
Estou a tempos querendo conversar com vocês sobre algumas mudanças de comportamento depois que o Paulo Neto foi para a escola.
Ele sempre foi dócil, de poucas birras, carinhoso comigo e fácil de lidar.
Mas depois que o meu pequeno passou a frequentar a escolinha todos os dias o seu jeitinho foi mudando, mudando até que tive mesmo que conversar com a coordenadora.
Mas não posso negar que muita coisa mudou e que eu também não gostei.
Tudo ele vem relutando com birras insuportáveis fazendo o de tudo para me chamar atenção. Ele tenta me magoar com o jeitinho de falar, se opõe a tudo, a horários e rotinas que nunca foram problemas para nós.
E isso foi me preocupando até que fui conversar com a sua coordenadora (que é uma pessoa amável demais!) e ela me explicou da seguinte forma:
Mesmo se sentindo feliz com a escola ele está magoado com a gente. Mas isso é um sentimento que é inconsciente porque tiramos ele da sua casa, do seu conforto, dos seus brinquedos e de sua vida que ele sempre viveu e que sempre foi uma delícia! Mas como ele ainda não sabe se expressar e me contar tudo isso, ele nos agride e reluta a tudo! As birras são uma forma de nos mostrar que ele está estranhando as mudanças que fizemos na vida dele. E ao mesmo tempo, começamos com a natação na parte da manhã e ele se sente muito cansado, o que piora o seu grau de stress devido ao cansaço físico mesmo!
As palavras que não falavam e agora ele me diz de vez em quando, é infelizmente devido ao convívio com outras crianças. Mas isso é inevitável e o meu papel é orientá-lo que essas palavrinhas são feias e que mesmo ele vendo o coleguinha falar, não precisa repetir em casa.
Bom minhas amigas! Como disse a coordenadora do meu pequeno: estou só no capítulo 1! E por isso a maternidade é tão linda e abençoada porque nos proporciona aprendizagens que só sendo mãe mesmo para viver!
Comente aqui o que você acha disso tudo!
Bjos de Carol Siqueira.
Meu filhote acabou de sair todo serelepe de mãos dadas com sua vó. Chega a saltitar de alegria e euforismo e o meu coração saltita é de saudade precoce e uma pontadinha de remorso. Remorso de sei lá o quê! Aquela culpazinha que bate lá no fundo de deixá-lo ir para ter um momento de descanso com o marido.
A casa dobra de tamanho. Fica tudo tão limpinho, tudo no lugar, sem som… que chega a incomodar aquele vazio que não estamos mais acostumadas.
A maternidade é uma loucura mesmo, que de gargalhadas às lagrimas é um pulo.
Hoje mesmo estava conversando com a minha Fabi, mãe da Júlia de 8 meses, e choramos as pitangas uma pra outra. Na mesma hora que ríamos muito a conversa já ficava séria e quando olhávamos para a Júlia, ali sentadinha no tapete tão inocente, acho que sentimos vontade de chorar.
Choro de agradecimento a Deus pelos nossos filhos serem tão saudáveis, choro de alegria e de termos a oportunidade maravilhosa de estarmos com eles 24 horas. O que muitas mães choram por não ter este tempo todo que temos.
Mas todas nós somos um pouco monstrinho. Aquela vontade de entrar na nave espacial e sumir nas estrelas.
Aquela saudade do tempo de não ter nada o que fazer ou ficar um final de semana inteiro em casa, sem hora e compromisso com nada.
Mas a graça de ter filhos é exatamente essa. É a mudança da rotina, do aroma da casa, dos sonhos, de ter aqueles brinquedos sonoros espalhados pelo tapete. E com um sorriso apenas, daquela boquinha sem dente, faz valer tudo e muito mais.
E quando ele sai pela porta, eu fico aqui numa alegria triste. Numa liberdade artificial.
E quando vejo meu pequeno olhar para trás e dar um tchauzinho com aquela mãozinha ainda tão pequena e frágil, fico em pedaços. Custo a me acostumar com as horas seguintes e me pergunto o que vou fazer aqui sem ele.
Quem nunca foi uma mãe monstrinho que levante a mão?!
Daquela que arruma a sacola quase chorando ficando apenas 1 dia sem eles. Mas quando eles voltam pra casa perguntamos: será que eu não deveria ter curtido mais este tempo sozinha?
Eita, maternidade que nos deixam loucas e confusas, né?
Curtam os seus filhotes e um final de semana de paz pra todas vocês :)
Bjos de Carol Siqueira.

Estou aqui para compartilhar com vocês a minha alegria de ver o meu filho tão esperto, falante, divertido, entrosado com a gente. Tão menininho e cheio de perguntas! Tudo que eu falo para ele, ele está me entendendo. Tudo o que ele sente, ele já sabe expressar.
Estou muito enlouquecida (no sentido muito bom da palavra) com as mudanças no comportamento do meu pequeno.
Por isso que todo mundo fala que aos 3 anos, nós mamães queremos ter outros filhos mesmo! Porque é tão bom vê-los assim, é tão emocionante que passar por isso uma vez só é realmente muito pouco!
Meu filho amado!
Você sempre será o neném da mamãe. Sempre será o meu pequeno e você nunca será grande o suficiente para os meus braços.
Sempre terei o mesmo carinho, as mesmas mãos afagando os seus cabelos que parecem ser tão frágeis.
Os seus pés serão sempre tão pequenos e sempre terei vontade de beijá-los.
Eu te amo demais e você será sempre o meu pequeno grande homem. Mesmo quando for um homem bem grande!
Bjos de sua mãe Carol Siqueira.

Quero falar com vocês sobre algo muito comum, mas que pode fazer seu filho sofrer de verdade. Você já se viu “descontando” suas frustrações em seu filho? Saiba que isso pode gerar muita confusão na cabecinha dele, além de sofrimento, claro.
Aqui é a psicóloga Carol Moreira e hoje vamos compreender melhor o que acontece com uma criança quando é alvo de ataques desse tipo e vamos falar sobre controle de emoções. Vamos falar sobre isso?
Eu e meu pequeno: aquele sorrisão depois do banho!Me desculpem mil vezes por ter ficado tanto tempo sem atualizar o blog.
Graças a Deus, a nossa loja foi inaugurada e para quem ainda não sabe a minha loja é a iDream Store, uma especializada Apple aqui em Uberlândia, no Center Shopping. Quem for da cidade, venham me visitar. OK?
Mas o nosso assunto agora é outro. Com toda esta mudança em nossa vida, em nossos horários e rotina, o Paulo Neto sentiu tudo isso e eu fiquei me cobrando. Quem já viveu isso, sabe o que estou falando.
Estou tentando ao máximo equilibrar as coisas mas inauguramos a loja em um período forte de vendas e com isso, estou trabalhando mais do que o esperado, que ainda não tinha acontecido desde que o Paulo Neto nasceu. Com isso ele não queria o meu colo, rejeitava os meus carinhos e passou a nem me dar bola mais. Fiquei louca. Passei trabalhar entristecida.
O que fazer quando isso acontece?