
Vamos falar de futuro?
Já falamos por aqui que a teia de intimidade construída com a família deixam os nossos filhos mais felizes e seguros. Agora existe uma outra área a se preocupar bastante é quando eles se vêem no meio da sociedade onde podem receber críticas, sofrerem bullying e outros problemas quando crescem e sai para o mundo.
Já falei aqui também que o Paulo Neto recebeu um grande crítica de seu coleguinha de escola e graças a Deus, ele soube responder sem ofender.
Mas será que vai ser sempre assim? Tão seguro?
Vamos lá!
Gostar de se ver no espelho a própria imagem é um sinal positivo sobre a autoestima. Ficar feliz ao se imaginar adulto demonstra segurança sobre quem é e o que vai se tornar. Falamos aqui da imagem porque ela é um dos blocos na construção da autoestima e isso, mamães, podemos perceber em nosso dia a dia com nossos filhos.
Claro que se a criança não gosta do que vê, iremos perceber imediatamente essa insatisfação.
Agora existem outros blocos importantes para a auto-estima que podem ser aprendidos com a ajuda dos pais. Como fazer isso?
Valorizar as conquistas.
Quando a criança aprende a andar de bicicletas sem rodinhas é uma delas. Mas devemos tomar muito cuidado com os exageros. Parabenizar é uma coisa agora comprar a criança com presente é outra bem diferente. E nós, pais, podemos cair bem fácil nessa tentação mas depois, fica difícil segurar.
Ajudar a levantar do chão quando cair.
É papel dos pais permitir que os filhos enfrentem desafios.Até parece fácil falar disso mas eu sei, como mãe, que é bem difícil deixar os nossos filhos se frustarem e encarar os desafios. Mas se deixamos isso acontecer, vamos criar indivíduos mais fortes para a vida. Mas também tudo tem o seu tempo. Deixar o filho de 4 anos se aventurar sozinho na piscina ou brincar sozinho no parquinho do condomínio, na minha visão, não acho nada apropriado. Bom senso é tudo!
Nem tudo posso ganhar nessa vida.
Ajudar os nossos filhos jogar damas é bem diferente e educativo. Agora, deixar que eles ganhem , não.
A bronca entristece menos que a ausência dos pais.
Levar uma bronca não é tão mal assim. De acordo com uma pesquisa feita pelo DataFolha, para 71% das crianças a maior chateação é ficar sem os pais e a bronca não aparece como motivo de tristeza no levantamento. Mesmo quando levam bronca as crianças sentem inconscientemente ainda protegidas pelos pais.
E outro fator muito importante:
É a partir dos 6 anos que a criança têm a percepção consciente de que os pais estão discutindo com elas para o seu bem.
Bom, meninas!
O que vocês acham do assunto? Estamos aqui é para compartilhar!
Bjos de Carol Siqueira :)
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