17.05
2013

Ser Mãe de menino é…

29.04
2013

Decor- Batizado Antônio.

Queridas amigas,

Ontem toda a nossa família se emocionou com o batizado do nosso pequeno e abençoado Antônio. 
O Antônio tem uma doçura natural, que é dele e desde o dia em que nasceu, ele ganhou o coração de todos.
Sua mãe, a Luciana, é muito especial para mim. A Luciana, conhecida por Tia Lú, foi a primeira pessoa que tive mais contato quando eu comecei a namorar com o Paulo Jr, meu esposo. Ela abriu as portas da família e daí em diante, ficamos muito amigas.
A recepção do batizado aconteceu na casa da minha sogra Ivanilda e que junto com a madrinha do Antônio, minha cunhada Mônika, decoraram a festa pós-batizado com muito carinho entre flores, ursos e jardim.
Para dar um toque bem pessoal e especial, as belas fotos do Antônio foram espalhadas na mesa dos doces para que todos vissem o quanto ele é amado pela sua família.
E que Deus continue abençoando o nosso pequeno Antônio com muita saúde e paz. 
E mesmo tão pequenininho o Antônio já nos mostrou que algumas diferenças na vida são muito pequenas quando se tem muito amor no coração. Tão frágil e forte.
Seja bem-vindo, Antônio!  

De sua titia que te ama muito, Carol Siqueira.

Confiram aqui as fotos do batizado do Antônio que encheu o nosso domingo de alegria!

25.04
2013

Brincadeiras que estimulam a criatividade!

Queridas mamães,

Pra falar bem a verdade, eu morro de preguiça quando o meu pequeno me chama para brincar de carrinho ou de futebol… Brincadeiras com brinquedos prontos!
Mas eu pulo de alegria e entusiasmo quando inventamos as nossas próprias brincadeiras, contamos histórias, imaginamos coisas, enfrentamos monstros. Isso sim eu vou à fundo!
E ontem mesmo eu postei no meu Instagram - quem ainda não me segue, o meu IG é @falamamae - uma brincadeira tão simples mas que rendeu muita diversão.
Pegamos uma folha em branco e lápis de cor. E a única coisa que eu falei foi:
- Era uma vez, um menino e um castelo…
O resto deixei por conta dele, do meu pequeno. Comecei a desenhar o castelo e logo, ele já quis acabar de desenhar. Desenhou o menino, o caminho, os fantasmas, a plantinha encantada, a sementinha… E foi nesse tom que a história foi tomando novos rumos e com um final surpreendente!
E eu fiquei babando com tanta imaginação, ele desenhou aproveitando tooooodo o papel e ainda foi me narrando a história.
Nessa brincadeira, a gente percebe o que assusta os nossos pequenos, os desafios que gostariam de viver, os medos, as conquistas que eles gostariam de passar e a gente percebe tudo o que é importante para eles.
Outra brincadeira que um dia fizemos e ele nunca mais esqueceu foi a de desenhar um mapa no papel com tinta. Depois fazer tudo aquilo, meio caça ao tesouro… Imaginamos rios, príncipes, castelos, monstros do lago, pontes perigosas e depois, salvar a princesa. O nosso mapa era o guia à aventura!
E para finalizar a nossa listinha é o ateliê da vovó Má (minha mãe). Minha mãe tem uma facilidade enorme para trabalhos manuais e ela criou um espaço em casa, tipo uma brinquedoteca de brinquedos inventados por eles mesmos, ela e o meu pequeno, e já transformaram caixas de sapato em caminhão, trem e caixas de papelão virar uma casa de 2 andares. Eles criam fantasias com pedaços de pano, foguetes com o rolo de papel toalha e papel alumínio… E dai vai!

Nessa minha alegria em inventar brincadeiras, a leitura é também uma ótima forma de estimular a criatividade de nossos pequenos.
Você sabia que um estudo britânico com 19 mil crianças mostrou que ouvir histórias dos pais acelera o aprendizado em até 2 meses, o que garante maior facilidade para ler, escrever e até fazer contas?

Os pesquisadores concluíram que ler histórias para os filhos incentiva o desenvolvimento do raciocínio, principalmente antes dos 6 anos, período em que o potencial de aprendizagem do cérebro está em nível máximo.
A leitura produz estímulos neurológicos positivos e potencializa a capacidade cerebral, já que estimula a comunicação, o vocabulário e a criatividade de forma divertida.

Então, mamães!
Mãos à obra e vamos estimular as nossas crianças,

Bjos de Carol Siqueira.
 

17.04
2013

Ele vai fazer 5 anos!

Queridas amigas,

Estou finalizando os detalhes da festa de 5 anos do meu filho Paulo Neto.
Confesso que estou muito empolgada em vê-lo encher a mãozinha de dedos quando a gente pergunta quantos anos ele vai fazer. Mas já me dá muitas saudades dos seus 2 aninhos, 3 aninhos…
Mãe é um bicho bobo mesmo! A gente fica feliz por vê-los crescendo tão fortes e saudáveis (graças a Deus) mas também ficamos melancólicas quando percebemos que tudo está passando tão rápido.
Daí vem sempre aquele perguntinha:
Será que estou aproveitando o máximo? O que eu deveria fazer mais por ele e com ele?

Mas não posso deixar de dizer aqui que estou apaixonada com essa idade de 4 anos, quase 5. Ele é nosso amigo pra tudo e ontem mesmo fizemos a maior farra aqui em casa quando fomos nós 3 para a cozinha fazer a janta (papai, eu e nosso pequeno) e depois, pegamos um cobertor bem grande e fomos assistir um filme, inteiro… Ele adorou!
E logo em seguida, a farra na cama e daí vai!
É uma delícia vê-los conversando, interagindo e a cada dia que passa ganhamos mais um companheiro e queremos ficar mais e mais pertinho dele.
Eu sempre falo para o nosso pequeno que ele é o nosso grudinho… E ele fica todo manhoso!
Ai, mamães!
Então bola pra frente. E é isso aí, mesmo! Cada fase tem a sua gostosura e logo mais posto aqui tudo sobre a festinha e o tema que escolhemos para esse ano!

Mas eu descobri que ao entrar nos 5 aninhos…

Meu filho já está assimilando melhor os dias da semana. E eu mesma vou desenhar para ele os dias e quero explicar cada um deles.
Ele também já está entendendo que está crescendo e ele mesmo pega a fita métrica e pede que a gente o meça toda semana.
Aqui em casa eu nunca fui de força-lo a nada. Sempre fui de incetivar mas acredito que cada criança tem o seu tempo. Segui assim para a retirada das fraldas e deu certo e agora está acontecendo o mesmo com a chupeta. Eu sei que já devia ter tirado mas agora ele mesmo não quer mais. Pra mim não tem momento melhor que esse, o momento dele, porque não existe sofrimento e nem traumas. Pelo menos eu penso assim!
Meu pequeno está firme na aula de karatê e apaixonado pela música e em especial, pela bateria. A música é excelente aliada para uma melhor concentração.
Ele agora entende sobre a importância de alguns alimentos e vejo que ele está se esforçando mais para ingeri-los com mais frequência.
E temos que tomar cuidado com tudo que sai pela nossa boca porque eles estão super antenados em tudo. Portanto, vamos prestar mais atenção no que estamos fazendo e falando porque temos em casa pequenos aprendizes que nos copiam em tudo!
Ele não só pede irmãos como também já faz planos de como será o quarto do bebê e tudo mais… Ai, ai!!! 

E como estão as coisas por aí?
Grande bjos de Carol Siqueira e fiquem com Deus! 

16.04
2013

Tem gente nova por aqui: Fabiana Cunha é a nossa nova colunista psicóloga. E ela começa com chave de ouro!

Queridas leitoras do FalaMamãe!

É com muita alegria que agora faço parte do FalaMamãe.
Primeiramente, sou mãe da Júlia de quase 2 aninhos e psicóloga. Espero trazer para o blog temas interessantes e que possam nos ajudar em nossa vida de mãe, que é cheia de dilemas mas não deixa de ser uma delícia!

E o post de hoje é… Na casa da vovó.

Na atualidade, onde muitas vezes os pais, trabalham muito, é comum encontrarmos avós participando ativamente na criação dos filhos, sem dúvida nenhuma as pessoas que passam por essa situação, pensam de que forma o convívio com os avós influenciará na educação do meu filho?
Geralmente os pequenos ganham muito com essa convivência, no que se diz respeito a afeto, amor, vínculo. Os netos e avós tendem a ser grandes amigos, se esses laços puderem se estreitar. Os avós geralmente têm um amor e uma paciência com os netos, indescritíveis.

Estudo divulgado pela Association for Psychological Science, pesquisadores suíços e australianos chegaram à conclusão que o apoio dos avós ajuda a aumentar as chances dos netos – e dos pais deles, seus próprios filhos – superarem dificuldades, pois terão mais apoio emocional.
Em uma pesquisa realizada pela Universidade de Oxford, na Grã-Gretanha, com 1,5 mil crianças e adolescentes de 11 a 16 anos. Os pesquisadores observaram que as crianças que tiveram os avós por perto cresceram mais felizes.

Mas como dar limites quando os avós estão por perto?

Mas é preciso estar atento aos limites, para que não haja consequências na educação da criança, é necessário ficar claro para a criança quem são os pais e quem são os avós. Os avós podem ajudar, mas não deve ser repassado a eles a tarefa e responsabilidade de educar.
Para que ocorra da melhor forma possível também, é essencial o posicionamento dessa avó cuidadora, é necessário que ela saiba que ela deve se posicionar e colocar limites, na ausência da mãe, para que o mito de que “crianças criadas por vó” são excessivamente mimadas não se torne verdade a avó precisa colaborar com as regras. Dessa forma, é importante que as informações entre a mãe e avó estejam alinhadas.

E para os avós de plantão, fiquem tranquilos, que apesar de ajudar em algumas regras, é papel de vó, dar mimos sim, diferente dos pais, tipo o de deixar à vontade os pirulitos, chocolates e sorvetes. E nós mamães, não precisamos nos estressar com isso, faz parte realmente de uma vovó que quer apenas agradar o seu netinho!

Dessa forma, se você tem o carinho e a ajuda dos avós por perto, deixe que o seu pequeno aproveite e curta muito essa relação, cultive, incentive e proporcione que esses laços se estreitem, isso trará benefícios para o seu pequeno!

E lembre-se o papel de educar não deve ser transferido, esse deve ser exercido pelos pais. Como?
Vejam aqui! 

1. Alinhe com a vovó cuidadosamente as regras da sua casa, e peça que ela te avise, quando forem ultrapassadas!
2. Cumprindo as regras. É importante que a vovó saiba que você valoriza a forma dela de pensar, mas que na sua casa, as regras para o seu pequeno são dadas pelos pais e pediatra.
3. Fale sempre para o seu filho que ele deve obedecer e respeitar os avós quando estiver com eles.
4. É preciso diferenciar a casa da vovó da sua casa, e saber que chegou em casa, as regras são as da sua casa.
5. Jamais critique os avós para os seus filhos!
6. Saiba escutar alguns comentários e não levar tão ao pé da letra. Lembrem-se não pensamos todos iguais.
7. Enriqueça-se com a experiência dos mais velhos.
8. Os avós tem o papel de mimar os netos, não estresse facilmente com isso!
9. Relembre o quanto os seus avós foram importantes em sua criação com todos os mimos e dengos, e deixe que o seu filho viva e aproveite isso também.
10. Você pode ajudar o seu filho a estreitar esse laço e curtir todo esse amor e carinho que os avós tem para oferecer.

No caso da minha filha, que completará 2 anos em maio, as avós materna e paterna, residem na mesma cidade, mas não tem a responsabilidade dos cuidados diários.
Auxiliam para os papais passearem e sempre quando necessário. Vemos de perto o quanto ela se sente feliz de ir para a casa das vovós, e o quanto as vovós se preparam com carinho para recebê-la e desprendem o tempo que for possível para agradá-la!
Abusam de mimos e carinhos, enchem de balas e chocolates, mas se precisarem corrigir de algo que sabem que é para a educação, elas também o fazem.
Sinto na minha filha a segurança de estar com as avós, e mais ainda lembro desse laço com os meus avós, e por isso acredito que com limite, respeito e muito amor, “tudo” pode na casa da vovó. E tenho certeza que a minha pequena ainda agradecerá por poder desfrutar de perto essas duas mulheres tão lindas, que são as suas duas avós!

Sou Fabiana Cunha, psicóloga.
Estou à disposição para tirar as dúvidas e podem perguntar por aqui mesmo. É só deixar o comentário ou no meu e-mail – fabianafcunha@hotmail.com

Até o próximo post!

Fechar
E-mail It