
Lendo aqui, assistindo ali e pesquisando muito sobre o assunto (porque eu gosto mesmo!) descobri que fazemos tanto esforço para deixarmos os nossos filhos felizes sendo o que eles precisam de muito menos do que imaginamos.
Eles não precisam de brinquedos de última geração, nem de viagens mirabolantes (porque às vezes eles nem assimilam a diferença de um lugar para o outro, dependendo da idade) e nem mesmo se entupir de atividades fora a escola para sentir aquela felicidade gostosa e sincera que só uma criança é capaz de sentir e nos transmitir.
Você agora, lendo este post, deve estar neste momento assim:
Tá, Carol! Eu já sei disso… Qual é a novidade?
Não tem nenhuma novidade mesmo… mas é que nós, adultos, IN-SIS-TI-MOS em achar que o quê nos deixa felizes deixam nossos filhos felizes também. É errado pensar assim.
Uma criança tem duas, somente 2 necessidades básicas a serem obedecidas por nós enquanto pais, para inspirarem uma infância mais feliz para os nossos filhos:
Dentro destes dois tópicos tão básicos e que parecem serem tão simples, infelizmente muitos pais pulam muitas vezes tentando buscar o melhor para os seus filhos.
É brincando que a criança aprende sozinha enfrentar os seus conflitos e outras inúmeras questões sobre a vida. E é dormindo que a criança assimila tudo isso, guarda em seu cérebro todas essas experiências.
Em falar em cérebro, brincar significa também estimular. É lógico que devemos deixar eles brincarem do jeito que quiserem, com outras crianças, mas é muito importante também dar estímulo para os nossos filhos.
Eu estava assistindo um programa na History Channel e fiquei encantada em saber profundamente como funciona o cérebro de uma criança até 3 anos e descobri que a idade ideal para receber estímulos é agora – de 0 a 3! Vejam só que fascinante!
Recentes pesquisas científicas demonstram que as experiências dos 3 primeiros anos de vida têm uma força ímpar no desenvolvimento do cérebro humano. Proteção, conversa e canto, leitura com nossas crianças menores ajudam-nas a adquirir habilidades para aprender e se desenvolver. Pesquisas tantas vezes provam o que já sabemos. O cérebro se forma na relação da criança com o ambiente, e isso ocorre principalmente até os 10 anos, e de maneira mais acentuada até os 3.
Crianças que têm pouco estímulo nesta fase inicial da vida deixam de formar certos circuitos neuronais. E isto compromete a capacidade de aprender a falar, ler, cantar, tocar instrumentos, dançar, dominar outros idiomas, tudo. Conforme foi falado no programa, criança que são mais estimuladas precocemente com brincadeiras mais pedagógicas foram em sua maioria adultos com Q.I.s mais elevados e resolvem as suas questões emocionais mais facilmente. Legal, né?
E aí, gostaram deste post? O que você acha disso tudo?
Dê a sua opinião aqui!
Super beijo de Carol Siqueira.

Ano novo, vida nova e para algumas mamães, carreira nova. A maternidade pode trazer reflexão e criatividade, levando muitas mães a se conhecerem melhor e descobrirem uma nova paixão, uma nova vocação.
Com 3 dicas bem básicas você pode encarar toda essa mudança sem muito sofrimento e de uma forma bem mais leve.
Vamos lá?
Será que valerá a pena? Como introduzir a mudança? A mãe que voltará ao trabalho ou aos estudos pode fazer isso gradualmente.
Depois de conversar com a criança e ouvi-la, chame de “trabalho” ou “faculdade”, etc. algumas saídas de finalidade profissional ou acadêmica, mas que durem menos tempo que uma jornada completa. Isso ajuda a criança (e a mãe!) a ganhar confiança de que você voltará pra casa.
O desafio maior talvez seja a rotina. Muita atenção a ela. Procure manter sua participação em algumas das atividades mais importantes como refeições e rotinas de início e fim do dia. É claro que você não poderá participar de tudo e não há nenhum problema nisso, o importante é que você se faça PRESENTE e essa é uma questão muito mais afetiva do que prática. Pode ser angustiante sentir que perderá espaço na vida da criança, isso é muito delicado e precisa ser trabalhado em família, com diálogo aberto e encontrando novas maneiras de enriquecer a convivência familiar.
Se você decidiu por uma nova carreira, o mais maravilhoso nisso, para você e para a família toda, é que você encontrou uma coisa que lhe desperta interesse, lhe motiva! Isso pode ser muito bom se você mantiver o mesmo interesse pela família. Uma mãe alegre e motivada traz mais alegria e segurança que uma mãe frustrada, não?
Mas se você está segura e tranquila, tudo pode fluir bem! Boa sorte e abraços!! Qualquer comentário, escreva pra gente!
Carol Moreira é psicóloga e também passou por uma mudança de carreira há quase dez anos, quando deixou o curso de Direito e se entregou à paixão pela Psicologia. Foi professora de Inglês por muito tempo, enquanto construía sua profissão de psicóloga. Há alguns anos deixou de ser professora e passou a dedicar-se exclusivamente à Psicologia. Sente que trabalhar com o que ama é muito gratificante!
Carol Moreira é Mestre em Psicologia pela Universidade Federal de Uberlândia.
Tudo o que eu quero em 2012 é não ler nada sobre o que fazer… Não quero saber sobre os mandamentos para se ter um ano feliz.
Não quero leis, não quero regras…
Não quero enumerar planos, quero viver e ser feliz com saúde ao lado das pessoas que mais amo.
O que importa é ter esperança e fé no coração.
O que importa é acreditar que se deito chorando, levanto sorrindo.
Depois da chuva, o sol sempre brilha. E o que move tudo isso é Deus, que está lá em cima, olhando por tudo e por todos. Sem esquecer de ninguém.
A vida é linda mesmo, minhas amigas!
Curtam os seus filhos, curtam os seus barrigões, curtam os seus pais, seus amigos, seus vizinhos, as pessoas que ajudam vocês no dia a dia…
Em 2012 eu quero é vida, amor e muito alegria. Eu quero pé na estrada e mochilão nas costas.
Quero viver com intensidade todos os momentos, andar sem rumo.
E é isso! Olhando pra frente é que se segue mas sempre lembrando por tudo que já passou. Essa é a bagagem.
É amadurecendo que a vida vai ganhando mais brilho, mais graça.
Eu quero um ano de 2012 livre de tudo que me fez chorar mas que hoje, com certeza, me faz sorrir com mais direito, com mais força.
Será que deu pra entender o meu recado aqui hoje pra vocês?
Pois é escutando Beatles que escrevo agora, é com toda a força da minha juventude e sorriso largo que desejo a vocês um 2012 mais livre, mais leve.
Vamos caminhar junto com Jesus Cristo, pedra por pedra e com paz no coração e amor ao próximo. Ele nos ensinou a amar e então, o que estamos esperando?
E vamos que vamos…
O que você quer para 2012?
Por Carol Siqueira.
Mais um Natal chegando e queria agradecê-los pela carinhosa companhia.
O FalaMamãe vem proporcionando um lugar de encontro entre nós, profissionais, vocês, mamães, papais, vovós, tias, amigas, tanta gente mais e a nossa querida Carol Siqueira. E encontro lembra família, união, amor, nada mais natalino, né?
Agradeço a Deus por tudo isso e espero que todos nós continuemos ser abençoados pelo FalaMamãe por tantos outros anos!
Desejo a vocês saúde e um espírito de alegria, de gratidão pela vida e amor pleno pelas pessoa.
Desejo a vocês transformação pra melhor sempre! Que nossos filhos possam receber de nós boas sementes e que eles frutifiquem essas bênçãos no futuro.
Feliz Natal a todos!
São os votos de Carol Moreira,
Psicóloga e colunista do FalaMamãe.