tradicional o ensino tradicional pode dar certo para o seu pequeno. Entenderam? O perfil da metodologia usada na escola precisa casar com os valores da família, com a rotina e a educação de vocês.

2) Visite todas as opções possíveis!

Faça um mapa e saia caça ao tesouro! Primeiro: uma lista por escrito dos lugares que você acredita ser legal e que você quer conhecer. Ligue antes e marque uma hora para a visita. E depois vá! Conheça todos os lugares e fique atenta em…

3) O quê observar na visita?

Alguns conceitos básicos deverão ser observados:

  • Metodologia de ensino – se for uma escola
  • Higiene em todos os lugares – faça questão de ir nos banheiros e cozinha, em lugares que não fiquem tanto em evidência (se lá não estiver limpinho, esqueça! Risque do mapa)
  • Segurança – fique muito atenta com piscinas, grades na escadas, veja se todas as tomadas estão protegidas, o acesso das crianças ao pátio, cozinha e outros lugares que ofereçam riscos e pergunte como eles administram esse trânsito com as crianças
  • Equipe – converse com a coordenadora e conheça a professora. Eu fiquei entre 2 escolas para o Paulo Neto e sabe qual escolhi? Aquela que fez questão de fazer a anamnese (entrevista com os pais) pessoalmente. Anamnese entregue numa folha de papel para você somente responder e entregar de volta não é legal (no meu ponto de vista!). A coordenadora deverá conhecer os pais (às vezes só a mãe basta) para um bate papo sobre a criança.

4) Acreditar na sua escolha.

Depois de todas as visitas, você precisa acreditar no que você mesma escolheu para o seu filho. Se for um berçário ele precisa oferecer um clima bem gostoso para o seu bebê com camas e berços, babás ou monitoras suficientes para a quantidade de crianças, no cardápio oferecido e banheiros adaptados para bebês e crianças. O berçário precisa ter um clima familiar com atividades próprias para bebês.
Se seu filho estiver na fase pré-escolar (geralmente com 3 aninhos) você precisa acreditar na forma pedagógica e se aliar à equipe que vai lidar com o seu filho. Os pais precisam entender que a educação vai além dos muros da escola, os pais precisam estimular os filhos e fazê-los interessar pelos estudos. Evitem críticas como: Escola é um terror ou Eu não gostava de matemática!
Evite este tipo de comentário porque mesmo que você não goste de matemática, seu filho pode ser o oposto.

5) Adaptação começa por você!

Já relatei aqui como foi a minha primeira tentativa com o Paulo Neto. Não tive vergonha, nem medo e nem orgulho de voltar atrás e tirá-lo da escola. Não pela escola mas por mim.
A fase da adaptação é muito difícil para os pais e para as crianças mas se a mãe não estiver segura na adaptação a criança sente, fica insegura e com certeza, irá dificultar muito esse processo de evolução e mudanças na vida da criança.
Mostre que você está feliz para o seu filho e o quanto é legal ir para a escola. Lá precisa ser um lugar encantado onde ele vai brincar, aprender e conquistar novos amiguinhos. Mesmo que ele chore, se você estiver segura de que está na hora certa para ele e para você, tudo vai passar e tudo vai dar certo! Acredite!

O que vocês acharam deste post? Gostaram? Opinem sobre o assunto!
Um bjo grande de Carol Siqueira.

26.10
2010

Amigo Pediatra!

Olá Meninas!

Hoje aconteceu um episódio que pareceu um verdadeiro milagre e quase nem acreditei quando estava presenciando aquela cena.
Desde que o Paulo Neto nasceu visitar o pediatra sempre foi motivo de desespero e pânico.
Ele chorava tanto que às vezes até chegava vomitar, perder o fôlego e todo pavor que vocês possam imaginar. Para vocês terem uma noção eu quase nunca fui ao pediatra sozinha, só eu e meu pequeno, porque ele sempre chorou tanto que no final do exame quase era impossível de conversar com o pediatra e sempre tinha que ter alguém para poder acalmá-lo e daí sim, escutar o diagnóstico.

Eu sempre tive um amor imenso e muita admiração pelo pediatra do Paulo Neto, aquele que acolheu o meu filho desde o dia do seu nascimento. Isso porque ele foi meu pediatra também. Mas um dia, pelo destino, precisei levar o meu pequeno em outro médico e nos afastamos muito do nosso grande amigo.
E quando menos se espera, num domingo, véspera de feriado, o Paulo Neto praticamente desacordado de tante febre, tentei falar com vários médicos e nada. O meu coração pediu e eu liguei para o nosso querido doutor, aquele que me conhece desde quando eu tinha a idade do meu filho. E graças a Deus ele nos atendeu e como um milagre, ao anoitecer do mesmo dia, o Paulo Neto já estava se alimentando.

Ele não é um pediatra amigo, conhecido. Ele é um Amigo e Pediatra, mesmo com todas idas e voltas.
Estou falando isso tudo aqui, porque ontem tive que levar o meu pequeno no retorno devido a uma alergia alimentar e muito emocionada presenciei a cena do meu filho com nosso amigo e pediatra. Ele não chorou nada e o nosso amigo o examinava com tanto carinho como se estivesse examinando um tesouro. O meu tesouro.
E para me surpreender ainda mais, quando chegamos em casa o Paulo Neto pegava o telefone e fingia falar com o nosso Tio Pediatra e mandava até beijo pelo telefone.

Minhas amigas, o pediatra não é uma pessoa comum na vida de uma família. Nunca será mais um, será a pessoa certa em que você terá que confiar plenamente em todas as palavras que ele disser. Respeito e admiro todos os pediatras que tivemos contato, mas o nosso amigo é do meu coração. Eu confio nele e agradeço a Deus por tê-lo em nossas vidas sempre.

E você, mamãe, já tem um Amigo Pediatra para o seu filho?
Leia as dicas e encontre um pediatra em que você possa confiar sempre e a qualquer hora.

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