Posts com a Tag ‘amizade’
28/03/12

Queridas amigas!

Quero compartilhar aqui com vocês um assunto muito importante e que devemos ficar bem atentas com relação as nossas crianças: o valor que a amizade têm para a infância principalmente para os filhos únicos.
Eu sou uma pessoa extremamente preocupada com isso! Não acho mesmo que ninguém vive feliz sozinho. Não acredito que a solidão faz bem.
E sempre me esforço muito para manter as minhas amizades porque eu gosto de pessoas, eu gosto de ter amigas para conversar, compartilhar, rir, chorar quando for preciso e todos os sentimentos que só uma amizade bem gostosa pode proporcionar.
E agora me esforço para passar isso para o meu filho – o valor que uma amizade têm para a nossa vida. O quanto ter amigos é saudável e mesmo que ele seja ainda único, não quero que ele se sinta tão sozinho.

Filhos únicos – uma infância adulta!

Como o meu filho é único (por enquanto!), neto único, sobrinho único ele convive muito com pessoas adultas, brinca na maioria das vezes com adultos e vejo o quanto é importante para ele estar com outras crianças. E as vezes ele se sente até inseguro quando está sozinho com outras crianças, o que começou a me preocupar porque vejo que isso não é bom. Com isso, eu passei a me preocupar mais em sempre manter o meu filho em contato com seus amiguinhos e soltá-lo para brincar, divertir e deixar correr solto sempre com cuidado, é claro!
Eu tenho me esforçado bastante para que ele encontre mais com os seus amigos e brinque sem a minha intervenção, sem nenhum adulto por perto até porque ele precisa formar a sua auto defesa, as suas opiniões e se eu estiver sempre por perto isso pode atrapalhar muito.
E sabe o que me emociona: ver a felicidade dele quando está brincando com outras crianças, ver a capacidade deles em criar situações e nelas enfrentarem os conflitos e dar um jeitinho de sair de vários tipos dessas situações sozinhos.
Os adultos só devem interferir mesmo quando há o risco de se machucarem.

Fique antenada! Se o seu filho é único fique de olho as essas dicas:

  • Sabe o que eu estou percebendo: ser sociável ou não é muito mais uma questão de genética e não de ser apenas filho único.
  • O principal desafio para os pais que pretendem ficar somente com um filho é não pressionar a criança a ser perfeita, como muitas vezes ocorre.
  • Para aqueles com filho único: não tem nada mais rico para a infância do que brincar. E as maiores aprendizagens em todos os sentidos é quando uma criança brinca com outra. Os pais precisam se esforçarem muito para interagir o seu filho com outras crianças.
  • Os filhos únicos possuem vocabulário mais avançado, interessam-se mais por matemática, ciência, música e literatura e costumam se sair melhor nos estudos do que os que têm irmãos.
  • Ter filho único hoje já não é mais tão assustador e muitas famílias estão optando por somente 1 filho devido as várias questões como econômica e até mesmo pelo tempo que possuem para ficar com as crianças. Hoje ser filho único já não significa ser tão diferente.

De acordo as pesquisas:
Segundo o último censo, realizado em 2000, 9,5 milhões de famílias brasileiras têm um herdeiro só. É um crescimento de 50% em relação ao censo anterior, realizado em 1991. Nos Estados Unidos, mais de 20% das famílias estão na mesma situação. Sem falar na China, que, com sua política de filho único, decretada em 1979, viu mais de 90% das crianças que vivem na área urbana, a maioria meninos, levar sozinhas o nome da família.Mesmo reconhecendo que não há espaço para mais uma criança em casa, muitos desses pais ainda se perguntam se irmãos fazem falta.

O que vocês acham deste assunto: ser filho único ou não? Comentem!
Por Carol Siqueira.

03/02/12

Meninas!

Meu filhote acabou de sair todo serelepe de mãos dadas com sua vó. Chega a saltitar de alegria e euforismo e o meu coração saltita é de saudade precoce e uma pontadinha de remorso. Remorso de sei lá o quê! Aquela culpazinha que bate lá no fundo de deixá-lo ir para ter um momento de descanso com o marido.
A casa dobra de tamanho. Fica tudo tão limpinho, tudo no lugar, sem som… que chega a incomodar aquele vazio que não estamos mais acostumadas.
A maternidade é uma loucura mesmo, que de gargalhadas às lagrimas é um pulo.
Hoje mesmo estava conversando com a minha Fabi, mãe da Júlia de 8 meses, e choramos as pitangas uma pra outra. Na mesma hora que ríamos muito a conversa já ficava séria e quando olhávamos para a Júlia, ali sentadinha no tapete tão inocente, acho que sentimos vontade de chorar.
Choro de agradecimento a Deus pelos nossos filhos serem tão saudáveis, choro de alegria e de termos a oportunidade maravilhosa de estarmos com eles 24 horas. O que muitas mães choram por não ter este tempo todo que temos.
Mas todas nós somos um pouco monstrinho. Aquela vontade de entrar na nave espacial e sumir nas estrelas.
Aquela saudade do tempo de não ter nada o que fazer ou ficar um final de semana inteiro em casa, sem hora e compromisso com nada.
Mas a graça de ter filhos é exatamente essa. É a mudança da rotina, do aroma da casa, dos sonhos, de ter aqueles brinquedos sonoros espalhados pelo tapete. E com um sorriso apenas, daquela boquinha sem dente, faz valer tudo e muito mais.
E quando ele sai pela porta, eu fico aqui numa alegria triste. Numa liberdade artificial.

Os filhos crescem e vão. E desde pequenos, eles começam a escapar entre os dedos.

E quando vejo meu pequeno olhar para trás e dar um tchauzinho com aquela mãozinha ainda tão pequena e frágil, fico em pedaços. Custo a me acostumar com as horas seguintes e me pergunto o que vou fazer aqui sem ele.
Quem nunca foi uma mãe monstrinho que levante a mão?!
Daquela que arruma a sacola quase chorando ficando apenas 1 dia sem eles. Mas quando eles voltam pra casa perguntamos: será que eu não deveria ter curtido mais este tempo sozinha?

Eita, maternidade que nos deixam loucas e confusas, né?

Curtam os seus filhotes e um final de semana de paz pra todas vocês :)
Bjos de Carol Siqueira.

09/11/11

Queridas amigas leitoras!

Mais um dia venho aqui compartilhar as minhas ideias de mãe.
Se tem uma pessoa que é apaixonada por crianças, mães, maternidade, mamadeiras, chupetas, fraldas, brinquedos, escolas e tudo que envolve o assunto Mães&Filhos essa pessoa sou eu.
Todas nós sabemos, quem tem filhos, que vida de mãe é paulera mesmo! Tem dia que me sinto tão cansada que me vejo até voar dentro da nave imaginária do Paulo Neto.
Mas quando aperto a campainha e já escuto ele chegando esbaforido perto da porta falando: É a mamãe, a mamãe chegou!
Olha… eu fico louca com esse menininho que tanto eu cheiro, aperto, beijo e dou uns tapinhas no bumbum quando é muuuuuito preciso!
Vida de mãe é ver que o tempo não passa, ele voa até porque nem tempo pra olhar no relógio você tem.
E mesmo com aquela dor de cabeça de um dia bem cheio você encontra forças sobrenaturais (de Deus mesmo!) para sentar no chão e brincar de faz de conta ou ler um livro e ter a capacidade de fazer uns 10 personagens diferentes, um com cada voz!
É encontrar bom humor mesmo quando o seu filhote está te dobrando pra não ir pra cama e você consegue dormir antes que ele (lógico!) e logo, vem pedindo bem baixinho: Mamãe, eu quero mamá!
É levantar com um cheirinho bom de eterno bebê, é comer com o pequeno no colo pedindo arroz com feijão, é ir pra cozinha fazer um magnífico miojo às 10 da noite, é vibrar com o cocô que cai na privada (ufa! sem fraldas!) mas mesmo assim, olhar para as fraldas e morrer em pensar que ele está crescendo.
É assistir Charlie e Lola mais ou menos umas 20 vezes ao dia, responder perguntas tipo: Mãe, quem está fazendo o viaduto?
E você ainda ter que explicar que é o prefeito e o que o prefeito faz.
É você chegar na escolinha e logo vem ele, suadinho, pulando no seu colo com aquela carinha mais feliz e cansado e você, ir pra casa mais feliz ainda.
Fico ainda mais feliz quando vejo as minhas amigas sentindo e vivendo tudo aquilo que tento falar aqui, sempre. E ver o mesmo brilho nos olhos de cada uma delas com os seus babys no colo.

E ainda no final do dia você corresponde toda aquela alegria com: Meu, filho! A mamãe te ama!
E ele te surpreende: Mamãe, eu te amo mais!

Conta aqui pra gente de tudo isso que você vive também e da sua experiência, comente!

Por Carol Siqueira.

26/10/11
Eu e a Laurinha.

Dona de traços perfeitos, uma boquinha feita à mão… A mão de Deus!
Que emoção foi para mim, querida amiga, entrar naquele quarto de hospital e ver vocês tão felizes com a pequena Laura nos braços.
Vivemos tantos momentos juntas, vivemos tantas diferenças, choramos e sorrimos uma pela outra mas Deus é sempre grandioso e maior que todas as outras coisas.
Pude vivenciar esta linda etapa da sua vida com tanta alegria e amor no coração e ver em seus olhos o brilho maior de felicidade.
Seu sorriso quando me viu aquele dia no quarto, o lindo dia que Deus trouxe a pequena Laura para os seus braços, para mim foi o meu maior presente.
Laurinha veio mesmo para abençoar não só a vida de vocês mas a vida de todos nós com sua doçura e meiguice. Não consigo esquecer quanta beleza e fragilidade, quanta delicadeza e paz que ela trouxe para os nossos corações.
A pequena Laura será mesmo uma estrela guia na vida de toda a família, será música para embalar o coração de todos e Deus na forma mais pura e mansa na sua vida e na do papai. A pequena Laura é o seu maior presente e diante de tudo que você já viveu, Deus trouxe essa linda criança para você se apaixonar e ver que a vida é ainda tão mais bela do que você imagina.
Peço a Nossa Mãe Maria que todos os dias acalente o seu coração de mãe e dê muita sabedoria, para você poder sentir e abençoar a sua linda filhinha que é tão pequena e maravilhosa e que veio especialmente para você.

Essa é minha homenagem a minha eterna amiga Vivian e a sua pequena Laura que nasceu no dia 21 de Outubro, sexta-feira. Para os místicos, sexta-feira é o dia da semana que representa Jesus Cristo. Laura nasceu no dia do Pai Maior e que ela, essa pequena e linda criança, seja cada dia maior na vida de todos trazendo sempre a alegria mais pura e verdadeira. Saúde a pequena Laura e a sua mamãe, Vivian!

Bjos grande no coração de vocês,
Por Carol Siqueira.

27/09/11

Queridas amigas!

Hoje eu estava pensando no que eu iria escrever no blog. Apesar de folhear algumas revistas, dar uma viajada nos sites e blogs eu sempre volto para o que eu quero falar, no que estou vivendo neste momento.
E de alguns dias pra cá, desde em que me ausentei do twitter, estou realmente voltada para a minha família, para mim mesma e meu filho. Fico o tempo todo conversando com Deus nos pensamentos e com isso, estou descobrindo o que realmente me faz feliz.
E ontem quando eu estava conversando com a minha mãe eu afirmei com muita certeza que quero ter outro filho. Eu ainda tinha algumas dúvidas se queria ter outro bebê quando pensava nas noites super mal dormidas (porque o meu pequeno me deu um trabalhinho meio exagerado), tive também uma alergia pós-parto e demorei muito para perder meus 25 quilinhos e apesar do marido trabalhar muuuuito e quase ele não fica em casa, eu tenho muita vontade de ter outro filho.

A gente desperta mesmo para uma segunda gravidez quando todos os problemas ficam bem menores que a vontade de ter mais um filho e eu estou assim. Apesar de tudo, eu quero muito sentir uma segunda gravidez.

Quero ter outro bebê para cuidar. Quero ver o rostinho do Paulo Neto quando ele for conhecer o seu irmãozinho, saber cuidar dele, entender na realidade que amor de irmão é o mais forte e o que permanece para o resto da vida.
Quero a casa cheia de alegria e mais brinquedos espalhados, quero carregar carrinho, moisés, bolsas e todos os mil pertences que um bebê precisa tudo outra vez.
Quero ter uma outra barriga enorme e me preparar com mais maturidade para ser uma mãe de segunda viagem. Quero preparar o enxoval com todas aquelas roupinhas minúsculas, colocar as luvinhas nas mãos tão pequenas, cobrir aqueles pés tão frágeis do frio.
Quero sentir aquela ansiedade e a felicidade do dia do nascimento porque é muito pouco sentir aquela alegria só uma vez na vida.
Quero viver em família e ensinar para os meus filhos que a vida é maravilhosa quando acreditamos e confiamos em Deus.
Quero conhecer o meu outro filho, como ele vai ser na personalidade e que carinha ele vai ter… vai parecer com quem?
Será menino ou menina?

Quero viver isso tudo outra vez. Quero ser mãe de novo e nunca senti com tanta força essa certeza.
As Mãos de Deus me tocou profundamente para uma segunda maternidade. E como num passe de mágica nunca tive tanta certeza assim que quero ser mãe outra vez.

Por Carol Siqueira.



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