Ontem até falei no meu Instagram – que é @falamamae – da minha paixão por cuidar da minha casa.
Eu cresci vendo a minha mãe e meu pai cuidando da nossa casa, reinventando, redecorando, mudando os móveis de lugar, pintando e peguei o gosto de cuidar assim da minha também. É genético!
E isso se intensificou depois da chegada do Paulo Neto porque adaptar uma casa, que é pequena, moderna onde só morava um casal de publicitários (eu e meu esposo) que só chegava em casa a noite depois de um dia de trabalho para um apartamento gostoso, que dê liberdade para uma criança brincar e ter o seu espaço no seu mundo sempre foi muito desafiador para mim.
E eu sempre vou evoluindo de acordo com a idade do meu pequeno. As coisas vão mudando porque ele também está se transformando.
Quando ele era bebê havia mais brinquedos espalhados pela casa, tapetes anti-escorregantes, um quarto só para os brinquedos e hoje já me preocupo com uma mesinha para as tarefinhas de casa, mais gavetas e porta trecos, onde ficar os livros… e daí vai. Somos aqui em casa uma metamorfose ambulante.
Mas o que eu nunca deixei é que o meu pequeno não tenha liberdade dentro de casa. O armários de bolachas já fica ao seu alcance (é claro que ele sempre me pergunta se pode comer), os garfos e facas ficavam dentro de uma vasilha grande lacrada e hoje já voltei todos eles para uma gaveta porque o Paulo Neto já tem 4 anos e sabe dos perigos, todos os seus DVDs estão guardados dentro de uma caixa onde ele mesmo pode pegar e escolher o filme, fora a Apple TV que temos no quarto dele e que ele amaaaaa devido a variedades de desenhos…
E eu comprovei que a organização faz bem para todos os seres humanos, até mesmo para os pequeninos, quando a professora me contou que nos primeiros dias de aula o meu filhote chegou na sala, escolheu um lugar para sentar nas mesinhas e perguntou a professora se aquele poderia ser o seu lugar, eu percebi que ele gosta de ser organizado respeitando também o espaço dos outros. Isso é bom!
O importante é a criança entender que tem o seu lugar mas sem também abafar as extrapulias que toda infância tem que ter!
Onde tem criança, tem cheiro de criança. Tem cor. Tem bagunça gostosa…
E quando os nossos filhos crescerem, a vida vai se tornar mais séria e organizada. Vamos sentir falta desse descontrole maravilhoso que é viver e morar com crianças,
Cada fase tem a sua cor e acredito que essa é a fase de nossas vidas viver no meio de um turbilhão de cores, tintas, giz de cera, brinquedos. E quero mais. Com outros filhos que Deus ainda há de me presentear,
Super bjos de Carol Siqueira.

Ao ver a minha amiga pelejando para a sua pequena comer me lembrei da minha época de pelejo com o Paulo Neto.
Sinceramente falando, eu ficava tão nervosa e preocupada quando ele não queria comer ou fazer da comida uma brincadeira, que antes mesmo de começar eu já ficava até meio trêmula.
Sem medo algum de falar: às vezes eu já ligava a TV no Xuxa Só Para Baixinhos 1, 2, 3 e… até que eu conseguisse umas boas colheradas do meu pequeno. Porque mãe faz o de tudo para filho comer. Ainda mais que o meu pequeno ficava sempre abaixo da média de peso.
Mesmo passado 4 anos e hoje ele adora um belo prato cheio de arroz com feijão sem frescuras, ao assistir a cena da minha amiga com a sua pequena de quase 2 anos eu fiquei pensando em escrever este post.
O que fazer nesta hora?
Não tem receita para isso. Tem algumas dicas mas para cada mamãe e bebê existe uma forma de se darem bem na hora do papá.
Vai começar tudo de novo…
Essa é uma das queixas que mães exaustas sempre falam quando estão cara a cara com os seus bebês na hora de comer. Ela, o cadeirão e aquela carinha fofinha que só está esperando a hora certa para começar a arremessar o arroz com bife.
1. Lugar de comer é na cozinha, na copa ou na sala de jantar e em nenhum outro lugar.
2. Rigidez também com o horário. Não comeu na hora certa, terá de esperar a próxima refeição. Uma sugestão é servir às 7 horas o café da manhã, às 10 o lanche matinal, às 12h30 o almoço, às 16 horas o lanche da tarde e às 19 o jantar. Não deixe intervalos longos entre as refeições para que ele não ataque bobagens.
3. Organize um cardápio variado, pois, assim como vocês, seu filho também não aguenta a monotonia do arroz, feijão, bife e batata todo dia.
4. Siga a quantidade certa para a idade de seu filho. Não adianta fazer um pratão de adulto quando ele só consegue dar conta de uma xícara e meia de chá de comida.
5. Jamais insista para que ele coma só mais uma colherada. É bom que ele aprenda a parar quando estiver saciado.
6. Em hipótese alguma substitua parte da refeição ou toda ela simplesmente porque seu filho não quer um determinado alimento. Assim como os adultos, os pequenos também têm preferências.
7. Chantagem não vale. Nunca diga: “Se você comer brócolis, vai ganhar chocolate”.
8. Se o seu pequeno se machucou, não dê a ele comida como compensação. É meio caminho andado para gerar adultos com problemas com a balança, porque aprenderam a afogar as mágoas no alimento.
Meninas, tenham certeza de que o que estão fazendo é o correto, pois a criança percebe o grau de segurança dos pais e é isso que garantirá o cumprimento das regras. Crianças não passam fome! O pediatra do Paulo Neto sempre me falava isso e é a mais pura verdade. Só não comem quando não querem mesmo.
Acho importante ter um certo equilíbrio e ensinar a criança comer mas tudo deve ser com calma, naturalidade e sem forçar demais a barra, colocando comida boca abaixo até a criança fazer vômito. Cada mãe sabe usar a sua magia para fazer o seu filho comer.
Tem muita gente que critica os aviãozinhos que as nossas mães faziam mas eu mesma já fiz até helicóptero.
Super bjos de Carol Siqueira.

Tudo bem por aí?
Por aqui tá legal, graças a Deus!
Meu pequeno está melhorando e comendo… daí a mamãe fica mais feliz, tranquila e até escreve mais no blog!
Bom, o assunto de hoje é: Super-Heróis. Eles atacam a sua casa mesmo…
Menino ou menina, os Super-Heróis aparecem e enchem de fantasias e super poderes as cabecinhas de nossos filhos.
Aqui em casa estamos vivendo uma história em quadrinhos. Tem o de tudo. Homem-Aranha, Hulk, Capitão América, Batman, Super-Homem e até o Ben 10.
Mas sabe o que me preocupa é que desde que o meu pequeno entrou neste clima de super-poderes eu vejo ele dando uns saltos cada vez mais altos, se aventurando a pular entre uma poltrona e outra e até com mais curiosidades de olhar mais pelas janelas. E moramos no sétimo andar!
Sim, se você não ficar atenta. Seu filho pode vestir a roupa do herói e achar que tem super-poderes, o que o coloca em situações de risco, como pular da janela. Por isso, você precisa ficar de olho enquanto ele brinca e deixar sua casa segura (a tela na janela, por exemplo, evita que ele ache que pode voar e se jogue).
O ideal é sempre reforçar para a criança que existe diferença entre ela e o personagem.
A tela na janela para quem mora em apartamentos, como eu, é essencial. Não pode faltar mesmo, tá mamãe?
E olha, esses personagens começam a invadir a nossa casa ali por volta dos 3 anos. Mas é entre os 4 até quase 10 anos é que eles influenciam mesmo nas brincadeiras das crianças.
Pra falar bem a verdade, eu sempre fiquei em dúvidas!
Então fui pesquisar e encontrei informações legais no site do Bebê.com
Mas a história é o seguinte: se você tem receio de como as lutas entre o bem e o mal que habitam as histórias podem incentivar a violência, saiba que elas são benéficas ao ensinar que até mesmo num conflito é possível ser ético. O incentivo à violência vem de uma cultura violenta, e de pais que perdem o controle e podem ficar violentos.
Bom saber disso, fico mais aliviada!
Um estudo realizado pela fábrica de brinquedos Mattel do Brasil, em parceria com o Instituto GFK Indicator, revela que eles não só influenciam o dia a dia das crianças como são essenciais para a formação da personalidade de seu filho.
Segundo Lidia Aratangy, psicóloga e consultora da pesquisa, é nessa relação da criança com os super-heróis que são plantadas as sementes de valores, como ética, coragem, humildade. “Nos contos de fadas, os heróis são os mais humildes e bondosos da família ou da aldeia. São os que aceitam enfrentar a perigosa tarefa que irá salvar o reino, o rei, o pai”, diz.
Bom meninas, então deixem os garotos se esbaldarem nas fantasias aí… Mas sempre de olho!
Porque aqui em casa o é lema é esse! E tem até um pequeno aqui pedindo uma festa de 5 anos toda de super-heróis. E até que gostei da idéia!
Bjos de Carol Siqueira.

Hoje vamos falar sobre um assunto muito importante e que não devemos passar por cima: sobre os acidentes domésticos que matam as nossas crianças.
Ser criança é tudo de bom! Muitas brincadeiras, muita imaginação… Tudo pode se transformar num mundo mágico. E quando chegam datas tão especiais para elas como o Dia das Crianças, a euforia toma conta dessa turma. Mas especialistas alertam que todo cuidado é pouco e a atenção deve ser redobrada. Segundo dados do Ministério da Saúde, os acidentes domésticos são considerados, no Brasil, a principal causa de morte em crianças e adolescentes de 1 a 14 anos.
O ortopedista pediátrico do Hospital Orthomed Center, Celso Eduardo Santos, alerta sobre a imaginação fértil das crianças. “Tudo em uma casa é um grande atrativo para elas que correm com brinquedos na mão sem olhar para frente, fazem os sofás de trampolins, cadeiras viram castelos, bacias se transformam em parques aquáticos, móveis em labirintos e os brinquedos eletrônicos em grande diversão. No Dia das Crianças, então, essa euforia e imaginação estão à flor da pele. Mas a criança não sabe dimensionar o perigo e acaba sofrendo algum acidente”, afirma.
Outro cuidado observado pelo ortopedista é em relação aos brinquedos, como skate, bicicleta e patins que devem sempre vir acompanhados de equipamentos de segurança.
Além do corre-corre pela casa com brinquedos de vários tamanhos e modelos, outro atrativo são os aparelhos eletrônicos que também tomam conta daqueles que já são mais grandinhos e não dispensam a tecnologia. A oftalmologista Raquel Souza Nunes Paiva, do HCO, alerta sobre a saúde ocular daqueles que têm mais atração por brinquedos tecnológicos, já que são atrativos para que as crianças fiquem muito mais tempo ligadas no computador, vídeo games, iPads e outras tecnologias que podem causar problemas à saúde dos olhos. “Os mais crescidinhos que ficam expostos por longos períodos a aparelhos eletrônicos podem ter dores de cabeça, ardência nos olhos, cansaço nas vistas e até acarretar problemas futuros na visão. Isso acontece porque eles forçam a vista para focar melhor e muitas vezes esquecem de piscar para lubrificar os olhos, deixando o olho seco e causando tantos incômodos”, afirma Raquel Nunes.
Já em casa, uma das orientações da médica, é que os pais se atentem aos móveis pontiagudos, como mesas, estantes, fogão, objetos de decoração que, geralmente, têm altura próxima da criança que está na faixa etária de 1 a 5 anos. “As crianças são curiosas e inquietas. Muitos acidentes domésticos acometem principalmente na região do rosto o que facilmente pode atingir os olhos. Quinas e móveis pontiagudos podem causar danos irreversíveis à visão”, conta a oftalmologista.