17.05
2013

Ser Mãe de menino é…

25.04
2013

Brincadeiras que estimulam a criatividade!

Queridas mamães,

Pra falar bem a verdade, eu morro de preguiça quando o meu pequeno me chama para brincar de carrinho ou de futebol… Brincadeiras com brinquedos prontos!
Mas eu pulo de alegria e entusiasmo quando inventamos as nossas próprias brincadeiras, contamos histórias, imaginamos coisas, enfrentamos monstros. Isso sim eu vou à fundo!
E ontem mesmo eu postei no meu Instagram - quem ainda não me segue, o meu IG é @falamamae - uma brincadeira tão simples mas que rendeu muita diversão.
Pegamos uma folha em branco e lápis de cor. E a única coisa que eu falei foi:
- Era uma vez, um menino e um castelo…
O resto deixei por conta dele, do meu pequeno. Comecei a desenhar o castelo e logo, ele já quis acabar de desenhar. Desenhou o menino, o caminho, os fantasmas, a plantinha encantada, a sementinha… E foi nesse tom que a história foi tomando novos rumos e com um final surpreendente!
E eu fiquei babando com tanta imaginação, ele desenhou aproveitando tooooodo o papel e ainda foi me narrando a história.
Nessa brincadeira, a gente percebe o que assusta os nossos pequenos, os desafios que gostariam de viver, os medos, as conquistas que eles gostariam de passar e a gente percebe tudo o que é importante para eles.
Outra brincadeira que um dia fizemos e ele nunca mais esqueceu foi a de desenhar um mapa no papel com tinta. Depois fazer tudo aquilo, meio caça ao tesouro… Imaginamos rios, príncipes, castelos, monstros do lago, pontes perigosas e depois, salvar a princesa. O nosso mapa era o guia à aventura!
E para finalizar a nossa listinha é o ateliê da vovó Má (minha mãe). Minha mãe tem uma facilidade enorme para trabalhos manuais e ela criou um espaço em casa, tipo uma brinquedoteca de brinquedos inventados por eles mesmos, ela e o meu pequeno, e já transformaram caixas de sapato em caminhão, trem e caixas de papelão virar uma casa de 2 andares. Eles criam fantasias com pedaços de pano, foguetes com o rolo de papel toalha e papel alumínio… E dai vai!

Nessa minha alegria em inventar brincadeiras, a leitura é também uma ótima forma de estimular a criatividade de nossos pequenos.
Você sabia que um estudo britânico com 19 mil crianças mostrou que ouvir histórias dos pais acelera o aprendizado em até 2 meses, o que garante maior facilidade para ler, escrever e até fazer contas?

Os pesquisadores concluíram que ler histórias para os filhos incentiva o desenvolvimento do raciocínio, principalmente antes dos 6 anos, período em que o potencial de aprendizagem do cérebro está em nível máximo.
A leitura produz estímulos neurológicos positivos e potencializa a capacidade cerebral, já que estimula a comunicação, o vocabulário e a criatividade de forma divertida.

Então, mamães!
Mãos à obra e vamos estimular as nossas crianças,

Bjos de Carol Siqueira.
 

13.03
2013

Na nossa casa é assim…

 

Queridas amigas,

Ontem até falei no meu Instagram – que é @falamamae – da minha paixão por cuidar da minha casa.
Eu cresci vendo a minha mãe e meu pai cuidando da nossa casa, reinventando, redecorando, mudando os móveis de lugar, pintando e peguei o gosto de cuidar assim da minha também. É genético!

O nosso apartamento é pequeno mas o amor que temos por ele é grande demais.

E isso se intensificou depois da chegada do Paulo Neto porque adaptar uma casa, que é pequena, moderna onde só morava um casal de publicitários (eu e meu esposo) que só chegava em casa a noite depois de um dia de trabalho para um apartamento gostoso, que dê liberdade para uma criança brincar e ter o seu espaço no seu mundo sempre foi muito desafiador para mim.
E eu sempre vou evoluindo de acordo com a idade do meu pequeno. As coisas vão mudando porque ele também está se transformando.
Quando ele era bebê havia mais brinquedos espalhados pela casa, tapetes anti-escorregantes, um quarto só para os brinquedos e hoje já me preocupo com uma mesinha para as tarefinhas de casa, mais gavetas e porta trecos, onde ficar os livros… e daí vai. Somos aqui em casa uma metamorfose ambulante.
Mas o que eu nunca deixei é que o meu pequeno não tenha liberdade dentro de casa. O armários de bolachas já fica ao seu alcance (é claro que ele sempre me pergunta se pode comer), os garfos e facas ficavam dentro de uma vasilha grande lacrada e hoje já voltei todos eles para uma gaveta porque o Paulo Neto já tem 4 anos e sabe dos perigos, todos os seus DVDs estão guardados dentro de uma caixa onde ele mesmo pode pegar e escolher o filme, fora a Apple TV que temos no quarto dele e que ele amaaaaa devido a variedades de desenhos…

 

Se cada um tem o seu canto. Esse é o meu preferido! Ao lado da minha cama fica a minha barrigudinha baiana e os meus livros.

E eu comprovei que a organização faz bem para todos os seres humanos, até mesmo para os pequeninos, quando a professora me contou que nos primeiros dias de aula o meu filhote chegou na sala, escolheu um lugar para sentar nas mesinhas e perguntou a professora se aquele poderia ser o seu lugar, eu percebi que ele gosta de ser organizado respeitando também o espaço dos outros. Isso é bom!
O importante é a criança entender que tem o seu lugar mas sem também abafar as extrapulias que toda infância tem que ter!

 

Na nossa geladeira tem a programação dos lanches por dia da escola e uma foto linda de meu pequeno que ganhei de presente da minha amiga e fotógrafa Laila Moxon.

 

O arquiteto Marko Brajovic falou assim para a revista Pais&Filhos Casa:

Existem 2 tipos de pais: os que acham que a criança não pode invadir a casa e fazem um cantinho para ela, isolado; e os que aproveitam a presença da criança para refazer alguns pedaços da casa e integrá-la.
Na minha opinião, é preciso deixar a criança conquistar os próprios espaços na casa para se sentir parte dela. Eu e minha mulher aproveitamos a chegada da nossa filha, Zoe, de três anos para observar os cantinhos que ela mais gostava de ficar. A partir daí fomos adicionando coisas para estimulá-la a ficar nestes lugares. Na sala, por exemplo, embaixo da rede é onde ela gosta de brincar de comidinha. Tem lá um fogão, mesinha e panelinhas…  
Com relação a bagunça… o que a gente chama de bagunça, ela chama de brincar! Mas organizamos um pouco isso colocando uns nichos onde ela possa guardar as coisas dela. É claro que o dia em que ela está muito cansada, vai dormir e deixa tudo espalhado. Daí a casa fica mesmo meio infantilizada, no sentido bom da palavra.

 

Na cozinha tem um mix de coisas: o potinho da Vó Laura, bisa do Paulo Neto, com rosquinhas de polvilho que ela faz pra mim sem glúten. O cofrinho do Paulo Neto do Museu da Criança de Boston e lá guardamos moedinhas para depois abrir e comprar brinquedinhos. E lembrancinhas que trouxemos da Disney. E lá atrás tem um potinho com fita dourada, com sal grosso – presente da minha mãe contra mal olhado! Engraçado, né?!

Onde tem criança, tem cheiro de criança. Tem cor. Tem bagunça gostosa…
E quando os nossos filhos crescerem, a vida vai se tornar mais séria e organizada. Vamos sentir falta desse descontrole maravilhoso que é viver e morar com crianças,

No quarto do Paulo Neto tem desenho espalhado pra todo lado. Aqui eu deixo fazer o que ele quer, colar com adesivos… Acho tão gostoso olhar para esses rabisquinhos lindos!

Cada fase tem a sua cor e acredito que essa é a fase de nossas vidas viver no meio de um turbilhão de cores, tintas, giz de cera, brinquedos. E quero mais. Com outros filhos que Deus ainda há de me presentear,

Super bjos de Carol Siqueira.

01.03
2013

Quando o PAI entra em ação!

 

Queridas amigas,

Não sei se na casa de vocês é assim… Mas eu já muito reclamei, meio tagarela, no ouvido do meu marido sobre que eu queria mais que ele fizesse, participasse!
Coitados desses homens, viu?!
Tudo que eles fazem tentando ajudar e agradar, parece que não está bom!
Principalmente quando estamos na fase do recém-nascido. Somos muito abelhas-rainha. E quando os homens acham que estão acertando… lá vamos nós de novo reclamar que a fralda está apertada demais, que a água do banho está muito quente e a mamadeira está fria. E daí vai.
Mas a notícia boa, mamães, é que os filhos crescem e os pais começam entrar em cena pra valer.
Quando eu olho pra trás eu vejo o quanto já fui chata, muita chata mesmo, sem necessidade com o maridão aqui.
Ele sempre me acompanhava nas rotinas da madrugada, o Paulo Neto tinha refluxo e a rodada de remédios começava às 6 da manhã e lá estava ele, de um jeitinho só dele, cuidando de tudo: dos horários, dando cada um dos remédios, paciente, tranquilo!

E hoje fico orgulhosa de ver pai e filho tão juntinhos e até às vezes perco para o papai aqui em quesito de fazer um sanduíche bem gostoso que só o papai sabe fazer, quando tomam banho juntos e eu fico até rindo sozinha das travessuras desses dois debaixo do chuveiro e do jeito desajeitado de um pai que como nós, está sempre tentando acertar.

E nessas novas atividades, como a aula de música e no karatê, o papai coruja está 100% presente e fica até me regulando para que eu não fique poupando muito o nosso menino com mimos de mãe com comentários tipo: Deixa ele correr! Ele tem que aprender a se defender!
E claro, eu me calo e sei que isso é bom para o Paulo Neto.
E isso faz falta, mamães! E faz muito bem para os nossos filhos o molejo masculino de cuidar de nossos pequenos, sem ficar muito de lacinhos e horários.
O Paulo Neto está com quase 4 anos e o pai está cada vez mais em cena, conversando, educando e apresentando para o nosso filho o mundo de uma forma bem diferente comparado a um olhar de mãe.

A evolução do pai acontece e continua cada vez mais. Não se preocupem que ele vai entrar em ação!
Super bjos pra vocês e um maravilhoso e abençoado final de semana,
Por Carol Siqueira.

16.01
2013

Guerra na hora de comer!

Queridas amigas,

Ao ver a minha amiga pelejando para a sua pequena comer me lembrei da minha época de pelejo com o Paulo Neto.
Sinceramente falando, eu ficava tão nervosa e preocupada quando ele não queria comer ou fazer da comida uma brincadeira, que antes mesmo de começar eu já ficava até meio trêmula.
Sem medo algum de falar: às vezes eu já ligava a TV no Xuxa Só Para Baixinhos 1, 2, 3 e… até que eu conseguisse umas boas colheradas do meu pequeno. Porque mãe faz o de tudo para filho comer. Ainda mais que o meu pequeno ficava sempre abaixo da média de peso.
Mesmo passado 4 anos e hoje ele adora um belo prato cheio de arroz com feijão sem frescuras, ao assistir a cena da minha amiga com a sua pequena de quase 2 anos eu fiquei pensando em escrever este post.
O que fazer nesta hora?
Não tem receita para isso. Tem algumas dicas mas para cada mamãe e bebê existe uma forma de se darem bem na hora do papá.

Vai começar tudo de novo…
Essa é uma das queixas que mães exaustas sempre falam quando estão cara a cara com os seus bebês na hora de comer. Ela, o cadeirão e aquela carinha fofinha que só está esperando a hora certa para começar a arremessar o arroz com bife.

Aqui segue algumas dicas que eu fazia e sempre dava certo. Só para não enlouquecer!

1. Lugar de comer é na cozinha, na copa ou na sala de jantar e em nenhum outro lugar.

2. Rigidez também com o horário. Não comeu na hora certa, terá de esperar a próxima refeição. Uma sugestão é servir às 7 horas o café da manhã, às 10 o lanche matinal, às 12h30 o almoço, às 16 horas o lanche da tarde e às 19 o jantar. Não deixe intervalos longos entre as refeições para que ele não ataque bobagens.

3. Organize um cardápio variado, pois, assim como vocês, seu filho também não aguenta a monotonia do arroz, feijão, bife e batata todo dia. 

4. Siga a quantidade certa para a idade de seu filho. Não adianta fazer um pratão de adulto quando ele só consegue dar conta de uma xícara e meia de chá de comida.

5. Jamais insista para que ele coma só mais uma colherada. É bom que ele aprenda a parar quando estiver saciado. 

6. Em hipótese alguma substitua parte da refeição ou toda ela simplesmente porque seu filho não quer um determinado alimento. Assim como os adultos, os pequenos também têm preferências. 

7. Chantagem não vale. Nunca diga: “Se você comer brócolis, vai ganhar chocolate”. 

8. Se o seu pequeno se machucou, não dê a ele comida como compensação. É meio caminho andado para gerar adultos com problemas com a balança, porque aprenderam a afogar as mágoas no alimento.

Meninas, tenham certeza de que o que estão fazendo é o correto, pois a criança percebe o grau de segurança dos pais e é isso que garantirá o cumprimento das regras. Crianças não passam fome! O pediatra do Paulo Neto sempre me falava isso e é a mais pura verdade. Só não comem quando não querem mesmo.

Acho importante ter um certo equilíbrio e ensinar a criança comer mas tudo deve ser com calma, naturalidade e sem forçar demais a barra, colocando comida boca abaixo até a criança fazer vômito. Cada mãe sabe usar a sua magia para fazer o seu filho comer.
Tem muita gente que critica os aviãozinhos que as nossas mães faziam mas eu mesma já fiz até helicóptero.

E se a criança estiver doente aqui vai a última dica:
O apetite é o primeiro a desaparecer e o último a voltar!

Super bjos de Carol Siqueira

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