
Se vocês acham que este é um assunto clichê, esperem pra ver o que este post têm a dizer.
Se o seu filho não está doente, sendo um bebê e até criança, e não se acalma mesmo recebendo todos os cuidados, é preciso verificar o que provoca esse comportamento sem esperar que ele vá mudar com o tempo.
Quando a irritação é permanente, o bebê ou a criança dorme pouco e se mostra impaciente e nervoso a maior parte do tempo, é necessário investigar o que deve ser mudado na rotina ou modo de se relacionar com ele – explica o pediatra Roberto Santoro, do Departamento Científico de Saúde Mental da Sociedade Brasileira de Pediatria.
Vamos falar de pais sossegados e filhos tranquilos? E de pais tensos e filhos agitados? Leiam este post e se for preciso, mude-se primeiro antes de exigir qualquer melhora de comportamento do seu filho.

Hoje vamos falar de CHORO e de BIRRA. Qual é a mãe que às vezes não se confunde e nem sabe mais os motivos pelos quais seu filho chora? Mas na verdade ele chora mesmo ou faz birra o tempo todo? O que os nossos avós pensavam e agiam na época deles e o que se recomenda hoje?
O Paulo Neto hoje já tem 2 aninhos e quando eu vejo ele assim, tão saudável e alegre às vezes me bate uma certa lembrança das minhas noites mal dormidas com ele no meu colo. Mas o problema não era cólicas, não. Era refluxo.
Eu descobri que ele tinha refluxo quando ele tinha apenas uma semana de vida.
Como foi esta minha experiência? Nada fácil.
Como eu descobri? O seu filho pode estar sofrendo de refluxo e você talvez ainda nem sabe.
Leia tudo sobre refluxo e a minha história pode ajudar você, mamãe.

Peço desculpas por ter me ausentado por um tempo tão longo, espero que tenham sentido falta dos meus posts.
Alguns dias atrás aconteceu um episódio na escola que não posso deixar de compartilhá-lo com vocês. As diferentes formas dos adultos reagirem aos “tropeços” e tombos das crianças.
Quer saber mais? Leia este post e se prepare para quando o seu filho cair, você não chorar mais que ele.

Estamos no finalzinho de janeiro e muitos pais já se encontram naquele dilema:
- Já devo colocar o meu filho na escola? Ele ainda não está muito novinho?
- Que escola devo escolher para o meu filho?
- Devo ficar com ele na escola até ele se acostumar? E se ele chorar muito?
- Como devo fazer para o meu filho organizar o quarto antes da volta às aulas?
Lógico que estas são perguntas que todas nós, mamães vivemos. Acompanhem os posts e vejam as dicas de nossa psicopedagoga e pesquisas que foram feitas para escrever cada um deles.
Então vamos lá!
Neste post vamos falar de - O PRIMEIRO DIA DO MEU FILHO NA ESCOLA!
Quando ainda estava lendo o livro 100 Promessas para o meu bebê de Mallika Choppra uma das páginas que fizeram minhas lágrimas escorrerem foi quando ela narrou, com muita emoção, a primeira vez que a sua filha foi à escola. A sensação é de que uma porta se abriu – a porta da independência – a de viver e estar com outras pessoas, ser amada e não ser amada também, de não estar ao seu lado mas pensar em você o tempo todo e de conviver com idéias, opiniões e palavras contraditórias a tudo que você ensinou à eles.
Fácil?! Não deve ser! Mas necessário. Ir a escola é um direito de qualquer criança e dever de qualquer pai.
Portanto, minhas amigas se esta hora ainda não chegou com certeza, uma hora ela chega! A hora de deixar o seu filho viver esta independência – de ir para a escola pela primeira vez.
O primeiríssimo dia de aula de uma criança marca o início de sua independência, algo encarado com um misto de ansiedade e culpa por muitos pais. De acordo com uma pesquisa feita em Curitiba e relatada no site Bebê.com da Editora Abril – o trabalho revelou que 22% das mulheres de nível socioeconômico privilegiado se sentem culpadas por deixar seus pequenos na escola. Entre as de baixa renda, esse índice é de apenas 3%. “No primeiro caso as mães procuram realização pessoal”, explica a psicóloga Lidia Weber, autora do trabalho. “Elas acham que dão mais importância à carreira em detrimento dos filhos”, completa a professora da Universidade Federal do Paraná. “Já as do segundo grupo trabalham por necessidade. Se pudessem parar, ficariam em casa.”
Os especialistas garantem: é normal os pais vivenciarem esse tipo de sentimento. “Eles apenas devem se controlar para não contaminar o filho. A criança é como uma esponja: absorve tudo”, diz a psicóloga. Esse cuidado é importante, porque ir à escola desde muito cedo só faz bem, atestam diversos estudos. “Essa é a fase da vida de maior desenvolvimento cognitivo e emocional”, diz Fernanda Nedopetalski, coordenadora pedagógica da Escola de Educação Infantil Quintal, em São Paulo. “No colégio as crianças têm estímulos o tempo todo.”
Claro que a mudança também altera o humor dos nossos pequenos, mesmo aquelas crianças que apresentam serenidade em casa podem aprontar o maior escândalo e um show de birra ao ir pela primeira, segunda, terceira vez à aula.
Portanto, entre tudo que pesquisei e li para escrever este post a dica é - os pais, a babá ou o responsável que cuida da criança (pode ser até a avó) deve permanecer na escola até a criança ficar bem à vontade, o processo de adaptação talvez pode ser lento mas é preciso ir com cuidado e aos poucos. Nossa psicopedagoga irá depois escrever especialmente sobre esta adaptação. Mas enquanto isso…
• Visite a escola antes do começo das aulas. Assim você se sente segura quanto às instalações e seu filho logo se ambienta.
• Nada de chororô. Em vez disso, diga frases como: “Agora você vai fazer um monte de coisas legais, depois a gente vem buscá-lo”.
• Fique atenta nos sinais. Se a criança sempre alega dores bem na hora de ir à escola, se chora ou demonstra ansiedade antes de toda aula, investigue os motivos em parceria com o colégio.
Acompanhe o FalaMamãe e anote todas as dicas.
Bom, por agora é só.
Bjos de Carol Siqueira.