<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	>

<channel>
	<title>Fala Mamãe :: Ser mãe é viver tudo isso. &#187; culpa</title>
	<atom:link href="http://falamamae.com/tag/culpa/feed" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>http://falamamae.com</link>
	<description></description>
	<lastBuildDate>Fri, 03 Feb 2012 22:47:19 +0000</lastBuildDate>
	<generator>http://wordpress.org/?v=2.9.1</generator>
	<language>en</language>
	<sy:updatePeriod>hourly</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>1</sy:updateFrequency>
			<item>
		<title>Cada mãe busca o seu jeito de ser feliz.</title>
		<link>http://falamamae.com/cada-mae-busca-o-seu-jeito-de-ser-feliz</link>
		<comments>http://falamamae.com/cada-mae-busca-o-seu-jeito-de-ser-feliz#comments</comments>
		<pubDate>Thu, 18 Feb 2010 18:44:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fala Carol]]></category>
		<category><![CDATA[culpa]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[felicidade]]></category>
		<category><![CDATA[filho]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[marido]]></category>
		<category><![CDATA[tempo]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://falamamae.com/?p=746</guid>
		<description><![CDATA[


Mãe Macaco
Carrega seu macaquinho onde ela for. Seja trabalhando, seja divertindo. Ela sempre dá um jeitinho de levar o seu filho.


Olá Meninas!
Engraçado! Tudo que eu leio e pesquiso, eu encontro o mesmo assunto &#8211; Você precisa ficar mais tempo com o seu filho!
Como as coisas mudam, né? Antes as mulheres eram cobradas e se cobravam [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a rel="attachment wp-att-747" href="http://falamamae.com/cada-mae-busca-o-seu-jeito-de-ser-feliz/mae_gritando"><br />
</a></h2>
<h2><a rel="attachment wp-att-748" href="http://falamamae.com/cada-mae-busca-o-seu-jeito-de-ser-feliz/mae_macaco"><img class="aligncenter size-full wp-image-748" title="Mãe_macaco" src="http://falamamae.com/wp-content/uploads/Mãe_macaco.jpg" alt="" width="240" height="240" /></a></h2>
<p><strong><em>Mãe Macaco<br />
Carrega seu macaquinho onde ela for. Seja trabalhando, seja divertindo. Ela sempre dá um jeitinho de levar o seu filho.</em></strong></p>
<h2></h2>
<h2><strong><br />
Olá Meninas!</strong></h2>
<p>Engraçado! Tudo que eu leio e pesquiso, eu encontro o mesmo assunto &#8211; Você precisa ficar mais tempo com o seu filho!<br />
Como as coisas mudam, né? Antes as mulheres eram cobradas e se cobravam para ter uma independência financeira e se saltavam  no mercado de trabalho como soldados na guerra. E venceram esta guerra, graças a Deus.<br />
Agora a cobrança está remando em águas contrárias &#8211; a mulher precisa estar mais dentro de casa e se voltar para os seus filhos e marido. OK?</p>
<p>Hoje nos encontramos em meio termo &#8211; precisamos sair para trabalhar mas precisamos ficar mais tempo com os nossos filhos.<br />
Quando leio tudo isso fico pensando em minha vida e em minhas amigas que já são mães &#8211; todas estão numa selva de dúvidas tentando acertar ou melhor, errar menos. E conheço vários tipos de mães, todas são maravilhosas como podem ser e buscam dentro de seus limites  exercerem o papel mais sagrado e talvez o mais sublime de uma mulher &#8211; ser mãe.<br />
Mas entre as minhas pesquisas encontrei alguns dados muito interessantes.<br />
<strong> </strong></p>
<h2><strong>Você sabia que os pais dos anos 2000 passam mais tempo com os seus filhos do que os de 1965? </strong></h2>
<p>Segunda uma pesquisa realizada na Universidade de Maryland em 1965 as mães passavam 10 horas semanais cuidando exclusivamente das crianças, 32 horas realizando tarefas domésticas e apenas 8 horas com trabalho remunerado. Em 2000, as mulheres trabalham bem mais &#8211; 23 horas semanais. O tempo com as crianças por incrível que pareça aumentou para 13 horas por semana. Como conseguiram este milagre?<br />
Diminuindo o tempo no tanque e no fogão que encolheu para 19 horas semanais. E as mães que trabalham assistem menos TV e dormem pouco para ficar mais tempo com as crianças.</p>
<p>Ufa! É muito exercício para uma pessoa só, não acham? Mas todos estes dados acima publicados na revista Pais&amp;Filhos deste mês me fez refletir muito sobre este assunto que assombra mães de todas as espécies.</p>
<h2><strong>Mas não existe regra e nem fórmula sagrada para ser uma boa mãe. Afinal, o que é ser uma boa mãe e uma mãe feliz? </strong></h2>
<p>Somente cada mãe sabe o seu desejo, os seus limites, o seu jeito de amar e dedicar aos seus filhos. A receita do meu bolo pode ser maravilhosa para mim mas talvez para você não vai dar tanto certo assim. Culpa? Todas nós , lá no fundinho, temos sim.  Mas a culpa não pode se transformar em SIM para tudo &#8211; pais fisicamente ausentes costumam ser mais permissivos isto é, emocionalmente ausentes.</p>
<p><em><strong>Minhas amigas,</strong></em><br />
Sejam felizes do jeito que vocês são. Acreditem no que estão fazendo. Claro que todas nós devemos buscar novos caminhos, a melhorar sempre, ler bastante, trocar idéias com outras mães, acompanhar aqui o FalaMamãe e etc&#8230; Mas de uma coisa eu tenho certeza : façam do jeito que o coração mandar, sigam as suas vontades e desejos, tentem acertar sempre mesmo que um acerto vem atrás de inúmeros erros mas o que vale a pena é viver em paz e com tranquilidade. De nada adianta trabalhar demais ou se enterrar dentro de casa  se o seu filho perceber que você é uma pessoa infeliz e amargurada.  <strong>A felicidade é o caminho. </strong></p>
<h2><strong>E pensando assim tive uma idéia e fiz umas tiradas com todas as espécies de mães dentro de estilos que conheço. Acho que vocês vão gostar!<br />
</strong></h2>
<p><strong>A Mãe Onça</strong><br />
Sempre alerta, com as garras afiadas. Sempre perto, cuidando e ensinando cada passo para um dia poder soltar.</p>
<p><strong>A Mãe Formiga</strong><br />
Trabalhadeira, anda pra  lá e pra cá o dia todo. E ainda cuida muito bem da sua casa e dos seus filhotes. Mas morre de<em> canseira</em> e sabe que um dia não vai dar conta de tudo.</p>
<p><strong>A Mãe Pássaro</strong><br />
De vez em quando aparece, dá o alimento e sai voando livremente.</p>
<p><strong>A Mãe Bicho-preguiça</strong><br />
Dorme o dia todo, a babá cuida, a avó cuida, a escola cuida e a vizinha também cuida. É muito cansada apesar de não fazer nada o dia inteiro. Sempre está indisposta e de quebra está sempre gripada ou com dor nas costas.</p>
<p><strong>A Mãe Perua</strong><br />
Essa não precisa nem falar. A própria espécie explica. Fica o dia todo se arrumando, vai ao salão todos os dias, ao shopping, a academia, na drenagem, na massagem e o tempinho que sobra &#8211; brinca com o seu filhinho que te espera lindo e cheiroso depois de um gostoso banho dado pela sua babá &#8211; é lógico!</p>
<p><strong>A Mãe Galinha de Pinto</strong><br />
Chocadeira por nascença. Dona de uma família grande, cheio de filhos e todos em volta. É controladora, mandona, assume tudo e manda no maridão também &#8211; super mãe. Assume até os coleguinhas de seus filhos como filhos e toda tarde tem lanche pra turma.</p>
<p><strong>A Mãe Cobra</strong><br />
É aquela que parece ser boazinha na frente dos outros mas quando chega em casa a cobra vai fumar!</p>
<p><strong>Bom, meninas por enquanto é só! Acompanhem o FalaMamãe e fiquem por dentro de tudo.<br />
Bjos de Carol Siqueira.</strong></p>
<p class="akst_link"><a href="http://falamamae.com/?p=746&amp;akst_action=share-this"  title="Enviar por email, guardar no del.icio.us, sapo tags, etc." id="akst_link_746" class="akst_share_link" rel="nofollow">Falar para as redes sociais</a>
</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://falamamae.com/cada-mae-busca-o-seu-jeito-de-ser-feliz/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>5</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aqui quem fala é a psicóloga Carol Moreira. E hoje vamos falar de Mãe que trabalha fora.</title>
		<link>http://falamamae.com/aqui-quem-fala-e-a-psicologa-carol-moreira-e-hoje-vamos-falar-de-mae-que-trabalha-fora</link>
		<comments>http://falamamae.com/aqui-quem-fala-e-a-psicologa-carol-moreira-e-hoje-vamos-falar-de-mae-que-trabalha-fora#comments</comments>
		<pubDate>Fri, 12 Feb 2010 19:02:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fala, Doutor]]></category>
		<category><![CDATA[culpa]]></category>
		<category><![CDATA[família]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[mercado]]></category>
		<category><![CDATA[pai]]></category>
		<category><![CDATA[trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[tristeza]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://falamamae.com/?p=729</guid>
		<description><![CDATA[
Papai foi pra roça, mamãe foi trabalhar&#8230; Sem culpa!
Hoje eu quero falar sobre vocês, mães que trabalham fora de casa. Pesquisando sobre esse assunto, li a história de um palestrante que mostrou uma foto a um grupo de mães que tem essa dupla jornada: estão no mercado de trabalho e também fazem as tarefas domésticas. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a rel="attachment wp-att-730" href="http://falamamae.com/aqui-quem-fala-e-a-psicologa-carol-moreira-e-hoje-vamos-falar-de-mae-que-trabalha-fora/melhor_-mae"><img class="aligncenter size-large wp-image-730" title="Melhor_ mãe" src="http://falamamae.com/wp-content/uploads/Melhor_-mãe-281x375.jpg" alt="" width="281" height="375" /></a></h2>
<h2><strong>Papai foi pra roça, mamãe foi trabalhar&#8230; Sem culpa!</strong></h2>
<p>Hoje eu quero falar sobre vocês, mães que trabalham fora de casa. Pesquisando sobre esse assunto, li a história de um palestrante que mostrou uma foto a um grupo de mães que tem essa dupla jornada: estão no mercado de trabalho e também fazem as tarefas domésticas. <strong></p>
<p>A foto era de uma mulher linda e magra, com uma pasta executiva num braço e um filho no outro. Os cabelos ao vento expressavam dinamismo, sua criança e suas unhas pareciam muito bem cuidadas. Era a imagem perfeita da mulher que trabalha fora, certo? Errado.</strong></p>
<p>As mães advogadas, professoras e executivas às quais foi apresentada a foto da supermãe não se viram ali naquela imagem, disseram que não era real. Sentiram falta do cansaço e das olheiras, disseram que suas mãos e barriguinhas não se pareciam com as dela e foram unânimes em dizer que trabalhar fora e em casa é muito cansativo.</p>
<h2><strong><br />
Se você se vê pressionada a ser como a mulher da foto, tire esse peso dos ombros!</strong></h2>
<p>Algumas mulheres podem conseguir, mas não sinta-se culpada se você é “menos que perfeita”. Todas nós somos! Estudos mostram que mães que estão no mercado de trabalho tem mais sintomas de ansiedade que qualquer outro grupo (solteiras, donas de casa, etc.) e são mais cansadas e adoecem mais que seus maridos. Acontece que elas gastam mais tempo fazendo tarefas domésticas e cuidando dos filhos que seus cônjuges.</p>
<p><strong>A boa notícia é que elas tem mais auto-estima e se deprimem menos que as donas de casa. </strong>O trabalho tende a fazer com que a mulher se sinta realizada por um lado, mas pode fazê-la sentir-se culpada por não estar cuidando dos filhos como queria. Aí vem a necessidade do equilíbrio!</p>
<p>Por um lado, parar de trabalhar pode não ser possível economicamente e pode trazer frustração. Por outro lado, os filhos precisam ser acompanhados por essa mãe. Se você se vê nessa situação, então dá-lhe criatividade e cautela para conciliar tudo!</p>
<h2><strong><br />
A Mãe que trabalha fora.</strong></h2>
<p>Uma mãe que trabalha fora pode tentar compensar a falta passando tempo de qualidade com os filhos. Eu me lembro que minha mãe fazia valer cada momento que estava conosco, quando não estava muito cansada, e eu e meu irmão víamos isso, nos sentíamos valorizados e amados. Por outro lado, existem mães que trabalham apenas em casa, sentem-se frustradas e “descontam” nas crianças, quantidade de tempo não importa tanto quanto a qualidade. E também não adianta tentar compensar a falta enchendo a criança de presentes. Presente é bom, mas as crianças precisam receber outras coisas como atenção, limites (que causam segurança), educação, exemplos de ética e respeito, etc.</p>
<h2><strong><br />
Organização é sua principal parceira. </strong></h2>
<p>Mantenha uma agenda de horários na cozinha, que é onde todo mundo se encontra. Nela você pode anotar todos os compromissos e afazeres domésticos. Se você já tem filhos “maiorzinhos”, eles podem participar, é uma maneira de a família inteira se conectar e se interar das atividades de todos. É uma maneira também do maridão ganhar algumas tarefas de interesse da família e não só do escritório. A intenção é que todos da casa participem e passem a assumir responsabilidades, desafogando a mamãe. Às vezes a mulher muito dinâmica vai fazer um monte de coisas sozinha pra poupar tempo e energia de tentar delegar. Com uma agenda assim pode ser mais fácil. Uma dica é comprar ou fazer uma agenda da folha grande (A4), com um mês por página, pra ficar mais prático.</p>
<h2><strong><br />
Somar e não substituir.</strong></h2>
<p>A mamãe que trabalha pode sentir-se um pouco desapropriada da maternidade e passar a contar demais com ajuda externa. Vovós, babás, médicos, psicólogos, etc. devem vir pra somar com sua sabedoria, mamãe. Somar e não substituir. É claro que há momentos que a ajuda de um especialista é insubstituível e o conselho da sua mãe é inestimável. <strong>Mas o mais importante é você sentir-se confiante com seu juízo de mãe, sentir-se capaz e com poder pra cuidar da sua família, porque o que realmente importa está nas relações de amor entre você e seus familiares, isso ninguém ensina!</strong></p>
<p><strong>Falar dos próprios dilemas e angústias pode aliviar também! Se você sentir vontade de compartilhar com uma amiga ou conosco. Então, Fala mamãe!<br />
Beijos a todas de Carol Moreira.</strong></p>
<p class="akst_link"><a href="http://falamamae.com/?p=729&amp;akst_action=share-this"  title="Enviar por email, guardar no del.icio.us, sapo tags, etc." id="akst_link_729" class="akst_share_link" rel="nofollow">Falar para as redes sociais</a>
</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://falamamae.com/aqui-quem-fala-e-a-psicologa-carol-moreira-e-hoje-vamos-falar-de-mae-que-trabalha-fora/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>0</slash:comments>
		</item>
		<item>
		<title>Aqui é a Lúbia psicopedagoga quem fala.E hoje vamos falar de um assunto sério: Adaptação na Escola.</title>
		<link>http://falamamae.com/aqui-e-a-lubia-psicopedagoga-que-fala-e-hoje-vamos-falar-de-um-assunto-serio-adaptacao-na-escola</link>
		<comments>http://falamamae.com/aqui-e-a-lubia-psicopedagoga-que-fala-e-hoje-vamos-falar-de-um-assunto-serio-adaptacao-na-escola#comments</comments>
		<pubDate>Mon, 08 Feb 2010 16:37:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Carol</dc:creator>
				<category><![CDATA[Fala, Doutor]]></category>
		<category><![CDATA[adaptação]]></category>
		<category><![CDATA[bebê]]></category>
		<category><![CDATA[criança]]></category>
		<category><![CDATA[culpa]]></category>
		<category><![CDATA[escola]]></category>
		<category><![CDATA[mãe]]></category>
		<category><![CDATA[pais]]></category>
		<category><![CDATA[professores]]></category>

		<guid isPermaLink="false">http://falamamae.com/?p=665</guid>
		<description><![CDATA[
Enfim, o início das aulas! Um momento que mistura alegria, tristeza, ansiedade, novidade e muito choro! 
 Amigas leitoras!
Estou aqui com mais um post. Tendo abordado na semana passada sobre a escola do seu filho, hoje falarei sobre a: 
A adaptação na escola.
Justamente por se tratar de algo novo para a criança, requer um período de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2><a rel="attachment wp-att-666" href="http://falamamae.com/aqui-e-a-lubia-psicopedagoga-que-fala-e-hoje-vamos-falar-de-um-assunto-serio-adaptacao-na-escola/professora_feliz"><img class="aligncenter size-medium wp-image-666" title="Professora_Feliz" src="http://falamamae.com/wp-content/uploads/Professora_Feliz-400x269.jpg" alt="" width="400" height="269" /></a></h2>
<h2><strong>Enfim, o início das aulas! Um momento que mistura alegria, tristeza, ansiedade, novidade e muito choro! </strong></h2>
<p><strong> Amigas leitoras!</strong></p>
<p>Estou aqui com mais um post. Tendo abordado na semana passada sobre a escola do seu filho, hoje falarei sobre a: <strong><br />
A adaptação na escola</strong>.</p>
<p>Justamente por se tratar de algo novo para a criança, requer um período de adaptação, especialmente para as que estão indo para escola pela primeira vez. A fase de adaptação pode durar alguns minutinhos, horas, dias e até meses&#8230; depende da criança e também dos pais!</p>
<h2>Por que a criança chora?</h2>
<p><span id="more-665"></span></p>
<p>Como é difícil para todos nós lidarmos com a insegurança e o medo do novo! Imagine para uma criança que nunca saiu de casa sem os pais, que sempre esteve em companhia da família e, de repente, vê-se em um ambiente estranho, cheio de crianças que ela nunca viu e de “umas moças” diferentes. É.<br />
A adaptação das crianças à escola é diferente para cada um e às vezes pode ser um processo difícil e demorado, seja para o bebê, para o maiorzinho ou até para aquele que já está indo para o Ensino Fundamental.</p>
<h2><strong><br />
Mas o que será que podemos fazer para ajudá-las nesse processo?</strong></h2>
<p>O vínculo da criança com a professora e os novos amigos pode ser lento, é preciso paciência, tranquilidade e, às vezes, deixar a nossa insegurança de lado para poder transmitir segurança para os pequenos.</p>
<p>Somos nós, adultos, quem ensinamos às crianças a distinguirem o que é certo, do que não é. O perigoso do não perigoso. Eles percebem tudo e aprendem rapidinho. Se os filhos perceberem que os pais tem medo, que estão inseguros de deixá-los na escola, podem entender que esse é um lugar perigoso, que não vai ser bom para estar ali. Isso pode prolongar ainda mais o tempo de adaptação. Mesmo os maiores – que também ainda são crianças conhecendo o mundo – é necessário tentar entender o que pensam, ouvir quais são seus receios e conversar sobre o assunto com eles. Conte a eles como foram as suas experiências na idade deles. Essa atenção vai deixá-los mais tranquilos e os fará perceber que não estão sozinhos, que tem alguém ao lado deles para ajudá-los na “batalha”.</p>
<p>Diferente das crianças menores, com quem a conversa não será eficaz, é preciso muita calma, paciência e tranquilidade. Procure conhecer a professora e participe amplamente da vida de seu filho. As reuniões são muito importantes, até para ouvir a opinião de outros pais que podem, inclusive, dividir a experiência passada.</p>
<h2><strong><br />
Após alguns anos de experiência com crianças pequenas ouso dar dicas de alguns cuidados básicos que facilitam o processo:</strong></h2>
<p>- Visitem a escola para conhecerem o espaço, se possível em época de aulas, pois terão a oportunidade de verem outras crianças brincando e interagindo entre elas e com as professoras.</p>
<p>- Evitem, na medida do possível, coincidirem o ingresso na escola com algum outro acontecimento importante na vida da criança, como uma mudança de casa ou cidade, a separação dos pais, a morte de alguém próximo, ou mesmo o nascimento de um irmão. Nesses episódios ela necessita de um tempo de recuperação, adaptando-se primeiro à nova situação para depois adaptar-se à nova escola. É melhor esperar.</p>
<p>- O ideal é que a separação seja aos poucos. Existem escolas que permitem uma separação gradual, deixando alguém da família ficar com a criança na sala de aula ou na escola, nas primeiras semanas. É importante que os pais deixem claro que não estão abandonando-o e voltarão para levá-lo para casa, fazendo o possível para buscá-lo na hora exata da saída, sendo honestos com a criança, despedindo-se dela quando forem sair. Só assim ela poderá se concentrar nas atividades propostas, e deixar de olhar todo o tempo para porta para saber se vocês já desapareceram. A possibilidade da separação ser mais tranquila dependerá muito da atitude emocional dos pais.</p>
<h2><strong><br />
Mamães, não se sintam culpadas. Como? Leiam abaixo.</strong></h2>
<p>É comum observarmos em algumas famílias um sentimento de culpa por terem que deixar os filhos para trabalharem – principalmente às mães. Essa experiência é vivida com dor. Na verdade, qualquer separação causa dor. O fato é que somente através da falta dos pais, ou da mãe, e da necessidade da criança sair em busca de suas necessidades, por seu próprio esforço, é que se dará seu desenvolvimento emocional. O sentimento de culpa é uma emoção natural deste momento, pois ao mesmo tempo que ter que separar-se pode parecer impossível, algumas vezes é um alívio. Há uma grande ambivalência dos pais que, por um lado desejam cuidar e proteger euss filhos e, por outro, também querem descansar e retomar suas vidas. Este sofrimento poderia ser menor se lembrassem que <strong>ser boa mãe ou bom pai não significa estar interagindo o dia inteiro com a criança. O que conta é a QUALIDADE da relação quando estão perto.</strong> As crianças mais independentes muitas vezes são parte de uma família numerosa, ou filhos de pais que trabalham fora e que aprenderam a se organizar sozinhos, o que não garante que sua adaptação seja mais tranquila. É comum filhos únicos terem mais dificuldades, por estarem acostumados a ter todos os problemas solucionados pelos adultos, o que os torna despreparados para lidar com fortes emoções. A melhor maneira de ajudar a criança é deixá-la, sempre que possível, encontrar seu caminho para a independência.</p>
<h2><strong><br />
A escola é o caminho.</strong></h2>
<p>A escola é uma oportunidade que a criança tem de se desenvolver intelectual e emocionalmente, enfrentando as dificuldades sozinha, começando a lidar com outros adultos que não seus pais nem seus familiares. Por isso, ela deve sentir que o ambiente lhe oferece carinho, afeto e segurança, semelhante ao que sente em casa.</p>
<p>Convivendo em um novo grupo a criança desenvolve a receptividade e a sensibilidade ao mundo exterior; aprende a vencer a timidez e insegurança, a colaborar e trabalhar em equipe, aprende a trocar e emprestar brinquedos, a conviver com outras crianças, a defender, comunicar e expressar-se melhor.</p>
<p>E lembre-se: <strong>a escola é uma super aliada na formação e educação de seus filhos. Portanto, sempre que sentir necessidade de uma conversa sobre a criança ou quiser dar uma opinião e até uma crítica, aproveite essa parceria, a escola de seu filho com certeza estará sempre de portas abertas.</strong></p>
<p><strong>Bjos de Lúbia e veja a minha super dica da semana na categoria </strong><strong><a href="http://falamamae.com/category/vamos-as-compras" target="_blank">Vamos à Compras! </a><br />
</strong></p>
<p class="akst_link"><a href="http://falamamae.com/?p=665&amp;akst_action=share-this"  title="Enviar por email, guardar no del.icio.us, sapo tags, etc." id="akst_link_665" class="akst_share_link" rel="nofollow">Falar para as redes sociais</a>
</p>]]></content:encoded>
			<wfw:commentRss>http://falamamae.com/aqui-e-a-lubia-psicopedagoga-que-fala-e-hoje-vamos-falar-de-um-assunto-serio-adaptacao-na-escola/feed</wfw:commentRss>
		<slash:comments>2</slash:comments>
		</item>
	</channel>
</rss>

