Ontem eu estava acompanhando o grande evento da PomPom Fraldas para blogueiros com a participação de vários profissionais como a grande psicóloga e psicoterapeuta Natércia Tiba e o pediatra Dr.José Vicente Rinaldi. Infelizmente não pude ir dessa vez mas com certeza, terei outras oportunidades para encontrá-los pessoalmente.
Mas estive acompanhando tudo pelo twitter e vejam só os assuntos que foram discutidos e todos de muita importância na vida de qualquer mãe:
A importância da rotina para uma criança.
O quanto é importante o pediatra falar mais de comportamento da criança com a mãe em seu consultório,
Sobre mães super-protetoras que geram crianças ansiosas,
Terceirização dos filhos e o mal que isso pode gerar em nossas crianças,
E sobre a nossa querida vilã CHUPETA…
E com certeza, outros grandes temas foram discutidos. Mas o que me chamou muita atenção foi o da chupeta mesmo.
Aqui em casa temos um histórico de amor e ódio por esse pequeno e gracioso objeto – o bibi – assim chamado pelo meu pequeno quando se refere a sua chupetinha.
Meu filho Paulo Neto está completando agora em Maio os seus 4 aninhos e sei que já até passou da hora de tirar a chupeta.
Mas eu sempre falo e repito aqui no blog que cada criança tem o seu tempo e nunca devemos comparar os nossos filhos com outras crianças.
Devemos respeitá-los e só assim, toda a retirada seja de fraldas, de chupeta, do paninho pra dormir, de uma mania e coisas e tal… terá sucesso.
Aqui em casa vou começar a tirar a chupetinha depois de uma grande viagem que vamos fazer agora em Maio. Já levei meu pequeno ao dentista e profissionalmente falando, já passou da hora retirar o seu bibi. Eu sei disso!
Mas pra falar bem a verdade, nunca me incomodou muito o fato do meu filho usar a chupeta e eu mesma, fui uma criança que tenho doces lembranças do meu bibi. Tive que usar aparelho nos dentes, sim.
Mas não me prejudicou na fala e até acho que converso demais… além da conta!!! Que a nossa dentista Vivian Leão não leia este post…
Não quero que o meu filho chore por causa de uma chupeta e vou tirando devagarinho. Primeiro tiro a chupeta do dia. Depois tiro a chupeta da noite.
Se vai dar certo? Não sei.
Nossas crianças nos surpreendem muito e pode ser que tudo seja bem diferente do que estou planejando.
E você, como fez para tirar a chupeta do seu filho? Conte aqui pra gente!
Grande bjo de Carol Siqueira.

Estou vivendo dias difÃceis por aqui…
Não sei por onde veio essa alucinação ou melhor, essa enjoeira com roupas!
O Paulo Neto está passado de chato quando o assunto é o que vestir e nessa aventura desgastante, até o pijama ele escolhe e não quer saber nem de conversar.
Já tentei dominar por todas as técnicas: o diálogo, ameaças, castigo, o de abraçar e fingir que está tudo bem e o último foi: Se não colocar essa camiseta eu juro que vou te bater!
E nessa chatice toda, estamos sempre chegando atrasados na escola porque ele sempre fica indeciso qual tênis usar. Coloca, tira. Escolhe outro, tira. Chora e fica realmente triste. Eu acabo ficando estressada e às vezes, sem saber lidar com essa situação. É claro que eu tento ao máximo manter a minha calma, respeito a opinião dele mas é que está passando dos limites.
Ele escolhe umas roupas nada ver, não quer saber de opções, não quer vestir camisetas pólo e isto está me deixando louca porque com tantas opções no guarda-roupa, estamos ficando com quase nada de opção. Só de camisetas pólos que ele não quer mais vestir têm mais de 10 nos cabides.
 Pra vocês verem a gravidade da situação: até dormindo, quando vou colocar o pijaminha, ele abre os olhos e meio dormindo resmunga: que pijama que é esse?
Estava folheando a Revista Pais&Filhos (amor eterno!) e li sobre o Baby Blues, o que significa Tristeza Materna.
Além de ter ficado assustada com alta porcentagem das mulheres que sentem esse tipo de tristeza (80% das mulheres sofrem com isso!) lembrei também dos vários casos e comentários de amigas minhas que sentiram essa tristeza. É tipo um abafamento no peito, a sensação de estar fora de si aliada ao cansaço extremo com a chegada de um recém-nascido em casa.
Dentro disso tudo pensei aqui em alguns pontos que podem ajudar as futuras mamães a se prevenirem contra o Baby Blues e que muitas das vezes atrapalha um momento tão esperado. Apesar de ser hormonal, vem devido a queda drástica de hormônios segundo a revista Pais&Filhos, acho que algumas dicas reais podem ajudar e muito!
Bom, minhas amigas! Essas são as minhas dicas, pessoais mesmo!
Acho que se isso tiver muito claro na cabecinha de todas as mamães podem ajudar e muito esse grande momento na vida de toda mulher.
Não desanime! A maternidade é a maior benção que você ganhou de Deus. Ore bastante! Peça a Deus discernimento, sabedoria e se a tristeza bater, peça a Ele que alivie isso do seu coração.
E prepara-se para viver os melhores e mais felizes momentos de sua vida!
Bjos de Carol Siqueira.

Mais um final de semana de paz se foi, graças a Deus!
É claro que vivemos por aqui alguns momentos tensos, de birras, principalmente quando vamos sair e o nosso pequeno quer escolher uma roupa nada a ver. Ai, que hora difÃcil!
Nestes momentos eu não acredito que a palmada resolve. Na minha opinião: as crianças que levam palmadas dos pais são mais agressivas mesmo!
Eu mesma conheço algumas e vejo claramente a revolta das palmadas e logo, eles saem em defesa com tapinhas também, e pior: nos pais.
Muitas vezes perdemos a cabeça e a vontade que dá é de logo dar aquele tapão. O sangue ferve e parece que a conversa não resolve mais.
Dependendo da crise os nossos pequenos parecem nem nos ouvir mais e você fica com uma criança descontrolada sem saber o que fazer.
Lembre-se: o lugar certo de educar as nossas crianças NÃO é no meio do shopping. Muitas mães insistem educar seus filhos em lugares como shoppings para mostrar quem manda. Você se estressa e não vai adiantar. Eduque o seu filho em casa e quando sair, tente manobras para evitar tumulto, OK?
Estamos partindo para a segunda semana de escola por aqui e sem nenhum choro. Estou amando!
Bjos amigas e uma boa semana a todas vocês,
Carol Siqueira.
Se existe algo mais gratificante e abençoado que ver o sorriso do meu filho, por favor me apresentem que eu não conheço.
Se existe prazer maior que conversar com o meu pequeno e ver a evolução em suas palavrinhas novas que surgem todos os dias, por favor, me apresentem.
Se existe algo mais brilhante e que me move com o maior entusiasmo a cada dia em apenas estar perto do meu filho e sentir o seu cheiro, eu não conheço e não quero nem conhecer.
Quantas vezes, aqui, já falei para todas vocês que não é fácil.
As madrugadas em branco quase nos enlouquecem e nos entorpecem. Ficamos embriagadas sem beber uma gota de álcool.
Os choros de cólicas e o desespero por não saber o que eles estão tentando falar naquele chorinho sofrido, é angustiante.
Depois eles mal crescem e já começam engatinhar, dar os primeiros passos e você parece mesmo uma sombra protetora, a cada cantinho que eles se aventuram. Isso cansa!
Depois vem as birras quase incontroláveis que te fazem tremer de raiva, uma mistura de sentimentos vem à sua cabeça e às vezes, sozinha você pode chorar por saber que tudo isso é uma loucura.
Mas mesmo com todas as dificuldades que já passei e passo todos os dias na minha tentativa de ser uma mãe melhor, eu ainda não conheço felicidade maior que ter um filho.
E a boa notÃcia é que tudo vai ficando melhor, mais gostoso e divertido.
A sua vida fica sempre com aquele frescor de infância e aquela alegria que só uma criança consegue trazer para as nossas almas.
É muito intenso. É maravilhoso. É doloroso.
Só um filho é capaz de gerar tudo isso dentro de você e saber que essa sim é a melhor fase de nossas vidas. Portanto, minhas amigas, aproveitem como eu.
Cheirem as suas crias, chorem, sorriem, façam loucuras, proponham aventuras, brinquem, eduquem mas não desistam.
Sejam felizes agora e não reservem nada para amanhã.
Curtam o final de semana com os seus filhotes e um grande abraço às minhas amigas que estão maravilhosamente grávidas,
Carol Siqueira.