Posts com a Tag ‘brincar’
29/01/12

Domingo. Hoje tivemos aniversário!
Falar de festa é sempre sinônimo de alegria. Não importa a dimensão.
O que fica guardado na memória é o carinho da mãe que sempre prepara com muito amor.
É gostoso do início ao fim, do banho especial do dia de festa ao capricho maior no perfume e até a volta para casa.
A delícia que é escolher a roupa, sempre mais colorida e confortável para as molecagens.
Comer brigadeiro, cantar os parabéns, bater palma e partir para as brincadeiras.
Pode ser festa em casa, festa no salão. Se vier do coração que é bom.

Hoje tivemos festa e foi tudo uma delícia.
Não tem domingo mais gostoso quando vamos participar de uma folia dessas.
Fechamos o nosso final de semana com gostinho de cachorro-quente. E com vontade de quero-mais.

Por Carol Siqueira.

17/01/12

Paulo Neto e seu tio Renato em momentos de muita alegria e diversão!

Queridas amigas!

Bastou um presente do tio (que na verdade, ele queria era relembrar a sua infância com o sobrinho) para a alegria e a festa tomar conta de um dia inteiro de muita diversão.
Duas espadas. 2 Guerreiros. Uma brincadeira à moda antiga. Sucesso garantido com o meu pequeno.
Mas sabe qual foi a lição que eu tirei da tarde maravilhosa que passamos todos juntos espadando um ao outro?
Da importância da variedade das brincadeiras e acho que devemos apresentar aos nossos filhos as brincadeiras que nos divertiam quando éramos crianças.
Brincar de espada era uma delas em que eu e meu irmão passávamos tardes inesquecíveis de muitas aventuras. Às vezes um de nós saía chorando pra lá mas nada que um grito de mãe não resolvesse.
Mas quero mostrar ao meu filho que existem brinquedos e brincadeiras bem simples mas que garantem muita diversão.

Relembrando aqui alguma delas eu tenho uma lista das que faziam mais sucesso lá em casa e quero apresentar todas ao meu pequeno:

  • Polícia e ladrão. Essa brincadeira já foi até discutida porque a graça dela é ter um dispositivo (pode ser de água) mas que acaba lembrando um revólver mesmo. A minha opinião sobre essa questão é a seguinte – os jogos que hoje estão em vídeo-games, iPads e outros estão mais violentos do que qualquer outra brincadeira. É claro que temos que ter um bom senso e não dar para os nossos filhos uma réplica fiel de um revólver mas acho que aqueles de plástico, de água não vai despertar violência em nossas crianças. Não mais do que ele vêem na TV.
  • Amarelinha. Aqui em nosso condomínio têm o desenho da amarelinha no chão e desde pequeno, eu brinco com ele lá. A medida que ele vai crescendo, eu vou ensinando como funciona a brincadeira e ele vai se interessando mais.

  • De escolinha. Essa era a minha favorita. Não sei se o meu pequeno vai se interessar porque o sucesso maior dessa brincadeira é para o público feminino mas como era gostoso brincar de aprender e ensinar.
  • Tinta em mãos. Hoje vivemos em um mundo em que temos medo de sujar. Sujar as roupas, a casa, as mãos e os nossos filhos estão cada vez mais limpinhos. Brincar com tinta é muito gostoso e faz qualquer criança feliz.
  • Pique-esconde. O nosso coração chegava até disparar pelo tanto que essa brincadeira nos dava uma adrenalina gostosa. Hoje quase não vejo as crianças brincarem de pique-esconde mas de vez em quando a meninada lá na casa da nossa bisavó brinca disso e eu escuto a farra. Que delícia!

Agora entre os brinquedos, o que eu ainda quero brincar com o meu filho são:

  • Banco Imobiliário
  • Pega-varetas
  • Playmobil (esses bonequinhos eram os nossos preferidos, meu e do meu irmão)

E vocês, tem alguma brincadeira ou brinquedo em especial que querem apresentar aos filhos?
Comentem aqui e vamos relembrar a nossa infância juntas!

Bjos de Carol Siqueira.

13/01/12

Olá Mamães!

Vocês já repararam que nunca se falou tanto em obesidade infantil como nos últimos tempos? Os noticiários da televisão, a internet, e as revistas estão bombardeando o assunto a todo o tempo.

Mas será que é mesmo assim? Será que realmente os nossos filhos estão ficando mais gordinhos ou a notícia é que virou febre? Será que antigamente o assunto passava despercebido ou estamos presenciando um verdadeiro surto?

A verdade é dura e cruel, mas o número de casos aumentam a cada dia; e as grandes culpadas somos nós!
Vamos falar sobre crianças obesas?

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06/01/12

Queridas amigas!

Lendo aqui, assistindo ali e pesquisando muito sobre o assunto (porque eu gosto mesmo!) descobri que fazemos tanto esforço para deixarmos os nossos filhos felizes sendo o que eles precisam de muito menos do que imaginamos.
Eles não precisam de brinquedos de última geração, nem de viagens mirabolantes (porque às vezes eles nem assimilam a diferença de um lugar para o outro, dependendo da idade) e nem mesmo se entupir de atividades fora a escola para sentir aquela felicidade gostosa e sincera que só uma criança é capaz de sentir e nos transmitir.
Você agora, lendo este post, deve estar neste momento assim:
Tá, Carol! Eu já sei disso… Qual é a novidade?

Não tem nenhuma novidade mesmo… mas é que nós, adultos, IN-SIS-TI-MOS em achar que o quê nos deixa felizes deixam nossos filhos felizes também. É errado pensar assim.
Uma criança tem duas, somente 2 necessidades básicas a serem obedecidas por nós enquanto pais, para inspirarem uma infância mais feliz para os nossos filhos:

1) BRINCAR
2) DORMIR (e até os 3 anos ela precisa do soninho do dia)

Dentro destes dois tópicos tão básicos e que parecem serem tão simples, infelizmente muitos pais pulam muitas vezes tentando buscar o melhor para os seus filhos.
É brincando que a criança aprende sozinha enfrentar os seus conflitos e outras inúmeras questões sobre a vida. E é dormindo que a criança assimila tudo isso, guarda em seu cérebro todas essas experiências.

Em falar em cérebro, brincar significa também estimular. É lógico que devemos deixar eles brincarem do jeito que quiserem, com outras crianças, mas é muito importante também dar estímulo para os nossos filhos.
Eu estava assistindo um programa na History Channel e fiquei encantada em saber profundamente como funciona o cérebro de uma criança até 3 anos e descobri que a idade ideal para receber estímulos é agora – de 0 a 3! Vejam só que fascinante!

Recentes pesquisas científicas demonstram que as experiências dos 3 primeiros anos de vida têm uma força ímpar no desenvolvimento do cérebro humano. Proteção, conversa e canto, leitura com nossas crianças menores ajudam-nas a adquirir habilidades para aprender e se desenvolver. Pesquisas tantas vezes provam o que já sabemos. O cérebro se forma na relação da criança com o ambiente, e isso ocorre principalmente até os 10 anos, e de maneira mais acentuada até os 3.

Crianças que têm pouco estímulo nesta fase inicial da vida deixam de formar certos circuitos neuronais. E isto compromete a capacidade de aprender a falar, ler, cantar, tocar instrumentos, dançar, dominar outros idiomas, tudo. Conforme foi falado no programa, criança que são mais estimuladas precocemente com brincadeiras mais pedagógicas foram em sua maioria adultos com Q.I.s mais elevados e resolvem as suas questões emocionais mais facilmente. Legal, né?

Como funciona o cérebro de uma criança?

Durante o seu desenvolvimento, o cérebro tem que formar cerca de 100 trilhões de conexões entre 100 bilhões de neurônios. Há fatores, o genético recebido dos pais e determinante de parte da estrutura cerebral da criança, e o ambiental, que produz estímulos determinantes da emissão de axônios e dendrites e da formação – ou não- das conexões, ou sinapses. Quanto mais a criança for exposta à linguagem falada, escrita, lida, cantada, maior será seu repertório e suas alternativas para administrar suas emoções na relação com o ambiente. O Estado administra, e mal, o ensino após os 7 anos, mas é antes disso a fase mais propicia, conforme agora fartamente provado. Até os 10 anos, o cérebro está formando os circuitos da linguagem, razão pela qual é quando se deve começar a aprender um idioma estrangeira antes disso. Ou seja, a fase até os 3 aninhos de idade é a ideal para receber estímulo.

Voltando agora para a emoção…
 Qualquer criança além de tudo isso acima, precisa mesmo é ser amada. Sentir-se desejada pelos seus pais e familiares. Receber cuidados básicos como proteção e segurança. Dormir bem a noite, explorar e brincar o quanto puder, conversar e compreender o que está sendo explicado à ela (tarefa dos pais). Saber dos seus limites para entender o quanto antes respeitar o próximo.

E aí, gostaram deste post? O que você acha disso tudo?
 Dê a sua opinião aqui!
Super beijo de Carol Siqueira.

01/12/11

Queridas amigas,

Ando recebendo muitos e-mails com o mesmo pedido: a rotina do Paulo Neto, o seu dia a dia.
E a cada dia que vivo na minha vida de mãe entendo que a rotina não é nada que se impõe a forças, é algo que você vai conquistando dia a dia e com algumas mudanças pelo meio do caminho, até tudo se encaixar perfeitamente.
E hoje, com o meu pequeno nos seus 3 anos, acredito que foi somente agora é que firmei uma rotina bem gostosa e saudável, sem traumas e sem forçar a barra demais.
Eu gosto de curtir a nossa casa com o filhote por isso evito muitas atividades fora dela porque acho que o principal agora é o Paulo Neto brincar.

Escola, sono e natação!

O Paulo Neto está duas vezes na semana frequentando uma escola somente para brincar mesmo, ainda não entrei em nenhum metodologia de ensino. Nestas duas vezes na semana, como a tarde ele não vai dormir, eu deixo ele ficar em casa na parte da manhã brincando e assistindo os seus DVDs.
Já os dois dias que ele não vai para a escola a tarde, ele faz a natação de manhã. E nestes dias, faço questão dele tirar o soninho da tarde, logo depois do almoço. Acredito que neste sono ele descansa do dia anterior (que ele não dormiu a tarde porque foi para a escolinha) e da natação que ele fez de manhã.
Com essa rotininha que eu mesma criei para o meu filho, fico tranquila porque sei que ele:

  • Não está totalmente sem dormir a tarde porque sei que este sono faz falta para a criança,
  • Vai brincar com os coleguinhas na escola mas ainda sem aquela pressão de ter que ir todos os dias,
  • Tem tempo para brincar em casa, com os seus brinquedos,
  • E ainda faz uma atividade física, que no caso é a natação, duas vezes na semana.

Bom, minhas amigas! Essa é a nossa rotininha, que é uma delícia e que curto cada pedacinho dela com o meu pequeno.
E volto a falar aqui: não estressem com rotina. Isso vai se modificando, encaixando até você perceber que já está tudo seguindo uma rotina sem que a criança nem perceba e muito menos sofra.

Bjos minhas queridas,
Por Carol Siqueira.



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