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Sweet Baby




Posts com a Tag ‘crianças’
16/08/10

Fernanda, eu e Ana Paula – descontração e alegria no coquetel de lançamento da nova coleção primavera verão na Sweet Baby.

Olá Meninas!

Fui e conferi um evento lindo, doce e de muito carinho e bom gosto na Sweet Baby.
A coleção está linda, a loja também e o clima de alegria em atender bem os seus clientes é indiscutivelmente maravilhoso!

Vou postar aqui no decorrer da semana algumas novidades da loja e das lindas roupas para os nossos babys. Não percam que a Sweet Baby está arrasando!

Bjos de Carol Siqueira.

06/04/10

Olá Meninas!

Eu recebi um e-mail de uma leitora com a sugestão de escrever sobre acidentes domésticos e junto, ela me enviou um excelente texto que ao ler, eu me surpreendi. Os maiores perigos estão dentro de casa e às vezes, passamos despercebidos.
Leia este post e fiquem atentas! Proteja os seus filhos de qualquer acidente doméstico.

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22/03/10

Olá Meninas!

Para hoje não tinha assunto mais importante do que este: no dia 22 de março começa a campanha de vacinação contra a gripe suína ou seja, HOJE.

O melhor a fazer é tirar todas as suas dúvidas com o pediatra do seu filho antes de vaciná-lo.

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25/02/10

Amigas leitoras!

Outro dia, em meu local de trabalho, ouvi um pai dizendo assim:
Agora coloquei meus filhos numa escola linha dura. Essa história de deixar as crianças muito livre não dá certo não…

Fiquei pensando. Estamos lutando por uma educação onde as crianças tenham vez e voz e, uma educação que de linha dura não tenha nada. Que seja uma linha firme, mas mole, molinha, onde seja permitido voar. A imagem que me vem à mente é uma que li, no livro de Ruben Alves A pipa e a flor:
é a linha que sustenta a pipa no céu.
Precisa estar bem firme na mão, mas também ser maleável, permitir que a pipa voe livremente. Mais que isso, é a linha que sustenta a pipa no ar. Sem essa linha mole mas firme, a pipa cai. Imagina se essa linha fosse dura. A pipa nunca poderia conhecer o céu. O vôo seria impossível.

E criança presa, dá certo?

Continuei pensando. Sem dúvida é mais fácil de controlar, na escola e em casa. E será que os pais de hoje em dia – sem tempo pra seus filhos, sem paciência, sem vontade de educar – não preferem mesmo o conforto das crianças passivas/presas/educadas-em-linha-dura?

Pensei mais ainda. Criança livre dá trabalho. Questiona. Testa autoridade. É livre! É autônoma, independente.

Isso quando por livre se entende livre mesmo e não largada. Liberdade não é permissividade. A criança livre – assim como o adulto livre – sabe viver na coletividade, senão não seria livre. É solta sim, não é presa. Solta também não é largada, abandonada a seu próprio destino.

A criança livre, leve e solta. Engraçado esse termo, mas instigante. Uma criança que anda com seus próprios pés, dona de seu tempo, de seu estilo, de suas expressões, de seus objetos, segura de seus sentimentos. Não precisa fazer drama – é leve. Simples. É natural. Decide. Aponta.

Sugere. Às vezes solta uns desaforos sim, às vezes faz bagunça, às vezes faz até birra pra testar se os adultos que cuidam dela são fortes mesmo – se a linha está bem segura na mão do adulto.

Tudo é um jeito que ela tem de se expressar. É livre pra criar a própria vida, não está presa, não está amarrada a uma linha dura que poderia tolher seu vôo.  Acredito em uma escola onde os educadores se preocupem em não dirigir demais, em não passar por cima dos pequenos, que permitam às crianças serem donas de situações simples, mas fundamentais para seu desenvolvimento enquanto sujeito em construção. Não sei bem por que as pessoas podem pensar que liberdade faz mal. Será que é porque a criança livre não corresponde exatamente às demandas produtivo/consumistas dos adultos? Porque seus interesses vão além da alfabetização e das demais disciplinas fragmentadas e sem sentido das escolas linha dura? Porque sua criatividade faz com que inventem e imaginem um mundo diferente dessa nossa sociedade pragmática? Será que é porque crianças livres não abrem mão de sua cultura – a Cultura da Criança – engendrada nos quintais, nos recreios, nas ruas de antigamente?

Ou será que é porque essas pessoas já desistiram da liberdade?

Sei que no post dessa semana questiono muitas coisas, mas aproveito esse espaço para que reflitam sobre o tipo de educação que querem para seus filhos. Só conseguiremos mudar a educação vigente na maioria das nossas escolas, quando vocês, pais e mães, questionarem mais a rotina imposta às crianças e qual seu verdadeiro sentido.

Na próxima semana falaremos sobre Os saberes que as crianças constroem brincando.
E vejam no Vamos às Compras as dicas de livros que deixei para vocês e seus bebês e crianças, OK?

Um beijo grande e até lá.

Lúbia Tosta
lubia_tosta@hotmail.com

25/02/10

Eu Lúbia, psicopedagoga e colunista do FalaMamãe deixo duas maravilhosas dicas de leitura aqui . Então Vamos as Compras, mamães!


O BEIJO

Bala, chiclete, chocolate! Brinquedo, sorvete, figurinha! Passeio, cafuné, pizza, pirueta! Cambalhota, brigadeiro, bicicleta… Delícias? Delícias! Mas nada, absolutamente nada comparado a um beijo. Aliás, nada nesse mundo substitui aquele beijo! Que beijo? O beijo da mamãe, é claro!!!
Porém… “mamãe saiu apressada esta manhã e esqueceu de me dar um beijo. Eu preciso de um beijo. E por isso vou procurar meus amigos. Mas ninguém sabe dar aquele beijo e mamãe ainda não está em casa. O que posso fazer?” Em O Beijo, o texto de Valérie D’Heur compõe, com uma doce suavidade, a mais perfeita e deliciosa harmonia junto à delicadeza de suas ilustrações para falar de um tema tão terno e tão presente na relação, na troca de afeto entre mães e filhos. Sem o beijo de sua mãe, o pequeno pássaro fica perdido. Pensa em mil soluções e acaba por fazer uma emocionante descoberta: tão gostoso quanto ganhar um beijo, é DAR um beijo!!!

A CASA DOS BEIJINHOS

Claudia Bielinsky

Neném procura beijinhos em todos os cantos da casa. Você também quer? Abra a porta e as janelas, os armários, olhe atrás dos quadros, levante a cortina, o edredom, a almofada, e ache o seu beijinho mais gostoso na casa de Neném!

Em A casa dos beijinhos, Claudia Bielinsky apresenta para as crianças de dois a quatro anos noções simples sobre os animais, sobre a casa e a família e sobre o afeto que pode ligar esses elementos.

Por intermédio de lindas ilustrações manipuláveis, a autora se vale de apelos táteis e visuais para que a criança descobra a seqüência da história enquanto ouve a leitura, estabelecendo uma relação lúdica e prazerosa entre o pequeno “leitor” e seu livro – uma relação que pode fazer a diferença na formação do leitor de fato.



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