
Estamos no finalzinho de janeiro e muitos pais já se encontram naquele dilema:
- Já devo colocar o meu filho na escola? Ele ainda não está muito novinho?
- Que escola devo escolher para o meu filho?
- Devo ficar com ele na escola até ele se acostumar? E se ele chorar muito?
- Como devo fazer para o meu filho organizar o quarto antes da volta às aulas?
Lógico que estas são perguntas que todas nós, mamães vivemos. Acompanhem os posts e vejam as dicas de nossa psicopedagoga e pesquisas que foram feitas para escrever cada um deles.
Então vamos lá!
Neste post vamos falar de -Â O PRIMEIRO DIA DO MEU FILHO NA ESCOLA!
Quando ainda estava lendo o livro 100 Promessas para o meu bebê de Mallika Choppra uma das páginas que fizeram minhas lágrimas escorrerem foi quando ela narrou, com muita emoção, a primeira vez que a sua filha foi à escola. A sensação é de que uma porta se abriu – a porta da independência – a de viver e estar com outras pessoas, ser amada e não ser amada também, de não estar ao seu lado mas pensar em você o tempo todo e de conviver com idéias, opiniões e palavras contraditórias a tudo que você ensinou à eles.
Fácil?! Não deve ser! Mas necessário. Ir a escola é um direito de qualquer criança e dever de qualquer pai.
Portanto, minhas amigas se esta hora ainda não chegou com certeza, uma hora ela chega! A hora de deixar o seu filho viver esta independência – de ir para a escola pela primeira vez.
O primeirÃssimo dia de aula de uma criança marca o inÃcio de sua independência, algo encarado com um misto de ansiedade e culpa por muitos pais. De acordo com uma pesquisa feita em Curitiba e relatada no site Bebê.com da Editora Abril – o trabalho revelou que 22% das mulheres de nÃvel socioeconômico privilegiado se sentem culpadas por deixar seus pequenos na escola. Entre as de baixa renda, esse Ãndice é de apenas 3%. “No primeiro caso as mães procuram realização pessoal”, explica a psicóloga Lidia Weber, autora do trabalho. “Elas acham que dão mais importância à carreira em detrimento dos filhos”, completa a professora da Universidade Federal do Paraná. “Já as do segundo grupo trabalham por necessidade. Se pudessem parar, ficariam em casa.”
Os especialistas garantem: é normal os pais vivenciarem esse tipo de sentimento. “Eles apenas devem se controlar para não contaminar o filho. A criança é como uma esponja: absorve tudo”, diz a psicóloga. Esse cuidado é importante, porque ir à escola desde muito cedo só faz bem, atestam diversos estudos. “Essa é a fase da vida de maior desenvolvimento cognitivo e emocional”, diz Fernanda Nedopetalski, coordenadora pedagógica da Escola de Educação Infantil Quintal, em São Paulo. “No colégio as crianças têm estÃmulos o tempo todo.”
Claro que a mudança também altera o humor dos nossos pequenos, mesmo aquelas crianças que apresentam serenidade em casa podem aprontar o maior escândalo e um show de birra ao ir pela primeira, segunda, terceira vez à aula.
Portanto, entre tudo que pesquisei e li para escrever este post a dica é - os pais, a babá ou o responsável que cuida da criança (pode ser até a avó) deve permanecer na escola até a criança ficar bem à vontade, o processo de adaptação talvez pode ser lento mas é preciso ir com cuidado e aos poucos. Nossa psicopedagoga irá depois escrever especialmente sobre esta adaptação. Mas enquanto isso…
• Visite a escola antes do começo das aulas. Assim você se sente segura quanto às instalações e seu filho logo se ambienta.
• Nada de chororô. Em vez disso, diga frases como: “Agora você vai fazer um monte de coisas legais, depois a gente vem buscá-lo”.
• Fique atenta nos sinais. Se a criança sempre alega dores bem na hora de ir à escola, se chora ou demonstra ansiedade antes de toda aula, investigue os motivos em parceria com o colégio.
Acompanhe o FalaMamãe e anote todas as dicas.
Bom, por agora é só.
Bjos de Carol Siqueira.
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Giovana,
seu dilema é bem comum entre as mães que não trabalham. Quando as crianças vão para a escola elas se socializam com outras pessoas, brincam, aprendem a dividir, negociar, valorizar, coisas que em um ambiente doméstico talvez não seria possÃvel. Mas tem também o carinho de mãe, que sabemos ser muito bom, e que daqui a pouco já não podemos tê-lo sempre. Fique atenta quanto a questão do “mimo”, que não trará benefÃcios nenhum para seu filho, pelo contrário. Bem, cabe somente a vocês, pais, a decisão de quando levá-lo à escola, e creio que ele mesmo dará algumas dicas, basta “escutá-lo”.
Beijos e boa sorte.
Lúbia Tosta
Olá meninas, estou num dilema sem fim. Estou grávida de quase sete meses e tenho um filho de um ano e seis meses. Moro bem em frente uma creche municipal a qual já fui visitar algumas vezes e fiquei surpresa como td é organizado e limpinho. Mas gt…kd a coragem de colocar essa criança na escolinha já que não trabalho…eu sei que qdo o outro nascer terei mt trabalho e o mais velho é bem mimado…mas meu coração dói só em pensar em deixar ele ali porque eles só aceitam crianças em perÃodo integral das 8h à s 16:30h e no momento só poderia colocar ele numa escolinha municipal mesmo por questão de distância…Me ajudem!!!!
Olá Cris!
Em maio deste ano o Paulo Neto fará 2 aninhos e já comecei a procurar uma escola que me atende em vários setores para a educação do meu filho.
Mas pretendo já colocá-lo a partir de agosto deste ano. Assim ele terá 2 aninhos e 3 meses. Já estou sentindo que ele precisa de novas experiências, de se socializar também e que a as brincadeiras dentro de casa não são mais suficientes para estimular a sua aprendizagem.
OK?
Um grande abraço de Carol Siqueira e obrigada por acompanhar o blog.
E sempre que quiser, é só sugerir que eu escrevo.
Olá Carol,com que idade você pretende colocar o Paulo Neto na escola?