
Achei uma matéria muito interessante na Revista Isto É sobre novos métodos para tirar o medo das crianças na hora de ter que abrir a boquinha para o dentista. Inclusive, já marquei a primeira consulta do Paulo Neto agora em março e depois vou relatar aqui como foi.
Cerca de 80% das crianças que vão pela primeira vez ao dentista sentem algum temor. E para tornar esse contato menos traumático a odontologia está recorrendo a psicologia com o objetivo de criar novas técnicas que facilitem o atendimento desta população.
As novas técnicas facilitam a relação e cria elos de segurança entre o dentista e o paciente onde a criança têm a liberdade de expressar o seu sentimento naquela hora e até mesmo outros traumas familiares e etc.
Lara Jolie de 6 anos conseguiu terminar o tratamento com a odontopediatra Sonia devido aos novos métodos e hoje quando vai a dentista a menina sempre quer levar cartinhas, desenhos e presentinhos para a sua nova amiga.
Primeiro passo
A criança cria um desenho a partir de um rabisco feito por ela ou pela odontopediatra.
Segundo passo
A odontopediatra analisa os rabiscos que entre as imagens mais comuns estão monstros com bocas enormes e agulhas.
Terceiro Passo
A criança explica o que está desenhando e a especialista contrapõe com uma versão mais suave da história. O objetivo é diminuir o medo.
Primeiro passo
O paciente brinca com os brinquedos miniaturas em um jardim japonês (caixa com areia). Entre as figuras, animais, carros e pessoas.
Segundo passo
A odontopediatra analisa e a forma que a criança distribui esses elementos pode denunciar medos e conflitos familiares, entre outras situações.
Terceiro passo
As informações ajudam na criação de um ambiente mais acolhedor, ajustado às necessidades da criança e no estabelecimento de uma relação de confiança com o dentista. Dali eles criam um elo de amizade e continuam com a história a cada visita ou inventam novas e se divertem juntos.
Na avaliação da especialista Sonia, muitos dos medos estão relacioandos a experiências anteriores ruins ou a relatos de familiares sobre o pavor que sentem. Os dois métodos facilitam no processo de compreensão e ajudam a estabelecer a confiança necessária para o atendimento- afirma a odontopediatra Sonia que usa os dois métodos e tem conseguido sucesso em todos os seus atendimentos com a criançada.
Vamos passar essa idéia adiante e levar para os nossos odontopediatras. Assim, vai diminuir o chororô e facilitar muito para nós mamães e para os odontopediatras também.
Bjos de Carol Siqueira.
Fonte: Revista Isto É / Fevereiro 2010.