
Tá tudo bem por a� Como anda a fase de adaptação com vocês e seus pequenos?
Por aqui, está tudo meio estranho mas bem gostoso.
Deixar o meu  pequeno na escola e vê-lo bater palmas quando paro o carro, é uma delÃcia!
Me programar para uma tarde livre para trabalhar, ficar em casa ou fazer qualquer outra coisa é também muito diferente do que estou acostumada.
Ontem mesmo a professora me chamou para conversar e ela me disse que o professor de artes ficou encantado com o meu pequeno, porque juntos e de forma provisória eles encenaram uma conversa entre o menino e o lobo mau. A professora me disse que o meu filhote soube direitinho conduzir as falas, tudo espontaneamente. Eu fiquei tão feliz, mas tão feliz que quando pego ele na escola eu pareço uma boba olhando, apertando e enchendo o meu pequeno de beijos e abraços. Saudades e amor mesmo.
Mas como sempre, pesquiso sobre a idade que o meu pequeno se encontra e o que eu posso fazer para estimulá-lo ainda mais e olha só o que eu encontrei…
Que aos 3 anos a criança já brinca com amiguinhos sem a presença dos pais. Gosta de brincar com blocos, brinquedos de encaixar, quebra-cabeça simples e brincadeiras de faz de conta com bonecos e outros objetos (inclusive, essa é a favorita do meu filhote!).
Interessa-se muito por acompanhar histórias de livros com figuras grandes. Pintura, brincadeiras de massa e desenhos também são atividades indicadas para essa faixa etária.
O que você pode fazer é…
Aproximar o filhote de animais de estimação e solicitar a ajuda da criança em algumas tarefas simples tipo arrumar a cama, separar a roupa que colocará após o banho, colocar os pratos na mesa. Isso tudo o meu pequeno aqui adora fazer!
Por aqui fica uma mãe bem feliz pelo seu filhote,
Grande bjo de Carol Siqueira.
Meu filhote acabou de sair todo serelepe de mãos dadas com sua vó. Chega a saltitar de alegria e euforismo e o meu coração saltita é de saudade precoce e uma pontadinha de remorso. Remorso de sei lá o quê! Aquela culpazinha que bate lá no fundo de deixá-lo ir para ter um momento de descanso com o marido.
A casa dobra de tamanho. Fica tudo tão limpinho, tudo no lugar, sem som… que chega a incomodar aquele vazio que não estamos mais acostumadas.
A maternidade é uma loucura mesmo, que de gargalhadas às lagrimas é um pulo.
Hoje mesmo estava conversando com a minha Fabi, mãe da Júlia de 8 meses, e choramos as pitangas uma pra outra. Na mesma hora que rÃamos muito a conversa já ficava séria e quando olhávamos para a Júlia, ali sentadinha no tapete tão inocente, acho que sentimos vontade de chorar.
Choro de agradecimento a Deus pelos nossos filhos serem tão saudáveis, choro de alegria e de termos a oportunidade maravilhosa de estarmos com eles 24 horas. O que muitas mães choram por não ter este tempo todo que temos.
Mas todas nós somos um pouco monstrinho. Aquela vontade de entrar na nave espacial e sumir nas estrelas.
Aquela saudade do tempo de não ter nada o que fazer ou ficar um final de semana inteiro em casa, sem hora e compromisso com nada.
Mas a graça de ter filhos é exatamente essa. É a mudança da rotina, do aroma da casa, dos sonhos, de ter aqueles brinquedos sonoros espalhados pelo tapete. E com um sorriso apenas, daquela boquinha sem dente, faz valer tudo e muito mais.
E quando ele sai pela porta, eu fico aqui numa alegria triste. Numa liberdade artificial.
E quando vejo meu pequeno olhar para trás e dar um tchauzinho com aquela mãozinha ainda tão pequena e frágil, fico em pedaços. Custo a me acostumar com as horas seguintes e me pergunto o que vou fazer aqui sem ele.
Quem nunca foi uma mãe monstrinho que levante a mão?!
Daquela que arruma a sacola quase chorando ficando apenas 1 dia sem eles. Mas quando eles voltam pra casa perguntamos: será que eu não deveria ter curtido mais este tempo sozinha?
Eita, maternidade que nos deixam loucas e confusas, né?
Curtam os seus filhotes e um final de semana de paz pra todas vocês :)
Bjos de Carol Siqueira.
Bastou um presente do tio (que na verdade, ele queria era relembrar a sua infância com o sobrinho) para a alegria e a festa tomar conta de um dia inteiro de muita diversão.
Duas espadas. 2 Guerreiros. Uma brincadeira à moda antiga. Sucesso garantido com o meu pequeno.
Mas sabe qual foi a lição que eu tirei da tarde maravilhosa que passamos todos juntos espadando um ao outro?
Da importância da variedade das brincadeiras e acho que devemos apresentar aos nossos filhos as brincadeiras que nos divertiam quando éramos crianças.
Brincar de espada era uma delas em que eu e meu irmão passávamos tardes inesquecÃveis de muitas aventuras. Às vezes um de nós saÃa chorando pra lá mas nada que um grito de mãe não resolvesse.
Mas quero mostrar ao meu filho que existem brinquedos e brincadeiras bem simples mas que garantem muita diversão.
E vocês, tem alguma brincadeira ou brinquedo em especial que querem apresentar aos filhos?
Comentem aqui e vamos relembrar a nossa infância juntas!
Bjos de Carol Siqueira.

Estamos a poucos dias do Natal e já vejo a correria a procura dos presentes, shoppings lotados, mães estressadas, crianças pra todo lado e muitas sacolas.
Isso é ótimo! Movimento é sempre bom, é vida.
Mas de tudo que estou lendo está batendo muito com o que eu também estou buscando, acho que as pessoas estão cada vez mais se alertando que um Natal muito gostoso está longe disso tudo!
Se fosse 1 ano atrás eu já estaria com uma lista dentro da bolsa, já estaria estressada só em pensar na lista e ter que escolher os presentes para cada um. Nossa, quanta loucura sem motivo!
Neste primeiro post de Natal, não vou dar dicas dos melhores presentes para a criançada.
Bom, meninas! Por um Natal mais consciente o mais importante é a gente estar confiante que Natal é muito mais do que isso tudo. Comemorar um bom Natal é quando estamos com as pessoas que mais amamos, agradecendo pela a nossa saúde e acreditar que a fé em Deus restaura tudo. O brilho do Natal vem de cada um de nós, dos sorrisos, do abraço verdadeiro naquele amigo que você ama e não do presente que ele vai ganhar de você. Se acreditar nisso, com certeza o seu Natal vai ser mais zen como o meu será!
E você, o que vai fazer para o seu Natal ser ainda melhor?
Bjos amigas,
Por Carol Siqueira.