
Ando recebendo muitos e-mails com o mesmo pedido: a rotina do Paulo Neto, o seu dia a dia.
E a cada dia que vivo na minha vida de mãe entendo que a rotina não é nada que se impõe a forças, é algo que você vai conquistando dia a dia e com algumas mudanças pelo meio do caminho, até tudo se encaixar perfeitamente.
E hoje, com o meu pequeno nos seus 3 anos, acredito que foi somente agora é que firmei uma rotina bem gostosa e saudável, sem traumas e sem forçar a barra demais.
Eu gosto de curtir a nossa casa com o filhote por isso evito muitas atividades fora dela porque acho que o principal agora é o Paulo Neto brincar.
Escola, sono e natação!
O Paulo Neto está duas vezes na semana frequentando uma escola somente para brincar mesmo, ainda não entrei em nenhum metodologia de ensino. Nestas duas vezes na semana, como a tarde ele não vai dormir, eu deixo ele ficar em casa na parte da manhã brincando e assistindo os seus DVDs.
Já os dois dias que ele não vai para a escola a tarde, ele faz a natação de manhã. E nestes dias, faço questão dele tirar o soninho da tarde, logo depois do almoço. Acredito que neste sono ele descansa do dia anterior (que ele não dormiu a tarde porque foi para a escolinha) e da natação que ele fez de manhã.
Com essa rotininha que eu mesma criei para o meu filho, fico tranquila porque sei que ele:
Bom, minhas amigas! Essa é a nossa rotininha, que é uma delÃcia e que curto cada pedacinho dela com o meu pequeno.
E volto a falar aqui: não estressem com rotina. Isso vai se modificando, encaixando até você perceber que já está tudo seguindo uma rotina sem que a criança nem perceba e muito menos sofra.
Bjos minhas queridas,
Por Carol Siqueira.

Mais um dia venho aqui compartilhar as minhas ideias de mãe.
Se tem uma pessoa que é apaixonada por crianças, mães, maternidade, mamadeiras, chupetas, fraldas, brinquedos, escolas e tudo que envolve o assunto Mães&Filhos essa pessoa sou eu.
Todas nós sabemos, quem tem filhos, que vida de mãe é paulera mesmo! Tem dia que me sinto tão cansada que me vejo até voar dentro da nave imaginária do Paulo Neto.
Mas quando aperto a campainha e já escuto ele chegando esbaforido perto da porta falando: É a mamãe, a mamãe chegou!
Olha… eu fico louca com esse menininho que tanto eu cheiro, aperto, beijo e dou uns tapinhas no bumbum quando é muuuuuito preciso!
Vida de mãe é ver que o tempo não passa, ele voa até porque nem tempo pra olhar no relógio você tem.
E mesmo com aquela dor de cabeça de um dia bem cheio você encontra forças sobrenaturais (de Deus mesmo!) para sentar no chão e brincar de faz de conta ou ler um livro e ter a capacidade de fazer uns 10 personagens diferentes, um com cada voz!
É encontrar bom humor mesmo quando o seu filhote está te dobrando pra não ir pra cama e você consegue dormir antes que ele (lógico!) e logo, vem pedindo bem baixinho: Mamãe, eu quero mamá!
É levantar com um cheirinho bom de eterno bebê, é comer com o pequeno no colo pedindo arroz com feijão, é ir pra cozinha fazer um magnÃfico miojo à s 10 da noite, é vibrar com o cocô que cai na privada (ufa! sem fraldas!) mas mesmo assim, olhar para as fraldas e morrer em pensar que ele está crescendo.
É assistir Charlie e Lola mais ou menos umas 20 vezes ao dia, responder perguntas tipo: Mãe, quem está fazendo o viaduto?
E você ainda ter que explicar que é o prefeito e o que o prefeito faz.
É você chegar na escolinha e logo vem ele, suadinho, pulando no seu colo com aquela carinha mais feliz e cansado e você, ir pra casa mais feliz ainda.
Fico ainda mais feliz quando vejo as minhas amigas sentindo e vivendo tudo aquilo que tento falar aqui, sempre. E ver o mesmo brilho nos olhos de cada uma delas com os seus babys no colo.
E ainda no final do dia você corresponde toda aquela alegria com: Meu, filho! A mamãe te ama!
E ele te surpreende: Mamãe, eu te amo mais!
Conta aqui pra gente de tudo isso que você vive também e da sua experiência, comente!
Por Carol Siqueira.

Passei por aqui, neste feriadinho calmo e bem tranquilo, só para dizer a todas vocês que se eu pudesse congelar o meu pequeno, eu faria isso agora.
Quantas vezes, quando ele era bem pequeno nos meus braços, vivia momentos difÃceis com bebê ainda bem novinho no colo, algumas mães me diziam e eu escutava mas não dava muita bola, acho que era até o cansaço mesmo:
- A melhor e a mais linda idade é de 3 aninhos!
Agora eu sei bem o que é isso.
Ele conversa e entende tudo, pega os brinquedos e brinca até cansar fazendo aquelas vozinhas diferentes (acho tão bonitinho), toma banho com o papai em pé (sem banheira), come sozinho, dorme quando é preciso dormir, faz birra também (o que é normal) e o melhor de tudo, ainda está bem pertinho de mim, o tempo todo.
Acho mesmo que quando os filhos crescem e começam a sair de perto dos pais deve ser bem complicado e os 3 aninhos e meio, meu pequeno é uma criança linda, inteligente e ainda fica bem coladinho na gente, o dia todo.
Bom, minhas amigas! Este é o meu recadinho de hoje!
Se você está com bebê no colo e bem cansada, é assim mesmo, mas pode acreditar que o melhor está por vir.
E vocês, em qual fase se encontram?
Bjinhos de Carol Siqueira.

Não sei se era uma grande bobagem o que eu pensava mas nunca gostei da ideia do meu bebê fazer natação.
Eu sempre tive um certo receio porque o bebê ainda não tem tanta imunidade, pode entrar água no ouvido e etc… Por isso resolvi esperar uma certa idade para começar introduzir atividades na vida do meu pequeno.
Na minha opinião, o melhor lugar para o bebê é com a mamãe em casa.
E ontem, no auge dos 3 aninhos, o Paulo Neto fez a sua primeira aulinha de natação. Com essa idade, a mamãe não precisa entrar mais na água e ficamos sentadas do lado de fora assistindo a aula.
Com uma facilidade assustadora, ele já pulou nos braços da professora (que ele nunca tinha visto antes!) e já foi brincar na piscina.
Tudo que ele fazia, ele me buscava e ria esperando a minha aprovação e eu com certeza, era a mãe mais empolgada e babona na torcida. O mais bonitinho de tudo era ouvir ele falar pra mim:
Mãe, fica aqui! Não sai daqui, não!!!
E sabe o que acho disso tudo? Eu acertei na idade. Ele já está entendendo tudo, já sabe dialogar, falar, entende quando eu explico e a professora explica também e assim, foi natural. A sua primeira aula de natação foi sem choro, sem traumas, sem forçar a barra! Fiquei emocionada com a minha decisão de esperar tanto mesmo com tantas interrogações o porque de até hoje ele não praticar natação. Eu sempre sigo o meu coração e sempre dá certo. Não deixo de escutar as pessoas mas sigo o que eu acho, o que vai ser melhor para o meu filho.
É isso! Precisamos fazer com os nossos filhos o que acreditamos ser o melhor para eles!
Bjos meninas e fiquem com Deus,
Carol Siqueira.

A Cris, babá do meu pequeno Paulo Neto, veio nos visitar e ela sempre orou muito com o meu pequeno.
Nestas orações, ela perguntou para o meu filho qual é o seu pedido para o papai-do-céu e ele respondeu, seriamente:
- Brincar!
Brincar é tudo o que uma criança quer e quando ela me contou isso, ao telefone, eu pensei em quantas vezes ele me chamou para brincar e eu sempre tinha algo mais importante para fazer. Quantas vezes, nós mães, adiamos brincar com os nossos filhos para resolver coisas, para fazer coisas que nem sempre são tão importantes como que a brincadeira é para eles.
Eu repensei alguns momentos e renovei o trato comigo mesma que brincar com o meu filho, o tempo que eu estiver livre e sempre que possÃvel, será sempre o mais importante a fazer.
Nossa sociedade mudou.
Temos uma inversão de papeis e valores, mais informação do que podemos absorver, a mulher trabalha fora, o avanço tecnológico é grande, a famÃlia mudou, a criança mudou, o aluno e a escola também mudaram. As mudanças tecnológicas mudaram as formas de brincadeiras.
As crianças deixaram de brincar na rua, jogar bola, pular amarelinha e passaram a jogar videogames e jogos de computador, ignorando o sol que brilha a convidar as brincadeiras na rua. Tanta mudança gera confusão e expectativas, por isso é tão importante repensar a brincadeira como forma lúdica e o quanto ela interfere no desenvolvimento de uma criança.
Este desenvolvimento,  se dá através de uma interação entre ambientes fÃsicos e sociais, sendo que os membros desta cultura, como pais, avós, educadores e outros, ajudam a proporcionar à criança participar de diferentes atividades, promovendo diversas ações, levando a criança a um saber construÃdo pela cultura e modificando-se através de suas necessidades biológicas e psicosociais. Toda criança deveria poder brincar. A brincadeira contribui para o processo de socialização das crianças, oferecendo-lhes oportunidades de realizar atividades coletivas livremente, além de ter efeitos positivos para o processo de aprendizagem e estimular o desenvolvimento de habilidades básicas e aquisição de novos conhecimentos.
As brincadeiras aparentemente simples são fontes de estÃmulo ao desenvolvimento cognitivo, social e afetivo da criança e também é uma forma de auto-expressão. Talvez poucos pais saibam o quanto é importante o brincar para o desenvolvimento fÃsico e psÃquico do seu filho. A idéia difundida popularmente limita o ato de brincar a um simples passatempo, sem funções mais importantes que entreter a criança em atividades divertidas.
Os pais precisam conscientizar que a brincadeira, o simples fato de sentar para brincar com o seu filho e estimular a criança brincar e não entupÃ-las de tarefas como esportes, aulas disso e daquilo, será sempre o mais importante da infância. Pois são as mais simples que ficam guardadas na memória. Fazem uma reflexão agora, fechem os olhos e voltem a sua infância, quais foram as melhores brincadeiras?
Vamos repeti-las com os nossos filhos e proporcionar a eles estes momentos tão lindos e que nunca mais serão esquecidos.
Bjos de Carol Siqueira e o final de semana está aà para brincar muito com os nossos filhos!
Fiquem com Deus!