
Inspirada na matéria super completa da revista Crescer deste mês sobre a alimentação com o tema de capa – Tudo o que seu filho precisa mesmo comer – confesso que fiquei um pouco agoniada com a alimentação do meu pequeno.
Até os 2 anos, era tudo perfeito. A sopinha era feita com todos os legumes e verduras, muito variada, com carne, beterraba, inhame… Cozida na panela de ferro. E eu ficava tão orgulhosa de vê-lo comer toda essa variedade.
Hoje ele não consegue sair do arroz + feijão + carne. Só!
O Paulo Neto sempre foi bom de garfo, gosta de comer mesmo e confesso que até fico preocupada caso ele comece ficar gordinho. Mas as verduras e legumes estão cada vez mais distantes do seu pratinho.
Já tentei fazê-lo comer separado. Misturado. E nada.
Sei da importância que tem cada alimento e fico pensando no que eu poderia fazer para ajuda-lo.
A questão do exemplo é muito forte. Às vezes exagero na alface e vou até pegando as folhinhas com a mão, vendo tudo isso, ele se aventura e pega também. Mas isso é raridade.
Fiquei bem aliviada em saber que a carne e a banana é bom para proteger as células, segundo a Revista Crescer, porque ele é muito fã de uma carninha (como ele mesmo diz) e também de banana.
O leite é outro item que estou super feliz porque o meu filhote só mamava leite de soja até este ano, por causa de sua intolerância a lactose, mas com ele crescendo tudo isso foi passando e hoje ele bebe o leite com baixo teor de lactose e come todos os derivados, tudo acompanhado pelo seu pediatra. Então, o leite para crescer forte já está dentro!
Mas onde ficam as cenouras, a alface, a beterraba, o milho e tudo mais, que além de deixar o seu prato colorido, faz bem para a sua saúde, crescimento?
Vejam só isso:
Pesquisas mostram que 50% das crianças entre 1 e 5 anos são classificadas pelos pais como picky eaters – “comedores seletivos” – excluem determinados grupos de alimentos (como verduras, legumes ou peixe, por exemplo), pulam refeições ou comem muito pouco. E todos têm algo em comum: uma mãe à beira de um ataque de nervos.
E a refeiçãose torna um campo de batalha natural para a criança e também é a primeira oportunidade de experimentar independência – analisa o nutrólogo e pediatra da Universidade Federal de São Paulo, Mauro Fisberg.
Eu já sofri muito quando o Paulo Neto se recusava a comer, antes de seus 2 anos. Ou então, queria só brincar com a comida. Eu chegava a tremer e até mesmo chorava.
O almoço ou a janta se aproximava eu já ia ficando ansiosa. E quanto mais ansiosa ficava, piorava a situação. Quando eu estava tranquila, meu pequeno parecia sentir isso e tudo corria bem. Ele comia mais e sem stress.
Pode até ser coincidência, mas comigo sempre foi assim. Se eu estava bem e segura, ele comia mais.
Mas quando ele não queria comer mesmo e eu sempre recorria ao pediatra ele me dizia da seguinte forma:
Você conhece alguma criança que já morreu de fome em frente a um prato de comida? Eu não.
Se não quer comer, de jeito nenhum, é porque não está com fome.
- Não devemos permitir lanchinhos próximos das refeições;
- Não forçar a criança comer beterraba a ponto do almoço virar uma guerra;
- Precisamos entender que mesmo apresentando todas as verduras e legumes, nossos filhos não precisam e nem devem gostar de todas elas;
- Para crianças maiores, a partir dos 4 anos, precisamos tentar na base da conversa mesmo, fazê-los entender porque é bom comer cenoura, por exemplo. E até estimular a criatividade com histórias, super-heróis;
- Apresentar uma verdura e legume por dia da semana. Assim a gente vai percebendo o que realmente os nossos filhos não gostam mesmo e o que eles vão se abrindo mais;
- A hora da refeição deve ser um momento neutro. Não é hora de opressão, de despejar as tensões. Que seja apenas o momento da alimentação;
- Se o seu filho perceber que é bem neste momento em que ele consegue dominar a situação e deixá-la muito nervosa, ele vai dominar mesmo!

Segundo o médico nutrólogo, a recusa em se alimentar deve ser investigada quando afeta o estado nutricional da criança. A causa pode ser orgânica ou emocional. Mas a maioria é comportamental, ou seja, é preciso corrigir o comportamento da criança e da família.
Eu resolvi escrever este post para deixar bem claro para as mamães com crianças até 3 anos que é normal rejeitarem a comida porque elas ficam mais seletivas e como o próprio médico diz, já é uma prova de independência.
E também quero que todas vocês saibam que a fase de 4 anos, que é a idade do meu pequeno aqui, a dificuldade modifica um pouquinho: a luta não é para comer, mas o quê comer. A luta é para variar, principalmente quando o assunto for verduras e legumes.
Bom, queridas! São dicas bem práticas mesmo, que lendo daqui e dali, fui pensando no meu caso e vendo qual é a melhor forma de fazer aqui em casa. Vou continuar tentando e cada fase, a sua dificuldade.
Que tenhamos sempre muita sabedoria com os nossos filhos para que não sejamos criadoras de traumas.
Este post foi inspirado pela revista Crescer e pesquisas foram feitas no site da Globo.com.
Super bjos para todas vocês e que Deus esteja presente em nossas vidas durante essa semana e para sempre,
Carol Siqueira.

Tá tudo bem por aí? Como anda a fase de adaptação com vocês e seus pequenos?
Por aqui, está tudo meio estranho mas bem gostoso.
Deixar o meu pequeno na escola e vê-lo bater palmas quando paro o carro, é uma delícia!
Me programar para uma tarde livre para trabalhar, ficar em casa ou fazer qualquer outra coisa é também muito diferente do que estou acostumada.
Ontem mesmo a professora me chamou para conversar e ela me disse que o professor de artes ficou encantado com o meu pequeno, porque juntos e de forma provisória eles encenaram uma conversa entre o menino e o lobo mau. A professora me disse que o meu filhote soube direitinho conduzir as falas, tudo espontaneamente. Eu fiquei tão feliz, mas tão feliz que quando pego ele na escola eu pareço uma boba olhando, apertando e enchendo o meu pequeno de beijos e abraços. Saudades e amor mesmo.
Mas como sempre, pesquiso sobre a idade que o meu pequeno se encontra e o que eu posso fazer para estimulá-lo ainda mais e olha só o que eu encontrei…
Que aos 3 anos a criança já brinca com amiguinhos sem a presença dos pais. Gosta de brincar com blocos, brinquedos de encaixar, quebra-cabeça simples e brincadeiras de faz de conta com bonecos e outros objetos (inclusive, essa é a favorita do meu filhote!).
Interessa-se muito por acompanhar histórias de livros com figuras grandes. Pintura, brincadeiras de massa e desenhos também são atividades indicadas para essa faixa etária.
O que você pode fazer é…
Aproximar o filhote de animais de estimação e solicitar a ajuda da criança em algumas tarefas simples tipo arrumar a cama, separar a roupa que colocará após o banho, colocar os pratos na mesa. Isso tudo o meu pequeno aqui adora fazer!
Por aqui fica uma mãe bem feliz pelo seu filhote,
Grande bjo de Carol Siqueira.

É com grande alegria que compartilho com vocês o nosso sucesso ao desfralde do Paulo Neto.
Já havia alguns meses que ele não usava mais fraldas durante o dia mas a fralda noturna, pra mim, foi muito difícil!
Eu tinha resistência em persistir, a cada xixi na cama eu colocava a fralda de novo e pra falar a verdade, eu gostava de ver o meu menininho dormir de fralda, afinal, eles sempre serão os nossos bebês!
Mas quando ele começou a falar que não queria usar mais as fraldas, que fralda não era coisa de menino grande a minha ficha caiu e tive que ir em frente.
Xixi na cama, troca de lençol, troca de pijama, xixi na madrugada na privada e volta pra cama… Essa é a rotina até eles se acostumarem e não fazerem mais xixi na cama.
Bom, minhas amigas!
Se eu sentir muita saudade da fralda vou ter que fazer outro bebê porque aqui em casa, tenho um menininho que só usa cuecas, 24 horas.
Bjos grande de Carol Siqueira.
Meu Deus, pareço mesmo é uma grande (não muuuito grande, né?) barata tonta para acudir o meu filhote que me chama a toda hora.
Perguntas daqui, saltos ornamentais do sofá, cambalhotas ao ar livre e muitas conversas sérias (por parte dele!) que me questiona o TEMPO TODO!
Só que com isso tudo, essas renovações diárias, o que estou mais curtindo é vê-lo cada dia mais carinhoso e tentando compartilhar comigo tudo o que vê, o que sente, o que come, o que brinca e logo vem a todo instante:
Mamãe, vem aqui só um pouquinho!
É isso mesmo, mamãe?
Mamãe, vem ver!
Mamãe, me ajuda?
Mamãe, o cocô tá saindo, corre! (essa é a mais original entre todas, acreditem!)
Tudo ele quer ouvir a minha opinião e eu, me derreto cada dia mais com esse pequeno grande homem que Deus colocou na minha vida. Às vezes até me sinto muito cansada por tentar explicar tudo que é novo pra ele , mas nunca deixo as perguntas ao vento.
Não existe aqui, no nosso pequeno apartamento, ninguém perfeito! Não existe mãe perfeita, nem filho sem defeitos, nem marido super-homem.
Existe aqui uma família sempre em busca de Deus e que mesmo nos caminhos até meio turbulentos, nos amamos acima de tudo e ao Senhor que nos fortalece e abençoa os nossos passos.
E vocês, se apaixonam com o quê de seus filhos?
Bjinhos de Carol Siqueira.

Passei por aqui, neste feriadinho calmo e bem tranquilo, só para dizer a todas vocês que se eu pudesse congelar o meu pequeno, eu faria isso agora.
Quantas vezes, quando ele era bem pequeno nos meus braços, vivia momentos difíceis com bebê ainda bem novinho no colo, algumas mães me diziam e eu escutava mas não dava muita bola, acho que era até o cansaço mesmo:
- A melhor e a mais linda idade é de 3 aninhos!
Agora eu sei bem o que é isso.
Ele conversa e entende tudo, pega os brinquedos e brinca até cansar fazendo aquelas vozinhas diferentes (acho tão bonitinho), toma banho com o papai em pé (sem banheira), come sozinho, dorme quando é preciso dormir, faz birra também (o que é normal) e o melhor de tudo, ainda está bem pertinho de mim, o tempo todo.
Acho mesmo que quando os filhos crescem e começam a sair de perto dos pais deve ser bem complicado e os 3 aninhos e meio, meu pequeno é uma criança linda, inteligente e ainda fica bem coladinho na gente, o dia todo.
Bom, minhas amigas! Este é o meu recadinho de hoje!
Se você está com bebê no colo e bem cansada, é assim mesmo, mas pode acreditar que o melhor está por vir.
E vocês, em qual fase se encontram?
Bjinhos de Carol Siqueira.