20/04/12

Amigas!

Toda sexta-feira bate um entusiasmo na gente, né?
E eu já fico empolgada fazendo mil programações em família e lógico, a casa das avós pra nós já virou uma tradição e diversão garantida para o meu pequeno.
Seja ficar em casa assistindo TV e comendo chocolate ou passear no shopping, tudo vale para deixar os nossos filhos felizes.
Mas sabe o que eu já percebi? Os nossos momentos em casa, o banho com o papai, pular na cama com a mamãe… as nossas farras e baguncinhas em casa são as que deixam meu filho mais feliz. Posso garantir pra vocês que ele se lembra muito mais da nossa farra em casa como tomar banho escutando música do que uma tarde no shopping.

Meninas, quero falar aqui pra vocês que o amor e a alegria que devemos transmitir para os nossos filhos independe do lugar.
A felicidade não é algo misterioso, é muito mais simples do que a gente imagina. E para confirmar isso faça uma lista, de cabeça mesmo, quais foram os momentos mais felizes da sua vida e comprove que o amor é responsável por todos, o carinho daquele momento, a emoção e a simplicidade.

Pensem nisso e sejam felizes neste final de semana e todos os dias,
Bjos de Carol Siqueira.

18/04/12

Queridas amigas!

Somos mães, somos corujas e gostamos muito de elogiar os nossos filhos a todo tempo, né?
Elogiamos nossos pequenos para eles mesmos, para as pessoas e quando notamos, estamos cercando os nossos filhos de muitos adjetivos super-poderosos que aumentam a auto-estima de nossas crianças.
Mas será que elogiar demais não estraga, não hein?!
Ontem a minha cunhada me enviou um link com um estudo sobre o excesso de elogios que os pais fazem aos seus filhos. De tudo que eu li eu fiz uma retrospectiva da minha infância e na do meu irmão. Antes quando recebíamos um elogio de nossos pais era como se fosse um prêmio, não era todos os dias. Era de vez em quando, só mesmo quando fazíamos algo legal, correto e o elogio vinha como um presente. Hoje elogiamos os nossos filhos toda hora e já até vi muitas mães elogiando seus filhos em plena crise de birra e desobediência para tentar reverter essa situação.
Será que isso é mesmo saudável?
Hoje vivemos em um mundo onde a competitividade está cada vez mais aguçada e através de elogios em excesso, talvez criamos uma falsa ilusão de que os nossos filhos são quase perfeitos em tudo e pior: achamos que até estamos preparando-os melhor para uma vida lá fora.
Com um raciocínio tipo: Vou elogiar bastante o meu filho para ele se fortalecer e ninguém estragar a sua auto-estima!
Que mãe que nunca pensou assim…
Por isso, mammys, leiam este estudo abaixo e vejam o que podemos e devemos mudar!

O que acontece quando você fica elogiando a inteligência de uma criança?

Bom, amigas!
Bjos grande e tenham um bom dia!

De Carol Siqueira.

16/04/12

Gente!

Hoje peguei o meu pequeno na escola bem atrasada e ele fica muito emburrado em ver quase todas as mamães chegarem e a bela mamãe dele… chegar bem atrasada!
Para conquistar a alegria do meu filhote e tirar umas gargalhadas daquele sorriso gostoso eu fiz algumas caretas bem impressionantes enquanto dirigia o meu carro, inventava histórias engraçadas, dançava e fazia vozes bem diferentes… até que com muito suor, consegui desamarrar o burro do meu pequeno homem.
Ser mãe é assim mesmo.
Já está meio chato em falar que somos multi-tarefas, trabalhamos, corremos o dia todo, escrevemos em nossos blogs, lemos as nossas bíblias, fazemos escovas em nossos cabelos, ginástica, levantamos 7 da manhã pra assistir Discovery Kids e ainda somos esposas, filhas, amigas, vizinhas e etc…
Mas quero dizer pra vocês que me orgulho por cada uma de nós. Me orgulho pelas minhas amigas que trabalham, estudam e amam os seus filhos.
Me orgulho por tentar sempre ser melhor para o meu filho e mesmo em dias cinzentos em que não estou muuuuito feliz, tento fazer a felicidade do meu pequeno.
Me sinto imensamente feliz em deitar na minha cama, como agora, pra falar aqui pra vocês o quanto o meu dia foi gostoso, nada perfeito mas bem do jeito que ele deveria ser.
E mesmo com todas as imperfeições vamos levando a nossa vida de mãe sem deixar a peteca cair. Sei que não é nada fácil pra ninguém mas sei que pode ser mais fácil ainda, muito mais que a gente possa imaginar.
As vezes um pouco estressante, desgastante mas é dessa vida cheia de altos e baixos é que vamos sentir saudades e muitas boas lembranças.

Somos mães, imperfeitas, cheias de erros e acertos mas com grandes bagagens nas costas.
E que graça teria a vida se ela não tivesse os escorregões pra gente rir de vez em quando.

Portanto, minhas amigas. Me orgulho de cada uma de nós, que cada uma, do seu jeito, tem sempre o mesmo foco: fazer seus filhos felizes.
Vamos que vamos! Que a semana só está começando…

Bjos de Carol Siqueira.

11/04/12

Meninas!

Estou vivendo dias difíceis por aqui…
Não sei por onde veio essa alucinação ou melhor, essa enjoeira com roupas!
O Paulo Neto está passado de chato quando o assunto é o que vestir e nessa aventura desgastante, até o pijama ele escolhe e não quer saber nem de conversar.
Já tentei dominar por todas as técnicas: o diálogo, ameaças, castigo, o de abraçar e fingir que está tudo bem e o último foi: Se não colocar essa camiseta eu juro que vou te bater!

E nessa chatice toda, estamos sempre chegando atrasados na escola porque ele sempre fica indeciso qual tênis usar. Coloca, tira. Escolhe outro, tira. Chora e fica realmente triste. Eu acabo ficando estressada e às vezes, sem saber lidar com essa situação. É claro que eu tento ao máximo manter a minha calma, respeito a opinião dele mas é que está passando dos limites.

Ele escolhe umas roupas nada ver, não quer saber de opções, não quer vestir camisetas pólo e isto está me deixando louca porque com tantas opções no guarda-roupa, estamos ficando com quase nada de opção. Só de camisetas pólos que ele não quer mais vestir têm mais de 10 nos cabides.
 Pra vocês verem a gravidade da situação: até dormindo, quando vou colocar o pijaminha, ele abre os olhos e meio dormindo resmunga: que pijama que é esse?

Estou meio perdida e preciso de ajuda. Alguém de vocês já passaram por isso?
Bjos de Carol Siqueira.

10/04/12

Olá Amigas!

O tema de hoje foi sugerido por uma leitora e assombra muitas mamães por ai! Conhece alguém que já falou, ou já se perguntou: “E agora, o que fazer? O meu filho não quer comer verduras!”

Quando temos um bebê em casa, é mais fácil introduzir verduras à alimentação das crianças; mas depois de certa idade (por volta dos 2 anos e meio), a criança quer fazer suas escolhas sozinha, desde o que brincar, a roupa que vai vestir e o que quer comer.

E é ai que começa a tormenta na cabeça das mães; antes, ele comia tão bem, mas agora não quer mais nada do que é saudável. E o caos se instala. O almoço é aquela confusão. Mamãe falando: – “Come só um pouquinho, meu amor!” a criança nega; mamãe insiste mais um pouquinho, ela nega de novo, mamãe perde a paciência, choro para cá e para lá. Reconhece esta cena?

Então vamos lá, aqui vão algumas dicas para não transformar suas refeições em uma batalha:

Seja criativa!
Já ouviu dizer que comemos com os olhos? Então, com as crianças a história não é diferente. Faça um prato chamativo, bonito e colorido!! Que tal uma folha de alface ganhar dois olhinhos de ovo de codorna e azeitona e uma boca de meia lua de tomate e um cabelo divertido de repolho picado em fatias finas? Explore o lúdico; faça lanchinhos saudáveis e divertidos!! Olhe aqui algumas dicas para vocês se inspirarem:

Você pode também fazer cabelinhos de couve, lacinhos de pimentão, língua de tomate ou pimentão, olhos de tomate cereja; enfim, use a imaginação e seu pequeno irá amar!

Conte Historinhas!
Não é só na hora do almoço, mas antes de dormir também! Você pode acrescentar detalhes como o fato de que o personagem favorito dele comeu muitos legumes e verduras e ficou bem forte; ou, a cinderela era bem bonita porque comia bastante couve. Enfim, são detalhes que não parecem uma coação, ainda não mais quando são falados em horas que a criança não está comendo.

Elogie a comida!
Combine com quem almoça junto com vocês de dizer frases como: -“Nossa, esta alface hoje está uma delícia!” ou – “Vou comer este prato enorme de tomate, cenoura e brócolis para poder ter bastante energia mais tarde! Vou precisar!”

Seu pequeno ajudante!
Chame a criança para lhe ajudar a montar a salada, por exemplo. Ela vai ficar feliz e mais motivada a comer!

Desenhos animados educativos devem ter vez em sua casa!
Popeye ficava forte quando comia espinafre, lembra-se? Vitaminix é outro exemplo.  Pesquisas mostram que programas de televisão, aulas de culinária infantil e educação alimentar são capazes de dobrar a quantidade de vegetais que a criança ingere! E se estiver difícil de achar estes desenhos na TV, recorra ao youtube.

Conte com a escola!
Converse com a pedagoga e professora da criança, e peça a elas para darem mais desenhos de vegetais para as crianças colorirem e contarem historinhas. Se possível, em parceria com uma nutricionista, as crianças podem ter aula de educação nutricional. Caso a escola não disponha de uma, que tal sugerir para a escola entrar em contato com uma faculdade de nutrição e fazer parceria com profissionais e estagiários? Assim, ninguém tem custo, e todos ganham!

Seja Paciente!
Se você já está tomando todas estas iniciativa, fique tranquila.  A criança irá ceder. Mas, é preciso que você saiba que a mágica não acontece, e as coisas levam tempo, mas acontecem!

Beijos,
Anna Raquel Mello é Nutricionista, Personal Diet e tem aperfeiçoamento em Terapia Enteral e Parenteral em Pediatria.
CRN: 104811
034 3236-6600 – CNI (Centro de Excelência em Medicina)



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