
Quero compartilhar aqui com vocês um assunto muito importante e que devemos ficar bem atentas com relação as nossas crianças: o valor que a amizade têm para a infância principalmente para os filhos únicos.
Eu sou uma pessoa extremamente preocupada com isso! Não acho mesmo que ninguém vive feliz sozinho. Não acredito que a solidão faz bem.
E sempre me esforço muito para manter as minhas amizades porque eu gosto de pessoas, eu gosto de ter amigas para conversar, compartilhar, rir, chorar quando for preciso e todos os sentimentos que só uma amizade bem gostosa pode proporcionar.
E agora me esforço para passar isso para o meu filho – o valor que uma amizade têm para a nossa vida. O quanto ter amigos é saudável e mesmo que ele seja ainda único, não quero que ele se sinta tão sozinho.
Como o meu filho é único (por enquanto!), neto único, sobrinho único ele convive muito com pessoas adultas, brinca na maioria das vezes com adultos e vejo o quanto é importante para ele estar com outras crianças. E as vezes ele se sente até inseguro quando está sozinho com outras crianças, o que começou a me preocupar porque vejo que isso não é bom. Com isso, eu passei a me preocupar mais em sempre manter o meu filho em contato com seus amiguinhos e soltá-lo para brincar, divertir e deixar correr solto sempre com cuidado, é claro!
Eu tenho me esforçado bastante para que ele encontre mais com os seus amigos e brinque sem a minha intervenção, sem nenhum adulto por perto até porque ele precisa formar a sua auto defesa, as suas opiniões e se eu estiver sempre por perto isso pode atrapalhar muito.
E sabe o que me emociona: ver a felicidade dele quando está brincando com outras crianças, ver a capacidade deles em criar situações e nelas enfrentarem os conflitos e dar um jeitinho de sair de vários tipos dessas situações sozinhos.
Os adultos só devem interferir mesmo quando há o risco de se machucarem.
De acordo as pesquisas:
Segundo o último censo, realizado em 2000, 9,5 milhões de famÃlias brasileiras têm um herdeiro só. É um crescimento de 50% em relação ao censo anterior, realizado em 1991. Nos Estados Unidos, mais de 20% das famÃlias estão na mesma situação. Sem falar na China, que, com sua polÃtica de filho único, decretada em 1979, viu mais de 90% das crianças que vivem na área urbana, a maioria meninos, levar sozinhas o nome da famÃlia.Mesmo reconhecendo que não há espaço para mais uma criança em casa, muitos desses pais ainda se perguntam se irmãos fazem falta.
O que vocês acham deste assunto: ser filho único ou não? Comentem!
Por Carol Siqueira.
Meu filhote acabou de sair todo serelepe de mãos dadas com sua vó. Chega a saltitar de alegria e euforismo e o meu coração saltita é de saudade precoce e uma pontadinha de remorso. Remorso de sei lá o quê! Aquela culpazinha que bate lá no fundo de deixá-lo ir para ter um momento de descanso com o marido.
A casa dobra de tamanho. Fica tudo tão limpinho, tudo no lugar, sem som… que chega a incomodar aquele vazio que não estamos mais acostumadas.
A maternidade é uma loucura mesmo, que de gargalhadas às lagrimas é um pulo.
Hoje mesmo estava conversando com a minha Fabi, mãe da Júlia de 8 meses, e choramos as pitangas uma pra outra. Na mesma hora que rÃamos muito a conversa já ficava séria e quando olhávamos para a Júlia, ali sentadinha no tapete tão inocente, acho que sentimos vontade de chorar.
Choro de agradecimento a Deus pelos nossos filhos serem tão saudáveis, choro de alegria e de termos a oportunidade maravilhosa de estarmos com eles 24 horas. O que muitas mães choram por não ter este tempo todo que temos.
Mas todas nós somos um pouco monstrinho. Aquela vontade de entrar na nave espacial e sumir nas estrelas.
Aquela saudade do tempo de não ter nada o que fazer ou ficar um final de semana inteiro em casa, sem hora e compromisso com nada.
Mas a graça de ter filhos é exatamente essa. É a mudança da rotina, do aroma da casa, dos sonhos, de ter aqueles brinquedos sonoros espalhados pelo tapete. E com um sorriso apenas, daquela boquinha sem dente, faz valer tudo e muito mais.
E quando ele sai pela porta, eu fico aqui numa alegria triste. Numa liberdade artificial.
E quando vejo meu pequeno olhar para trás e dar um tchauzinho com aquela mãozinha ainda tão pequena e frágil, fico em pedaços. Custo a me acostumar com as horas seguintes e me pergunto o que vou fazer aqui sem ele.
Quem nunca foi uma mãe monstrinho que levante a mão?!
Daquela que arruma a sacola quase chorando ficando apenas 1 dia sem eles. Mas quando eles voltam pra casa perguntamos: será que eu não deveria ter curtido mais este tempo sozinha?
Eita, maternidade que nos deixam loucas e confusas, né?
Curtam os seus filhotes e um final de semana de paz pra todas vocês :)
Bjos de Carol Siqueira.

Mais um dia venho aqui compartilhar as minhas ideias de mãe.
Se tem uma pessoa que é apaixonada por crianças, mães, maternidade, mamadeiras, chupetas, fraldas, brinquedos, escolas e tudo que envolve o assunto Mães&Filhos essa pessoa sou eu.
Todas nós sabemos, quem tem filhos, que vida de mãe é paulera mesmo! Tem dia que me sinto tão cansada que me vejo até voar dentro da nave imaginária do Paulo Neto.
Mas quando aperto a campainha e já escuto ele chegando esbaforido perto da porta falando: É a mamãe, a mamãe chegou!
Olha… eu fico louca com esse menininho que tanto eu cheiro, aperto, beijo e dou uns tapinhas no bumbum quando é muuuuuito preciso!
Vida de mãe é ver que o tempo não passa, ele voa até porque nem tempo pra olhar no relógio você tem.
E mesmo com aquela dor de cabeça de um dia bem cheio você encontra forças sobrenaturais (de Deus mesmo!) para sentar no chão e brincar de faz de conta ou ler um livro e ter a capacidade de fazer uns 10 personagens diferentes, um com cada voz!
É encontrar bom humor mesmo quando o seu filhote está te dobrando pra não ir pra cama e você consegue dormir antes que ele (lógico!) e logo, vem pedindo bem baixinho: Mamãe, eu quero mamá!
É levantar com um cheirinho bom de eterno bebê, é comer com o pequeno no colo pedindo arroz com feijão, é ir pra cozinha fazer um magnÃfico miojo à s 10 da noite, é vibrar com o cocô que cai na privada (ufa! sem fraldas!) mas mesmo assim, olhar para as fraldas e morrer em pensar que ele está crescendo.
É assistir Charlie e Lola mais ou menos umas 20 vezes ao dia, responder perguntas tipo: Mãe, quem está fazendo o viaduto?
E você ainda ter que explicar que é o prefeito e o que o prefeito faz.
É você chegar na escolinha e logo vem ele, suadinho, pulando no seu colo com aquela carinha mais feliz e cansado e você, ir pra casa mais feliz ainda.
Fico ainda mais feliz quando vejo as minhas amigas sentindo e vivendo tudo aquilo que tento falar aqui, sempre. E ver o mesmo brilho nos olhos de cada uma delas com os seus babys no colo.
E ainda no final do dia você corresponde toda aquela alegria com: Meu, filho! A mamãe te ama!
E ele te surpreende: Mamãe, eu te amo mais!
Conta aqui pra gente de tudo isso que você vive também e da sua experiência, comente!
Por Carol Siqueira.

Dona de traços perfeitos, uma boquinha feita à mão… A mão de Deus!
Que emoção foi para mim, querida amiga, entrar naquele quarto de hospital e ver vocês tão felizes com a pequena Laura nos braços.
Vivemos tantos momentos juntas, vivemos tantas diferenças, choramos e sorrimos uma pela outra mas Deus é sempre grandioso e maior que todas as outras coisas.
Pude vivenciar esta linda etapa da sua vida com tanta alegria e amor no coração e ver em seus olhos o brilho maior de felicidade.
Seu sorriso quando me viu aquele dia no quarto, o lindo dia que Deus trouxe a pequena Laura para os seus braços, para mim foi o meu maior presente.
Laurinha veio mesmo para abençoar não só a vida de vocês mas a vida de todos nós com sua doçura e meiguice. Não consigo esquecer quanta beleza e fragilidade, quanta delicadeza e paz que ela trouxe para os nossos corações.
A pequena Laura será mesmo uma estrela guia na vida de toda a famÃlia, será música para embalar o coração de todos e Deus na forma mais pura e mansa na sua vida e na do papai. A pequena Laura é o seu maior presente e diante de tudo que você já viveu, Deus trouxe essa linda criança para você se apaixonar e ver que a vida é ainda tão mais bela do que você imagina.
Peço a Nossa Mãe Maria que todos os dias acalente o seu coração de mãe e dê muita sabedoria, para você poder sentir e abençoar a sua linda filhinha que é tão pequena e maravilhosa e que veio especialmente para você.
Essa é minha homenagem a minha eterna amiga Vivian e a sua pequena Laura que nasceu no dia 21 de Outubro, sexta-feira. Para os mÃsticos, sexta-feira é o dia da semana que representa Jesus Cristo. Laura nasceu no dia do Pai Maior e que ela, essa pequena e linda criança, seja cada dia maior na vida de todos trazendo sempre a alegria mais pura e verdadeira. Saúde a pequena Laura e a sua mamãe, Vivian!
Bjos grande no coração de vocês,
Por Carol Siqueira.

Hoje eu estava pensando no que eu iria escrever no blog. Apesar de folhear algumas revistas, dar uma viajada nos sites e blogs eu sempre volto para o que eu quero falar, no que estou vivendo neste momento.
E de alguns dias pra cá, desde em que me ausentei do twitter, estou realmente voltada para a minha famÃlia, para mim mesma e meu filho. Fico o tempo todo conversando com Deus nos pensamentos e com isso, estou descobrindo o que realmente me faz feliz.
E ontem quando eu estava conversando com a minha mãe eu afirmei com muita certeza que quero ter outro filho. Eu ainda tinha algumas dúvidas se queria ter outro bebê quando pensava nas noites super mal dormidas (porque o meu pequeno me deu um trabalhinho meio exagerado), tive também uma alergia pós-parto e demorei muito para perder meus 25 quilinhos e apesar do marido trabalhar muuuuito e quase ele não fica em casa, eu tenho muita vontade de ter outro filho.
Quero ter outro bebê para cuidar. Quero ver o rostinho do Paulo Neto quando ele for conhecer o seu irmãozinho, saber cuidar dele, entender na realidade que amor de irmão é o mais forte e o que permanece para o resto da vida.
Quero a casa cheia de alegria e mais brinquedos espalhados, quero carregar carrinho, moisés, bolsas e todos os mil pertences que um bebê precisa tudo outra vez.
Quero ter uma outra barriga enorme e me preparar com mais maturidade para ser uma mãe de segunda viagem. Quero preparar o enxoval com todas aquelas roupinhas minúsculas, colocar as luvinhas nas mãos tão pequenas, cobrir aqueles pés tão frágeis do frio.
Quero sentir aquela ansiedade e a felicidade do dia do nascimento porque é muito pouco sentir aquela alegria só uma vez na vida.
Quero viver em famÃlia e ensinar para os meus filhos que a vida é maravilhosa quando acreditamos e confiamos em Deus.
Quero conhecer o meu outro filho, como ele vai ser na personalidade e que carinha ele vai ter… vai parecer com quem?
Será menino ou menina?
Por Carol Siqueira.