13/01/12

Olá Mamães!

Vocês já repararam que nunca se falou tanto em obesidade infantil como nos últimos tempos? Os noticiários da televisão, a internet, e as revistas estão bombardeando o assunto a todo o tempo.

Mas será que é mesmo assim? Será que realmente os nossos filhos estão ficando mais gordinhos ou a notícia é que virou febre? Será que antigamente o assunto passava despercebido ou estamos presenciando um verdadeiro surto?

A verdade é dura e cruel, mas o número de casos aumentam a cada dia; e as grandes culpadas somos nós!
Vamos falar sobre crianças obesas?

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11/01/12

Ei amigas!

Essa semana fiz a matrícula do Paulo Neto em sua escola definitiva. Até o ano passado ele estava numa escola-berçário somente 2 vezes na semana, lá ele brincava e convivia com outras crianças mas nada muito profundo, sem entrar em nenhuma metodologia de ensino. Lembram quando relatei aqui?
Então, mas agora é pra valer!
Meu pequeno vai para a escola pra nunca mais parar de estudar na vida (essa é a verdade!) e por isso, esperei tanto para deixá-lo definitivo.

Entre as metodologias eu escolhi uma escola construtivista porque acredito que vai mais com o nosso perfil e o nosso estilo de vida e isso é muito importante na hora da escolha da escola. Os valores de casa precisam bater com o estilo da escola. Não sou contra aos outros métodos e sei que existem crianças com perfil para todas elas e todas elas ensinam e preparam os nossos filhos para as provas futuras, profissionais e de vida.

Mas acho que o perfil da escola precisa casar com o perfil da família e o estímulo dos pais ao estudo é fundamental para o sucesso da criança, independente da escola e sua metodologia.

A fase da adaptação é um pouco complicada, as crianças choram mesmo mas precisamos persistir e mais do que nunca, incentivar.
A escola precisa ser sinônimo de novidade, de descobertas, de boas experiências e quase que um lugar encantado onde lá se conhece coisas novas e boas aventuras.
Ainda não tive uma experiência profunda com escola porque o Paulo Neto sempre ficou mais em casa e até então, ele não tinha a escola como uma obrigação. Mas agora como se diz, um velho ditado: não tem choro, nem vela!
Vamos todos para a escola e logo mais relato aqui pra vocês as nossas novas experiências. Estou empolgada e como sempre gostei muito de estudar, quero muito que meu filho aprenda a gostar também!

Um resumo sobre as principais metodologias de ensino!

Há quatro métodos que norteiam as escolas, mas hoje é cada vez mais difícil encontrar uma que siga só um deles. Por isso, para saber qual é a base pedagógica da escola, a dica é conhecer, perguntar, observar e conversar sempre. Em teoria, no método Tradicional, o professor transmite as informações de maneira teórica e o conteúdo é idêntico para todas as crianças. No Construtivismo, o aprendizado é construído pelo aluno. Por meio de vivências e experiências, ele chega a conclusões e as compartilha com o orientador. No método Montessoriano, as crianças são identificadas pelas habilidades. O professor media as tarefas, que são especialmente motoras e sensoriais. Na Pedagogia Waldorf, a informação é apenas um instrumento para a formação – e não uma finalidade.

Bom, minhas amigas! Agora é pra valer e o mais importante: estou segura da minha escolha e do momento.
Agora eu tenho a certeza de que ele está indo em nosso momento certo, o momento em que acredito ser o melhor para meu filho.

Bjos de Carol Siqueira.

09/01/12

Em homenagem ao meu avô João Barbosa de Siqueira.

Queridas amigas!

Eu já estava mesmo querendo escrever um post dedicado a este assunto quando li no twitter de minha cunhada que ontem ela se surpreendeu quando o meu pequeno de apenas 3 anos, sentado a mesa, muito feliz olhou para todos nós (estava eu, meus sogros, meu marido e pai do Paulo Neto, meus cunhados) e disse:
- Te amo vocês! Minha família!
Ao ver o brilho dos olhos do meu pequeno confesso que naquele momento senti uma alegria e uma vontade de chorar imensa.
Fiquei com este texto aqui na minha cabeça o dia todo mas trabalhei muito e desejei este momento (eu na minha cama às 11 da noite) para falarmos sobre valores. Valores de família, de amor, de respeito e limites.

Acabei de ler um triste depoimento em uma revista de um jornalista que perdeu seu filho de 25 anos e uma netinha de 6 meses em um acidente de carro e o quanto ele nunca esperava isso acontecer na vida dele, apesar de já ter até se acostumado com cenas trágicas devido a sua profissão de jornalista.
Quando li este texto fiquei ainda com mais vontade de falar aqui sobre amar a nossa família acima de todos os ideais, acima de todos os projetos, acima de todos os sonhos. A família sempre precisa estar acima de tudo e de todos.
Quando vejo o amor que o meu filho sente pela minha sogra e pela minha mãe sinto um certo orgulho disso, porque pelo meu amor à elas e admiração consegui passar naturalmente isso a ele.
Falar de valores familiares é bem difícil até porque sei que cada uma de vocês que estão aí do outro lado tem uma história diferente.
Mas se queremos que nossos filhos sejam seres humanos, o amor dentro de casa é o início de uma longa caminhada.

Só amor entre marido e mulher não basta. Precisa ter respeito para que os nossos filhos entendam que respeitar é vital para a sobrevivência.Como queremos ensinar aos nossos filhos que família é mais importante que tudo se não damos os exemplos?

Uma criança não precisa ouvir uma crítica a respeito de seu avô. Deixe ela amar o avô e idealizá-lo do jeito que ela quiser. O avô é uma figura bem marcante para qualquer criança.
Eu mesma me lembro de meu avô paterno João. Quanta fortaleza, sabedoria e inteligência. Quando escrevi meu livro de poesias, ele foi convidado para abrir com um belo texto a primeira página do meu livro (tenho um livro de poesia que se chama Pincéis da Vida e foi lançado quando eu tinha 11 anos) e em seu belo texto, meu querido avô abriu assim:
Minha doce neta Carolina!
Nunca mais me esqueci. Tenho uma profunda admiração por ele mesmo sabendo, aos poucos, crescendo, naturalmente, de seus defeitos. E quando ele partiu foi como se uma grande árvore de galhos fortes e grossos fosse cortada. O que ficou para mim não foram os defeitos, foram as suas qualidades e amor imenso que sinto por ele. Sempre o respeitei pelas suas virtudes e acertos.

Minhas amigas, devemos entender que valores de família se constrói ao longo dos anos. E é amando e respeitando os nossos familiares é que passamos para os nossos filhos. Não tem outra fórmula. Não tem teoria. É sentindo no coração mesmo e nos policiando para que o nosso lado adulto e obscuro não apague as luzes que se acendem quando uma criança enxerga em seus avós, ou em seu pai, seu irmão mais velho.

Mesmo que o tempo mostre aos nossos filhos as diferenças, quando o amor é bem cultivado ele continua perseverante, enraizado. E não espere que a sua família seja perfeita para isso.

Hoje me sinto um ser humano mais feliz e seguro porque acredito no amor em família, acredito em Deus, tenho fé em cada um de meus familiares e isso eu devo à minha mãe, que mesmo em momentos turbulentos da vida (o que todos nós passamos) ela nunca deixou de amar a família em primeiro lugar, acima de tudo. E meu filho já está aprendendo esses valores através do nosso respeito que temos um pelo outro. Não é fácil, sabemos que em família existem as diferenças mas elas não podem ser mais profundas que o amor.

O que você achou deste post? Comente aqui sobre o que você pensa de valores familiares!
Bjos no coração de cada uma de vocês,
Por Carol Siqueira.

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06/01/12

Queridas amigas!

Lendo aqui, assistindo ali e pesquisando muito sobre o assunto (porque eu gosto mesmo!) descobri que fazemos tanto esforço para deixarmos os nossos filhos felizes sendo o que eles precisam de muito menos do que imaginamos.
Eles não precisam de brinquedos de última geração, nem de viagens mirabolantes (porque às vezes eles nem assimilam a diferença de um lugar para o outro, dependendo da idade) e nem mesmo se entupir de atividades fora a escola para sentir aquela felicidade gostosa e sincera que só uma criança é capaz de sentir e nos transmitir.
Você agora, lendo este post, deve estar neste momento assim:
Tá, Carol! Eu já sei disso… Qual é a novidade?

Não tem nenhuma novidade mesmo… mas é que nós, adultos, IN-SIS-TI-MOS em achar que o quê nos deixa felizes deixam nossos filhos felizes também. É errado pensar assim.
Uma criança tem duas, somente 2 necessidades básicas a serem obedecidas por nós enquanto pais, para inspirarem uma infância mais feliz para os nossos filhos:

1) BRINCAR
2) DORMIR (e até os 3 anos ela precisa do soninho do dia)

Dentro destes dois tópicos tão básicos e que parecem serem tão simples, infelizmente muitos pais pulam muitas vezes tentando buscar o melhor para os seus filhos.
É brincando que a criança aprende sozinha enfrentar os seus conflitos e outras inúmeras questões sobre a vida. E é dormindo que a criança assimila tudo isso, guarda em seu cérebro todas essas experiências.

Em falar em cérebro, brincar significa também estimular. É lógico que devemos deixar eles brincarem do jeito que quiserem, com outras crianças, mas é muito importante também dar estímulo para os nossos filhos.
Eu estava assistindo um programa na History Channel e fiquei encantada em saber profundamente como funciona o cérebro de uma criança até 3 anos e descobri que a idade ideal para receber estímulos é agora – de 0 a 3! Vejam só que fascinante!

Recentes pesquisas científicas demonstram que as experiências dos 3 primeiros anos de vida têm uma força ímpar no desenvolvimento do cérebro humano. Proteção, conversa e canto, leitura com nossas crianças menores ajudam-nas a adquirir habilidades para aprender e se desenvolver. Pesquisas tantas vezes provam o que já sabemos. O cérebro se forma na relação da criança com o ambiente, e isso ocorre principalmente até os 10 anos, e de maneira mais acentuada até os 3.

Crianças que têm pouco estímulo nesta fase inicial da vida deixam de formar certos circuitos neuronais. E isto compromete a capacidade de aprender a falar, ler, cantar, tocar instrumentos, dançar, dominar outros idiomas, tudo. Conforme foi falado no programa, criança que são mais estimuladas precocemente com brincadeiras mais pedagógicas foram em sua maioria adultos com Q.I.s mais elevados e resolvem as suas questões emocionais mais facilmente. Legal, né?

Como funciona o cérebro de uma criança?

Durante o seu desenvolvimento, o cérebro tem que formar cerca de 100 trilhões de conexões entre 100 bilhões de neurônios. Há fatores, o genético recebido dos pais e determinante de parte da estrutura cerebral da criança, e o ambiental, que produz estímulos determinantes da emissão de axônios e dendrites e da formação – ou não- das conexões, ou sinapses. Quanto mais a criança for exposta à linguagem falada, escrita, lida, cantada, maior será seu repertório e suas alternativas para administrar suas emoções na relação com o ambiente. O Estado administra, e mal, o ensino após os 7 anos, mas é antes disso a fase mais propicia, conforme agora fartamente provado. Até os 10 anos, o cérebro está formando os circuitos da linguagem, razão pela qual é quando se deve começar a aprender um idioma estrangeira antes disso. Ou seja, a fase até os 3 aninhos de idade é a ideal para receber estímulo.

Voltando agora para a emoção…
 Qualquer criança além de tudo isso acima, precisa mesmo é ser amada. Sentir-se desejada pelos seus pais e familiares. Receber cuidados básicos como proteção e segurança. Dormir bem a noite, explorar e brincar o quanto puder, conversar e compreender o que está sendo explicado à ela (tarefa dos pais). Saber dos seus limites para entender o quanto antes respeitar o próximo.

E aí, gostaram deste post? O que você acha disso tudo?
 Dê a sua opinião aqui!
Super beijo de Carol Siqueira.

05/01/12

Papai foi pra roça e mamãe foi trabalhar…

Ano novo, vida nova e para algumas mamães, carreira nova. A maternidade pode trazer reflexão e criatividade, levando muitas mães a se conhecerem melhor e descobrirem uma nova paixão, uma nova vocação.
Com 3 dicas bem básicas você pode encarar toda essa mudança sem muito sofrimento e de uma forma bem mais leve.
Vamos lá?

1) Não quero fazer o meu filho sofrer. Mas como?

Será que valerá a pena? Como introduzir a mudança? A mãe que voltará ao trabalho ou aos estudos pode fazer isso gradualmente.
Depois de conversar com a criança e ouvi-la, chame de “trabalho” ou “faculdade”, etc. algumas saídas de finalidade profissional ou acadêmica, mas que durem menos tempo que uma jornada completa. Isso ajuda a criança (e a mãe!) a ganhar confiança de que você voltará pra casa.

2) Participe da rotina o máximo que puder!

O desafio maior talvez seja a rotina. Muita atenção a ela. Procure manter sua participação em algumas das atividades mais importantes como refeições e rotinas de início e fim do dia. É claro que você não poderá participar de tudo e não há nenhum problema nisso, o importante é que você se faça PRESENTE e essa é uma questão muito mais afetiva do que prática. Pode ser angustiante sentir que perderá espaço na vida da criança, isso é muito delicado e precisa ser trabalhado em família, com diálogo aberto e encontrando novas maneiras de enriquecer a convivência familiar.

3) Será mesmo que quero mudar de carreira?

Se você decidiu por uma nova carreira, o mais maravilhoso nisso, para você e para a família toda, é que você encontrou uma coisa que lhe desperta interesse, lhe motiva! Isso pode ser muito bom se você mantiver o mesmo interesse pela família. Uma mãe alegre e motivada traz mais alegria e segurança que uma mãe frustrada, não?

Estar em crise com o trabalho atual não é necessariamente sinal de que chegou a hora de mudar de carreira, um bom Coach pode ajudar nessa avaliação. Uma vontade súbita de mudar de carreira pode ser, inclusive, uma forma de fuga em alguns casos.

Mas se você está segura e tranquila, tudo pode fluir bem! Boa sorte e abraços!! Qualquer comentário, escreva pra gente!

Atenção!

Carol Moreira é psicóloga e também passou por uma mudança de carreira há quase dez anos, quando deixou o curso de Direito e se entregou à paixão pela Psicologia. Foi professora de Inglês por muito tempo, enquanto construía sua profissão de psicóloga. Há alguns anos deixou de ser professora e passou a dedicar-se exclusivamente à Psicologia. Sente que trabalhar com o que ama é muito gratificante!

Carol Moreira é Mestre em Psicologia pela Universidade Federal de Uberlândia.



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