Posts com a Tag ‘birra’
11/04/12

Meninas!

Estou vivendo dias difíceis por aqui…
Não sei por onde veio essa alucinação ou melhor, essa enjoeira com roupas!
O Paulo Neto está passado de chato quando o assunto é o que vestir e nessa aventura desgastante, até o pijama ele escolhe e não quer saber nem de conversar.
Já tentei dominar por todas as técnicas: o diálogo, ameaças, castigo, o de abraçar e fingir que está tudo bem e o último foi: Se não colocar essa camiseta eu juro que vou te bater!

E nessa chatice toda, estamos sempre chegando atrasados na escola porque ele sempre fica indeciso qual tênis usar. Coloca, tira. Escolhe outro, tira. Chora e fica realmente triste. Eu acabo ficando estressada e às vezes, sem saber lidar com essa situação. É claro que eu tento ao máximo manter a minha calma, respeito a opinião dele mas é que está passando dos limites.

Ele escolhe umas roupas nada ver, não quer saber de opções, não quer vestir camisetas pólo e isto está me deixando louca porque com tantas opções no guarda-roupa, estamos ficando com quase nada de opção. Só de camisetas pólos que ele não quer mais vestir têm mais de 10 nos cabides.
 Pra vocês verem a gravidade da situação: até dormindo, quando vou colocar o pijaminha, ele abre os olhos e meio dormindo resmunga: que pijama que é esse?

Estou meio perdida e preciso de ajuda. Alguém de vocês já passaram por isso?
Bjos de Carol Siqueira.

15/03/12

Olá Amigas!

Estou a tempos querendo conversar com vocês sobre algumas mudanças de comportamento depois que o Paulo Neto foi para a escola.
Ele sempre foi dócil, de poucas birras, carinhoso comigo e fácil de lidar.
Mas depois que o meu pequeno passou a frequentar a escolinha todos os dias o seu jeitinho foi mudando, mudando até que tive mesmo que conversar com a coordenadora.

Não estou falando isso para desanimar ninguém com relação a escolinha! A finalidade deste post não é essa!
Até porque ele chega em casa muito feliz, cheio de novidades e a criatividade dele foi lá em cima.

Mas não posso negar que muita coisa mudou e que eu também não gostei.
Tudo ele vem relutando com birras insuportáveis fazendo o de tudo para me chamar atenção. Ele tenta me magoar com o jeitinho de falar, se opõe a tudo, a horários e rotinas que nunca foram problemas para nós.
E isso foi me preocupando até que fui conversar com a sua coordenadora (que é uma pessoa amável demais!) e ela me explicou da seguinte forma:

Mesmo se sentindo feliz com a escola ele está magoado com a gente. Mas isso é um sentimento que é inconsciente porque tiramos ele da sua casa, do seu conforto, dos seus brinquedos e de sua vida que ele sempre viveu e que sempre foi uma delícia! Mas como ele ainda não sabe se expressar e me contar tudo isso, ele nos agride e reluta a tudo! As birras são uma forma de nos mostrar que ele está estranhando as mudanças que fizemos na vida dele. E ao mesmo tempo, começamos com a natação na parte da manhã e ele se sente muito cansado, o que piora o seu grau de stress devido ao cansaço físico mesmo!
As palavras que não falavam e agora ele me diz de vez em quando, é infelizmente devido ao convívio com outras crianças. Mas isso é inevitável e o meu papel é orientá-lo que essas palavrinhas são feias e que mesmo ele vendo o coleguinha falar, não precisa repetir em casa.

O que eu aprendi com tudo isso e quero compartilhar com vocês é:

  • Nem tudo é como a gente pensa que é! Se o nosso filho está diferente no comportamento temos que averiguar melhor antes de julgá-lo. Agora não fico tão mais nervosa na hora das birras porque estou entendo o que ele está me dizendo. Só não deixo passar dos limites.
  • Não comece duas atividades diferentes ao mesmo tempo. Começar a rotina da escola e natação foi muito para ele.
  • O cansaço físico esgota o mental e deixa a criança nervosa e com um comportamento que não é dela.
  • Na hora das crises de birra, abaixo até a altura dele e tento o máximo conversar, explicar. E graças a Deus está funcionando! Quando não tem jeito, eu deixo ele ficar de birra sozinho ou coloco de castigo mesmo. Eu não falo cantinho do pensamento, deixo claro que é castigo!
  • Agora meu filhote saiu do casulo e vai se relacionar com outras pessoas e não só com a família! Ele sempre vai achar o coleguinha diferente e vai imitá-lo. Agora entra a nossa orientação do que é legal e do que não é.
  • Mesmo com a rotina mais carregada de compromissos toda criança precisa brincar e com os pais. Fiz um teste aqui em casa: na parte da manhã em que brinco com ele, meu pequeno fica visivelmente feliz e tudo corre bem, sem stress!

Bom minhas amigas! Como disse a coordenadora do meu pequeno: estou só no capítulo 1! E por isso a maternidade é tão linda e abençoada porque nos proporciona aprendizagens que só sendo mãe mesmo para viver!

Comente aqui o que você acha disso tudo!
Bjos de Carol Siqueira.

15/02/12

Queridas amigas!

Toda vez que posto em meu twitter sobre os livros que tenho e que estou lendo logo em seguida, recebo muitos e-mails querendo mais algumas dicas.
Aqui em casa eu tenho livros para todas as fases da maternidade e para cada uma delas eu tenho o meu preferido, aquele que ganha 5 estrelinhas!

O mais importante quando você compra um livro é você simpatizar com o título, assunto ou com o autor. Ler livro é um prazer maravilhoso e milenar. As minhas leituras sempre ficam quando vou me deitar. É um momento único, meu e de muita paz.
Separei alguns de meus livros para postar aqui. Esta seleção são os livros que mais consulto e consultei na minha gestação e no final do post as 5 estrelinhas vai para aquele que me emocionou de verdade.

Na fase da minha gestação eu lia muitas revistas mais especializadas em decoração de quartos de bebês. Era a minha maior diversão! E tinha também alguns livros para consulta e o melhor de todos é Grávida e Bela da Dra.Carla Góes Sallet.
O Livro dos Avós de Lídia R. Aratangy e Dr. Leonardo Posternak é maravilhoso e dei de presente para as vovós de primeira viagem. Todas duas leram numa velocidade alucinante!
O Sono do meu Bebê ganhei de presente da Pampers! Um manual para todas as mamães.

Depois que o filho nasce, você dá uma paradinha nas leituras devido ao cansaço mas logo em seguida, entra na fase será que estou fazendo certo?
A partir desta pergunta você procura manuais de sobrevivência. Para mães de meninos Criando Meninos é maravilhoso de Steve Bidduph. O livro Por Dentro da Cabeça do seu Filho é um clássico e eu adoro consultá-lo sempre de Nigel Latta e Filhos de 2 a 10 anos de idade pela Sociedade Brasileira de Pediatria é simplesmente INDISPENSÁVEL!

Nasceu e está crescendo! Agora é hora de abusar dos livrinhos com o seu bebê e os sonoros são os melhores até os 3 anos! O primeiro livro do meu pequeno foi a Bíblia do Bebê e logo em seguida, os livrinhos da Turma da Mônica – são lindos, coloridos! Escovando Meus Dentes é um clássico da Editora Zastras que até hoje leio com o meu pequeno quando ele entra na fase de não quero escovar os dentes hoje e ainda contém 80 estrelinhas adesivas para a premiação para quem conseguir fazer uma boa escovação. Na hora de dormir ficamos com o clássico 365 Belas Histórias para Sonhar. Ele ama e a gente se diverte!
Cocô no Trono é muito engraçado, super clássico para na fase do desfralde e ainda é sonoro.

Agora é hora de relaxar e dar umas gargalhadas das loucuras e dilemas da maternidade. Quer se divertir? Leiam Travessuras de Mãe de Denise Fraga. As minhas recentes leituras são  Mãe Segundo o Coração de Deus e As Crianças Aprendem o que Vivenciam. Vamos ver, né?! Mas fica a dica para quem busca ser uma mamãe mais tranquila e em paz com a maternidade.

Orar faz bem a família!
Somos mães, esposas e responsáveis pela paz e equilíbrio de nossa família. Eu sempre digo, que nós mulheres, seremos sempre os alvos das energias ruins para desestruturar os nossos lares. Talvez com alguma enfermidade, depressão, nervosismo, muito cansaço nos tiram do foco e é exatamente agora é que devemos buscar a Deus e viver em oração constante. Quando assumimos o papel de mãe assumimos um compromisso com Deus porque Ele nos confiou uma vida e somos responsáveis por ela.

Temos o dever e a obrigação de cuidar dessa sementinha e fazê-la feliz. Quando entro em oração com Deus é o meu resgate, o resgate das minhas forças, do meu ânimo e da minha esperança.

Portanto, leiam e busquem a Deus. Para quem não tem o hábito de ler a Bíblia como eu não tinha comecem pelo Salmo 1 e Mateus em Novo Testamento, e preparem-se para encantar com este novo mundo que se abre para você e sua família. Essas são as fontes da minha bateria e a Bíblia é o principal entre todos!

E as 5 estrelas vai para…


100 Promessas para o meu bebê de Mallika Chopra e Limites sem Traumas de Tânia Zagury já me fizeram emocionar em vários sentidos.
Mallika Chopra é indiana, mãe de 2 meninas lindas e ela faz um resgate nos valores familiares afim de buscar mais sabedoria para transmitir as suas filhas. Chorei algumas vezes quando li este livro, ele abriu ainda mais a minha alegria de ser mãe.
Já a Tânia Zagury escreve tão bem sobre as fases de nossas crianças e como saber lidar com todas elas que quando o Paulo Neto está em crise de birra a minha vontade é dar um pause e pesquisar no livro o que fazer agora.
Todos os dois livros são FANTÁSTICOS, INESQUECÍVEIS E EMOCIONANTES!

E aí, gostaram das dicas? Comentem e vamos juntas compartilhar hábitos de leitura!
Grande abraço de Carol Siqueira.

13/02/12

Olá Meninas!

Mais um final de semana de paz se foi, graças a Deus!
É claro que vivemos por aqui alguns momentos tensos, de birras, principalmente quando vamos sair e o nosso pequeno quer escolher uma roupa nada a ver. Ai, que hora difícil!
Nestes momentos eu não acredito que a palmada resolve. Na minha opinião: as crianças que levam palmadas dos pais são mais agressivas mesmo!
Eu mesma conheço algumas e vejo claramente a revolta das palmadas e logo, eles saem em defesa com tapinhas também, e pior: nos pais.
Muitas vezes perdemos a cabeça e a vontade que dá é de logo dar aquele tapão. O sangue ferve e parece que a conversa não resolve mais.
Dependendo da crise os nossos pequenos parecem nem nos ouvir mais e você fica com uma criança descontrolada sem saber o que fazer.

Fica a dica para os ataques de birras. Aqui em casa está dando super certo!

  • Quando ele está no auge da crise e não adianta mais você tentar acalmá-lo, já tentou conversar e nada faz ele parar –  faça o seguinte: deixe ele sozinho e saia de perto. O máximo que vai acontecer é o pequeno continuar chorando mais alto e depois de um tempo, quando você voltar, ele pode ainda continuar chorando mas vai escutá-la.
  • Se você estiver em lugar público e não puder deixá-lo sozinho – mesmo sendo muito difícil – pare com o assunto, não discuta mais sobre a causa da birra e saia para entertê-lo com outras coisas, mostre ao seu pequeno outras situações. Ver coisas diferentes, no sentido da visão mesmo, é um ótimo recurso para chamar a atenção da criança. O que não funciona é você continuar insistindo na discussão e ficar relutando com o seu pequeno perto das pessoas, em locais públicos. Nossa, isso é terrível!

Lembre-se: o lugar certo de educar as nossas crianças NÃO é no meio do shopping. Muitas mães insistem educar seus filhos em lugares como shoppings para mostrar quem manda. Você se estressa e não vai adiantar. Eduque o seu filho em casa e quando sair, tente manobras para evitar tumulto, OK?

Estamos partindo para a segunda semana de escola por aqui e sem nenhum choro. Estou amando!
Bjos amigas e uma boa semana a todas vocês,
Carol Siqueira.

28/09/11

Meninas!

Tudo bem que a maternidade tem os seus lados obscuros, né? Vamos assumir!
E o meu pequeno, ultimamente anda soltando umas… que olha!!!  A gente esquece tudo o que lê nessa vida! Não tem teoria praticável nesse mundo para combater uma birra acompanhada de uma frase dessas.
E a gente fica naquela carona de tacho (ou melhor, de bobona mesmo!) sem saber o que fazer, o coração dispara de nervoso. Ai, que vontade de bater em você, menino! Só umas palmadas pra você aprender!
Normalmente isso acontece quando ele não quer tomar banho de jeito nenhum e quase a força eu coloco ele na banheira. Ele me fala essa e com cara de bravo!
Eu até entendo o lado dele porque é horrível mesmo fazer coisas que não queremos mas nem tudo na vida fazemos o que queremos sempre.
Mais tarde eu espero o marido e conto tudo pra ele e ansiosa esperando uma luz no fim do túnel até porque ele é a pessoa mais indicada para me ajudar a resolver esses dilemas e naquela tranquilidade, o marido olha pra mim e só escuta… e de vez em quando solta um: Noooossa!

Ser mãe é mesmo um dilema. É não saber agir quando precisa agir rápido.
É quase chorar na frente daquela carinha de anjo e que sempre te pega despreparada.
É tremer de raiva e de amor ao mesmo tempo. É  fazer todos os exames cardiológicos em uma só vez.
É amar demais, errar demais, chorar demais, sorrir demais, sufocar demais… Tudo na maternidade é demais, transborda!

Agora o que fazer nessas horas?! Ainda não sei mesmo! Eu fico aqui tentando do meu jeito e vamos ver no que vai dar!

E vocês?
Bjos de Carol Siqueira.



Fechar
E-mail It