
Tudo bem que a maternidade tem os seus lados obscuros, né? Vamos assumir!
E o meu pequeno, ultimamente anda soltando umas… que olha!!! A gente esquece tudo o que lê nessa vida! Não tem teoria praticável nesse mundo para combater uma birra acompanhada de uma frase dessas.
E a gente fica naquela carona de tacho (ou melhor, de bobona mesmo!) sem saber o que fazer, o coração dispara de nervoso. Ai, que vontade de bater em você, menino! Só umas palmadas pra você aprender!
Normalmente isso acontece quando ele não quer tomar banho de jeito nenhum e quase a força eu coloco ele na banheira. Ele me fala essa e com cara de bravo!
Eu até entendo o lado dele porque é horrível mesmo fazer coisas que não queremos mas nem tudo na vida fazemos o que queremos sempre.
Mais tarde eu espero o marido e conto tudo pra ele e ansiosa esperando uma luz no fim do túnel até porque ele é a pessoa mais indicada para me ajudar a resolver esses dilemas e naquela tranquilidade, o marido olha pra mim e só escuta… e de vez em quando solta um: Noooossa!
Agora o que fazer nessas horas?! Ainda não sei mesmo! Eu fico aqui tentando do meu jeito e vamos ver no que vai dar!
E vocês?
Bjos de Carol Siqueira.

Se um final de semana já fica difícil controlar os ataques de birras quando estamos na casa das avós, imaginam 40 dias dormindo e acordando na casa da vovó?
Essa é mais uma experiência que vou relatar aqui pra vocês porque é o que eu estou vivendo no momento. O nosso apartamento está em plena reforma e como nosso pequeno sempre foi muito alérgico, a poeira só iria agravar mais.
E com isso instalamos na casa das duas avós. O Paulo Neto parece nem acreditar. O sonho do meu pequeno se realizou: chegar na casa da vovó e não ir embora mais!
Graças a Deus, nas duas casas, temos quartos preparados para nos acolher, tem berços, vovós super corujas e muito carinho e entusiasmo também.
Mas desde o começo a minha preocupação era sobre como lidar com o comportamento do Paulo Neto ficando direto na casa da vó.
Quem é mãe sabe: com a vovó por perto a criança fica mais mimada, não nos quer por perto para não estragar e tudo mais. Mas como sempre é apenas um final de semana eu não ligo de comer guloseimas, ficar manhoso e etc… agora como lidar com essa situação numa bela quarentena eis a questão! Confesso que fiquei um pouco amendrontada com a nova situação e por isso tracei uma estratégia que até agora está dando certo!
1) Bem diferente de apenas um final de semana onde o Paulo Neto dorme no quarto dos avós eu preciso de controle dos horários e garantir que a nossa estadia não vai atrapalhar a rotina dos avós que trabalha e tem seus horários e para isso, ele dorme em nosso quarto. Levamos a pequena cama dele que ficava em nosso apartamento para o nosso quarto e nos dias de semana, ele dorme com a gente. Meu pequeno precisa entender que dormir na casa dos avós todos os dias não é o mesmo que passar um final de semana.
2) Manter a rotina de atividades é muito importante para meu pequeno entender que a vida segue normalmente. E os avós também falam sempre para ele que está indo trabalhar e se despedem para que ele tenha consciência dos compromissos de cada um.
3) Manter os horários das refeições e de dormir. Chega a hora de dormir, eu desligo a TV, se estiver no quarto com os avós brincando… não importa: é hora de dormir e a festa acabou!
4) Tentar fazê-lo entender a situação conversando. Meu filho têm apenas 3 aninhos mas ele já consegue assimilar muitas de nossas conversas, mesmo aquelas que são mais sérias e não uma simples brincadeira. Na primeira birra que ele deu neste período, eu já o enfrentei da seguinte maneira: abaixei até ele, falei calmamente e expliquei que estamos na casa da vovó e vamos dormir por lá por muitos dias mas que tudo agora seria bem diferente e mais uma birra, ele ficaria de castigo – o que NUNCA aconteceu na casa das avós!
Bom, meninas! Confesso que estamos amando, o almoço parece uma festa! Tem muito carinho, respeito e paz no nosso novo ambiente mas isso está dando muito certo porque cada um de nós estamos seguros de nossos horários e a vida está seguindo normalmente.
Se no começo a gente já deixa muito claro as regras, têm tudo pra continuar muito bem. E com isso vou relatando mais essa grande e inesquecível experiência!
Bjos pra vocês e um feriado com Deus e muitas brincadeiras com a criançada!
Por Carol Siqueira.
Meninas!Estava agora vendo um acontecimento:
uma mãe passando com o filho no carrinho, dando um ataque de birras! Ele chorava alto e ela gritava também, desesperada, as pressas, no meio do shopping!
Foi quando um dos meus vendedores me perguntou se isso já havia acontecido comigo e eu disse a ele:
Perdi até as contas!
Disso tudo, tive a ideia de escrever um post com alguns fatos que COM CERTEZA vão acontecer na sua vida de mãe e quando acontecer, não preocupa, não! Existem milhões de mães que agora estão passando por…
UM ATAQUE DE BIRRAS NO MEIO DO SHOPPING
Todo muito vai te olhar, você vai ficar nervosa e descontrolada. Pode ser até que a bolsa caia no chão e você pode até dar um safanão na criaturinha. Não tem jeito! Na hora do stress você pode agir de uma forma bem diferenciada! E depois lembrar de tudo…
STRESS NO SUPERMERCADO
Levar criança no supermercado é realmente uma prova de fogo. Às vezes as coisas fluem bem e de uma hora pra outra, as coisas desandam! A criança começa pegar tudo, derrubar produtos no chão, birra na fila na hora de pagar e você ali tentando ser malabarista do Cirque du Soleil!
NÃO ACREDITO QUE VOCÊ JÁ ESTÁ CHORANDO DE NOVO!
Você está mega cansada e o seu filho acabou de dormir! Depois de horas no seu colo, acalento, Shantala, carinho, musiquinhas… Quando você deitar pra dormir achando que agora vai ter umas boas horinhas de sono, o seu lindo filhotinho volta a resmungar no berço e você chora lágrimas e lágrimas de desânimo…
A FESTA QUE VOCÊ NÃO VAI!
Você já comprou o presente, escolheu a roupa com um dia de antecedência, preparou tudo e por um motivo que nem você sabe… a festa ficou para o outro ano, quem sabe!
PRATO NO COLO DA MAMÃE!
Mesmo você tentando todas as artimanhas, fazendo caretas, batendo palmas em público só para ver uma colheradinha de comida… o seu lindo e inocente bebê vai jogar tudo para o alto e pior, você está num restaurante! Vai voltar pra casa lindamente suja de comida arremessada!!!
ASSISTIR TV PRA COMER!
Quantas vezes já li até em bulas de remédio (brincadeirinha!) que não pode alimentar a sua criança na frente da TV.
Mesmo???! Isso funciona em Marte, porque lá em casa o Xuxa Só Pra Baixinhos caia bem com a sopinha e a chantagem: Só vai comer o Danoninho se comer a comida todinha!
Não se culpe, você está contradizendo todos os especialistas mas seu filho não vai morrer por isso!
DORMIR COM O PAPAI E MAMÃE… TODO DIA!
Não tem mãe neste mundo que resiste uma noite bem dormida e inteira (com um pezinho na cara de vez em quando!) colocando o filhote no meio do papai e da mamãe! Só hoje, amanhã e quem sabe daqui alguns anos ele dorme sozinho, né?!
Mas agora o assunto é sério: se os sintomas persistirem, volte o filhote para cama dele no meio da noite mas não deixe ele acordar na sua cama!
A CHUPETA CAIU NO CHÃO.
Ixi, a chupeta caiu logo na hora em que seu filho mais precisa dela! Uma passadinha na roupa pra limpar os resíduos e dali na boca da criança. Horrível?!… Demais! Mas fazer o quê se naquele momento a chupeta está sendo mais disputada que a megasena acumulada e é a última dos moicanos!
Bom, acho que eu lembrei de alguns clássicos de terror na vida de qualquer mãe que vive num planeta chamado Terra.
Você está lembrando de mais alguma que aconteceu com você?
Conte aqui pra nós e vamos rir muito uma da outra. Comente!
Abraços de Carol Siqueira.

Estou assustada com a forte personalidade que a cada dia mais cresce em meu pequeno.
E mais: estou ainda mais assustada com a diferença que os seus 3 aninhos já está trazendo na sua rotina, no seu dia a dia.
Chegou o frio e ele não quer pôr blusa e nem calça e olha!… Não há nínguem que o faça fazer se não for do seu jeito, se não for a sua escolha!
Outra grande mudança é que ele quer fazer tudo sozinho mesmo. Tirar a roupa, colocar os sapatos, escolher os modelos, escolher até o bico, a fralda, o pijama, a cueca… tudo!
É um pouco cansativo pra mim porque nem tudo sai conforme eu planejei mas eu sei que não posso abafar as vontades e personalidade do meu filho.
Extremamente curioso, onde ando com ele, seja dentro do carro ou até mesmo no colo, ele me pergunta o que é isso para um poste, para a rua, para uma casa e para qualquer coisa que tenha despertado a sua vontade de conhecer, de saber mais.
O seu português também está tão certinho que tem hora que eu fico me perguntado onde será que ele está aprendendo tudo isso, já que nem está na escola ainda. Ele fala em plural se for preciso e responde no verbo correto.
Os amiguinhos imaginários estão soltos por aí e de vez em quando, eu o pego falando sozinho com um carrinho ou um boneco. Outra grande mudança é que ele já está brincando mais sozinho, se o brinquedo estiver interessante, por muito mais tempo. O medo também já está mais presente, medo do escuro, medo de ficar sozinho e medo de uma situação que ele não está gostando muito… o que aconteceu hoje quando fui experimentar a roupa do casamento da Dinha!
O meu menino é solto, alegre, não gosta de chiquezas e nem de botões demais em suas roupas, nada que pega, aperta. Ele gosta de tênis, bermuda jeans e camiseta. Para ficar em casa, escolhe os pijaminhas soltinhos e suaves.
Não gosta de pentear o cabelo, gosta de visitas em nossa casa, não é enjoado para comer (ou melhor, come o de tudo!) e é extremamente comunicativo.
E hoje mesmo, quando eu estava tentando fazê-lo vestir uma calça jeans para sairmos, eu disse a ele assim:
Paulo Neto, meu filho! Pára de fazer birra. Você é um menino tão bonito, um menininho educado…
E logo ele já respondeu:
Mãe, eu não sou um menino. Eu sou o Paulo Neto!
Quando ele me disse isso, eu parei o que estava fazendo na hora, olhei para ele e não tive como não sorrir. Neste momento eu agradeci a Deus pelo meu filho já falar quem ele é, o que gosta e o que quer.
E nem venha com brinquedos ou qualquer outras tentativas porque quando ele não quer fazer, não há nada que o faça fazer contra sua vontade.
Que eu sempre tenha sabedoria para ajudá-lo nas suas escolhas, nos seus sonhos. Que eu seja sempre uma mãe que diga sim e diga não e que mesmo depois de muito choro, que ele entenda que eu o amo demais para permitir tudo. E quando ele estiver lá na frente, um homem bem crescido, ele possa me amar e me entender que sempre tentei fazer o que pude para dar a ele a educação, a humildade e a alegria de viver nos mais simples detalhes da vida e que tomar uma simples xícara de café ao acordar já seja pra ele uma felicidade imensa por estar vivo.
Que a vida só vale mesmo se formos felizes assim, sem esperar muito…
E como está o seu filhote por aí? Anda assim também, cheio de vontades e personalidade? Conte pra nós, comente!
Bjos de Carol Siqueira.

Nem todo mundo sabe, mas crianças bem pequenas podem ter depressão.
Crianças que acabaram de sair das fraldas podem apresentar esse transtorno de humor, que, como nos adultos, podem causar muito sofrimento.
Os sintomas de depressão na infância podem não ser parecidos com os de adultos, o que dificulta muito o diagnóstico correto e a tomada de atitude para ajudar a criança em sofrimento. Ao invés de triste, a criança pode ficar irritada, muito preocupada ou agressiva. Pode ficar muito inquieta, gritar muito, ter crises de choro sem razão ou, em outros casos, ficar apática e sem energia. Pode reclamar dores físicas frequentemente, mudar seu comportamento e passar a apresentar dificuldades cognitivas (de raciocínio). A tristeza também pode estar presente.
As causas da depressão na infância são variadas, a hereditariedade e fatores de personalidade contam muito, mas as principais causas são ambientais, ou sejam, vivências estressantes, crises familiares ou problemas na escola, como bullying.
O fato é que a criança em depressão precisa muito de ajuda e a família tem que estar atenta, pois a criança não consegue comunicar o que sente com facilidade. Caso acredite que a criança está em depressão, é importante que a família procure um bom psicólogo. A psicoterapia é muito importante nesses casos e o resultado costuma ser tão positivo que dispensa o tratamento medicamentoso. Um bom tratamento psicológico envolverá toda a família e escola em mudanças que deverão ajudar a criança a vencer o transtorno.
Você acha que o seu filho pode estar sofrendo de depressão? Comente aqui e vamos compartilhar as nossas experiências. E qualquer dúvida, estou à disposição!
Um abraço bem forte de,
Carolina Moreira / Psicóloga e Mestre pela UFU – Universidade Federal de Uberlândia
(034) 91148925