
Como seria a nossa vida sem os nossos pais? E que hoje são os queridos avôs que cuidam tão bem ou melhor do que nós, de nossos filhos?!
Mas os tempos mudaram. Os netos nem sempre serão a atenção primordial na vida das avós, mas mesmo assim, o que seriam de nós sem elas?
Eu que o diga, minha mãe e minha sogra me salvam sempre! E sempre com muito prazer.
Deixar os filhos com a avó com certeza, é sempre a melhor das opções.
Quando a casa da avó está aberta todos os dias para poder ajudar você que precisa trabalhar, é sem dúvida nenhuma, a opção mais segura, a mais barata e mais fácil.
Mas entre as minhas conversas com mães e avós, eu percebi que algumas mães confundem o apoio à obrigação.
Ajudar quando você precisa é um lado da moeda mas você obrigar a ajuda é outro lado.
Eu sei que nas horas em que mais precisamos receber um NÃO de uma avó nos revolta mesmo, isso é normal, mas precisamos entender que hoje o mundo e a realidade de todos é outra.
Entenda comigo!
Se a mulher saiu para trabalhar, a avó também mudou bastante. Isso tudo faz parte de um processo natural das coisas porque as nossas mães, já em maioria, também saíram para trabalhar e com isso, a vida delas não se resumem em netos.
Portanto, quando der, use do carinho da vovó mas sem exageros e é preciso mais que isso, entender que a educação fica por conta dos pais e não da escola, da creche, nem da babá e nem mesmo das avós.
Agora se o seu filhotinho passa o dia todo na casa da vó ela têm o direito de educá-lo quando for necessário e juntas, vocês podem dar limites as crianças, desde o cardápio até horários e todo o pacote que fazem da casa da vó ser inesquecível mas não ser NUNCA uma selva sem freios e ordem.
Tudo é uma questão de equilíbrio e bom senso. Contar com as avós é sempre bom demais mas nunca pode ser demais, principalmente se a vovó quer mesmo é sair pra balada!
Bjos de Carol Siqueira e bom final de semana na casa da vó!
Porque eu já estou indo comer muitas gostosuras com o meu filhotinho com as mammys!!!
Quando fui ler os comentários de hoje QUASE CAÍ PRA TRÁS.
Um comentário da Prof. Tania Zagury do best seller Limites Sem Traumas aqui no FalaMamãe!
Eu escrevi um post sobre dicas de uma viagem bem gostosa que fizemos, eu e meu Paulo Jr, e entre as dicas eu citei o livro da Dra.Tania Zagury – Limites sem Traumas, o qual estou amando! Estou considerando este livro o mais importante lido até hoje na minha vida de mãe.
Revolucionário, passivo, simples e impactante, o livro Limite sem Traumas – Construindo Cidadão é um best seller vendido no mundo inteiro com mais de 600.000 cópias já lidas no Brasil e no exterior.
TANIA ZAGURY disse:
Carol, quando me deparei com o post sobre meu livro “Limites sem Trauma” resolvi lhe escrever unicamente para readirmar que você compreendeu exatamente a mais importante mensagem que eu quis transmitir aos pais quando escrevi o livro. Seu Paulo Neto será, sem sombra de dúvida, um grande homem, mas principalmente será um cidadão. Dele você só verá ações das quais se orgulhará. Coloco meu site e meu twitter a sua disposição. Afetuosamente, Profa.Tania Zagury.

Como já disse anteriormente, estou lendo apaixonadíssima o livro Limite sem traumas de Tania Zagury. O que está mais me fascinando é a clareza e objetividade que ela trata o assunto.
E podemos errar sim e muito. Por isso busco através de pessoas que valem a pena ler, como essa autora, meios para me ajudar na difícil tarefa de tornar o meu filho um cidadão o qual vou me orgulhar.
Mas entre tudo que estou lendo e aprendendo, não vou ficar aqui postando as palavras da autora até porque quero muito que todas vocês lêem esta grande obra para pais de HOJE.
O que vou falar aqui são as entrelinhas. A minha visão e opinião sobre o assunto.
Construir um ser humano mais humano, com atitudes que levam para uma vida mais tranquila, em paz e mais feliz é papel fundamental dos pais. Ela deixa muito claro da nossa total responsabilidade que temos com a educação de nossos filhos e que NUNCA devemos terceirizar para a escola ou babá, ou a avó. Somos nós, PAIS, que ensinamos e temos a OBRIGAÇÃO de seguir em passos firmes ao lado de nossos filhos, orientá-los e torná-los gente que vale a pena neste mundo tão frio, sem temor e sem fé.
Isso tudo é real. Dados do livro.
Agora vamos pensar juntas – os limites são extremamentes necessários. São cansativos, exaustivos e até mesmo parece que vamos desistir no meio do caminho quando tudo parece ser tão difícil. Mas será que é desistindo aqui, mais uma vez ali, que não vamos tornar os nossos filhos um destes casos?
A criança não pode ter o medo de errar e sim, a consciência do erro. Ela precisa compreender e é através de exercícios diários que vamos ensinar aos nossos filhos o que deve e o que não deve.
Bater faz com que a criança oculte o errado, aprenda que a agressão física é uma forma de resolver aquilo que não a agrada e desconfia daqueles que ela deveria mais confiar: os pais.
Confesso que muitas vezes, inúmeras vezes, tive vontade de dar uma palmada no bumbum do pequeno mas eu me conheço: vou me arrepender e fraquejar. Vou voltar a atrás e isso será muito pior!
Falar SIM sempre que possível e dizer NÃO sempre que necessário não é tão fácil quanto parece mas é uma linha para se pensar e levar para uma vida toda.
E quando falar não, explicar o motivo deste não. E a maior recompensa para a criança quando ela acertar é a presença dos pais. Deixe o presente, um lanche preferido num restaurante legal ou o DVD que ele tanto espera muito para de vez em quando. A recompensa maior é darmos amor, carinho, um abraço verdadeiro e um sorriso muito, mais muito sincero.
Bom, minhas amigas!
Este livro está sendo talvez o mais importante de todos que eu já li até agora nesta minha vida de mãe, que busca sempre o melhor, que erra, que chora, que persisti, que desisti, que ama demais e erra demais por amar muito. Mas vou sempre tentar fazer nem sempre o melhor, mas talvez o mais correto.
O Paulo Neto está quase nos seus 3 aninhos e ele já tem uma certa consciência, não completa, sobre alguns conceitos e valores e é agora, na sua formação como pessoa que entro mais do que nunca em ação. Tenho receio, sinto medo, sempre procuro pensar nos acertos dos meus pais (o que também nos leva a pensar nos erros), nos meus também e procuro a Deus para que Ele me oriente e me guie em meus instintos. Afinal, estou só começando.
E aí, você gostou do que leu? Fale o que você acha?
Bjos de Carol Siqueira.

Quero falar com vocês sobre algo muito comum, mas que pode fazer seu filho sofrer de verdade. Você já se viu “descontando” suas frustrações em seu filho? Saiba que isso pode gerar muita confusão na cabecinha dele, além de sofrimento, claro.
Aqui é a psicóloga Carol Moreira e hoje vamos compreender melhor o que acontece com uma criança quando é alvo de ataques desse tipo e vamos falar sobre controle de emoções. Vamos falar sobre isso?

Estou tão cansada, o Paulo Neto não dormiu nadinha a tarde mas hoje reunimos algumas queridas amigas do condomínio e fizemos um chá da tarde com as crianças. Foi um momento muito gostoso que passamos juntas e nossos filhos brincando, chorando, rindo, comendo… aquela bagunça. Tudo acontecendo ao mesmo tempo.
Realmente foi maravilhoso e adoro estar com as minhas amigas, todas mamães. Já viramos uma sociedade de conversas fiadas, desabafos, conversas mais profundas e muitas risadas.
Obrigada Magda! Que idealizou e concretizou o nosso chá. Você é encantadora e uma anfitriã de primeira.
Obrigada à Fabi e a Natália pelos ótimos momentos que sempre passamos juntas. Adoro muito todas vocês!
Nossa, como é difícil esta seleção. Pare um pouquinho para pensar junto comigo e vamos juntas refletir com este post.
Vamos falar sobre a primeira escola de nossos filhos?