Posts com a Tag ‘criança’
10/02/12

Se existe algo mais gratificante e abençoado que ver o sorriso do meu filho, por favor me apresentem que eu não conheço.
Se existe prazer maior que conversar com o meu pequeno e ver a evolução em suas palavrinhas novas que surgem todos os dias, por favor, me apresentem.
Se existe algo mais brilhante e que me move com o maior entusiasmo a cada dia em apenas estar perto do meu filho e sentir o seu cheiro, eu não conheço e não quero nem conhecer.
Quantas vezes, aqui, já falei para todas vocês que não é fácil.
As madrugadas em branco quase nos enlouquecem e nos entorpecem. Ficamos embriagadas sem beber uma gota de álcool.
Os choros de cólicas e o desespero por não saber o que eles estão tentando falar naquele chorinho sofrido, é angustiante.
Depois eles mal crescem e já começam engatinhar, dar os primeiros passos e você parece mesmo uma sombra protetora, a cada cantinho que eles se aventuram. Isso cansa!
Depois vem as birras quase incontroláveis que te fazem tremer de raiva, uma mistura de sentimentos vem à sua cabeça e às vezes, sozinha você pode chorar por saber que tudo isso é uma loucura.
Mas mesmo com todas as dificuldades que já passei e passo todos os dias na minha tentativa de ser uma mãe melhor, eu ainda não conheço felicidade maior que ter um filho.
E a boa notícia é que tudo vai ficando melhor, mais gostoso e divertido.
A sua vida fica sempre com aquele frescor de infância e aquela alegria que só uma criança consegue trazer para as nossas almas.
É muito intenso. É maravilhoso. É doloroso.
Só um filho é capaz de gerar tudo isso dentro de você e saber que essa sim é a melhor fase de nossas vidas. Portanto, minhas amigas, aproveitem como eu.
Cheirem as suas crias, chorem, sorriem, façam loucuras, proponham aventuras, brinquem, eduquem mas não desistam.
Sejam felizes agora e não reservem nada para amanhã.

Curtam o final de semana com os seus filhotes e um grande abraço às minhas amigas que estão maravilhosamente grávidas,
Carol Siqueira.

03/02/12

Meninas!

Meu filhote acabou de sair todo serelepe de mãos dadas com sua vó. Chega a saltitar de alegria e euforismo e o meu coração saltita é de saudade precoce e uma pontadinha de remorso. Remorso de sei lá o quê! Aquela culpazinha que bate lá no fundo de deixá-lo ir para ter um momento de descanso com o marido.
A casa dobra de tamanho. Fica tudo tão limpinho, tudo no lugar, sem som… que chega a incomodar aquele vazio que não estamos mais acostumadas.
A maternidade é uma loucura mesmo, que de gargalhadas às lagrimas é um pulo.
Hoje mesmo estava conversando com a minha Fabi, mãe da Júlia de 8 meses, e choramos as pitangas uma pra outra. Na mesma hora que ríamos muito a conversa já ficava séria e quando olhávamos para a Júlia, ali sentadinha no tapete tão inocente, acho que sentimos vontade de chorar.
Choro de agradecimento a Deus pelos nossos filhos serem tão saudáveis, choro de alegria e de termos a oportunidade maravilhosa de estarmos com eles 24 horas. O que muitas mães choram por não ter este tempo todo que temos.
Mas todas nós somos um pouco monstrinho. Aquela vontade de entrar na nave espacial e sumir nas estrelas.
Aquela saudade do tempo de não ter nada o que fazer ou ficar um final de semana inteiro em casa, sem hora e compromisso com nada.
Mas a graça de ter filhos é exatamente essa. É a mudança da rotina, do aroma da casa, dos sonhos, de ter aqueles brinquedos sonoros espalhados pelo tapete. E com um sorriso apenas, daquela boquinha sem dente, faz valer tudo e muito mais.
E quando ele sai pela porta, eu fico aqui numa alegria triste. Numa liberdade artificial.

Os filhos crescem e vão. E desde pequenos, eles começam a escapar entre os dedos.

E quando vejo meu pequeno olhar para trás e dar um tchauzinho com aquela mãozinha ainda tão pequena e frágil, fico em pedaços. Custo a me acostumar com as horas seguintes e me pergunto o que vou fazer aqui sem ele.
Quem nunca foi uma mãe monstrinho que levante a mão?!
Daquela que arruma a sacola quase chorando ficando apenas 1 dia sem eles. Mas quando eles voltam pra casa perguntamos: será que eu não deveria ter curtido mais este tempo sozinha?

Eita, maternidade que nos deixam loucas e confusas, né?

Curtam os seus filhotes e um final de semana de paz pra todas vocês :)
Bjos de Carol Siqueira.

29/01/12

Domingo. Hoje tivemos aniversário!
Falar de festa é sempre sinônimo de alegria. Não importa a dimensão.
O que fica guardado na memória é o carinho da mãe que sempre prepara com muito amor.
É gostoso do início ao fim, do banho especial do dia de festa ao capricho maior no perfume e até a volta para casa.
A delícia que é escolher a roupa, sempre mais colorida e confortável para as molecagens.
Comer brigadeiro, cantar os parabéns, bater palma e partir para as brincadeiras.
Pode ser festa em casa, festa no salão. Se vier do coração que é bom.

Hoje tivemos festa e foi tudo uma delícia.
Não tem domingo mais gostoso quando vamos participar de uma folia dessas.
Fechamos o nosso final de semana com gostinho de cachorro-quente. E com vontade de quero-mais.

Por Carol Siqueira.

06/01/12

Queridas amigas!

Lendo aqui, assistindo ali e pesquisando muito sobre o assunto (porque eu gosto mesmo!) descobri que fazemos tanto esforço para deixarmos os nossos filhos felizes sendo o que eles precisam de muito menos do que imaginamos.
Eles não precisam de brinquedos de última geração, nem de viagens mirabolantes (porque às vezes eles nem assimilam a diferença de um lugar para o outro, dependendo da idade) e nem mesmo se entupir de atividades fora a escola para sentir aquela felicidade gostosa e sincera que só uma criança é capaz de sentir e nos transmitir.
Você agora, lendo este post, deve estar neste momento assim:
Tá, Carol! Eu já sei disso… Qual é a novidade?

Não tem nenhuma novidade mesmo… mas é que nós, adultos, IN-SIS-TI-MOS em achar que o quê nos deixa felizes deixam nossos filhos felizes também. É errado pensar assim.
Uma criança tem duas, somente 2 necessidades básicas a serem obedecidas por nós enquanto pais, para inspirarem uma infância mais feliz para os nossos filhos:

1) BRINCAR
2) DORMIR (e até os 3 anos ela precisa do soninho do dia)

Dentro destes dois tópicos tão básicos e que parecem serem tão simples, infelizmente muitos pais pulam muitas vezes tentando buscar o melhor para os seus filhos.
É brincando que a criança aprende sozinha enfrentar os seus conflitos e outras inúmeras questões sobre a vida. E é dormindo que a criança assimila tudo isso, guarda em seu cérebro todas essas experiências.

Em falar em cérebro, brincar significa também estimular. É lógico que devemos deixar eles brincarem do jeito que quiserem, com outras crianças, mas é muito importante também dar estímulo para os nossos filhos.
Eu estava assistindo um programa na History Channel e fiquei encantada em saber profundamente como funciona o cérebro de uma criança até 3 anos e descobri que a idade ideal para receber estímulos é agora – de 0 a 3! Vejam só que fascinante!

Recentes pesquisas científicas demonstram que as experiências dos 3 primeiros anos de vida têm uma força ímpar no desenvolvimento do cérebro humano. Proteção, conversa e canto, leitura com nossas crianças menores ajudam-nas a adquirir habilidades para aprender e se desenvolver. Pesquisas tantas vezes provam o que já sabemos. O cérebro se forma na relação da criança com o ambiente, e isso ocorre principalmente até os 10 anos, e de maneira mais acentuada até os 3.

Crianças que têm pouco estímulo nesta fase inicial da vida deixam de formar certos circuitos neuronais. E isto compromete a capacidade de aprender a falar, ler, cantar, tocar instrumentos, dançar, dominar outros idiomas, tudo. Conforme foi falado no programa, criança que são mais estimuladas precocemente com brincadeiras mais pedagógicas foram em sua maioria adultos com Q.I.s mais elevados e resolvem as suas questões emocionais mais facilmente. Legal, né?

Como funciona o cérebro de uma criança?

Durante o seu desenvolvimento, o cérebro tem que formar cerca de 100 trilhões de conexões entre 100 bilhões de neurônios. Há fatores, o genético recebido dos pais e determinante de parte da estrutura cerebral da criança, e o ambiental, que produz estímulos determinantes da emissão de axônios e dendrites e da formação – ou não- das conexões, ou sinapses. Quanto mais a criança for exposta à linguagem falada, escrita, lida, cantada, maior será seu repertório e suas alternativas para administrar suas emoções na relação com o ambiente. O Estado administra, e mal, o ensino após os 7 anos, mas é antes disso a fase mais propicia, conforme agora fartamente provado. Até os 10 anos, o cérebro está formando os circuitos da linguagem, razão pela qual é quando se deve começar a aprender um idioma estrangeira antes disso. Ou seja, a fase até os 3 aninhos de idade é a ideal para receber estímulo.

Voltando agora para a emoção…
 Qualquer criança além de tudo isso acima, precisa mesmo é ser amada. Sentir-se desejada pelos seus pais e familiares. Receber cuidados básicos como proteção e segurança. Dormir bem a noite, explorar e brincar o quanto puder, conversar e compreender o que está sendo explicado à ela (tarefa dos pais). Saber dos seus limites para entender o quanto antes respeitar o próximo.

E aí, gostaram deste post? O que você acha disso tudo?
 Dê a sua opinião aqui!
Super beijo de Carol Siqueira.

27/12/11

Amigas!

É com grande alegria que compartilho com vocês o nosso sucesso ao desfralde do Paulo Neto.
Já havia alguns meses que ele não usava mais fraldas durante o dia mas a fralda noturna, pra mim, foi muito difícil!
Eu tinha resistência em persistir, a cada xixi na cama eu colocava a fralda de novo e pra falar a verdade, eu gostava de ver o meu menininho dormir de fralda, afinal, eles sempre serão os nossos bebês!
Mas quando ele começou a falar que não queria usar mais as fraldas, que fralda não era coisa de menino grande a minha ficha caiu e tive que ir em frente.
Xixi na cama, troca de lençol, troca de pijama, xixi na madrugada na privada e volta pra cama… Essa é a rotina até eles se acostumarem e não fazerem mais xixi na cama.

Nós, mães, não temos muito o que fazer a não ser!

  • Estimular o xixi antes de ir dormir e evitar dar líquido antes de ir pra cama (mas a mamadeira ainda continua!)
  • Muita paciência
  • Saber que eles têm o tempo deles e com certeza, um dia eles vão parar de fazer xixi na cama

E o mais importante!
Saber esperar a idade certa, o sinal da criança. O maior erro das mães é tentar desfraldar antes do tempo, precoce demais. Pra quê isso? Um dia a criança vai sair da fralda mesmo e isso é uma decisão mais dela do que da mãe. Bom, comigo foi assim e deu super certo!

Bom, minhas amigas!
Se eu sentir muita saudade da fralda vou ter que fazer outro bebê porque aqui em casa, tenho um menininho que só usa cuecas, 24 horas.

Bjos grande de Carol Siqueira.



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