08/06/10

Jac e o nome de seu filho querido, a plena realização de ser mãe através da adoção.

Olá Minhas amigas!

Hoje vamos falar de uma linda história real de amor e fé. Vamos falar de ADOÇÃO.
Um assunto sério e que muitas famílias vivenciam esta espera que na maioria das vezes é muito angustiante, mas que pode ter um final feliz.

Eu o conhecia por nomes, Raul e Jac. Mas eu não sabia o que este maravilhoso casal já havia passado para conseguir adotar um filho.
Me aprofundei mais na história deles quando eu estava na equipe de comunicação do jornal da igreja a qual fazemos parte. Todos do nosso grupo estavam muito emocionados quando receberam a notícia que o Raul e Jac havia conseguido adotar um bebê e acho que todo o movimento encheram os olhos de lágrimas quando descobriram que eles tinham realizado o maior sonho da vida deles – adotar um anjo. E este anjo se chama Daniel.

Enquanto eu estava a caminho para buscá-lo e vê-lo pela primeira vez, para mim a emoção era como se fosse de um parto, indo para a maternidade. Quando cheguei, lá vinha ele, nos braços de uma mulher. Dormindo no colo dela, eu perguntei:
Posso pegá-lo?
E ela me respondeu com um largo sorriso:
É claro, ele é seu.
Já no meus braços, ele abriu os olhinhos e olhou para mim. Tranquilamente voltou a dormir na mesma hora. A sensação que tive era que ele pensou assim:
Estou bem, estou com a minha mãe.
Por Jac.


Falar sobre adoção sem viver uma história real ficaria muito vago.

A meses estou pensando como abordar um assunto tão delicado e ao mesmo tempo conseguir um depoimento verdadeiro de pessoas que conseguiram através de muita fé e esperança adotar uma criança e hoje, ser uma família completa.

Deus providencia cada coisa em nossa vida e uma delas foi conversar com a Jac para fazer esta entrevista. Deu para sentir em suas palavras, em sua entonação pelo telefone mesmo, a alegria e o amor imenso que ela têm pelo seu filho. Com certeza, as lágrimas rolaram de lá e de cá também, ela me deu ainda mais força e coragem de ser uma mãe cada dia melhor para o Paulo Neto. E quando desliguei o telefone, a sensação que tive foi de paz e felicidade em ser mãe e de saber que existem mães como ela.

Nesta entrevista, Jac falou de todos os passos e processos para adotar uma criança, o que compensa e o que também não compensa. Aqui você vai encontrar além de muitas dicas, uma história de amor e de espera mas nunca de desistência.

Carol – Quero adotar um filho. Como devo fazer? Qual é o primeiro passo?

Jac – A primeira coisa a fazer é procurar o Juizado da Infância e Juventude da cidade onde reside, preencher uma ficha de Inscrição para Adoção e esclarecer qualquer dúvida a respeito de como funciona o processo.

Carol – Quantos anos vocês esperaram na fila de adoção?

Jac – Contando desde a data de inscrição, até quando recebemos o telefonema que mudou nossas vidas, foram 4 anos, 6 meses e 18 dias. Uma longa e angustiante espera que foi esquecida com a chegada do Daniel.

Carol – O ideal mesmo é fazer tudo de forma legal? Dentro das normas jurídicas?

Jac – Com certeza é o melhor caminho. De outra maneira sempre haverá o medo de que, de uma hora para outra, alguém possa tirar a criança dos seus braços. Hoje com certidão de nascimento dele nas mãos e em nosso nome, temos certeza que valeu a pena esperar e fazer tudo da forma correta.

Carol – Já tiveram algum caso frustrante sobre adoção? Quando foi?

Jac – Acho que a maioria das pessoas que esperam para adotar já passou por frustração de alguma forma. Quando você decide-se pela adoção, ilude-se achando que vai ser rápido e a primeira frustração é quando percebe que pode ser bem mais demorado do que os 9 meses de uma gravidez normal. Nós também passamos por outra grande frustração em  2007. Estávamos tentando adotar um bebê em outra cidade. A mãe-bio ia nos entregar a criança assim que nascesse e iríamos procurar o Juizado da Infância e Juventude para, juntamente com ela, legalizar a situação. Seria a “adoção consensual” – que é quando a mãe-bio indica o casal para quem ela quer entregar o filho. Esse tipo de adoção depende do juiz e hoje, com as mudanças na Lei de Adoção acredito que seja bem mais difícil de acontecer. Enfim, preparamos tudo… quarto, enxoval, família, amigos, todos esperando ansiosamente pela chegada do bebê. Acho que nosso erro foi nos envolvermos com a mãe-bio. Começamos a ajudá-la financeiramente, pagamos consultas médicas, exames, alimentação e outras necessidades. Faltando uns 20 dias para a data prevista para o parto, viajamos para a tal cidade com a certeza de que voltaríamos com o bebê nos braços. Chegando lá, começamos a perceber que a história não era bem o que pensávamos e o que ela queria na realidade era alguém que cuidasse de seu filho enquanto pequeno, mas sob vigilância e controle dela. Não estávamos preparados para isso e comecei a sentir certo medo do que poderia acontecer. Fomos conversar com um advogado, explicamos toda a situação e ele nos aconselhou a não seguir adiante primeiro porque o juiz daquela cidade não aceitaria esse tipo de adoção e segundo que, mesmo que ele concordasse tudo indicava que ela poderia desistir de entregar a criança durante o processo e isso seria muito mais doloroso. Sofremos muito com isto, pois parecia que estávamos desistindo de um sonho… pedia muito a Jesus que nos mostrasse o que fazer. Alguns dias antes do bebê nascer, soubemos que havia outra família que ficaria com a criança. Tudo indica que ela já conhecia esta família, pois morava na mesma cidade dos pais adotivos do terceiro filho dela (essa era a quarta gestação). Não foi fácil dar a notícia à família, aos amigos e mais difícil ainda voltar para casa, mas Deus nos dá forças e nos ajuda a seguir em frente.

Carol – Quando foi que você recebeu a primeira ligação avisando-a sobre o seu filho, Daniel?

Jac – Foi numa sexta-feira, exatamente no dia em que ele estava completando três meses. O mais engraçado é que quatro dias antes desta ligação eu havia recebido um e-mail de uma prima falando sobre uma outra mãe que queria entregar o bebê, como da outra vez e eu respondi à ela que não queríamos passar por aquela situação novamente, que iríamos esperar  pois eu tinha certeza que a qualquer momento o telefone iria tocar e alguém do outro lado da linha iria dizer “seu filho (a) está esperando por vocês, venham buscá-lo (la)” …

Carol – Qual foi a sua sensação quando você desligou este telefonema?

Jac – O Raul atendeu a primeira ligação e veio falar que tinham ligado do fórum avisando que havia um bebê de três meses, menino e que nós éramos os próximos da fila e se estávamos interessados… claro que a resposta era ‘SIM’.  Eu liguei novamente para lá, pois não agüentaria esperar até que a assistente social entrasse em contato. Ela não nos deu muitas informações além do que já tinha dito e marcou para irmos ao fórum na segunda-feira, pois teríamos que conversar com a psicóloga que não estava naquele dia. Foi o mais demorado final de semana das nossas vidas… estávamos ansiosos esperando a segunda-feira. Combinamos não contar nada a ninguém, pois não queríamos que sofressem outra decepção e não sabíamos o que aconteceria. Na segunda-feira chegamos lá 40 minutos antes do horário marcado e após uma longa conversa com a psicóloga ela nos mostrou uma foto dele e perguntou se queríamos ir conhecê-lo. Na hora falei “- só conhecer? Não vamos poder levá-lo para casa?” Isso dependia da autorização da juíza. Fomos levados até a sala da juíza e quando ela disse que nos autorizaria ir conhecê-lo eu repeti a mesma frase “- só conhecer? Não vamos poder levá-lo para casa?” Ela olhou bem para nós e disse: “ – Tudo bem, podem levá-lo para casa”. Foi a maior correria da psicóloga que já entrou em contato com o local onde ele estava e providenciou a documentação necessária.

Carol – O ato de pegar um filho adotivo nos braços é a mesma de um parto? O que você sentiu?

Jac – Não sei qual é a emoção de um parto. Mas a emoção que senti a caminho do abrigo onde ele estava deve ser a mesma de quem está indo para a maternidade. Quando a enfermeira trouxe-o para nós ele estava dormindo, eu perguntei se podia pegar e ela respondeu; -“ claro, ele não é seu?” Parecia que meu coração ia explodir dentro do peito, não sabia se ria ou chorava e assim que peguei ele nos braços, abriu os olhinhos, olhou bem para mim e o Raul, e voltou a dormir tranquilamente, como se pensasse “finalmente estou nos braços de minha mãe e do meu pai.” Foi a maior emoção que já senti e ainda sinto quando lembro.

Carol – Como foi a sua primeira noite com o Daniel?

Jac – Assim que saímos com ele do abrigo, passamos numa igreja, pois era algo que eu sempre desejei fazer: poder agradecer a Deus e a intercessão de Nossa Senhora pela benção de estar com meu filho nos braços. Quando chegamos em casa foi a maior alegria, até então ninguém sabia de nada e ficaram eufóricos com a chegada  surpresa dessa criança tão esperada, desejada e já amada por todos. Depois de muita comemoração, risos e choros (de alegria, é claro!) para ele foi muito tranqüilo, dormiu a noite toda afinal, estava em sua casa. Eu e o Raul é que parecíamos dois cães de guarda em volta dele. Não conseguimos dormir direito. Era a realização de um sonho ter ele ali, dormindo no berço ao nosso lado… claro que acabou dormindo na nossa cama, entre nós dois.

Carol – Qual é o seu conselho para mulheres que possuem o sonho de adotar um filho?

Jac – Que entreguem-se nas mãos de Deus e não desistam nunca pois não existe nada mais gostoso do que ouvir alguém te chamar de “mamãe”!

Carol – Como é a sua vida hoje, sua e do Raul, com o Daniel em casa?

Jac – Nossa vida mudou completamente. Tudo aqui em casa era muito no lugar, muito ‘arrumadinho’ e é muito bom ver a casa cheia de brinquedos espalhados, uma alegre bagunça. Hoje sinto que somos uma “FAMÍLIA” e a vida tem novo sentido, pois Deus confiou a nós um de seus filhos e somos responsáveis por fazer dele uma pessoa de bem.

Carol – O que é ser mãe para você?

Jac – É a maior benção que uma mulher pode receber. Não importa se gerado por ela ou não. Ser mãe é dar carinho, educação, amparar, dar amor e ensinar a amar, passar valores éticos e religiosos. Ser mãe não é gerar filho só no ventre, mas sim, e principalmente no coração.

Carol – Se você pudesse falar com Deus, o que você falaria para Ele?

Jac - O que faço sempre que recebo um sorriso lindo do Daniel, ou quando ele diz  mamãe … quando está dormindo tranqüilo ou quando me abraça, fazendo carinho…
“Muito obrigada Senhor por está benção em nossas vidas! Obrigada por nos permitir sentir esse amor imenso que temos pelo nosso filho.” Eu sempre digo ao Raul que Deus é mesmo maravilhoso por nos mostrar, através do Daniel,  o quanto somos capazes de amar.

Eu, Carol Siqueira, quase não tenho palavras para aqui escrever sobre adoção. Nada melhor do que conseguir, superar, vencer. Mesmo com tantas lágrimas, com as decepções e com as incertezas… este casal nunca desistiu. O sonho de ser mãe, o sonho de ser pai foi mais forte e Deus providenciou o filho querido, apenas um bebê de 3 meses, o esperava para ser amado. Enquanto estava no telefone com a Jac eu ouvia o Daniel falar mamãe e consegui viver um pouco da alegria e da emoção de Jac do sonho de ser mãe.
E quantas mães não querem os seus filhos, o rejeitam na gravidez ou até mesmo quando nascem, não o educam e não a amam como deviam. Ser mãe significa doação de amor, de carinho, de respeito e de uma imensa responsabilidade de fazê-lo feliz para que quando ele sair pelo mundo afora, ele relembrar de seus valores e de seus pais com ternura e amor eterno.
Ser mãe para mim é isso. Ser mãe é viver tudo isso com muita intensidade e fé em Deus.
Ser mãe é um risco, talvez o mais incerto, mas com certeza o mais abençoado.


Por Carol Siqueira.



Comente aqui (21) Fale no Twitter Falar para as redes sociais

Deixe um comentário

21 comentários para “O telefone tocou. Era a notícia mais importante para o casal Raul e Jac. Era o filho adotivo que estava a caminho.”

  1. Fabiana disse:

    =´)
    Preciso enxugar as lágrimas antes de escrever qq coisa.

    Tenho uma amiga que há anos tenta gerar o seu filho. Vive angustiada pq não consegue. Acho que a adoção já até passou pela sua cabeça mas ela aidna não foi definitivamente atrás.

    Com certeza vale a pena.

    Que emoção.

    Bjos.

  2. Oi Carol,
    Cheguei aqui pesquisando sobre nutrição e me deparei com mais uma história linda de maternidade. Deus sabe mesmo o que faz e eu também fui abençoada duplamente com minhas filhas de alma.

    bjs

  3. Ingret disse:

    Desculpe reavivar o tópico, mas só agora conheci o site
    Meu nome é Ingret e a dois anos adotei uma criança.
    Só que meu caso foi adoção tardia, minha filha veio para mim com 09 anos. Eu, na época com 24 anos, ela é minha primeira filha. E sei como é essa sensação do telefone tocar.
    Adotei por amor, eu sou fertil, mas ainda não quis ter o meu biológico, a minha filhotinha exige muito de mim, a chamo de meu BEBEZÃO, pois está com 11 anos, mas pede colo, tenho que colocar para dormir…e muitas vezes digito com ela no colo também…é até engraçado pois sou pequeninha e ela é uma moçona kkkk. Se quiserm conhecer mais minha história terei prazer em contar….bjus e adorei o site.

  4. Jac disse:

    Laís,

    Estou lendo seu comentário com o Daniel no colo (tentando digitar tb rsrsrs). Qdo. estiver com seu (ou seus) filhos nos braços, toda dor, angústia e sofrimento some como num passe de mágica. Cada sorriso, cada choro.. qdo vc. ouvir pela primeira vez algo parecido com a palavra “mamãe”, vai ser uma emoção tão forte e tão boa, que todo o resto perde a importância. Não desanime e confie em Deus, pois só Ele sabe o momento certo… Bjs e Deus te abençoe.

  5. Lais disse:

    Parabéns pelo seu depoimento, me emocionei e chorei muito ao ler. O maior sonho da minha vida é ser mãe, fiz 03 fertilizaçõses , mas não consegui segurar os fetos, eram gêmeos então pela minha idade (46 anos) na época tive que desistir… Foi e tem sido uma enorme frustração na minha vida ter que encarar essa dura realidade. Optamos então pela adoção, estamos aguardando na fila de espera, vai fazer 01 ano em dezembro próximo,mas a espera é muito dolorida e frustrante. Só espero que quando esse dia finalmente chegar e eu puder pegar esse bebê ou bebês (fizemos a opção por gêmeos também)que eu possa me esquecer desse tempo de lágrimas e deserto que tenho vivido.
    Um grande abraço, a sua história me serviu como um grande exemplo de perseverança .
    Lais

  6. Lais disse:

    Parabéns pelo seu depoimento , me emocionei e chorei muito ao ler. O maior sonho da minha vida é ser mãe, fiz 03 fertilizaçõses , mas não consegui segurar o feto, então pela minha idade (46 anos) na época tive que desistir… Foi e tem sido uma enorme frustração na minha vida ter que encarar essa dura realidade. Optamos então pela adoção, estamos aguardando na fila de espera, vai fazer 01 ano em dezembro desse ano,mas a espera é muito dolorida e frustrante. Só espero que quando esse dia finalmente chegar e eu puder pegar esse bebê ou bebês (fizemos a opção por gêmeos também)que eu possa me esquecer desse tempo de lágrimas e deserto que tenho vivido.
    Um grande abraço, a sua história me serviu como um grande exemplo de perseverança .

  7. Claudia disse:

    Jac falou da alegria em ser mãe do Daniel. Eu acho que o filho dela é muito especial, pois Deus escolheu entregar de outra forma um bebê para a melhor mãe do mundo.

  8. marcio elisio disse:

    eu sou um cara muito feliz por ver este casal sonhar lutar e acima de tudo realizar…e ser testemunha de tudo o que passaram/ mamae jac eternamente seus amigos amamos voces
    kid e soninha

  9. elizabeth disse:

    CAROL, PARABÉNS PELO ARTIGO ADOÇÃO. EU E HONOR CONHECEMOS A
    TRAJETÓRIA DE JAC E RAUL PARA ADOTAR UMA CRIANÇA. MAS, COM
    A FÉ E PERSEVERANÇA DOS DOIS, DEUS COLOCOU O ANJINHO DANIEL
    NA VIDA DELES TRAZENDO LUZ, ALEGRIA E MUITA FELICIDADE NA
    VIDA DESTA MARAVILHOSA FAMÍLIA.

  10. Magda Euzebio Nemer disse:

    Que Deus encha o lar da Jac e do Raul e claro do Daniel,de saúde,paz,união.Eles se completam nessa vida!Nos os conheço porém são personagens de uma vida vitoriosa!!!!

  11. Magda Euzebio Nemer disse:

    Oi Carol,que historia eh?
    Olha posso dizer que sei +ou- o que esse casal senti,Não com a mesma intensidade que eles claro.Mas assim que casei estavamos muito felizes e p completar essa felicidade decidimos logo ter filhos,eis que começava uma batalha que não imaginava passar,pimeiros 3 meses e nada começamos a preoculpar nunca imaginei que seria tão dificil,Afinal estavamos la prontos para ser pais,condições para criar estrutura para receber uma vida para somar com a da gente.e se passaram quase 2 anos e ja estavamos entrando em “parafuso”com tdo esse desgaste emocional,a cada exame negativo e tratamento em vão era tão desesperador que cheguei a ficar gravida psicologicamente,sentia td que uma gravida senti,até mesmo a ter leite pode?isso estava afetado até uma relação que era forte mas nos focamos numa coisa e esquecemos de varias outras para se ter um casamento normal.E qdo não esperavamos mais que podia dar certo ja iriamos passar para inseminação que era ultima tententativa antes de adotar;Deus nos mostrou que tinhamos que passar por td o que passamos para ver o qto eramos fortes e não sabiamos ,e que td é no tempo que Deus quer e não a gente,Amadureci uns 10anos com tdo essa passagem e HJ somos nos quatro a Lara veio p nos dar vida não a gente a ela,Da Anita esperavamos e estavamos mais fortes ainda para passar por td de novo porém Deus estava com a gente e a angustia foi menor seis meses de tratamento.O que tenho a dizer para tds seus leitores que querem ter filhos,eles que nos escolhem para que sejamos pais tanto filhos gerados qto adotivos eles nos recebem em suas vidas e fazem da gente pessoas melhores!!! Não desistam jamais desse sonho,mesmo que nesse caminho aparecem pessoas que te desanimem,vale a pena não a nada mais gratificante na vida que ser pais!!!!!!!

  12. Iara e Eduardo disse:

    A história de amor e fé deste casal, deve ser exemplo para muitos. A Jac e o Raul são muito especiais para nós. Eu e a Jac vivemos anos e anos na mesma luta, mas nunca perdemos a esperança. Deus me concedeu também a dádiva de ser mãe e eu tinha certeza que o “telefone ia tocar” para eles. Que Deus continue abençoando esta linda família.

  13. Tio Antonio disse:

    Realmente emocionante!A Jac para mim é minha filha mais velha,porque a vi nascer e desde de pequena sempre estive por perto até se casar é claro, sempre fui um tio coruja com ela rsrss.Acompanhei desde do começo a correria do RauL e da Jac para conseguir este filho,até a primeira fustração da Jac partiu de dentro de nossa casa,pois tinhamos uma empregada que nos falou desta criança que mãe queria dar.
    Mais aquele velho ditado que vem de nossos pais,avós enfim DEUS ESCREVE CERTO POR LINHAS TORTAS, realmente não era para ser.Fico feliz e emocionado,pois a Jac é uma sobrinha que tenho um grande carinho,amor e a considero como minha filha também pois sempre estava em nossa casa e sempre junto com a gente.
    JAC e RAUL que Deus abençõe vocês e que o Daniel traga muita e muita felicidades a vocês bem mais o quanto ja tem dado.Vocês são maravilhosos! Um grande beijo do Tio Antonio e espero que outras adoções os Pais sigam o seu exemplo.

  14. Gabriela disse:

    A história da Jac e do Raul é linda demais. Pude “viver” com eles só um fim de semana e senti quanto amor eles tinham para dar. Fomos tratados como filhos queridos, nunca me senti tão bem na casa de pessoas que nem conhecia. Mesmo longe rezava por eles e tinha certeza que Deus lhes daria um anjinho no tempo certo.
    Que Deus abençoe esta linda família! Parabéns a vocês por este ato de amor!

    Gabi – Lavras / MG

  15. Patricia Silva Cunha disse:

    Sempre me comoveu o desejo desse querido casal de ter filhos…muitas vezes questionei Deus por não entender porque Ele dá a graça de ser mãe, ou melhor, de engravidar a mulheres que não desejam e muitas vezes desprezam seus próprios filhos e deixa mulheres como a Jac sonhando em ter seu filho nos braços para amá-lo com todas as forças de seu coração…mas Deus faz tudo perfeito e no momento certo! Chorei de emoção quando vi o Raul e Jac com o pequeno Daniel nos braços pela primeira vez…foi um sonho realizado não só por eles, porque o desejo deles era tão grande, forte e verdadeiro que contagiou todos os amigos que acompanharam essa luta. É incrível ver felicidade do Daniel junto com seus Pais….com certeza ele senti o quanto foi desejado e o quanto é amado por eles! Afinal ser adotado só significa que o Daniel cresceu no coração da Jac e não na barriga…o que torna a história dele ainda mais bonita!

  16. Jozaene disse:

    A Jac e o Raul são meus tios. E me emociono muito ao lembrar de tudo que eles passaram. Mas para Deus nada é impossível.O Daniel é uma bênção em nossas vidas, é a alegria da família. Quando o vi pela primeira vez, foi amor a primeira vista, amor incondicional. Não consigo pensar no meu futuro sem pensar nele também. Eu e meu esposo fomos até convidados para ser padrinhos dele. É uma honra. Ele é um anjinho, o menino mais lindo e amado.
    Agradeço a Deus e Nossa Senhora todos os dias por ter nos dado o Daniel de presente.
    Com certeza ele será (já é) um menino maravilhoso pelo amor e exemplo que recebe de seus pais (que eu também amo e admiro muito)

    Se deixar, eu não paro de escrever…

    Carol, adorei a entrevista. Parabéns!

    Jozaene.

  17. Rogério e Erika disse:

    Oi Carol tudo bem,

    Parabéns pela matéria que na verdade é uma lição de vida para todos nós. Com nosso corre corre é bom parar e refletir no amor como um todo.

    Abraços,

    Rogério e Erika.

  18. Aline Zenha disse:

    Que história linda Carol!
    Prova viva do quanto Deus é fiel aos seus… Parabéns pela iniciativa em falar sobre adoção de uma forma tão emocionante…

  19. Oi, adorei essa entrevista.
    Adoção é amor. Só amor. Precisamos ser adotados até pelos pais biologicos, caso contrário, somos adotados pelos pais de amor. :)

  20. Carolina M. disse:

    Que história linda!!! Saúde e alegrias pra essa famíla maravilhosa. Parabéns pela matéria, Carol.

  21. Alisson e Alci disse:

    O Raul e a Jac são duas pessoas maravilhosas, grandes amigos e um casal muito querido que merece esta alegria que Deus os concedeu. Realmente a torcida foi grande e a alegria imensa quando eles receberam o Daniel, hoje quando o vemos nos eventos da igreja sentimos que a alegria transborda do coração deles, parece que o sorriso nunca vai sair do rosto deles. Parabéns pela matéria e que Deus abençoe sempre esta linda família e a sua também.

Fechar
E-mail It