
Muito se diz e a gente só lê o que devemos dar aos nossos filhos. Como alimentá-los, que de forma alimentá-los, quando alimentá-los e são tantas informações que até ficamos meio tontas e nem sabemos por onde começar.
Mas o FalaMamãe ajuda você a simplificar essa história.
Eu gosto de alimentar o meu filho de forma saudável mas sem neuras, sem proibições. Confesso que de um tempo pra cá estou bem mais seletiva e dou lugar às bobagens na mesa somente nos finais de semana ou até mesmo de 15 em 15 dias. Mas quem tem filho na mesma idade que o meu, quase 5 anos, é bem difícil controlar as guloseimas pelas inúmeras festinhas de aniversário e criança gosta mesmo é de balas, chocolates e guaraná.
Mas veja aqui o que NÃO pode faltar (de jeito nenhum!) no cardápio diário de seu filho de acordo com as deficiências mais comuns e que afetam o desenvolvimento das crianças.
Deficiência de cálcio, de ferro e intestino preso são problemas cada vez mais frequentes nos consutlórios de pediatras e nutricionistas. Mas se fizermos algumas pequenas alterações o quadro pode mudar rapidinho.
Fonte de Cálcio
O leite e derivados. Tipo iogurte ou duas fatias de queijo branco fornecem a mesma quantia de cálcio que um copo de leite.
Feijão, folhas verdes e ovo são muito importantes também e devem ser oferecidos de 2 a 3 vezes por semana.
Fonte de Ferro
São necessários 100 gramas de carne – tipo boi, frango, porco ou peixe – por refeição. Novamente estão aqui – o feijão e folhas escuras tipo a couve – são ricos em ferro mas precisam da ajuda da vitamina C, presente em frutas cítricas para o organismo absorvê-los melhor. As frutas devem ser oferecidas na sobremesa.
Constipação Intestinal
Dê cinco porções por dia de frutas, legumes ou verduras – todos juntos devem somar cinco.
Vale colocar o farelo de aveia , que ajuda o intestino a funcionar, por cima das frutas, no mingau ou em vitaminas.
O suco de laranja também funcionava bem para o Paulo Neto. Era só dar e ele já ia com mais facilidade ao banheiro e água é muito importante também.
Bom, minhas amigas!
O final de semana está chegando, família em casa e dias mais frios prometem. Portanto, tem muita comida gostosa vindo por aí e claro, momentos deliciosos em família.
Só não vale estressar.
Super bjs de Carol Siqueira.

Estou escrevendo o roteiro sobre Alimentação Saudável que vou gravar amanhã para o FalaMamãe na TV e com isso, descubro cada dicas maravilhosas.
E uma delas, que é muito normal acontecer com crianças na fase pré-escolar (de 2 a 6 anos) é quando a gente oferece um novo alimento tipo uma verdura ou fruta e antes mesmo da criança provar (ou seja, ela nem conhece o sabor) já diz que não gosta e nem experimenta.
Isso é muito comum aqui em casa e por isso, resolvi compartilhar aqui com vocês.
O que fazer neste caso?
Oferecer os alimentos novos diversas vezes até que seu filho os aceite.
O pré-escolar normalmente reluta para experimentar novos alimentos sendo muito comum dizer que NÃO gosta de determinado alimento sem que nunca o tenha experimentado.
Repetidas exposições da criança ao alimento podem reduzir essa resposta neofóbica. Somente dessa forma, a criança conhecerá o sabor do alimento, mesmo que seja em quantidade mínima, e estabelecerá o seu padrão de aceitação.
Às vezes, é preciso expor a criança de 10 a 15 vezes ao mesmo alimento até que ela aceite de maneira plena.
Trata-se de uma espécie de defesa diante de algo que ela desconhece. Resultante dessa instabilidade própria da idade, a criança também pode adorar um alimento um dia e depois de um tempo, detestá-lo e vice-versa.

O apetite da criança de 2 a 6 anos é muito variável e depende de uma série de fatores, como o estado de saúde, estado emocional, da temperatura do ambiente – no verão o apetite pode ser menor – e da quantidade de calorias ingeridas na refeição anterior. E até mesmo as brincadeiras que estão sendo praticadas próximas as refeições influenciam na alimentação da criança.
Criança que estão muito agitadas possivelmente vão recusar o alimento.
Deve-se considerar que a criança doente pratica menos atividade física e produz substâncias anorexígenas (que provocam perda de apetite) que também reduzem o gasto de energia, consequentemente, o apetite.
Bom, meninas. De tudo que eu li a dica mais preciosa é MANTENHA A CALMA, a tranquilidade na hora das refeições interferem muito!
Gostaram sobre o assunto?
Vamos ter um FalaMamãe na TV sobre alimentação saudável na vida das crianças com muuuuuuuitas dicas!
Me acompanhem pelas redes socias e fiquem atenta por aqui.
Bjos e até,
Por Carol Siqueira.

Neste final de semana meu pequeno não passou muito bem. Sentia enjôos, vômitos e diárreia. Mas graças a Deus não teve febre o que é um sinal de que não era infecção.
O primeiro pensamento que vem na cabeça é virose. Até hoje, com quase 5 anos, o meu filho nunca passou mal de estômago e com diarréias.
Mas depois fui analisar o que ele tinha comido de sexta-feira a noite para cá… A minha ficha caiu que tem muitas coisas erradas na alimentação do Paulo Neto.
Eu sempre fui muito liberal no quesito alimentação. Não gosto de privá-lo dos sabores da infância como um suco de caixinha, chocolate e o péssimo e velho fasts foods.
O que me deixa tranquila, de verdade, é que o meu filhote gosta mesmo é de arroz, carne e feijão. Agora estou tentando melhorar nas verduras e frutas e até que estou tendo bom resultado.
Mas hoje numa conversa com o pediatra do meu filho, ficamos quase 2 horas falando sobre alimentação, pude perceber claramente dos venenos que estou dando ao meu filho – isso mesmo! – venenos.
E hoje, o Dr.Aziz me fez 2 perguntas muito simples, que até já sabemos as respostas mas é preciso perguntar quantas vezes for preciso para a gente poder assimilar melhor a realidade:
Por que será que hoje as pessoas, e em até jovens, andam infelizmente tendo mais casos de câncer?
Por que será que você não consegue marcar uma consulta mais com um bom médico gastro ao menos que você espera até quase 6 meses?
Eu tenho Doença de Crohn, que é uma doença auto-imune no intestino e para que eu consiga viver bem preciso de uma alimentação mais natural possível.
Portanto, hoje dei um basta nas porcarias absurdas que damos aos nossos filhos (estou falando por mim, nem toda mãe é igual) sendo que eu própria já tenho problemas sérios gastro-intestinal.
- Suco de Caixinha – veneno nota 1000!
Já sabemos que neles tem excesso excessíssimo de açúcar, corantes e muitas bobagens industrializadas para dar aquele sabor que encanta tanto as crianças.
Agora suco aqui em casa só se for da fruta ou da polpa.
- Fast-foods - veneno nota 1000000….
Não sou hipócrita para dizer que o meu filho não vá comer de vez em quando, mas vou saltar o máximo que puder. De meses em meses, talvez. Ele vai sentir falta porque um sanduíche com batatinhas é sinônimo de diversão. Mas em casa, vou driblar essa emoção. Já já conto aqui!
- Pão Bisnaguinha – o mínimo possível!
Substituir pelo pão de batata ou pelo pão de forma. Urgente!
- Leite de soja por leite de vaca – graças a Deus agora o meu pequeno já pode leite de vaca com baixo teor de lactose.
Confesso que ao ver o meu filho desde 1 aninho e meio tomar uma mamadeira inteira daquele leite engrossado que não é leite coisa nenhuma me dava uma certa tristeza.
Mas tive que fazer isso porque quando ele era pequeno, a intolerância a lactose apareceu e tivemos que substituir com urgência. Hoje ele não sente nenhum mais desconforto quando come ou até toma o leite de vaca e com isso, o seu pediatra liberou o leite de vaca com baixo teor de lactose. Vocês não imaginam a minha alegria quando eu vou ao supermercado e levo para a casa as caixas de leite para o meu filho. Não que eu seja contra a soja mas também não morria de amores por ela porque acho que os seus produtos são muito industrializados.
- Carne de Hambúrguer – riscar do mapa!
Não fazemos muito aqui em casa, quase nunca! Mas agora será nunca mesmo.
Vou substituir pela a carne moída de açougue e minha mãe vai me ensinar a fazer os bifes parecidos com carne de hambúrquer.
- Macarrão instantâneo – a fase acabou.
Quando o meu pequeno era menorzinho e ele lá não tinha muito apetite (acho que já contei aqui que ele tinha refluxo e a intolerância a lactose) eu fazia esses macarrões para ele quando estava mesmo sem querer comer nada ou quando tinha uma gripe.
Agora já passo longe dessas prateleiras no supermercado e ele nem sente falta.
Mas muitos detalhes, muitos mesmo, que eu já até sabia mas não queria acordar, hoje em nossa consulta com o nosso querido pediatra Dr.Aziz (que também foi o meu pediatra desde que nasci e que me conhece como a palma da sua mão) me alertou com o safanão tipo:
O que você vai querer para o seu filho alimentando ele assim?
Bom, meninas…
Espero que gostem deste post e por mais que já estamos careca de saber vamos mesmo abrir os olhos porque a comidinha feita em casa não tem comparação para uma criança que está se desenvolvendo em todos os sentidos.
E vocês? O que fazem em casa para equilibrar essas praticidades mas que prejudicam a saúde de nossos filhos?
Super beijos de Carol Siqueira.

Sou o Dr. Juliano Rodrigues da Cunha, cirurgião oncológico e mastologista e pai da Júlia, de quase 2 aninhos.
No mês em que comemoramos o Dia Internacional das Mulheres vamos iniciar uma série de posts sobre os principais tipos de câncer que acometem a saúde feminina. Os temas são muito amplos, a intenção é “conversarmos” de maneira mais simples para que todas vocês sejam multiplicadoras dessas informações que podem ajudar a salvar vidas.
Segundo o Instituto Nacional de Câncer – INCA são esperados para 2013 cerca de 260.640 novos casos de câncer nas mulheres, onde os tipos mais frequentes são os de mama, colo uterino, cólon e reto (intestino), tireóide e pulmão.
É indiscutível os avanços que as mulheres tem conseguido nas mais diversas esferas (profissionais, políticas, econômicas, familiar) e não podemos deixar de exigir que os cuidados com a saúde feminina acompanhem estes avanços. O diagnóstico de câncer é um indesejado por todos mas tem se tornando cada vez mais frequente, uma vez que o aumento da longevidade e o maior acesso às melhorias tecnológicas facilitam o diagnóstico.
Se pensarmos nos tipos de neoplasias malignas (câncer) mais frequentes no sexo feminino é essencial alertarmos sobre o câncer de mama, o de colo uterino, o de endométrio (corpo uterino) e o de ovário.
• É o principal tipo de câncer que acomete as mulheres.
• Tem sua maior incidência por volta dos 50 anos de idade, mas pode acometer as mulheres jovens e as idosas.
• Os fatores de risco mais relevantes são: o histórico familiar, a menarca precoce (começo da menstruação muito cedo), a menopausa tardia, o uso de anticoncepcionais, a idade da primeira gestação mais tardia (depois dos 30 anos), a terapia de reposição hormonal, a alta densidade do parênquima mamário (mamas densas), dentre outros.
• É fundamental reforçar que não podemos associar o surgimento do câncer de mama à uma causa única, mas sim a uma somatória de fatores que levaram à reprodução desordenada das células mamárias.
• Os casos diagnosticados inicialmente possuem taxas de cura próximas à 98%.
• O diagnóstico precoce possibilita maiores chances de cura e tratamentos com menos efeitos colaterais.
• A mamografia, a ultrassonografia e a ressonância nuclear magnética são os principais exames capazes de auxiliar no diagnóstico das lesões mamárias e devem sempre ser interpretados pelo especialista. Nunca jogue fora suas mamografias e exames antigos pois eles servem para compararmos com os exames atuais!
• A partir dos 40 anos toda mulher deve fazer sua avaliação com o mastologista, ou antes desta idade se for percebida alguma alteração nas mamas.
• O tratamento do câncer de mama deve ser feito de forma individualizado, através de modalidades complementares (cirurgia, quimioterapia, radioterapia). Nunca se baseie no tratamento de outra paciente! Esclareça todas as dúvidas com a equipe médica que assumiu o caso. Evite o “Dr. Google”!
• Em meio à dúvida sobre o sucesso do tratamento, a perda do cabelo e a possibilidade da perda da mama são os principais “medos” da paciente.
• É possível fazermos cirurgias reparadoras – oncoplásticas com resultados estéticos bastante satisfatórios, mantendo a segurança oncológica do tratamento.
• Todo o tratamento deve ser acompanhado, se possível, por uma equipe multidisciplinar: enfermeiro, psicólogo, nutricionista, fisioterapeuta.
A divulgação das informações é nosso objetivo para aumentar o diagnóstico precoce e as taxas de cura de uma patologia tão frequente e que requer tantos cuidados. Faça a sua parte!
Fiquem à vontade para enviarem perguntas e sugestões.
No próximo post falaremos sobre o Câncer de Colo Uterino e o HPV – Mitos e Verdades.
Dr. Juliano Rodrigues da Cunha atende:
COT – 3291-3500 / Dermac – 3215-0008
contato@drjulianocunha.com.br
Grande abraço!

Inspirada na matéria super completa da revista Crescer deste mês sobre a alimentação com o tema de capa – Tudo o que seu filho precisa mesmo comer – confesso que fiquei um pouco agoniada com a alimentação do meu pequeno.
Até os 2 anos, era tudo perfeito. A sopinha era feita com todos os legumes e verduras, muito variada, com carne, beterraba, inhame… Cozida na panela de ferro. E eu ficava tão orgulhosa de vê-lo comer toda essa variedade.
Hoje ele não consegue sair do arroz + feijão + carne. Só!
O Paulo Neto sempre foi bom de garfo, gosta de comer mesmo e confesso que até fico preocupada caso ele comece ficar gordinho. Mas as verduras e legumes estão cada vez mais distantes do seu pratinho.
Já tentei fazê-lo comer separado. Misturado. E nada.
Sei da importância que tem cada alimento e fico pensando no que eu poderia fazer para ajuda-lo.
A questão do exemplo é muito forte. Às vezes exagero na alface e vou até pegando as folhinhas com a mão, vendo tudo isso, ele se aventura e pega também. Mas isso é raridade.
Fiquei bem aliviada em saber que a carne e a banana é bom para proteger as células, segundo a Revista Crescer, porque ele é muito fã de uma carninha (como ele mesmo diz) e também de banana.
O leite é outro item que estou super feliz porque o meu filhote só mamava leite de soja até este ano, por causa de sua intolerância a lactose, mas com ele crescendo tudo isso foi passando e hoje ele bebe o leite com baixo teor de lactose e come todos os derivados, tudo acompanhado pelo seu pediatra. Então, o leite para crescer forte já está dentro!
Mas onde ficam as cenouras, a alface, a beterraba, o milho e tudo mais, que além de deixar o seu prato colorido, faz bem para a sua saúde, crescimento?
Vejam só isso:
Pesquisas mostram que 50% das crianças entre 1 e 5 anos são classificadas pelos pais como picky eaters – “comedores seletivos” – excluem determinados grupos de alimentos (como verduras, legumes ou peixe, por exemplo), pulam refeições ou comem muito pouco. E todos têm algo em comum: uma mãe à beira de um ataque de nervos.
E a refeiçãose torna um campo de batalha natural para a criança e também é a primeira oportunidade de experimentar independência – analisa o nutrólogo e pediatra da Universidade Federal de São Paulo, Mauro Fisberg.
Eu já sofri muito quando o Paulo Neto se recusava a comer, antes de seus 2 anos. Ou então, queria só brincar com a comida. Eu chegava a tremer e até mesmo chorava.
O almoço ou a janta se aproximava eu já ia ficando ansiosa. E quanto mais ansiosa ficava, piorava a situação. Quando eu estava tranquila, meu pequeno parecia sentir isso e tudo corria bem. Ele comia mais e sem stress.
Pode até ser coincidência, mas comigo sempre foi assim. Se eu estava bem e segura, ele comia mais.
Mas quando ele não queria comer mesmo e eu sempre recorria ao pediatra ele me dizia da seguinte forma:
Você conhece alguma criança que já morreu de fome em frente a um prato de comida? Eu não.
Se não quer comer, de jeito nenhum, é porque não está com fome.
- Não devemos permitir lanchinhos próximos das refeições;
- Não forçar a criança comer beterraba a ponto do almoço virar uma guerra;
- Precisamos entender que mesmo apresentando todas as verduras e legumes, nossos filhos não precisam e nem devem gostar de todas elas;
- Para crianças maiores, a partir dos 4 anos, precisamos tentar na base da conversa mesmo, fazê-los entender porque é bom comer cenoura, por exemplo. E até estimular a criatividade com histórias, super-heróis;
- Apresentar uma verdura e legume por dia da semana. Assim a gente vai percebendo o que realmente os nossos filhos não gostam mesmo e o que eles vão se abrindo mais;
- A hora da refeição deve ser um momento neutro. Não é hora de opressão, de despejar as tensões. Que seja apenas o momento da alimentação;
- Se o seu filho perceber que é bem neste momento em que ele consegue dominar a situação e deixá-la muito nervosa, ele vai dominar mesmo!

Segundo o médico nutrólogo, a recusa em se alimentar deve ser investigada quando afeta o estado nutricional da criança. A causa pode ser orgânica ou emocional. Mas a maioria é comportamental, ou seja, é preciso corrigir o comportamento da criança e da família.
Eu resolvi escrever este post para deixar bem claro para as mamães com crianças até 3 anos que é normal rejeitarem a comida porque elas ficam mais seletivas e como o próprio médico diz, já é uma prova de independência.
E também quero que todas vocês saibam que a fase de 4 anos, que é a idade do meu pequeno aqui, a dificuldade modifica um pouquinho: a luta não é para comer, mas o quê comer. A luta é para variar, principalmente quando o assunto for verduras e legumes.
Bom, queridas! São dicas bem práticas mesmo, que lendo daqui e dali, fui pensando no meu caso e vendo qual é a melhor forma de fazer aqui em casa. Vou continuar tentando e cada fase, a sua dificuldade.
Que tenhamos sempre muita sabedoria com os nossos filhos para que não sejamos criadoras de traumas.
Este post foi inspirado pela revista Crescer e pesquisas foram feitas no site da Globo.com.
Super bjos para todas vocês e que Deus esteja presente em nossas vidas durante essa semana e para sempre,
Carol Siqueira.