Posts com a Tag ‘dormir’
06/01/12

Queridas amigas!

Lendo aqui, assistindo ali e pesquisando muito sobre o assunto (porque eu gosto mesmo!) descobri que fazemos tanto esforço para deixarmos os nossos filhos felizes sendo o que eles precisam de muito menos do que imaginamos.
Eles não precisam de brinquedos de última geração, nem de viagens mirabolantes (porque às vezes eles nem assimilam a diferença de um lugar para o outro, dependendo da idade) e nem mesmo se entupir de atividades fora a escola para sentir aquela felicidade gostosa e sincera que só uma criança é capaz de sentir e nos transmitir.
Você agora, lendo este post, deve estar neste momento assim:
Tá, Carol! Eu já sei disso… Qual é a novidade?

Não tem nenhuma novidade mesmo… mas é que nós, adultos, IN-SIS-TI-MOS em achar que o quê nos deixa felizes deixam nossos filhos felizes também. É errado pensar assim.
Uma criança tem duas, somente 2 necessidades básicas a serem obedecidas por nós enquanto pais, para inspirarem uma infância mais feliz para os nossos filhos:

1) BRINCAR
2) DORMIR (e até os 3 anos ela precisa do soninho do dia)

Dentro destes dois tópicos tão básicos e que parecem serem tão simples, infelizmente muitos pais pulam muitas vezes tentando buscar o melhor para os seus filhos.
É brincando que a criança aprende sozinha enfrentar os seus conflitos e outras inúmeras questões sobre a vida. E é dormindo que a criança assimila tudo isso, guarda em seu cérebro todas essas experiências.

Em falar em cérebro, brincar significa também estimular. É lógico que devemos deixar eles brincarem do jeito que quiserem, com outras crianças, mas é muito importante também dar estímulo para os nossos filhos.
Eu estava assistindo um programa na History Channel e fiquei encantada em saber profundamente como funciona o cérebro de uma criança até 3 anos e descobri que a idade ideal para receber estímulos é agora – de 0 a 3! Vejam só que fascinante!

Recentes pesquisas científicas demonstram que as experiências dos 3 primeiros anos de vida têm uma força ímpar no desenvolvimento do cérebro humano. Proteção, conversa e canto, leitura com nossas crianças menores ajudam-nas a adquirir habilidades para aprender e se desenvolver. Pesquisas tantas vezes provam o que já sabemos. O cérebro se forma na relação da criança com o ambiente, e isso ocorre principalmente até os 10 anos, e de maneira mais acentuada até os 3.

Crianças que têm pouco estímulo nesta fase inicial da vida deixam de formar certos circuitos neuronais. E isto compromete a capacidade de aprender a falar, ler, cantar, tocar instrumentos, dançar, dominar outros idiomas, tudo. Conforme foi falado no programa, criança que são mais estimuladas precocemente com brincadeiras mais pedagógicas foram em sua maioria adultos com Q.I.s mais elevados e resolvem as suas questões emocionais mais facilmente. Legal, né?

Como funciona o cérebro de uma criança?

Durante o seu desenvolvimento, o cérebro tem que formar cerca de 100 trilhões de conexões entre 100 bilhões de neurônios. Há fatores, o genético recebido dos pais e determinante de parte da estrutura cerebral da criança, e o ambiental, que produz estímulos determinantes da emissão de axônios e dendrites e da formação – ou não- das conexões, ou sinapses. Quanto mais a criança for exposta à linguagem falada, escrita, lida, cantada, maior será seu repertório e suas alternativas para administrar suas emoções na relação com o ambiente. O Estado administra, e mal, o ensino após os 7 anos, mas é antes disso a fase mais propicia, conforme agora fartamente provado. Até os 10 anos, o cérebro está formando os circuitos da linguagem, razão pela qual é quando se deve começar a aprender um idioma estrangeira antes disso. Ou seja, a fase até os 3 aninhos de idade é a ideal para receber estímulo.

Voltando agora para a emoção…
 Qualquer criança além de tudo isso acima, precisa mesmo é ser amada. Sentir-se desejada pelos seus pais e familiares. Receber cuidados básicos como proteção e segurança. Dormir bem a noite, explorar e brincar o quanto puder, conversar e compreender o que está sendo explicado à ela (tarefa dos pais). Saber dos seus limites para entender o quanto antes respeitar o próximo.

E aí, gostaram deste post? O que você acha disso tudo?
 Dê a sua opinião aqui!
Super beijo de Carol Siqueira.

17/08/11

Meu pequeno tocando a sua guitarra. Do jeitinho do papai!

Hello Meninas!

Não sei se era uma grande bobagem o que eu pensava mas nunca gostei da ideia do meu bebê fazer natação.
Eu sempre tive um certo receio porque o bebê ainda não tem tanta imunidade, pode entrar água no ouvido e etc… Por isso resolvi esperar uma certa idade para começar introduzir atividades na vida do meu pequeno.
Na minha opinião, o melhor lugar para o bebê é com a mamãe em casa.
E ontem, no auge dos 3 aninhos, o Paulo Neto fez a sua primeira aulinha de natação. Com essa idade, a mamãe não precisa entrar mais na água e ficamos sentadas do lado de fora assistindo a aula.
Com uma facilidade assustadora, ele já pulou nos braços da professora (que ele nunca tinha visto antes!) e já foi brincar na piscina.

Tudo que ele fazia, ele me buscava e ria esperando a minha aprovação e eu com certeza, era a mãe mais empolgada e babona na torcida. O mais bonitinho de tudo era ouvir ele falar pra mim:
Mãe, fica aqui! Não sai daqui, não!!!

E sabe o que acho disso tudo? Eu acertei na idade. Ele já está entendendo tudo, já sabe dialogar, falar, entende quando eu explico e a professora explica também e assim, foi natural. A sua primeira aula de natação foi sem choro, sem traumas, sem forçar a barra! Fiquei emocionada com a minha decisão de esperar tanto mesmo com tantas interrogações o porque de até hoje ele não praticar natação. Eu sempre sigo o meu coração e sempre dá certo. Não deixo de escutar as pessoas mas sigo o que eu acho, o que vai ser melhor para o meu filho.

Hoje o Paulo Neto leva uma rotina saudável de adaptação leve das suas atividades, sem deixar o soninho da tarde, socializando com outras crianças mas tudo moderado. Vejam bem!

  • 2 vezes na semana ele vai para a escolinha durante a tarde.
  • 2 vezes na semana ele vai para a natação durante a manhã.
  • E o mais importante: ele ainda fica em casa comigo, brinca na sua brinquedoteca, assiste os seus DVDs e nos dias que não vai para escola, tira a sua tão saudável sonequinha a tarde. Toda a sua adaptação à sua nova vida está sendo lenta, leve e sem choro. E pra falar a verdade: ele está amando tudo isso!

É isso! Precisamos fazer com os nossos filhos o que acreditamos ser o melhor para eles!

Bjos meninas e fiquem com Deus,
Carol Siqueira.

21/03/11

Minhas amigas!

Engraçado! Toda vez que vou contar uma história para o Paulo Neto e pego um livro ele nunca consegue prestar atenção.
Eu não consigo contar, eu pego bonecos, invento vozes diferentes e quase pulo na sua frente, mostro imagens e nada.
Quase todas as vezes eu não consigo ter muito sucesso!
Mas quando deitamos juntos na cama e eu invento a história, ele fica quietinho para escutar, dali a gente ri juntos e depois ele pede para repetir e ainda interfere na história e imagina junto comigo. Eu adoro inventar histórias para o meu pequeno, geralmente elas são curtinhas mas engraçadas ou dramáticas.

Querem escutar uma delas?

A boneca perdida… Esta ele amou!

Era uma vez uma menininha chamada (não lembro do nome dela mais) que ganhou um belo presente de aniversário.
Ele veio numa caixa grande, com fitas e tudo.
A menininha abriu a caixa e …
Paulo Neto – Mamãe, têm que cantar os parabéns, né?
É filho! Ela tinha muitos convidados e todos cantaram os parabéns e comeram bolo.

Quando a menininha abriu a caixa, era uma linda boneca que estava lá. Depois deste dia elas não ficavam mais uma sem a outra, onde estava a menininha estava a bonequinha.
Até que um dia, a bonequinha estava sentada no quarto da menina junto com os outros brinquedos, perto da janela, e a boneca escutou um miau de gatinho, bem fraquinho que passava lá na rua.
Ela foi subir na caixa para espiar o gatinho e caiu da janela.
Coitadinha da boneca!
A bonequinha ficou desesperada, chovia muito lá fora e ela então começou a andar e chorar. Ela queria voltar pra casa.
Paulo Neto – Mamãe, passou a moto, os carros, bateu! Ixi, a polícia…
É filho, tinha muitos carros e motos lá fora.
A menininha ficou doente de saudade enquanto a bonequinha andava sozinha na rua tentanto encontrar a sua casa.
Foi até que ela conseguiu e bateu na porta. A bonequinha estava toda suja, molhada e doente também.
Quando a menininha atendeu a porta ela disse chorando assim:
- Minha bonequinha por que você me deixou tão sozinha?
- Eu não te deixei. Eu fui espiar o gatinho lá fora e cai da janela. Mas eu nunca mais vou fazer isso.
Então elas se abraçaram e viveram muito felizes juntas.

E aí, gostaram da história que eu inventei para o meu pequeno?
Inventar história para o meu pequeno dormir me faz a mulher mais feliz deste mundo. Não tem nada que me deixa mais grata a Deus!
Deus é maravilhoso demais em compartilhar os nossos filhos com a gente.

Se gostaram vou postar mais os meus contos que fazem o meu pequeno se divertir e ele ainda cria também o roteiro.  Afinal, mãe também inventa!

29/12/10

Minhas amigas!

Nestes últimos anos da minha vida eu nunca desejei umas férias como foi desta vez.

Desde que começamos com o projeto da nossa loja não paramos mais de trabalhar um minuto. Fora a tensão, as noites em que não dormimos devido as obras serem sempre de madrugada e muitos inúmeros motivos para ficarmos cansados e estressados.

Tudo que eu queria era sair da cidade, ficar num lugar tranquilo com a minha família e poder dormir a tarde toda junto com o meu pequeno. E está sendo assim.

Esta é a nossa vista. Dormimos e acordamos com o cheiro da brisa do mar e com o barulho das ondas!

A minha dica é: DESCANSEM!
Mesmo se você não for viajar, relaxe neste finalzinho de 2010.

Vá ao cinema no meio da tarde com um balde enorme de pipoca e depois complete com um bom restaurante. Aproveite e reúna os amigos para um belo churrasco de encerramento do ano. Passeie com os seus filhos de bicicleta em um lugar bem tranquilo ao entardecer. Leia um livro sem compromisso (daqueles que fazem bem para a alma!). Passe o dia em volta da piscina com uma revista em mãos e um iPod com músicas agradáveis, sem compromisso…

Descansem mesmo. Relaxem. Organizem os planos para 2011 com tranquilidade e serenidade. Sem pressa.
E a minha dica de livro (para rir e chorar ao mesmo tempo mas é uma delícia) é:

Bjos de Carol Siqueira.

08/11/10

Minhas amigas!

Todo domingo a noite, altas horas da madrugada eu sinto uma leveza na minha alma, o meu coração fica em paz.
Por mais uma semana e mais um domingo maravilhoso com a minha família e meu lindo filhote que a cada dia me surpreende e me faz mais feliz.
Neste domingo aproveitei o final de tarde na casa da minha sogra e estávamos na presença de vários amigos. Conversando com a mãe da pequena Giovana que completará 1 aninho na semana que vem, eu notava o brilho nos olhos dela e o meu entusiasmo em trocar as nossas experiências de mãe.
Ela mãe de menina e eu de menino. Cada uma com as suas particularidades mas nós duas muito, mas muito feliz com as bençãos que só a maternidade traz para as nossas vidas.

Nestes dias bem corridos e conversando com várias amigas, estive pensando muito neste post:

O que faz uma mãe feliz?  Vamos juntas descobrir?

Mãe contenta com tão pouco.
Mãe fica feliz quando o filho mama tudo, sem sobrar nem aquele fundinho na mamadeira.
Mãe fica mais feliz quando pelo menos brinca duas horas com o seu filho, por dia. Ficamos ainda mais felizes ainda se conseguimos malhar pelo menos 2 dias por semana, tão pouco né?
Mãe precisa de dormir pelo menos 6 horas por noite, sem interrupções… mas o que faz uma mãe feliz ainda mais?
É poder conversar com uma grande amiga sobre tudo… sobre sexo, sobre casamento, sobre os maridos, sobre os problemas enquanto os filhos brincam e se divertem. Eu já vivi este momento com uma amiga do coração, minha amiga Mey.
Uma mãe feliz é aquela que mesmo cansada consegue ler pelo menos 1 página inteira do livro que está na cabeceira. Mãe feliz é aquela que se cuida e se ama, que consegue passar todos os cremes noturnos anti-rugas e ao deitar, sentir que o dever foi cumprido. Mãe feliz é aquela que pode acompanhar os seus filhos na natação e vê-los progredir na piscina. Mãe feliz é aquela que senta no chão para brincar com o seu filho e narra todos os DVDs para trazer mais emoção a história. Quer ver uma mãe feliz, até pular de alegria? É ver o fundo do prato e seu filho com a boquinha toda suja.
Mãe feliz é aquela que consegue pelo menos 2 vezes ao dia escovar os dentinhos do seu filhote, para tirar todos os bichinhos (essa todo mundo usa!). Mãe feliz precisa ir ao cinema com o marido e sair pra jantar, pelo 1 vez por mês. Mãe feliz é aquela que passeia com o seu bebê na praça ou na rua no final da tarde, só ele e você. Mãe feliz pode ser também mãe solteira, só ela e os filhos se programando e se curtindo durante a rotina do dia a dia, que é bastante corrida. Mãe feliz é aquela que anda sozinha no carro, escutando a sua música preferida. É também aquela que anda no carro escutando as músicas preferidas de seu filhote e quando ela olha pra trás ela consegue ver a carinha de alegria do seu filho. Ai, que gostoso!
Mãe feliz é quando se têm uma mãe para dividir todas as alegrias e dificuldades de quando se é mãe. Mãe feliz é aquela que não é nada perfeita mas é maravilhosa mãe para os seus filhos por amá-los e ensiná-los os verdadeiros sentidos da vida que é amor e humildade. Mãe feliz é aquela que preenche as ruguinhas com o botox e sai toda linda do consultório. E fica mais feliz ainda quando passeia pelo shopping e compra o que mais desejar daquela vitrine.
Mãe feliz é aquela que se aceita mesmo num jeans números a mais… mas sentir que tudo valeu a pena.
Mãe feliz é aquela que pode tocar o seu filho e sentir o seu pulso enquanto ele dorme. Fica ainda mais feliz quando é possível cheirá-lo todas as noites antes de levá-lo para a sua caminha. Mãe é feliz quando ela têm alguém para amá-la e enxugar as suas lágrimas. É muito feliz, quando ao chegar cansada do trabalho, ser recompensada com todos aqueles beijos molhados mais verdadeiros do mundo. Mãe feliz é aquela que consegue adotar o seu filho tão esperado e gerado há anos na fila de espera.
Mãe feliz é aquela que escuta o tum-tum do coração do seu bebê ainda dentro da barriga, naquele ultrassom tão esperado.
E fica ainda mais feliz quando ele está em suas mãos, tão pequeno e frágil, para um banho bem cheiroso.

É, minhas amigas. É como eu sempre falo. Ser mãe é viver tudo isso.
Mãe feliz é aquela que ao deitar conversa com Deus e agradece-O por toda esta benção e milagre que é ser mãe.

Boa semana a todas nós, mães de coração e alma que a cada segundo de nossas vidas pensamos neles.

Por Carol Siqueira.

E pra você, o que é ser uma mãe feliz? Compartilhe aqui com a gente todo este amor e delícia que é ser mãe.



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