Posts com a Tag ‘escola’
18/11/11

Queridas amigas!

Volto a trabalhar? Como vou fazer pós licença maternidade?
Como sempre, este é o maior dilema que as mulheres vivem hoje na atualidade.
Tema como este ganha cada vez mais capas de revistas, fóruns, programas de TV e até mesmo as celebridades já falam disso em revistas de fofocas.
E posso falar a verdade: eita decisão difícil, viu!
Vou falar por experiência própria que difícil mesmo é conseguir um equilíbrio e não se culpar!
Difícil pra quem fica em casa e mais difícil ainda pra quem sai.
E quanto mais você demora pra sair, mais difícil fica você sair!

Eu tive alguns surtos pós licença de voltar rapidamente a trabalhar, queria participar das reuniões da empresa, dos cursos, dava um jeitinho de sempre manter contato, acreditava eu que daria pra levar a minha mesma vidinha de antes. Pura inocência de mãe de primeira viagem! Quando chega a hora mesmo de sair e partir pra trabalhar, sem volta, a lágrima desce e o coração estremece muito. E você se pega neste grande dilema que leva muitas megas empresárias largarem a tão sonhada carreira que há anos foram cultivando com muito empenho.

E até hoje, quando converso com amigas e leio comentários nos blogs que gosto de visitar, não sei o que é certo, o que é errado, o melhor para o bebê ou o melhor para a mamãe… Não existe lado A e lado B.
Mas sou da seguinte linhagem: curti muito o meu pequeno e com toda verdade no coração, não me arrependo mesmo de ter largado tudo pra trás. Porque no meu caso, não teve meio termo, não teve meio período – teve 100% do meu tempo sendo mãe do Paulo Neto.
Acredito que somos jovens e temos muito pela frente e 2 anos ao lado de nossos bebês com certeza, serão os anos mais lindos e abençoados que vamos carregar as mais preciosas lembranças.

Não se martirizem se não puderem ficar (porque acho que lá no fundo toda mamãe gostariam de ficar só mais alguns dias) mas não acomodem-se com os 15 minutos depois do horário, não acomodem-se com os berçários em dois turnos, não acomodem-se com a babá que sempre pode esperar mais um pouco.
Ser mãe exige grandes mudanças e o negócio é você se acostumar com os milhares papéis que agora você vai desempenhar.

Mas acreditem como eu, que seja qual for a decisão, que seja de coração aberto e prontas para as alegrias e dúvidas.
Não estamos em dois times, somos mães. E felizes.

Abraços carinhosos a todas mamães que agora vivem este momento com tanta alegria e sempre gosto de reforçar aqui a minha intensa alegria de ser mãe do meu Paulo Neto. Quando ele me abraça e diz que me ama, naquele momento nem penso em qual foi a minha decisão. Importa que ele é uma criança feliz por se sentir amada e cuidada por mim com tanto carinho sempre.

Carol Siqueira.

25/10/11

Olá Amigas!

Hoje eu fui fazer uma visitinha de rotina no meu querido mestre, meu médico, o qual eu tenho um imenso carinho e orgulho de ser sua paciente e amiga também.
Juntos filosofamos, como ele mesmo disse no final de nossa conversa, antes de falar sobre os meus exames e outros papos médicos.
Falamos sobre a família de hoje, o papel da mulher enquanto mãe e profissional, e o pai, que a cada dia está mais ausente.
O interessante é que os nossos valores e nossa forma de pensar bateu, ou seja, eu e o meu querido médico fomos verdadeiros um com o outro e de uma certa forma, temos a mesma linha de pensamento.

Levantamos que a escola está cada vez sendo mais cobrada às vezes nem pela educação em sentido de alfabetização mas sim, por ensinar os nossos filhos valores de vida que cabe a nós, enquanto família, passar para os nossos pequenos. A mulher, que a cada dia ganha mais espaço e sucesso no mundo profissional, afasta de casa e passa pouco tempo com os filhos, nem mesmo, em algumas vezes, consegue acompanhar a evolução de suas crianças. Isso tudo não é porque ela não quer viver mas porque ela realmente não tem tempo. Simplesmente, não tem tempo.
O pai, que aparece mesmo mais aos finais de semana, exige dos filhos uma postura que nem mesmo ele sabe se é possível o filho conseguir suprir a necessidade do pai.
Por isso, crianças são levadas cada vez mais cedo para as escolas, ainda bebês saem de suas casas para dormir de fraldinhas no berço sendo embalados por mulheres que não conhecem.
Aqui, não estou dramatizando, estou sendo apenas realista. Se está certo ou não, cabe a família decidir. Essa é a nova geração de pais, mães e filhos e dentro dessa grande evolução marcada por grandes mudanças na estrutura familiar, nossas crianças se ajeitam e as coisas fluem aparentemente normal.

Para encerrar a minha conversa com o meu médico, ele me disse duas coisas que ele não fez e que gostaria de voltar ao tempo para fazer.
A primeira é dar a velha e tão julgada palmada no bumbum , ele nunca experimentou essa técnica mas hoje se arrepende. E a segunda dica (entendi assim!) é que se ele pudesse voltar ao tempo, ele teria mais um filho e não ficaria apenas com 1.

Conversa séria assim eu não poderia de registrar aqui no FalaMamãe. E vocês, o que acham disso tudo?
Bjos de Carol Siqueira.

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17/08/11

Meu pequeno tocando a sua guitarra. Do jeitinho do papai!

Hello Meninas!

Não sei se era uma grande bobagem o que eu pensava mas nunca gostei da ideia do meu bebê fazer natação.
Eu sempre tive um certo receio porque o bebê ainda não tem tanta imunidade, pode entrar água no ouvido e etc… Por isso resolvi esperar uma certa idade para começar introduzir atividades na vida do meu pequeno.
Na minha opinião, o melhor lugar para o bebê é com a mamãe em casa.
E ontem, no auge dos 3 aninhos, o Paulo Neto fez a sua primeira aulinha de natação. Com essa idade, a mamãe não precisa entrar mais na água e ficamos sentadas do lado de fora assistindo a aula.
Com uma facilidade assustadora, ele já pulou nos braços da professora (que ele nunca tinha visto antes!) e já foi brincar na piscina.

Tudo que ele fazia, ele me buscava e ria esperando a minha aprovação e eu com certeza, era a mãe mais empolgada e babona na torcida. O mais bonitinho de tudo era ouvir ele falar pra mim:
Mãe, fica aqui! Não sai daqui, não!!!

E sabe o que acho disso tudo? Eu acertei na idade. Ele já está entendendo tudo, já sabe dialogar, falar, entende quando eu explico e a professora explica também e assim, foi natural. A sua primeira aula de natação foi sem choro, sem traumas, sem forçar a barra! Fiquei emocionada com a minha decisão de esperar tanto mesmo com tantas interrogações o porque de até hoje ele não praticar natação. Eu sempre sigo o meu coração e sempre dá certo. Não deixo de escutar as pessoas mas sigo o que eu acho, o que vai ser melhor para o meu filho.

Hoje o Paulo Neto leva uma rotina saudável de adaptação leve das suas atividades, sem deixar o soninho da tarde, socializando com outras crianças mas tudo moderado. Vejam bem!

  • 2 vezes na semana ele vai para a escolinha durante a tarde.
  • 2 vezes na semana ele vai para a natação durante a manhã.
  • E o mais importante: ele ainda fica em casa comigo, brinca na sua brinquedoteca, assiste os seus DVDs e nos dias que não vai para escola, tira a sua tão saudável sonequinha a tarde. Toda a sua adaptação à sua nova vida está sendo lenta, leve e sem choro. E pra falar a verdade: ele está amando tudo isso!

É isso! Precisamos fazer com os nossos filhos o que acreditamos ser o melhor para eles!

Bjos meninas e fiquem com Deus,
Carol Siqueira.

29/07/11

Banho de bacia na casa da vovó Má faz parte do pacote da alegria!

Nós dois a caminho de casa depois de um dia de trabalho pra mim e um dia bem diferente para ele, na escolinha.
Para quem não sabe da novidade, meu pequeno está frequentando uma escolinha somente duas vezes na semana.
A minha decisão foi essa: inserir ele na nova vida de uma forma bem tranquila e sem o compromisso de ir todos os dias.
Ele está com muitas energias pra ficar em casa e moramos em apartamento, mesmo tendo um espaço legal, fico às vezes entediada de vê-lo entediado também.
Bom, mesmo ele indo só apenas dois dias da semana, o choro acontece. Meu coração de mãe fica apertadinho apesar de ser apenas 2 dias.
Mas na volta pra casa, espontâneamente ele me disse que me queria lá, que queria o meu colo.
E foi quando eu me surpreendi com um chamadinho bem gostoso, baixinho, com a chupeta na boca e bem cansadinho de um dia nada convencional, ele fala assim:

- Mãe!
- Oi, filho! – virei pra trás, pois estava dirigindo e ele sentado na sua cadeirinha.
- Amo você, mãe!

Juro por Deus que naquela hora, olhei bem nos olhinhos dele e vi uma sinceridade de uma profundeza sem fim. Ele olhava pra mim com ternura, amor, muito amor.

- Também, te amo meu filho! A mamãe te ama muito! – logo correspondi emocionada.

São por estes momentos, por estes novos sentimentos que ele está conhecendo cada vez mais, é que reforço aqui que a maternidade vale a pena em todos os sentidos. Nada mais neste mundo é tão precioso, intenso, forte do que escutar um eu te amo de meu pequeno grande homem que tem apenas 3 aninhos mas já sabe o que é amor.

Bom final de semana pra todas vocês e curtam muitos os seus filhotes. Cada minuto por eles vale uma vida inteira.
Bjos de Carol Siqueira.

19/07/11

Meninas!

Quem lê o FalaMamãe, sabe da minha trajetória no comecinho deste ano, das escolas que visitei e depois da decisão de tirá-lo, que por minha vontade, queria mais um tempo com o meu filho já que eu posso ficar com ele full time.
Mas agora é pra valer. No ano que vem o meu pequeno irá completar 4 aninhos e ele já precisa frequentar uma escola e já começar na sua caminhada do saber.
E pra falar a verdade, eu sou uma mãe tão indecisa quanto a escola do Paulo Neto porque eu sei o quanto o ensino básico, o agora, é essencial para ele. É a terra que precisa ser bem cuidada e depois jogar a semente para ela poder crescer.

E o meu dilema sempre cai na seguinte questão:
Optar por um método diferente do qual fui criada mas porém muito interessante para essas crianças cujo aprendizado estão além da escola ou ficar num método que eu fui escolarizada e com a certeza, de que para mim, deu certo?

O ensino mudou e muito, e junto com as nossas crianças. Um simples detalhe na escola faz toda a diferença na infância da criança e não podemos negar que…

  • Os nossos filhos estão mais espertos sim, com relação a nós enquanto crianças. Isso tudo deve a facilidade e acesso que a comunicação trouxe para as nossas vidas e a tecnologia ampliou bem mais o conhecimento.
  • O aprender atualmente vai e deve ir muito além dos muros da escola e isso é papel fundamental dos pais. Nós podemos ensinar os nossos filhos os números através simplesmente com os números do elevador onde você mora. O que eu acho fundamental são os pais acrescentar o conhecimento da escola e enumerar com exemplos do dia a dia. Acho isso fantástico e já tento fazer isso com o meu pequeno! O saber ganha vida e seu filho aprende mais.
  • Hoje, com este mundo tão cheio de informação e a cada dia melhorando mais, evoluindo, abrindo portas e portas na frente dos nossos filhos a escola está sendo ainda mais cobrada porque ela precisa oferecer um diferencial, ela precisa saltar aos olhos de nossos filhos e despertar a vontade de voltar pra lá todos os dias. Tanto no espaço físico quanto no ensino porque senão ficar em casa sempre vai ser a melhor opção. Ou seja, a escola de hoje precisa além de tudo, ser extremamente criativa. E é isso que eu busco e quero para o meu filho.

Com essa visão amplificada, me volto para dentro da minha casa e faço um raio X do meu filho e tento de alguma maneira enxergar uma escola que vai de encontro com a nossa vida porque a escola é sim uma extensão da nossa casa e os valores precisam casar.
E mais uma vez me pego no meu dilema da metodologia.

Crianças inquietas e questionadoras ficarão estimuladas pelo método construtivista, enquanto crianças metódicas e disciplinadas absorvem melhor a informação da forma tradicional.

O método tradicional foi usado durante muitos anos pela maioria das escolas onde nós (pais) estudamos e consiste na passagem da informação pelo professor para os alunos que assistem as aulas. A lição é um reforço do condicionamento dado em sala de aula.
No método construtivista o professor é um mediador entre os alunos e a informação. À partir de situações cotidianas, da natureza ou fantasiosas (história de um livro ou desenho animado) as crianças buscam informações sobre o conhecimento e tiram suas próprias conclusões. A lição de casa é uma pesquisa que auxilia no encontro das respostas.

Quero aqui reafirmar com todas as minhas leitoras, que NÃO EXISTE UM MÉTODO MELHOR QUE O OUTRO E SIM, UM MÉTODO QUE VAI DE ENCONTRO COM OS VALORES E QUE SE ENQUADRE COM O PERFIL DA FAMÍLIA. Assim , corrigo o erro do texto anterior!
E muito mais do que isso, também quero deixar bem claro que ainda não escolhi a escola e nem a metodologia para o meu filho e por isso resolvi escrever este post para que possam me ajudar nesta decisão. Afinal, o FalaMamãe nasceu para isso, trocar com outras mães as nossas experiências.

Bom, meninas!
Alguns pais já fazem planos da faculdade que o filho vai estudar, do curso que ele vai escolher e etc. Mas o que eu quero que vocês entendam é que a complexidade da escola agora no ensino fundamental é tão importante quanto lá na frente. Quem vê por estes ângulos, com certeza também irá ficar bem instigada a saber e conhecer melhor cada escola antes da escolha.
É importante também entender que a escola precisa fermentar a criatividade de nossos filhos porque os profissionais que hoje estão se saindo melhor nas empresas são aqueles capazes de serem flexíveis, criativos e com grande capacidade e inteligência emocional.

E vou finalizar este post com a frase de minha amiga, tia do Paulo Neto e grande educadora Lúbia Tosta:
A escola pode ser para o seu filho uma gaiola!

Em falar em escola, dá uma olhada aí embaixo!


Meninas! Aqui está bem pequeno mas o conteúdo é de primeiríssima. José Pacheco é um grande educador, natural de Portugal e está vindo com exclusividade em Uberlândia no Centro Educacional Maria de Nazaré.
Este convite é para todos os professores e pais que querem o melhor para os seus filhos. Venham e vamos aprender todos juntos que a escola é um braço e grande aliada para a família.

Bjos de Carol Siqueira.



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