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Sweet Baby




Posts com a Tag ‘amamentação’
28/07/10

Minhas amigas,

Quando fui olhar os acessórios para o decorar o quarto do Paulo Neto escutei de tudo nesta vida.
E os maiores absurdos que me falaram foram:
Não compre carrinho muito bom! Compre qualquer um, nem aproveita muito!
E a outra foi:
Pra quê poltrona! Isso é bobagem você não vai usar pra nada…

Bom, cada mãe é de um jeito. Mas pra contrariar estas opiniões o carrinho e a poltrona foram os acessórios que mais usei e uso ainda.
A poltrona é uma maravilha na vida de qualquer mãe, mesmo aquelas que não amamentaram muito no peito (como eu). Nas madrugadas, descansava o meu corpo enquanto o Paulo Neto mamava a mamadeira mesmo. Só agora que eu tirei a poltrona do quarto do meu pequeno mas mesmo assim, ela foi para o meu quarto esperando o meu segundo bebê.

Pensando nisso, separei alguns modelos para você se inspirar e escolher a sua poltrona. E aproveite! Quando ela não for mais necessária, você vai sentir saudades.

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03/07/10

Oi Minhas amigas,

É final de semana e é hora de ler sem compromisso, né?
O FalaMamãe separou algumas diquinhas para você mamãe.

Com o nascimento do bebê, vão se os quilos a mais que você ganhou… Quem já ouviu essa promessa?

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16/03/10

Olá Minhas amigas!

Hoje vamos falar de um assunto delicado e que vocês precisam estar atentas. A amamentação pode ser bastante simples ou complicada, depende da mulher.
Para mim, não foi fácil. E eu já não amamentava mais o Paulo Neto depois do seu segundo mês de vida. Chorei, sofri, não aceitava a situação mas foi assim e não teve jeito.
Mas existem maneiras de evitar todo este transtorno e uma delas é a Primeira Mamada.

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22/01/10


Olá Meninas!

Este post VAI BOMBAR… É que juntei as maiores experiências num post sobre todos os assuntos que vivemos em nossos dias de mães.

E sempre queremos perguntar uma para outra: E você, como faz para o seu filho dormir? Como arruma tempo para você e seu marido? Seu filho come bem todos os dias?

Vamos falar sobre SONO, ALIMENTAÇÃO, HIGIENE, AMAMENTAÇÃO, FAMILIARES E BABÁ, O CASAL, PAI EM AÇÃO, O TEMPO DA MÃE, ACALENTO E BEM-ESTAR E VIAGENS SEM STRESS - tudo isso na visão de quem é mãe.

A maioria desta informações foram pesquisadas em um mini-livrinho da revista Cláudia Bebê e com minhas amigas.

SONO

Quando o meu filho era menor, eu procurei mostrar a ele a diferença entre o sono diurno e noturno para evitar que ele trocasse o dia pela noite. Eu deixava a claridade natural entrar no quarto e não me preocupava com os barulhos da casa, como conversas, ruído de máquina de lavar ou de outros utensílios domésticos. O bebê precisa se acostumar com esses sons e saber que isso ocorre durante o dia. Já a noite, eu apagava a luz do quarto e mantinha a casa silenciosa. Na troca da fralda noturna, não conversava com ele fazia o mínimo de barulho possível. Resultado: ele sempre dormiu muito bem nos dois períodos. Léia Oliveira Serrano, escrevente, mãe de Rafael de 1 ano e 11 meses.

Agora tenho feito uma rotina que tem dado muito certo. Coloco os dois no berço mais ou menos 22:30, deito na cama que fica no quarto e primeiro rezamos e depois canto alguma música, ficamos em silêncio e logo todos adormecem, no começo foi um pouco difícil eles acostumarem, mas depois de uma semana fazendo isso eles agora só dormem assim. Quando reclamam no berço digo – a mamãe está aqui! Acredito que isso passa uma tranqüilidade de não estarem sozinhos. Janaína, bancária, 26 anos e mãe de gêmeos Pedro e João de 1 ano e 8 meses.


ALIMENTAÇÃO

Uso utensílios coloridos, com motivos infantis. O preferido de Sofia é um pratinho com desenho de macaco. Peço a ela para comer até encontrar a ilustração do animal no fundo do prato. Sofia se diverte quando os alimentos vão acabando e consegue enxergar o macaquinho. Só dou água depois das refeições. Caso contrário, a barriguinha fica cheia de líquido e o apetite vai embora. Daniella Abbruzzini, 36 anos, dermatologista, mãe de Sofia de 1 ano e 7 meses.

Respeito os horários de almoço e jantar e coloco a Amanda no cadeirão, ao lado da mesa, para que aprenda que exista hora e lugar para as refeições. Falo coisas divertidas, mas sem exageros, para ela entender que é momento de comer e não de brincar. Se começa recusar cada colherada, insisto. Mas se não quer mesmo, retiro sem comentários e sigo a orientação do pediatra, que é não dar quitutes logo em seguida. Débora Brandão, 33 anos, professora, mãe de Amanda de 1 ano e 8 meses.


HIGIENE

Verifico se tenho tudo em mãos antes do banho: sabonete, toalha, cotonete e escova. Assim evito ter de tirar o bebê da banheirinha para buscar algo esquecido. Também deixo as roupas separadas na sequência em que serão vestidas. E só coloco a Lorena na água depois de limpar o bumbum com algodão e água morna, sempre da vagina em direção ao ânus. Sarita Carmona, 45 anos, economista, mãe de Lorena de 5 meses.

Lavo todos os utensílios do meu filho – talheres, pratinhos, mamadeiras, copo de liquidificador, panelas – com água fervente e só uso toalhas de papel para enxugá-los. Também procuro lavar as mãos e os brinquedinhos com frequência, pois os dentinhos estão nascendo e o Felipe sempre os coloca na boca. Esses cuidados evitam a diarreia e outras infecções. Tarsila Nogueira, 28 anos, bancária e mãe de Felipe de 1 ano e 1 mês.


AMAMENTAÇÃO

Meu filho é agitado. Para acalmá-lo faço da amamentação um momento especial e só nosso. Procuro ficar em um lugar tranquilo e sozinha com o João. Se preciso amamentá-lo fora de casa, tenho sempre um xale para jogar sobre o meu corpo e proteger o meu bebê. Evito também lavar as mamas antes e depois de amamentar. Como o leite tem efeito bactericida, passo um pouco nos bicos após o aleitamento. Lavo a região somente com sabão neutro e não aplico cremes, que podem remover a proteção natural da pele. Ana Paula Borim, 37 anos, advogada e mãe de João de 5 meses.

É comum a Lorena pegar no sono quando estou amamentando. Se percebo que a minha filha vai começar a dormir aperto um dos pezinhos devagar. Ela volta a mamar na mesma hora. Sarita Carmona, 45 anos, economista, mãe de Lorena de 5 meses.


FAMILIARES E BABÁ

Acho difícil lidar com a babá e tento usar o bom senso. Mostro as regras da casa e aponto os erros dela, mas procuro não implicar com pequenas coisas, principalmente se vejo que não estão prejudicanco meu filho. Ou seja, evito entrar em conflitos desnecessários. É ela quem cuida do Bruno o dia inteiro e não gostaria que ele ficasse em companhia de uma pessoa de cara feia e insatisfeita. Miriam Batista, 37 anos, diretora de arte, mãe de Bruno de 1 ano e 7 meses.

Quando minha sogra cuida da Luiza, ela tenta mudar as regras da casa. Procuro dizer com delicadeza que precisa me comunicar antes. Tenho paciência e tento relevar comentários dela sobre o meu modo de educar minha filha. Somos de gerações diferentes e sei que está tentando ajudar, mas as avós exageram nos mimos. Márcia Serrano, 35 anos, mãe de Luiza de 1 ano e 5 meses.


O CASAL

Eu e meu marido saímos a noite pelo menos uma vez por mês. Sempre fazemos um passeio sozinhos. Nesse curto período de tempo, evitamos falar sobre filho. Acho isso importante para manter a união do casal. Daniela Szot, 29 anos, agente de turismo, mãe de Laura de 1 ano e 8 meses.

Meu filho tem horário para comer e dormir. Os pediatras costuma dizer que criança gostam de rotina e eu concordo. O Antônio vai para cama às 8 horas em ponto. Depois disso, eu me programo para passar um tempo com o meu marido e namorar. Tento buscar o equilíbrio. Se estou feliz, fico mais animada para cuidar do bebê. Cecília Lotufo, 34 anos, administradora e mãe de Antônio de 1 e 7 meses.

A primeira viagem sem a nossa filha aconteceu quando ela completou 1 ano. No dia anterior, fiquei apreensiva porque não sabia como ela iria reagir sem estar por perto. Minha mãe veio para a minha casa; por isso, em relação aos cuidados, eu estava tranquila. A Giulia ficou muito bem. Nos dois primeiros dias, eu adorei. Acordamos mais tarde, passeamos, namoramos bastante. No último dia eu já não aguentava mais de tanta saudade. Mesmo assim acho fundamental esse tempo a dois. Depois dessa experiência, eu e meu marido combinamos que faremos uma viagem juntos todos os anos. Daniela Renata, 33 anos, professora de educação física e mãe de Giulia de 1 ano e 4 meses.


PAI EM AÇÃO

Meu marido trabalha o dia todo e só chega em casa à noite. Para ele e o bebê terem um tempo juntos, o banho fica por conta dele. Ele enche a banheira e os dois brincam, trocam carinhos e muitas risadas. Eu evito estar por perto e aproveito para me organizar para o outro dia. O banho é um momento só do meu marido e do meu filho. Camila Couto, 27 anos, secretária executiva e mãe de Guilherme de 1 ano e 4 meses.

Amamentar a noite não foi um sofrimento, como eu imaginava antes de o Lorenzo nascer. Isso graças a ajuda do meu marido . Para não sobrecarregar, combinamos que eu amamentaria e ele faria o resto. E foi assim. Nos primeiros três meses, à noite, era ele quem trocava a fralda, fazia o bebê arrotar e colocava de volta no berço. Sentir que tinha o apoio foi importante para eu encarar uma situação de forma mais tranquila. Débora Feddersen, 36 anos, fotógrafa, mãe de Lorenzo de 5 meses.


O TEMPO DA MÃE

Minha filha costuma dormir por volta das 1o manhã. Assim que ela pega no sono, saio para correr e deixo a empregada de plantão. A corrida me desestressa totalmente. Durante a atividade, organizo a vida, programo o cardápio do almoço e até os passeios que vou fazer com a Helena. Sempre volto para casa com a energia renovada. Alessandra Bontempo, 36 anos, mãe em tempo integral de Helena de 1 ano.

Eu trabalho muito e uso o horário de almoço para fazer as unhas, cabelo ou almoçar com alguma amiga. Nos fins de semana, os programas são exclusivos com os meus filhos. Quero aproveitar todos os momentos enquanto ele são pequenos porque passa tão rápido! Adriana Góes, 36 anos, gerente financeira e mãe de Isabela de 1 ano e 1 mês e de, Lucas de 3 anos.


ACALENTO E BEM-ESTAR

Essa vou começar falando. Quando tiro o Paulo Neto da banheira, deixo ele peladinho por algum tempo na minha cama. Quando percebo que ele quer ficar mais quietinho, deito ao seu lado e vou contando uma historinha de bichinhos que vou inventando na hora e ele faz o som de cada bichinho: do au-au, da gatinha, da vaquinha mu-mu. Ele dá muitas risadas e eu aproveito para admirar o meu filho bem de pertinho.  Carol Siqueira, 29 anos, publicitária e mãe em tempo integral de Paulo Neto com 1 ano e 8 meses.

A Marina é uma criança muito agitada. Se ela começa a fazer manha demais ou está muito ansiosa, principalmente à noite, não adianta conversar, tentar brincar e nem ler historinhas.  Nós duas ficamos muito nervosas. Eu a coloco no carro e saio para dar umas voltas. Escolho uma música clássica suave e fico calada. Algumas voltas no quarteirão são suficientes para que ela se aquiete e em seguida, adormeça. Deixar a casa por alguns minutos ajuda a romper o stress tanto dela quanto o meu. Débora Moraes, 36 anos, empresária e mãe de Marina de 1 ano e 6 meses.

VIAGEM SEM STRESS

Na primeira viagem de avião de Luiza, ela tinha apenas 4 meses. Tive medo de que minha filha sentisse dor de ouvido por causa da pressão atmosférica. Conversei com o pediatra e ele me orientou a dar de mamar ou oferecer a chupeta na hora da decolagem e do pouso. O ato de sugar alivia a sensação de dor. Fiz isso na ida e na volta e não tivemos problema. Ao contrário, ela adorou a viagem! Márcia Serrano, 35 anos, professora e mãe de Luiza de 1 ano e 5 meses.

Para evitar o tédio na viagem, coloco um DVD para minha filha assistir durante o período em que ela fica dentro do carro. O preferido dela é Cocoricó. Levo também livrinhos e brinquedos para distraí-la e ofereço água e alimentos leves como frutas e bolachinhas. Em trajetos mais longos, paro a cada duas horas por uns 15 minutos, para que ela possa se movimentar um pouco. Ana Stela, 34 anos, advogada e mãe de Gabriela de 1 ano e 9 meses.

Bom meninas!
Acho que com tanta SABEDORIA DE MÃE  a gente possa tirar alguma experiência e ver que passamos pelas mesmas situações. Só falta a gente trocar mais figurinha e assim uma vai ajudando a outra!

Bjos de Carol Siqueira.

15/12/09

E hoje vamos falar de um assunto muito sério, a AMAMENTAÇÃO!
Na noite deste último sábado encontrei uma amiga que há 2 meses e meio é mamãe de primeira viagem de sua filhinha Júlia.
E o que mais conversamos e vimos que passamos alguns momentos muito parecidos foi quando falamos de amamentação.
Tivemos as mesmas dificuldades e amamentar não é fácil mesmo.
Como já relatei no meu blog no ano passado (veja o post de 2008 Paulo Neto em meus braços!), sofri muito com isso porque o Paulo Neto teve dificuldade desde o primeiro dia, tentei o de tudo mas não conseguimos. Aos 15 dias o Paulo Neto já estava na mamadeira. Sofri, chorei, para mim foi uma grande decepção mas com o passar do tempo descobri que muitas mulheres passaram pelo mesmo problema.

Como o assunto é muito extenso, todos os dias vou falar um pouco sobre amamentar.
Amamentar traz a mulher a plenitude de ser mãe. Durante alguns meses, o seu leite será completo e insubstituível oferecendo carinho, saúde e proteção ao bebê. Este período especial também traz muitas dificuldades e cansaço. Por isso é muito importante contar com o apoio dos familiares, médicos e enfermeiras.

O leite materno
O seu leite preenche todas necessidades do organismo do bebê até os 6 meses de vida, podendo dispensar até mesmo a ingestão de água. Em alguns casos, não. Quem já passou por estes momentos sabe qual é a verdadeira realidade. Ás vezes só o leite materno não sustenta o bebê ao ponto dele se sentir saciado e dormir tranquilamente. Com o Paulo Neto foi assim, ele mamava com muita dificuldade, mamava pouco e se largava do meu peito ele não voltava mais.
Fui ao centro de amamentação da medicina, levei o Paulo Neto, tentei todas as posições, comia o de tudo para aumentar o meu leite, mas a produção só aumenta mesmo a partir do momento que o bebê começa a mamar de verdade. Como ele chorava de fome e não mamava direito em mim o meu pediatra disse que o bebê recém nascido não pode e nem deve passar fome, pois prejudica o crescimento mental por faltar oxigenação no cérebro. Olha só que coisa séria!
Ele mesmo, depois de tudo que eu tentei, me disse para complementar com a mamadeira e eu em prantos, ele me confortou da seguinte maneira:
- Você não vai ser mais mãe nem menos mãe se não amamentar!
Daí em diante, bola pra frente.

Amamentar

Mas o leite materno promove níveis adequados de desenvolvimento e torna o bebê mais resistente a infecções e outras doenças. Isso é fato!
O primeiro leite a ser produzido é o colostro. É viscoso, opaco, rico em proteínas e de fácil digestão. Ele é muito importante contra infecções e alergias alimentares graças a abundância de anticorpos em sua composição.
E também age como laxante ajustando o funcionamento intestinal do bebê desde as primeiras horas de vida. Depois de 4 a 7 dias muda de colostro para o leite maduro.
Este leite é geralmente fino, de cor azulada e contém proteína, gordura e açucar. Neste momento, é tudo que o seu bebê precisa.
Se caso o seu bebê não der conta de mamar em seu peito, tire o seu leite e dê na mamadeira. O importante é que ele mame o colostro, seja qual for a forma, o colostro é o início de tudo para o seu bebê principalmente com relação a proteção.

Bjos e até o próximo post.
Carol :)



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